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Atualidades
Cenário atual da Venezuela e os impactos no varejo supermercadista
Já foi o tempo que uma crise geopolítica na Venezuela parecia distante da rotina do varejo supermercadista fluminense. Esse tipo de tensão, cada vez mais, encontra caminhos diretos até o dia a dia das empresas e dos consumidores, especialmente por meio dos preços de energia, do dólar e do custo de vida. Afinal, somos um mercado global altamente conectado, portanto, conflitos em regiões estratégicas geram gatilhos de instabilidade. No caso da Venezuela, o alerta se acende por se tratar de um país inserido em uma região-chave para o mercado de petróleo. Mesmo que não haja impacto imediato na oferta, o simples risco já é suficiente para pressionar preços no mercado internacional, afetando, principalmente, os custos com transporte e logística. Para Adriana Ricci, especialista em investimentos, fundadora, gestora e head de Operações da SHS Investimentos, o efeito começa antes mesmo de qualquer ruptura concreta. “Hoje, o mercado reage muito à expectativa. Basta o receio de desabastecimento ou de escalada do conflito para o preço do petróleo subir, ainda que nada tenha acontecido de fato”, explica. Impacto direto ainda é neutro para o varejo Na avaliação de quem está na ponta da operação, o efeito imediato da crise venezuelana sobre o varejo supermercadista fluminense ainda não é percebido. Segundo João Marcio, diretor comercial do Princesa Supermercados, não há, ao menos por enquanto, expectativa concreta de impacto para o setor. “Hoje, a nossa visão é neutra. A Venezuela não é um parceiro relevante na cadeia de alimentos. Eles não exportam alimentos; o principal produto é o petróleo. No varejo supermercadista sul-americano, trabalhamos muito mais com países como Argentina, Chile, Peru e Colômbia. Em termos de alimentos, não temos relação comercial com a Venezuela e, no caso do Princesa, não enxergamos impacto direto neste momento”, afirma. Ainda assim, João Marcio ressalta que crises de repercussão global tendem a gerar efeitos indiretos, especialmente quando envolvem energia. “Claro que uma crise que ganha escala mundial sempre pode trazer algum tipo de reflexo, como sobretaxas, riscos de escassez ou aumento de custos. O petróleo acaba impactando toda a cadeia produtiva. Mas, por enquanto, não vemos isso nem como um problema, nem como uma oportunidade. Seguimos acompanhando.” Combustível mais caro pressiona logística e operação Conforme já mencionado acima por João Márcio, no varejo supermercadista, a elevação do petróleo afeta diretamente os custos de transporte, distribuição e abastecimento das lojas. “Quando o preço do petróleo sobe, o impacto chega de forma simples de entender: o combustível fica mais caro e, com isso, encarece o transporte de alimentos, medicamentos e mercadorias em geral. Esse aumento acaba sendo repassado gradualmente e aparece na prateleira do supermercado”, afirma Noah Barrett, gerente de portfólio da Janus Henderson Investors. Esse efeito em cadeia pressiona margens, dificulta negociações com fornecedores e reduz a previsibilidade de custos — um ponto sensível para redes que operam com volumes elevados, logística intensa e margens historicamente apertadas. Dólar mais forte encarece insumos e importações Além do petróleo, a tensão geopolítica costuma impactar o câmbio. Em momentos de instabilidade, investidores globais buscam ativos considerados mais seguros, como o dólar, o que provoca valorização da moeda americana frente ao real. “Quando o mundo entra em estado de alerta, o dinheiro busca proteção. Esse movimento fortalece o dólar e pressiona países emergentes como o Brasil, mesmo que não participem diretamente do conflito”, explica Adriana Ricci. Para o varejo supermercadista, o dólar mais alto significa aumento no custo de produtos importados, insumos industriais, embalagens, tecnologia, equipamentos e até fertilizantes, que influenciam o preço final dos alimentos. Reflexos diretos no consumo e no planejamento do setor Com a combinação de combustível e dólar mais caros, o impacto chega ao consumidor final. O aumento de preços tende a reduzir o poder de compra das famílias, que passam a priorizar itens essenciais e adiar decisões de consumo. “Em cenários de maior incerteza, o consumidor fica mais cauteloso. Isso afeta o giro de determinadas categorias e exige ainda mais atenção do varejo na gestão de sortimento, estoques e promoções”, observa a especialista. Do lado das empresas, o ambiente também se torna mais conservador. Investimentos são reavaliados, contratações podem desacelerar e o planejamento precisa ser ajustado para lidar com maior volatilidade. Um efeito dominó que exige atenção estratégica Adriana Ricci compara o impacto econômico a um efeito em cadeia. “É como um acidente em uma rodovia importante. Mesmo quem está longe do local sente o trânsito travar quilômetros à frente. Na economia global, os conflitos funcionam da mesma forma: primeiro o petróleo oscila, depois o dólar, em seguida os preços internos e, quando o consumidor percebe, o orçamento já está mais apertado.” Para o B2B supermercadista, o cenário reforça a importância de acompanhar indicadores macroeconômicos, avaliar custos logísticos, revisar contratos e manter flexibilidade na operação. Em um ambiente global cada vez mais instável, antecipação e planejamento se tornam diferenciais competitivos. Não deixe de acompanhar o desenrolar dos acontecimentos e sempre estar atento em se antecipar em termos de planejamento e negociações.
07/01/2026
Indústria em cena
Anvisa suspende lotes de fórmulas infantis da Nestlé após risco de toxina
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7), a suspensão da venda, distribuição e uso de alguns lotes de fórmulas infantis fabricadas pela Nestlé do Brasil. A medida ocorre após um recall internacional que envolve produtos comercializados em 25 países, principalmente na Europa. No Brasil, a decisão afeta lotes das linhas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino. Segundo a Anvisa, a suspensão foi motivada pelo risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A ingestão da substância pode provocar vômitos, diarreia e letargia, caracterizada por sonolência excessiva e lentidão motora e cognitiva. De acordo com a agência reguladora, a Nestlé iniciou um recall voluntário no Brasil após identificar a presença da toxina em produtos fabricados em uma planta na Holanda. A contaminação teria origem em um ingrediente fornecido por uma empresa terceirizada de óleos, o que levou à adoção do recolhimento em escala global. Orientações para varejo supermercadista e consumidores Para o consultor técnico de Segurança Alimentar da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ), Flávio Graça, a verificação dos lotes é fundamental para evitar riscos à saúde. “É importante que responsáveis pelos estabelecimentos e consumidores verifiquem os lotes adquiridos para evitar o consumo. No caso dos supermercadistas, é fundamental fazer o registro do produto e retirá-lo imediatamente da área de venda. Já os consumidores devem providenciar a troca dos produtos pertencentes a esses lotes”, orienta Graça. A Anvisa reforça que os demais lotes não listados permanecem liberados para consumo. Pais e responsáveis devem conferir o número do lote impresso no rótulo das fórmulas, conforme relação disponível no site oficial da agência. Posicionamento da Nestlé Em nota, a Nestlé Brasil informou que os consumidores que adquiriram produtos dos lotes afetados devem suspender imediatamente o uso e entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da companhia para devolução e reembolso integral. “A companhia adota rigorosos padrões de controle de qualidade e rastreabilidade, em constante aprimoramento, com o objetivo de prevenir inconformidades em seus produtos”, afirmou a empresa. Em caso de sintomas após o consumo, a Anvisa orienta que os responsáveis procurem atendimento médico imediato, informando o alimento ingerido e, se possível, apresentando a embalagem. Mais informações sobre o uso seguro de fórmulas infantis estão disponíveis no site da Anvisa.
07/01/2026
Associados em foco
Prezunic avança na digitalização do atendimento e integra influenciadora virtual com IA ao e-commerce
O Prezunic avança em sua estratégia de transformação digital ao expandir a atuação de Nic, sua influenciadora virtual baseada em Inteligência Artificial, para o ambiente de e-commerce. Já presente nas redes sociais e no WhatsApp, a personagem passa a acompanhar também a jornada do consumidor no site, reforçando o posicionamento da rede em oferecer canais digitais mais integrados, eficientes e orientados à experiência do cliente — um movimento alinhado às demandas de escala, padronização e agilidade no varejo supermercadista. Desenvolvida com Inteligência Artificial Generativa (IA Gen), Nic atua como um hub de informações e atendimento, respondendo dúvidas sobre horários e endereços das lojas, status de pedidos online, procedimentos nas unidades físicas, oportunidades de trabalho, além de orientações sobre carteira digital e o programa de benefícios do Clube Prezunic. A solução contribui para a otimização do atendimento e redução de fricções nos canais digitais. A iniciativa está conectada ao desenvolvimento contínuo do ecossistema digital da Cencosud e representa um avanço na automação e qualificação do relacionamento com o consumidor, ampliando a capacidade de resposta da operação sem perder proximidade na comunicação. “A inovação é um dos pilares estratégicos da Cencosud e se reflete em projetos voltados à transformação da experiência do cliente, proporcionando uma jornada mais intuitiva e alinhada ao nosso propósito de servir de forma extraordinária em cada momento”, destaca a companhia. Primeira influenciadora digital 100% carioca do varejo supermercadista, Nic vem ampliando suas funcionalidades desde o lançamento, consolidando-se como um ativo estratégico de comunicação e atendimento. Com a expansão para o e-commerce, a ferramenta passa a atuar de forma ainda mais integrada nos principais pontos de contato digitais da rede.
07/01/2026
Indústria em cena
Mondelez Brasil anuncia nova diretoria de Mídia, Dados, CX e Martech
A Mondelēz Brasil, detentora de marcas como BIS, Oreo, Lacta, Trident, Tang e Club Social, anuncia a criação da diretoria de Mídia, Dados, Consumer Experience (CX) e Martech. A nova estrutura marca um avanço na gestão integrada da experiência do consumidor e será liderada por Carolina Crespo, executiva com mais de 15 anos de experiência em transformação digital, marketing e mídia. O movimento está diretamente conectado à ambição da companhia de dobrar de tamanho até 2030 e ao aumento da complexidade de suas operações. A nova diretoria passa a concentrar, em uma única estrutura, a estratégia de mídia on e offline, o uso avançado de dados de consumidores e a gestão das plataformas de marketing. “Vamos ampliar o papel da mídia para além de um canal e atuar como verdadeiros arquitetos de experiências”, afirma Carolina Crespo, diretora de Mídia, Dados, Consumer Experience e Martech da Mondelēz Brasil. “Ao unir dados, empatia e storytelling, conseguimos transformar informações em ações de comunicação mais relevantes e consistentes, tanto para o consumidor quanto para o negócio.” Trajetória com foco em transformação digital Antes de assumir a nova posição no Brasil, Carolina atuou por cerca de cinco anos como Head de Digital Commerce e Retail Media para a América Latina na Mondelēz International, com foco na aceleração de vendas e no desenvolvimento de novos modelos de negócio na região. Ao longo da carreira, a executiva acumulou mais de 15 anos de experiência em multinacionais, incluindo uma passagem de aproximadamente uma década pelo Grupo L’Oréal, no Brasil e na Europa. Nesse período, liderou iniciativas nas áreas de mídia, marketing, conteúdo e vendas, sempre com forte orientação para a transformação digital. “A integração entre dados, tecnologia e mídia é essencial para escalar relevância, eficiência e inovação. Quando essas frentes operam de forma conectada, é possível tomar decisões mais inteligentes e construir marcas ainda mais fortes”, reforça Crespo. Presente em 92% dos lares brasileiros e em cerca de um milhão de pontos de venda, a Mondelēz Brasil amplia, com a nova diretoria, sua capacidade de gerar conexões relevantes com os consumidores e fortalecer seu portfólio para diferentes ocasiões de consumo.
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