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Supermercado está na moda, literalmente. Vem ver!
As colaborações entre marcas (populares collabs) são uma poderosa estratégia para impulsionar visibilidade em diversos segmentos. E, no varejo supermercadista, a constatação não é diferente. No atual cenário do marketing, onde inovação e diferenciação são essenciais para mergulhar no imaginário do consumidor, as collabs cumprem papel singular. Essas parcerias permitem que empresas alcancem resultados que, talvez, não fossem obtidos isoladamente, fortalecendo a imagem, ampliando o alcance e criando conexões profundas com o público ao lançar itens que se toram objetos de desejo. Nesse contexto, o Supermercados Zona Sul acaba de disponibilizar nas suas lojas uma nova coleção das já famosas ecobags, agora em parceria com a varejista de moda Maria Filó. "As ecobags Amo Rio, exclusivas do Zona Sul, já são uma tradição entre os cariocas de coração. Há mais de 10 anos buscamos parcerias que traduzem a essência do Rio, e desta vez a coleção estampada pela Maria Filó une o clássico ao contemporâneo. O resultado são sete modelos de ecobags versáteis, práticas e sustentáveis - cada ecobag substitui até 10 sacolas plásticas, disponíveis nas lojas e nos canais digitais do Zona Sul", explicam Gabriela Maravilhas, gestora de Marketing da Rede Zona Sul, e Camilla Leta, gestora da categoria Amo Rio. Igor Esperança, especialista de Branding e Comunicação do Grupo SOMA - Maria Filó, afirma: "Há exatamente um ano, começamos a sonhar com a parceria entre Maria Filó e o Supermercados Zona Sul. A ideia era levar o charme das nossas estampas para o dia a dia da consumidora de uma forma prática, acessível e cheia de estilo. Assim nasceram as sacolas ecobag, que já estão circulando pelas ruas, praias e esquinas da cidade, um jeito bonito e sustentável de estarmos presentes em tantos momentos cotidianos. Criamos ativações, seeding, parcerias com influenciadoras, release com a imprensa e até adesivamos caminhões e carrinhos de entrega que estão rodando a cidade. Cada detalhe foi pensado para potencializar essa união de forças entre duas marcas que fazem parte da vida das cariocas há décadas". "O principal objetivo da collab é unir estilo, praticidade e sustentabilidade em um produto que já faz parte do dia a dia dos cariocas. Ao lado da Maria Filó, criamos ecobags exclusivas e colecionáveis, que traduzem a leveza, e a versatilidade do Rio, incentivando o consumo consciente e reduzindo o uso de sacolas plásticas", destacam Gabriela Maravilhas e Camilla Leta. Ação cai no gosto do consumidor A parceria já conquistou os clientes e chama a atenção de todos que circulam pelas unidades do Zona Sul. Aliás, não apenas daqueles que passam pelas lojas do grupo. Unindo estilo, praticidade e sustentabilidade, as ecobags já podem ser vistas pelas ruas do Rio, graças a versatilidade de uso possibilitada. "A collab tem sido recebida com muito entusiasmo! Os clientes elogiam a beleza, a qualidade e a exclusividade das estampas, que se combinam facilmente com diferentes momentos do dia. A proposta sustentável também gera ainda mais conexão, reforçando o orgulho em fazer parte de uma iniciativa que une estilo, funcionalidade e cuidado com o meio ambiente", pontuam as gestoras de Marketing da Rede Zona Sul e a da categoria Amo Rio. Eudoxia Donato, estilista Sênior da Maria Filó, também reforça: "A Maria Filó uniu sua criatividade ao lifestyle carioca em uma parceria especial com o Supermercados Zona Sul. A collab celebra a conexão entre moda, gastronomia e bem-estar, levando o charme e a identidade da marca para um espaço que é referência no cotidiano do Rio". Sucesso entusiasma o futuro As colaborações do Zona Sul já são parte tão ativa da imagem da rede, que os consumidores aguardam com ansiedade por novas ações. E o grupo promete não decepcionar: "As collabs já fazem parte da história do Zona Sul e sempre buscamos novas parcerias que traduzam a alma carioca e tragam ainda mais significado para as nossas ecobags Amo Rio. O sucesso dessa edição com a Maria Filó nos inspira a continuar explorando colaborações criativas e relevantes, unindo estilo, praticidade e sustentabilidade", frisam Gabriela Maravilhas e Camilla Leta. Por que apostar em collabs? Para supermercadistas, entender o poder de uma collab pode representar não apenas diferenciação junto à concorrência, mas aumento de vendas e engajamento profundo com o consumidor em um mercado de extrema competição e dinamismo, que valoriza cada vez mais autenticidade, memorabilidade e valor. As colaborações atendem essas expectativas, sendo muito mais do que somente a união de marcas ou produtos, são uma estratégia multifacetada, que traz consequências diretas, tais como: Ampliação da visibilidade e alcance: com união de forças, marcas impactam novos públicos, consequentemente, penetrando grupos de consumidores antes longínquos. Esse fato é muito valioso, principalmente quando há complementação de audiência e a exposição é potencializada, criando um movimento cascata em torno da parceria e atingindo ainda mais pessoas; Fortalecimento de credibilidade: colaboração entre marcas consolidadas também criam um compartilhamento de prestígio e confiança, alavancando a percepção de valor; Diversificação: mesclar conhecimentos gera o desenvolvimento criativo de produtos ou soluções exclusivas, proporcionando ao consumidor o novo, que não será recriado por um concorrente; Engajamento e fidelização: collabs bem executadas e planejadas oferecem experiências únicas ao cliente, que com o sentimento de exclusividade fortalecerá os laços de lealdade com as marcas. Os produtos viram verdadeiros objetos de desejo. Porém, collabs não são sinônimos de sucesso por si só, é preciso planejamento, alinhamento e execução calculada. Definição de objetivos claros, conhecimento de público, alinhamento de valores entre as marcas parceiras, comunicação clara e foco na experiência do consumidor são primordiais para gerar engajamento emocional e alcançar resultados duradouros e relevantes. Mais que uma ferramenta, uma união de valores As colaborações, portanto, não são uma mera ação de marketing, mas uma iniciativa pautada pela união de marcas com valores próximos. Para o varejo supermercadista a estratégia é uma chance real de fortalecimento de marca, diversificação da concorrência e ampliação de alcance e fidelização. Em um mundo onde a disputa pelo imaginário do consumidor virou uma corrida, inovação e diferenciação são fundamentais para fazer a sua marca ser a lembrada na hora da compra.
10/09/2025
Sabia que empresas podem perder até 25% da receita devido a falhas no uso de dados? Veja mais
Em um cenário cada vez mais digital e orientado por informações, a qualidade dos dados se tornou fator determinante para a competitividade do varejo supermercadista. Muito além de números em relatórios, os dados hoje são a base para decisões de precificação, sortimento, logística, redução de perdas, marketing e relacionamento com o cliente. Estudos recentes da Gartner indicam que empresas podem perder até 25% da receita devido a falhas no uso de dados, prejuízo que não impacta apenas resultados financeiros, mas também a eficiência operacional e a experiência do consumidor. "Cada vez mais diferentes tipos de negócios dependerão de dados e de seu processamento para geração de informações, tomadas de decisão e tomada de ação. Mas de fato, a qualidade desses dados impacta diretamente na assertividade e eficiência das saídas. A meu ver, é preponderante implantar políticas claras de governança, em se tratando de coleta, armazenamento, completude e precisão das métricas e dados que alimentarão modelos de dados. Depois disso, incentivar e investir uma cultura data-driven com equipes treinadas para coletar, minerar e interpretar dados estrategicamente. Com esses dois pontos definidos, conte com plataformas de BI (Business Intelligence) e Analytics robustas com possibilidade de integrações. Esses três fatores implementados em sintonia ajudam a mitigar erros e falhas de dados", explica Nicola Sanchez, CEO Matrix Go. Rosângela Gelly Soares de Souza, presidente da Gelly Consulting and Training, pontua: "A transformação digital não acontece apenas ao adotar novas ferramentas tecnológicas, ela depende da integração inteligente de sistemas para garantir que dados circulem, insights sejam gerados e decisões estratégicas sejam embasadas em informação de qualidade. Só faz sentido falar em qualidade de dados se pensarmos nas dimensões comuns que precisamos percorrer nessa jornada". "Sem dúvida, o mais importante para qualquer supermercado e varejista é instituir uma única camada semântica governada que padronize métricas e políticas, aplicada de ponta a ponta com controles de segurança empresariais e IA sobre dados confiáveis. Essa combinação elimina silos, reduz inconsistências e mitiga riscos operacionais, garantindo uma 'fonte única da verdade' acessível nas ferramentas analíticas já adotadas pelas equipes", expõe Sandro Balbuena, líder de negócios da Strategy Brasil. Atenção às principais falhas As falhas de qualidade de dados têm origens diversas, mas as mais comuns incluem: dados incompletos ou imprecisos (informações inconsistentes sobre produtos, estoque, fornecedores e clientes); duplicidade e inconsistência de registros (múltiplas bases desatualizadas); falta de governança e processos claros (ausência de políticas para padronização, armazenamento e monitoramento de dados); integração deficiente entre sistemas (fragmentação entre plataformas de e-commerce, ERP, CRM e PDV); e capacitação insuficiente da equipe (profissionais sem treinamento adequado). Todos esses gargalos podem afetar a melhor interpretação ou utilização de dados, gerando análises equivocadas e uma visão incompleta do negócio, aumentando os riscos de erros, além de dificultar estudos confiáveis, prejudicando não apenas a elaboração de relatórios estratégicos, mas também comprometendo a tomada de decisão de todos os envolvidos no dia a dia da operação, da gestão ao consumidor final. Denize Navarro, fundadora da Ananda Consultoria, analisa: "Falhas no uso de dados geralmente nascem da falta de estrutura e de clareza no processo de coleta, tratamento e análise. Para evitar esses problemas, é essencial enxergar a Gestão de Dados como ativo estratégico. Isso significa criar fluxos consistentes e estruturados de coleta de dados em todas as etapas críticas dos processos, estabelecer a governança adequada ao cenário da empresa e capacitar as pessoas envolvidas para que cada decisão seja sustentada por informações confiáveis". "Evitar essas perdas exige que as empresas enxerguem os dados como um ativo estratégico e não apenas como informações dispersas em relatórios. É fundamental investir em processos de coleta padronizados, integração entre áreas e monitoramento contínuo da qualidade dos dados. Além disso, o uso de ferramentas de análise e inteligência artificial pode antecipar falhas, reduzir retrabalhos e transformar dados brutos em insights acionáveis. Ou seja, mais do que armazenar, é preciso criar uma cultura organizacional orientada a dados, onde decisões sejam sempre embasadas em evidências confiáveis", complementa Dione Assis, advogada especializada em recuperação judicial. Impactos diretos no varejo supermercadista No contexto dos supermercadistas, falhas na gestão de dados se traduzem em perdas reais. Alguns dos principais pontos são: desabastecimento ou excesso de estoque, comprometendo a experiência de compra e gerando prejuízos; campanhas de marketing pouco assertivas, que ofertam produtos errados para públicos inadequados; decisões estratégicas equivocadas, afetando precificação, sortimento e investimentos em expansão; e insatisfação do consumidor, quando informações incorretas sobre disponibilidade de produtos, preços ou promoções são comunicadas. "Em qualquer mercado a falta de dados ou o uso errado deles realmente pode custar caro. Quando falamos do mercado supermercadista, onde as margens já são naturalmente apertadas, se não tiver um acompanhamento detalhado dos dados fica ainda mais complicado. Por isso, para evitar falhas no uso dos dados as empresas precisam não apenas consumir os dados gerados mas também ter rotinas de auditoria e monitoramento, além de construir uma cultura orientado a dados e que toda organização saiba como tratar e interpretar estes dados", salienta Carlos Henrique Souza, CEO da Smart Data. Esses impactos mostram que a falta de qualidade de dados não é apenas um problema técnico, mas um risco direto à vida do negócio, sua competitividade e à fidelização de clientes. Decisões orientadas por dados: revertendo perdas Segundo João Chencci, head de Tecnologia da AGR TECH, unidade da AGR Consultores, o principal desafio está em transformar dados brutos em decisões que gerem impacto imediato no negócio: "O segredo está em criar modelos que conectem a informação à tomada de decisão diária, sem burocracia. Quando isso acontece, os resultados aparecem em semanas. As margens não se perdem apenas por decisões erradas, mas também por decisões que chegam tarde demais. O uso correto de analytics permite agir antes do problema e capturar oportunidades que, de outra forma, seriam desperdiçadas". "Muitas vezes um ajuste simples que bloqueie cadastros incompletos ou incoerentes num formulário ou um direcionamento mais assertivo na equipe ajudam a reduzir dados incompletos. Novamente, manter uma política de governança clara e uma cultura data-driven são cruciais. Mas inevitavelmente, dados incompletos ainda estão propensos a aparecer; para isso, técnicas de mineração de dados, enriquecimento com base em informações externas confiáveis e tecnologia são a solução. Como especialista em IA posso garantir que existem várias soluções tecnológicas que conseguem preencher tais gargalos; um assistente de IA, por exemplo, pode ser direcionado a identificar padrões de ausência de informações e enriquecê-los automaticamente", frisa Nicola Sanchez. Algumas decisões orientadas por dados já geram impacto direto nas margens, como a integração de dados dispersos, ações tomadas antes do problema surgir e não isolar dados em diferentes áreas, possibilitando análises prévias consistentes e determinações rápidas. Estudos da Nielsen, por exemplo, indicam que apenas a ruptura de estoque responde por perdas médias de 4% a 8% das vendas, prejuízo que pode ser mitigado com previsões precisas. Personalizar ações comerciais com base em inteligência analítica e dados estruturados também permitem estratégias personalizadas por canal e perfil de cliente, potencializando receitas. Outras análises da Nielsen e da IBM também sustentam essas conclusões, ao apresentar que promoções mal planejadas desperdiçam entre 10% e 20% do orçamento de marketing. Além disso, dados da Associação Brasileira da Internet Industrial (ABII) apontam que indústrias que não usam dados de forma preditiva desperdiçam de 8% a 12% do faturamento por ineficiências operacionais. Rosângela Gelly Soares de Souza destaca: "O entendimento das regras de negócio é imprescindível para determinar como realizar o processo de preparação dos dados (limpar, organizar e estruturar dados de forma consistente). Isso exige conhecimento técnico, ferramentas apropriadas e visão estratégica. Sem essa base, qualquer iniciativa de inovação digital corre o risco de falhar ou, no mínimo, de gerar resultados abaixo do esperado. Os dados são o ponto de partida. É fundamental atuar focado no mapeamento de fontes e diagnóstico de qualidade, limpeza e padronização de dados, integração de dados em ambiente único, e implantação de dashboards e KPIs. Empresas que contam com suportes técnico e estratégico conseguem acelerar sua maturidade digital e tomar decisões mais eficazes, com menos esforço e mais retorno". Sobre dados incompletos, Denize Navarro reforça: "A melhor estratégia para lidar com base de dados incompletos é atuar na origem da informação, garantindo que os pontos de entrada de dados estejam padronizados e claros. Isso envolve desenhar processos e definir as atividades críticas, aquelas que requerem maior atenção e, possivelmente, terão um indicador associado. A partir daí, deve-se fazer um mapa de indicadores detalhando todos os dados necessários, fontes das informações, periodicidade e responsabilidade pela apuração, conferência e divulgação do dado. Por fim, é necessário comunicar e treinar a equipe explicando a importância da coleta consistente de dados. Quando o time entende que um campo em branco pode comprometer uma projeção de receita ou um planejamento estratégico, o engajamento cresce e a base de dados se torna mais robusta". Em resumo, dados são motor de crescimento, não apenas suporte. Muitas empresas ainda veem tecnologia como ferramenta secundária, quando, na realidade, ela deve guiar decisões estratégicas. Mais do que tecnologia, é preciso entregar inteligência aplicada ao dia a dia, como enfatiza João Chencci: "Quando os dados são usados como motor, os ganhos surgem rapidamente, inclusive em margem e produtividade”. Mitigando riscos: falta de governança é o ponto delicado Para transformar dados em ativo estratégico e evitar perdas, supermercadistas podem adotar algumas práticas essenciais: Governança de dados: implementar políticas claras de coleta, armazenamento e atualização das informações; Ferramentas de qualidade de dados: investir em softwares que detectem duplicidades, inconsistências e registros incompletos; Integração de sistemas: assegurar que ERP, PDV, e-commerce e CRM compartilhem informações em tempo real; Treinamento contínuo: capacitar equipes para interpretar dados corretamente e usá-los em decisões estratégicas; Auditorias periódicas: revisar dados críticos com regularidade, corrigindo falhas e mantendo padrões de qualidade; Monitoramento de indicadores-chave: acompanhar métricas de estoque, vendas e comportamento do consumidor em dashboards confiáveis. Carlos Henrique Souza afirma: "A governança dos dados é, sem dúvidas, onde as empresas mais falham, neste sentido é importante contar com um time, interno ou externo, capacitado para construir um glossário único de indicadores e trazer processos padronizados e uniformizados para as diferentes fontes de dados". "Esse, a meu ver, é o principal desafio. Afinal selecionar softwares e habilitar tecnologias para alimentar e minerar dados é muitas vezes mais rapidamente implementável. Agora gerenciar os dados internamente envolve aspectos humanos, treinamentos e controle contínuos. Estruturar responsabilidades é um primeiro passo (Quem é o responsável por coletar e organizar os dados? Com que frequência? Qual o prazo?); definir padrões de nomenclatura e resultados, e acima de tudo, investir em capacitação: é preciso que todos numa organização tenham ideia da dimensão e/ou sejam envolvidos na importância dos dados para a empresa – criar senso de pertencimento", elucida Nicola Sanchez. Denize Navarro diz em sequência: "Governança na Gestão de Dados não deve ser vista como burocracia, mas como um conjunto de práticas que dão segurança e velocidade à gestão. Outro ponto-chave é a comunicação: a política precisa ser clara, objetiva e aplicada ao dia a dia, não um manual extenso guardado em uma gaveta. Por fim, é necessário disciplina de gestão para implantação, compromisso da liderança e do time. Quando as regras de governança são integradas à rotina, elas se tornam parte natural da cultura da empresa". Rosângela Gelly Soares de Souza aconselha: "Empresas que mantêm uma estrutura de dados confiável conseguem ter visibilidade em tempo real dos principais KPIs, analisar tendências de mercado com mais precisão, simular cenários futuros com base em dados históricos e criar estratégias mais assertivas e ágeis. Em resumo, dados de qualidade geram inteligência de negócio. E inteligência leva a decisões mais lucrativas. Entre os principais benefícios de uma abordagem estruturada, estão decisões mais rápidas e acertadas, com base em dados confiáveis; maior ROI (Return on Investiment) em tecnologias como IA, Robotics Processing Automation (RPA) e Business Intelligence; aumento de eficiência operacional, eliminação de intervenção manual e redução de retrabalho; e compliance reforçado, com rastreabilidade e governança clara dos dados". Solução? Construir um fluxo assertivo e ágil Com informações precisas, integradas e confiáveis, em um ambiente de agilidade, as consequências para os supermercadistas são amplamente positivas, tais como, redução de perdas operacionais, aprimoramento de campanhas, tomadas de decisões de investimento assertivas e o desenvolvimento da capacidade de oferecer ao consumidor a experiência de compra mais satisfatória e eficiente possível. Sandro Balbuena aponta: "Políticas eficazes de padronização nascem de uma camada semântica governada, papéis claros e controles de segurança aplicados de forma consistente em todos os pontos de acesso, garantindo definições uniformes de métricas e uso responsável dos dados. Esse modelo evita métricas conflitantes, lacunas de controle e interpretações locais, criando base confiável para decisões e projetos de IA" "A chave é equilibrar rigor e velocidade. Isso pode ser feito com fluxos de trabalho digitais, que reduzam etapas manuais e automatizem tarefas repetitivas. Implementar dashboards em tempo real permite acompanhar indicadores sem precisar esperar relatórios demorados. Ao mesmo tempo, protocolos bem definidos evitam retrabalhos e perdas de tempo em correções. Assim, o fluxo torna-se assertivo porque segue um padrão confiável e ágil porque a tecnologia elimina gargalos. É nessa combinação que empresas conseguem proteger suas margens e acelerar a tomada de decisão", ratifica Dione Assis. No varejo supermercadista, a qualidade dos dados deve ser encarada cada vez mais como um diferencial competitivo e motor de crescimento sustentável, com soluções para que a gestão de dados seja cada vez mais estratégica. Investir em qualidade e governança de dados não é mais uma opção, mas uma necessidade estratégica para o nosso setor.
10/09/2025
Por dentro da asserj
Mais de mil alunos formados: confira os números da Escola ASSERJ até o 2º quadrimestre de 2025
O conhecimento é a única coisa que não pode ser tirada do homem. Essa célebre frase traduz o espírito da Escola ASSERJ, que segue se fortalecendo como referência no desenvolvimento de profissionais do varejo supermercadista. Até o fim do segundo quadrimestre deste ano, a instituição já ultrapassou a marca de mil alunos formados, consolidando sua relevância como um pilar de qualificação para o setor. Somente entre janeiro e agosto, foram 4.500 horas-aulas, com 1.400 concluintes em seis formações, todas voltadas para temas estratégicos da rotina dos supermercados: Atendente de Adega: Noções básicas de vinhos para supermercados; Como valorizar o FLV e encantar o cliente; Postura vocal para Locutores de Supermercado; Básico de Panificação: ingredientes, funções e características no produto final (em parceria com a Buaiz Alimentos); O Poder do Açougue: Práticas que geram resultados; Noções Básicas de Higiene e Boas Práticas em Manipulação de Alimentos (Lei nº. 1662/91 Ivisa-Rio). Os números refletem o sucesso das ações da Escola ASSERJ, somando 84% de efetividade nas inscrições e 92% de NPS (índice de satisfação), indicadores que comprovam a qualidade e a relevância dos conteúdos oferecidos. "Nosso compromisso é estar cada vez mais próximos dos associados, oferecendo conteúdos que agreguem valor e tenham aplicabilidade real na rotina dos supermercados. A Escola ASSERJ se consolida como um espaço de desenvolvimento, contribuindo não apenas para a capacitação individual, mas também para a evolução de todo o setor supermercadista”, destaca a gerente de Gente e Gestão da ASSERJ, Michelle Rodrigues. Novas turmas já confirmadas Para os próximos meses, a Escola ASSERJ já tem turmas programadas em três áreas destinadas aos profissionais do setor, sendo um dos cursos inédito e em parceria com a indústria: Noções Básicas de Higiene e Boas Práticas em Manipulação de Alimentos (Lei nº. 1662/91 Ivisa-Rio); Mestre Fatiador Sadia (inédito); Básico de Confeitaria (em parceria com a Buaiz Alimentos). CLIQUE AQUI E CONFIRA A AGENDA DE SETEMBRO. Com números de extrema relevância e uma grade programática de cursos alinhada às necessidades do varejo supermercadista fluminense, a Escola ASSERJ reafirma seu compromisso em qualificar e transformar profissionais, contribuindo diretamente para a evolução do setor no estado do Rio de Janeiro. Se você é associado e deseja sugerir um curso para a Escola, entre em contato conosco! Vamos, juntos, capacitar nossos colaboradores e desenvolver o setor.
10/09/2025
Associados em foco
Cibersegurança: GPA firma parceria com operadora. Saiba qual e o objetivo
Em busca de ampliar a cibersegurança de suas operações, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) firmou uma parceria com a operadora Vivo. O objetivo é proteger os servidores cooperativos da rede contra ransomware. Esse software malicioso (malware) procura obter acesso a um sistema-alvo para criptografar arquivos e extorquir a empresa atacada. A tecnologia, junto à empresa de telecomunicações, identifica atividades suspeitas, bloqueia essas tentativas e impede os ataques, reduzindo os riscos. Caso a ferramenta falhe, ela ainda consegue recuperar os arquivos afetados. Apenas para ilustrar o perigo desse contexto, segundo um estudo da Halcyon, empresa global de cibersegurança, os ataques de ransomware atingiram níveis recordes em 2023, com mais de US$ 1 bilhão extorquido, indicando um aumento de 55,5% no volume de ataques em relação ao ano anterior, chegando a, pelo menos, 4,3 mil casos documentados, somente nos Estados Unidos. "Reforçar a cibersegurança é parte essencial da nossa estratégia de digital. Investimos continuamente em soluções que aumentem a resiliência dos nossos sistemas, assegurando a continuidade das operações e a proteção dos dados com os mais altos padrões de segurança", destaca Rodrigo Poço, diretor executivo de Tecnologia e Digital do GPA. O acordo entre o Grupo Pão de Açúcar e a Vivo conta com proteção aplicada à infraestrutura de TI, segurança da informação, operações de loja e áreas administrativas do grupo. Os termos ainda preveem maior estabilidade de conexão à rede corporativa, fornecendo auxílio no processo de modernização digital do GPA. "Com uma parceria que já ultrapassa 15 anos, o GPA e a Vivo vêm colaborando em diversas frentes estratégicas, desde soluções em telecomunicações até iniciativas mais robustas e integradas em TI. Nossa solução mostra como a proteção de servidores corporativos, quando integrada a uma estratégia de cibersegurança mais ampla, pode impedir e reduzir significativamente o risco a ataques avançados", frisa Marcelo Tanner, diretor de vendas corporate da Vivo Empresas. Diante de um cenário com sistemas diariamente ameaçados por ataques cibernéticos que aprimoram sua sofisticação ofensiva, reforçar a segurança das operações é um investimento direto também em eficiência. O varejo supermercadista precisa estar atento a uma questão delicada como esta, principalmente em um ambiente extremamente digitalizado e interconectado. Soluções de proteções robustas são primordiais para proteger dados, tanto organizacionais quanto de consumidores.
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