Mulher realiza live commerce em supermercado nas redes sociais para fidelizar público com ofertas atraentes

Vale a pena investir em live commerce para supermercados? Entenda!

Transmissões ao vivo para estimular o e-commerce foram tema da editoria Vale a Pena da revista Super Negócios de julho; descubra os prós e contras!

14/07/2026

Revista Super Negócios
Mulher realiza live commerce em supermercado nas redes sociais para fidelizar público com ofertas atraentes

Mulher realiza live commerce em supermercado nas redes sociais para fidelizar público com ofertas atraentes

O live commerce é uma grande tendência do varejo atual, e o setor supermercadista também já está surfando nessa onda. O formato de transmissões ao vivo nas redes sociais ou aplicativos próprios tem ganhado cada vez mais espaço. Afinal, a estratégia não só aumenta as vendas, como também aproxima o público através de uma linguagem informal, que combina entretenimento e interação em tempo real.

Assim como qualquer estratégia que está em alta, o modelo ainda gera dúvidas nos bastidores: vale a pena investir nessa estrutura ou é um gasto desnecessário? O tópico é tão relevante para o setor que virou o tema central da editoria Vale a Pena, da Revista Super Negócios de julho.

Os prós e contras do live commerce no varejo supermercadista

Uma das maiores vantagens de realizar live commerce é impulsionar a fidelização. Quando o cliente entra em uma transmissão para conferir as ofertas, o celular torna-se uma extensão do espaço físico, levando o supermercado para o conforto do lar.

Essa dinâmica gera mais intimidade com a marca, principalmente se a transmissão for leve, interativa, informativa e orgânica. Outro grande atrativo são os descontos exclusivos, excelentes para atrair o público em horários alternativos, como a madrugada.

Por outro lado, essa não é uma estratégia que possa ser feita de qualquer jeito. É fundamental ter um alinhamento prévio, com divulgação adequada e controle rigoroso durante a transmissão. Se a internet estiver instável ou a live for mal conduzida, pode afetar negativamente a imagem do negócio.

Além disso, o pós-live requer um forte trabalho operacional, com uma entrega rápida e ágil para atender à expectativa do cliente. Sem um cuidado redobrado com o estoque, o supermercado corre o risco de vender o que não tem e gerar falta de credibilidade.

O veredito de quem já testou na prática

Nada melhor do que ouvir a experiência de quem vive o dia a dia do mercado para entender se vale a pena o investimento. Por isso, a Revista Super Negócios foi atrás de grandes marcas do setor para entender as duas faces da moeda.

De um lado, conversamos com Wlauber Manhães, gerente de marketing do Princesa Supermercados. A rede já realiza o "Madrugadão" de ofertas nesse formato há cerca de três anos e colhe resultados de vendas positivos, apostando em estratégias de comunicação bem estruturadas.

Do outro, trouxemos a perspectiva da Casa do Sabão, representada pelo líder de marketing Rodrigo Moreira. A empresa chegou a apostar na estratégia, mas precisou interromper as transmissões após uma troca de plataforma e barreiras na conversão direta.

Ainda está na dúvida se o live commerce vale a pena para o seu supermercado? A edição de julho da Revista Super Negócios traz a análise detalhada com todos os prós, contras e pontos de atenção essenciais para o seu planejamento digital.

Na editoria Vale a Pena, você confere ainda a íntegra dos depoimentos exclusivos de Wlauber Manhães e Rodrigo Moreira, descobrindo os bastidores, os erros e os acertos de quem lidou com as transmissões na pele.

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