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Dia da Cerveja! Entenda como está a categoria!
Ainda que resultados iniciais divulgados recentemente pela AMBEV apontem uma baixa em volume, a indústria cervejeira no Brasil detém uma grande força e papel essencial nas gôndolas dos supermercados, não à toa, o país é o terceiro maior consumidor mundial de cerveja. Porém, essa paixão nacional tem passado por uma repaginada aos olhos do consumidor, com a expansão do segmento brasileiro de bebidas sem álcool, em especial o de cervejas. Entre 2019 e 2024, o consumo da categoria quintuplicou, subindo de 140,4 milhões para 702,4 milhões de litros, de acordo com levantamento da consultoria Euromonitor. A expectativa é que esse número siga crescendo e atinja 785,9 milhões de litros neste ano e 885 milhões em 2026. Os dados revelam uma consolidação do setor nacional de cervejas zero álcool e reposiciona o Brasil como o segundo maior mercado mundial do produto, atrás apenas da Alemanha, segundo a World Brewing Alliance (WBA). Mesmo que ainda represente apenas 5% do mercado total de cervejas no Brasil, o segmento sem álcool conquista espaço em escala exponencial (como demonstra a alta de mais de 400% nas vendas em seis anos). O aumento na procura e nos carrinhos de supermercados cheios impulsionou uma intensa movimentação por parte das marcas, que tentam se posicionar no nicho, focando na promoção de um novo estilo de consumir cerveja, mas mantendo a fidelidade da experiência das versões alcoólicas. Aliás, como destaca Márcio Maciel, presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), os números refletem uma transformação sem retorno. "O brasileiro está buscando mais equilíbrio e liberdade na hora de consumir cerveja. As versões sem álcool oferecem isso com sabor, qualidade e inovação. A indústria entendeu esse movimento e vem investindo pesado em tecnologia para entregar produtos que não deixam nada a desejar às versões tradicionais", frisa Maciel. Os professores Marcelo Boschi e Rafael Yamaga, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), destacam: "O crescimento do consumo de cerveja sem álcool no Brasil não é só um fenômeno de produto: é reflexo direto das mudanças culturais em curso. A comunicação no segmento entendeu algo crucial, quando não fala de saúde, mas propõe um novo estilo de vida possível, social e com sabor. E as mensagens das campanhas fogem da culpa ou do moralismo". Outro dado sobre a força do setor é o fato de que, em uma década, o número de cervejarias no país disparou de 195 para 1.847. "O mercado cervejeiro brasileiro é um dos mais dinâmicos do mundo. É um setor que exige preparo, mas que oferece oportunidades incríveis para quem quer inovar e se conectar de verdade com o consumidor", pontua o presidente executivo do Sindicerv. Crescimento de três dígitos amplia o portfólio de bebidas sem álcool no varejo A movimentação no mercado brasileiro tem sido liderada pelas gigantes do setor, com destaque para a união de duas tendências em alta, cervejas premium e zero álcool, como a Heineken 0.0, a Ambev, com as versões de Budweiser e Corona, e a Estrella Galicia. Além disso, outro destaque é o crescimento no número de microcervejarias brasileiras, muitas com versões zero em seus portfólios. "Diferentemente do mercado total de cervejas, o segmento de cervejas zero álcool no Brasil está em forte crescimento, acima da performance do mercado de cervejas premium, que também segue aumentando. Seja por uma busca de alternativas mais saudáveis ou para acompanhar bem diferentes ocasiões de consumo, o brasileiro abraçou a cerveja zero álcool e as perspectivas para os próximos anos são ainda melhores. Na Estrella Galicia, amamos fazer cerveja, mas não qualquer cerveja. Estamos na quinta geração da mesma família espanhola fazendo o que amamos há mais de cem anos: receitas únicas, autênticas e incrivelmente saborosas. Nossa 1ª cerveja zero álcool foi produzida na década de 80, o que nos torna verdadeiros especialistas nesse segmento", destaca Juliana de Aguiar Oliveira, diretora de mercado da Estrella Galicia. "As marcas que se destacam hoje, como Heineken 0.0, Amstel Ultra e outras, apostam em narrativas que colocam a cerveja sem álcool como uma escolha ativa, moderna e consciente e não como 'segunda opção'. O discurso publicitário foca em autocuidado, sociabilidade equilibrada e versatilidade da ocasião de consumo", salientam Boschi e Yamaga. Novos hábitos de consumo - não é só a cerveja O fenômeno da cerveja sem álcool está inserido em um movimento ainda mais amplo, o crescimento global do mercado de bebidas zero álcool. Segundo relatório da Research and Markets, o segmento deve crescer de US$ 630 bilhões em 2025 para US$ 778 bilhões até 2029, um avanço anual de 5,4%. Esses números estão ligados a mudanças relevantes de comportamento, principalmente entre os consumidores mais jovens. A variedade de rótulos disponíveis nas gôndolas reforça essa transformação, com espumantes e vinhos zero álcool, além das cervejas. Esse novo perfil de consumidor busca a experiência do consumo das bebidas alcóolicas, mas como parte de um estilo de vida mais saudável e sem o "efeito rebote", consumindo não apenas por prazer, mas com escolha consciente e alinhada ao seu estilo de vida, com sabores semelhantes aos das versões originais dos produtos. Esse movimento, nomeado "Sober Curious" (termo criado pela autora Ruby Warrington em seu livro "Sober Curious"), procura uma relação mais saudável com o álcool, incentivando o consumo ocasional ou até abstinência. A experiência e a sensação passaram a ser o foco, ampliando as possibilidades de consumo. A cerveja 0.0, por exemplo, já faz parte de momentos antes pouco comuns para a categoria, como o almoço durante a semana ou em ocasiões que não combinam com bebidas alcoólicas, como a direção. Os professores da ESPM explicam: "Outro ponto que vale ser mencionado (especialmente no contexto do Rio) — é o impacto da fiscalização de trânsito. O medo real do bafômetro, principalmente em uma cidade na qual as blitz são frequentes e rigorosas, também influencia o consumo. As empresas reforçam o imaginário da liberdade com responsabilidade". Atenção, varejista! A indústria está em movimento, e você? Para o varejo supermercadista, essa é uma excelente oportunidade de ampliar o portfólio e oferecer opções que acompanhem as tendências do mercado, mas é preciso estar muito atento à demanda do público e às áreas diversificadas, como a da cultura e do esporte. Marcas têm investido cada vez mais em personalização da experiência de compra e em uma comunicação próxima com os valores desses clientes, mais conscientes e exigentes. Um excelente exemplo recente foi o lançamento do filme "F1", que aborda durante toda sua história, mas de forma leve, o consumo da cerveja 0.0 como uma opção mais saudável, sem a ingestão de álcool. O longa, inclusive, figurou entre as maiores bilheterias do cinema brasileiro desde a sua estreia, no fim de junho, até a penúltima semana de julho. Ou seja, a cerveja zero está no imaginário do consumidor. E deve retornar ainda mais forte com a chegada do filme ao streaming, prevista entre setembro e novembro. Aliás, essa abordagem em filmes, séries, propagandas e patrocínios de eventos esportivos, é outro movimento forte da indústria para convencer o consumidor a adquirir os produtos da categoria, já que segundo uma pesquisa da Universidade de Oxford, 27% da Geração Z e 25% dos Millennials brasileiros ainda sentem a necessidade de justificar sua escolha por bebidas sem álcool em contextos sociais. "O investimento em eventos (inclusive esportivos e culturais), somado à ampliação de portfólio com sabores novos e embalagens modernas, ajudou a naturalizar o consumo da cerveja zero em ambientes onde antes ela não teria espaço. Por fim, há um ponto técnico muito bem aproveitado pela comunicação: a melhoria das características sensoriais. Com o avanço da tecnologia, o sabor da cerveja sem álcool está muito mais próximo do original. Isso destravou uma barreira importante. Hoje, a cerveja zero não precisa se explicar tanto. Ela já se sustenta", reforçam Boschi e Yamaga. Oportunidade para o setor supermercadista Para o varejo supermercadista, a ascensão das bebidas zero álcool — especialmente as cervejas — representa uma oportunidade concreta de ampliar o mix de produtos, atrair novos perfis de consumidores e se conectar com tendências de comportamento. Ao oferecer a conciliação entre saudabilidade e experiência, nosso setor se posiciona como parceiro estratégico das indústrias nesse novo momento. Destacar as opções zero álcool, com gôndolas específicas, setores diferenciados e ofertas de produtos aliados à mesma percepção de estilo de vida, podem ser o diferencial no seu negócio para atrair os olhares de um mercado consumidor em plena expansão. Ações que incentivem o consumo consciente e a interação social aliada às bebidas zero podem incentivar o cliente e aumentar suas vendas. Os professores da ESPM ressaltam: "Para o varejo, especialmente o supermercadista do Rio de Janeiro, o cenário é extremamente favorável, mas exige inteligência no PDV. O mais interessante nesse momento é que o consumo da cerveja zero não compete com o da cerveja tradicional, ele expande o mercado, incluindo novos horários, novas pessoas e novas ocasiões. Quem entender isso, tanto na comunicação quanto no varejo, vai sair na frente. Afinal, os canais são muito fortes nesse tipo de produto". Confira as dicas de Boschi e Yamaga: Organização de gôndola por ocasião de consumo, não só por marca: agrupar cervejas zero junto a snacks saudáveis, itens para churrasco light ou produtos de conveniência pós academia; ajuda o consumidor a entender onde aquela bebida entra na rotina dele; Sinalização clara e com storytelling: mais do que “sem álcool”, o varejo pode comunicar “pra curtir sem abrir mão”, ou “sabor de verdade, com liberdade”. O ponto de venda precisa contar uma história rápida — visual, direta, com apelo de estilo de vida; Amostragem ativa e eventos internos: degustações com promotores bem treinados, especialmente nos fins de semana, ainda funcionam muito bem. E vão ainda melhor quando associadas a datas comemorativas, campanhas de bem-estar ou ações conjuntas com academias locais, por exemplo; Mix de produtos bem selecionado: não basta ter variedade, é preciso entender o perfil da loja. Em bairros com público jovem e mais consciente, há espaço para marcas artesanais e versões zero com sabor diferenciado. Em áreas de alto giro, vale apostar em preço competitivo e visibilidade. Parcerias com apps e promoções cruzadas: um empurrão digital faz diferença. Integrar cerveja zero nas sugestões de compra de e-commerce ou apps de supermercado (exemplo: "pra quem vai dirigir depois…) pode aumentar o tíquete médio e reforçar o posicionamento do mercado como guia de experiências e não somente vendas e distribuição de produto. Revisar portfólio, estudar o comportamento do consumidor e explorar novas formas de exposição e comunicação com esse público em transformação é essencial. O crescimento das bebidas zero álcool não é apenas uma tendência, mas um novo passo para o varejo supermercadista, mesclando inovação, responsabilidade e conexão com o futuro.
01 de August, 2025
Por dentro da ASSERJ
Conecta Varejo: programação do 4º dia!
O Conecta Varejo terá no seu quarto dia (15 de agosto) uma programação intensa de palestras e painéis, reunindo especialistas, líderes do setor e representantes da indústria para discutir os desafios e oportunidades do varejo supermercadista. Com uma programação que se estende das 10h30 às 18h45, o dia reúne grandes nomes do varejo, da tecnologia e do marketing, com foco em entender o novo perfil do consumidor e como inovar em um mercado cada vez mais dinâmico e conectado. Realizado entre os dias 12 e 15 de agosto, no Armazém 3 do Píer Mauá, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, o evento traz como tema “O mundo que transforma o varejo, o varejo que transforma o mundo” — e será uma verdadeira imersão em conhecimento, networking, negócios e debates sobre inovação, tecnologia e os caminhos para o futuro do setor e da sociedade. O presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, reforçou o convite aos associados: “É um evento construído para vocês. Cada palestra, cada painel, foi pensado para provocar reflexões, gerar insights e fortalecer ainda mais a atuação do varejo supermercadista fluminense. Aproveitem esse espaço de troca e estejam presentes”, destacou no Conselho Diretor, realizado na última quinta-feira, dia 31 de julho. Vale lembrar que o palco do Conecta vai receber Fábio Queiróz neste dia para o painel Varejo 5.0, imperdível! Confira a programação completa desta sexta-feira, dia 15: Palestra: A confirmar Horário: 10h30 às 11h15 A abertura do dia conta com uma palestra que ainda será divulgada. Palestra: Coca-Cola Horário: 12h às 12h45 A gigante do setor de bebidas compartilha suas estratégias e aprendizados sobre branding, consumo e relacionamento com o cliente no ponto de venda. Tema: Que idade tem a sua ideia? Como romper com os rótulos geracionais e criar conexões verdadeiras no consumo Horário: 13h às 13h45 Painelistas: Iza Dezon (CEO da Dezon), Andréa Bisker (Co-CEO do Clube Aladas) e Mariana Pereira (CEO da Mariposa) O painel propõe uma discussão sobre como superar estereótipos de gerações para criar conexões autênticas entre marcas e consumidores. Palestra: TikTok Horário: 14h às 14h45 A plataforma apresenta suas soluções para o varejo, destacando o papel dos vídeos curtos no engajamento com o público e na conversão em vendas. Tema: De Startup a Big Tech Horário: 15h às 15h45 Painelistas: Camila Farani, Cristina Palmaka (CEO da SAP) e Anderson Chamon (fundador do PicPay) O painel debate a jornada de crescimento de empresas que nasceram como startups e se tornaram líderes em seus segmentos, com foco em inovação e escalabilidade. Tema: Varejo 5.0 Horário: 16h às 16h45 Painelistas: Fábio Queiróz (Presidente da ASSERJ, 1º VP da ALAS e Co-Founder do RIW) e Anderson Moraes (Secretário de Ciência e Tecnologia) Uma conversa sobre o papel da tecnologia como meio para aproximar empresas e consumidores, fortalecendo vínculos por meio da personalização, humanização e inteligência de dados. Palestra: Espaço Secti Horário: 17h às 18h45 Encerrando a programação do dia, o Espaço Secti recebe convidados para um bate-papo sobre ciência, tecnologia e o fomento à inovação no varejo fluminense.
01 de August, 2025
Por dentro da ASSERJ
Capa de jornal! Pesquisa ASSERJ sobre inverno é pauta em diferentes veículos da imprensa
Mais uma vez, uma pesquisa da ASSERJ ganha destaque na grande mídia. Desta vez, foi o jornal O Globo (clique aqui para ler a matéria) que utilizou dados de um estudo exclusivo da associação sobre os hábitos de consumo dos cariocas durante o inverno — estação que, mesmo com temperaturas mais amenas em comparação a outras regiões, tem registrado clima mais frio do que o habitual, neste ano. Com o título “Inverno ‘raiz’: com temperaturas abaixo da média, cariocas mudam cardápio e jeito de se vestir”, a matéria destacaram nossos dados de que 85,9% dos cariocas consomem caldos e sopas várias vezes por semana nessa época do ano. O comportamento reflete uma mudança no padrão de consumo e reforça a importância de o varejo supermercadista se adaptar rapidamente às demandas sazonais. Para entender esse cenário, a Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) conversou com 403 consumidores da capital fluminense, buscando mapear como o frio influencia as decisões de compra nos supermercados. “Estar cada vez mais presente na mídia com pesquisas relevantes reforça o compromisso da ASSERJ com o desenvolvimento do setor. Produzir dados estratégicos é uma forma de apoiar nossos associados no planejamento de suas vendas, oferecendo informações que ajudam a identificar tendências e a antecipar a demanda dos consumidores”, afirma Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. Morango do Amor - A pesquisa realizada pela ASSERJ revela que a febre do morango do amor, popularizada por influenciadores digitais e vídeos virais, também gerou impactos concretos nas vendas de diversos produtos e é capa do jornal Extra, destaque na revista Veja (Clique e confira) e no jornal O Globo (Saiba mais clicando aqui).
01 de August, 2025
Tarifaço pode impulsionar vendas nos supermercados? Vem conferir!
A nova política tarifária unilateral dos Estados Unidos, o tão falado e temido tarifaço, exige de todos os setores muita atenção. Porém, deve apresentar uma oportunidade para algumas áreas. A medida irá impor uma taxação de 50% sobre todas as importações para os EUA de uma lista de itens brasileiros e um dos segmentos que deve sentir forte impacto é o de alimentação fora de casa. Segundo a Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp), a estimativa é que o custo das refeições fora de casa suba até 10% a partir deste mês de agosto. Esse novo cenário pode indicar uma janela estratégica para o varejo supermercadista, então é melhor estar atento e preparado para atender a uma possível crescente demanda do consumidor: a alimentação em casa. Refeições caseiras: hábito já em alta e que pode aumentar O encarecimento da alimentação fora do domicílio surge em um momento em que o consumo dentro de casa já vinha ganhando força. De acordo com dados da Worldpanel by Numerator, já apresentados pela ASSERJ, no primeiro trimestre deste ano, o preparo de refeições em casa cresceu 5,5% em comparação com o mesmo período de 2024 (clique aqui para conferir). Por outro lado, o consumo fora da residência caiu 1,9%. Ou seja, a tendência já confirmada pelos números pode se consolidar com o novo contexto tarifário e econômico. "Os supermercados devem enxergar essa tendência como um convite à criatividade e inovação. Produtos que facilitam o preparo de refeições rápidas, saudáveis e saborosas têm grande potencial de venda. Além disso, kits prontos para lanches e refeições completas podem se tornar um diferencial competitivo importante.", destaca Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. A advogada Daniela Correa, especialista no setor varejista, analisa essa mudança no padrão de consumo, que pode se acentuar com o novo cenário econômico: "Com a alta nos preços de restaurantes, consumidores tendem a buscar alternativas mais econômicas — e cozinhar em casa é uma delas. A tendência, que já vinha ganhando força, especialmente entre as classes A e B e a Geração Z, também é influenciada pela valorização da saudabilidade e praticidade, então, produtos dessa categoria são outro ponto de atenção". Supermercados: espaço central das novas rotinas Com consumidores cada vez mais atentos à saúde, conveniência e custo-benefício, o varejo supermercadista reforça seu papel essencial na rotina alimentar dos brasileiros. A percepção de alimentação saudável, combinada ao envelhecimento populacional e à busca por mais praticidade, impulsionam o uso de métodos como grelhados, forno e fritadeiras elétricas, criando maior demanda de categorias de produtos que se encaixem nesse contexto. Daniela Correa, porém, faz um alerta, é preciso estar atendo às necessidades de um possível aumento de demanda: "Uma demanda aquecida, com aumento nas compras refletindo o maior preparo de refeições em casa, pode elevar a procura por itens como legumes, frutas, ovos, frango e pratos prontos. Isso não apresenta apenas uma oportunidade, mas também um desafio, com uma eventual pressão sobre estoques e logística para atender à demanda crescente, especialmente se houver substituição em massa das refeições fora de casa". Oportunidades para o varejo supermercadista: esteja atento Contudo, o setor supermercadista tem uma oportunidade valiosa de reforçar seu posicionamento como o maior aliado do abastecimento da mesa do consumidor. A advogada pontua que, para que essa imagem seja preservada, é preciso ressalva aos detalhes, como melhora de canais de atendimento e, principalmente, clareza e transparência nas ofertas e preços, com especial cuidado para promoções. Ela também pontua ações comerciais e operacionais que podem atrair o público, tais como: programas de fidelidade personalizados para clientes desse segmento; investimentos em e-commerce e retirada na loja facilitando a jornada de compra e dando mais tempo ao consumidor; e aposta em marcas próprias focadas no apelo saudável e no preparo caseiro de refeições, com qualidade e preço competitivo. "Entender essas mudanças é fundamental para manter a competividade e fidelizar ainda mais clientes. É preciso tentar sempre estar um passo à frente e para isso, além de atenção ao cenário que se desenha, é necessário analisar os dados de consumo, entender o seu cliente e a realidade do seu negócio e, sempre, se adaptar, oferecendo em seu mix aquilo que as pessoas procuram", frisa o presidente da ASSERJ. “Vale ressaltar que as negociações com fornecedores devem ser ágeis e estratégicas e, claro, monitorar estoque com mais atenção para evitar qualquer ruptura”, completa. Portanto, nosso setor precisa estar muito atento e preparado para atender a uma demanda já crescente e que deve se acentuar em um futuro próximo. Se apresentar como uma opção para o cliente que buscará alternativas no preparo doméstico de refeições, com o aumento do custo da alimentação fora de casa, será um diferencial importante não apenas de serviço, mas de faturamento. Estudar os produtos que mais se encaixem nessa exigência do consumidor, preparar estoques, estudar promoções, tudo pode significar aumento de vendas e do ticket médio. O investimento em itens práticos, embalagens convenientes e soluções de refeição completa pode ser mais que um diferencial e sim uma forma de conquistar os clientes. O varejo supermercadista possui um papel essencial e o consumidor espera de nós soluções, qualidade e eficiência.
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