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Crise do arroz 2024: Embrapa quer aumentar variedade do grão. Saiba mais!
Parceria pode estimular a produção de arroz no Brasil e diversificar as vendas A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, em parceria com a BASF pretende desenvolver uma solução para agricultura ampliando a variedade de arroz consumido no Brasil. A ideia é adaptar locais fora do Rio Grande do Sul para explorar o potencial agrículo de outras regiões do país. Atualmente, o Rio Grande do Sul é responsável por 70% da produção nacional do grão. “Junto com a Embrapa, estamos dando mais um passo para revolucionar a rizicultura brasileira, oferecendo uma variedade que atende os produtores que enfrentam desafios de menor disponibilidade hídrica ao mesmo tempo que traz mais segurança no manejo de pragas nas lavouras”, afirma Graziela Morais, Gerente de Marketing Cultivos e Portfólio da BASF Soluções para Agricultura. A nova variedade conta com uma melhora genética promovida pela Embrapa e uma tecnologia desenvolvida pela multinacional. Para a indústria, o cultivo dessa nova modalidade oferece um potencial de 65% de rendimento dos grãos durante o beneficiamento, permitindo que a maior parte da colheita chegue inteira ao empacotamento. Após a notícia dessa expansão na variedade do arroz produzido no Brasil e em regiões de fora do Rio Grande do Sul, os olhos se voltaram para algumas das gigantes do grão no país. A Camil, uma das principais fornecedoras de arroz, fecha o trimestre com uma receita projetada de 3,1 bilhões de reais. Procurada, a Camil não se manifestou sobre o tema.
29 de October, 2024
Aquisições impulsionam o setor no segundo semestre
Num mercado altamente competitivo como o varejo supermercadista é comum a associação de empresas, além de aquisições e fusões. Muito por conta de desalavancagem financeira (processo de redução de dívidas), as operações de aquisição têm se intensificado nos últimos anos. Seja negociando toda a rede ou unidades específicas, essa tendência é observada de norte a sul do país. No Rio de Janeiro, três lojas da rede de supermercados Inter, na Zona Oeste, foram vendidas para o Supermarket no mês passado. As filiais de Coelho Neto, Padre Miguel e Bangu encerraram suas atividades após 15 anos em pontos estratégicos desses bairros. Em plena expansão, a rede Supermarket adquiriu as unidades e inaugurou a de Coelho Neto no dia 30 de setembro. Em breve, as unidades de Bangu e Padre Miguel também iniciarão suas operações sob a nova bandeira, conforme anunciado pela marca. A expansão se reflete em aumento da empregabilidade. Com a abertura de novas lojas, a rede precisa contratar funcionários e já promoveu dois feirões de empregos, um no Rio e outro em São Gonçalo. Segundo o CEO da Rede Supermarket, Guilherme Monnerat, está prevista a abertura de nove lojas até o fim do ano: "Estamos em uma fase de expansão acelerada, com planos de inaugurações em diversos bairros nos próximos meses." Essas iniciativas exemplificam a relevância das fusões e aquisições para o crescimento e fortalecimento do varejo supermercadista no Brasil. Elas promovem avanços estruturais e oportunidades de expansão, permitindo que as empresas consolidem sua presença em novos mercados e integrem eficiência e inovação ao setor, criando redes mais robustas para enfrentar os desafios do futuro.
29 de October, 2024
Panetones em alta! Indústria alimentícia prevê crescimento em volume de vendas para 2024
Setor aposta em inovação e diversificação para impulsionar a temporada de festas, com impacto de até 8% no faturamento A indústria alimentícia está otimista para a temporada de festas de fim de ano. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos Industrializados (Abimapi), o setor espera um crescimento de 3% a 5% no volume de vendas e 5% a 8% no faturamento de panetones em 2024. Este ano, as fabricantes apostam em novos sabores, embalagens criativas e mais inovação em seus portfólios, que prometem agradar tanto os consumidores tradicionais quanto aqueles que buscam novas experiências. Já no ano passado (novembro de 2023 a janeiro de 2024), as vendas de panetone registraram crescimento de 31,5% em faturamento, alcançando 37,6 milhões de lares brasileiros. O formato tradicional de panetone continuou sendo o preferido entre os consumidores, representando 43% das vendas totais da categoria, com destaque para os sabores clássicos de frutas cristalizadas e gotas de chocolate. Além do impacto positivo nas vendas, a categoria tem atraído um público mais diversificado, incluindo a geração mais jovem. Esse movimento mostra à indústria que esses consumidores também valorizam tradição e qualidade em produtos alimentícios, especialmente durante o Natal, quando buscam opções tanto para o consumo quanto para presentear. Para atender à crescente demanda e aos diferentes perfis de consumidores, as indústrias de panetone começaram muito cedo a preparar os produtos e as novidades. Além dos tradicionais panetones de frutas cristalizadas e chocotones, novas opções, incluindo sabores salgados e versões sem glúten e lactose, formatos e embalagem, estão chegando às prateleiras dos principais mercados do Brasil. A Bauducco planeja aumentar o investimento em marketing para o Natal de 2024 em até 50%, com uma campanha 360°, inovação no portfólio e modernização da marca, visando atrair novas gerações. “As pessoas reconhecem que o Natal está se aproximando assim que veem o panetone chegando às gôndolas. É raro um produto ou marca se tornar um símbolo cultural, para além do ato de consumo. Embora estejamos em diversas categorias ao longo do ano, é no Natal que a nossa conexão, como lovebrand, atinge o ponto mais alto”, diz André Britto, CMO da Bauducco. Para a temporada, estão sendo produzidos cerca de 80 milhões de panetones nas seis unidades fabris. A empresa, fundada em 1952, possui sete centros de distribuição no Brasil, que atendem a mais de 200 mil pontos de vendas no país. Além disso, os produtos são exportados para mais de 50 países. No Road Show de Natal, realizado em julho pela empresa, foi feita uma apresentação em primeira mão das novidades para os conselheiros da ASSERJ, no ASSERJ Experience, oportunidade que a indústria tem de apresentar lançamentos e serviços aos principais supermercadistas do estado do Rio de Janeiro. Chocottone com caldas e Panettone de pistache agradaram ao paladar dos empresários, representantes das 30 maiores redes de supermercados do estado do Rio de Janeiro. A coordenadora regional de trade da Bauducco, Cássia Menezes, disse que a expectativa é a melhor possível. “No Natal de 2023, as vendas superaram nossas probabilidades, consolidando a marca como a líder no segmento natalino. Neste ano, esperamos vender ainda mais com os novos produtos”, afirma. Você, supermercadista, já preparou o seu estoque?
29 de October, 2024
Público vegano: pesquisa revela principais motivações. Vem ver!
Supermercados podem aproveitar crescimento dessa parcela de consumidores para aumentar o ticket médio das lojas Um estudo da CEUB (Centro Universitário de Brasília) apontou uma tendência muito forte entre os consumidores do século XXI e que vem crescendo a cada ano com o embate de gerações. Segundo o Ibope Inteligência, cerca de 30 milhões de brasileiros (14% da população) se declara vegana ou vegetariana, o que reforça a condição de uma tendência alimentar muito forte entre os mais jovens. O estudo aponta para as principais tendências que levam os consumidores a procurarem dietas menos ricas em proteína animal são fatores cognitivos, emocionais e que sustentam esse estilo de vida. “A coexistência de afetos positivos e negativos demonstra a complexidade da jornada vegana, que envolve tanto a busca por um estilo de vida ético quanto o enfrentamento das injustiças ambientais e sociais", argumenta o pesquisador Diego Moreira, condutor do levantamento, e que ressalta a busca por uma dieta saudável e a sensação de paz de espírito com a adoção do veganismo. No centro desse crescimento estão os supermercados, principais fornecedores do alimento para o público vegano/vegetariano que têm ampliado o mix de produtos derivados de proteína vegetal como leites de soja, queijos sem lactose e outros produtos. Segundo a Good Food Institute, 59% dos brasileiros já consomem alternativas vegetais aos produtos de origem animal. Walquyria Majeveski, consultora de varejo da ASSERJ, destaca a importância da boa sinalização para que os produtos veganos sejam encontrados pelos consumidores com a mesma facilidade que os convencionais, "uma boa sugestão para aproveitar o poder de compra desse público é separar os produtos veganos em segmentos nos supermercado. Uma gôndola específica, um corredor, uma ilha decorada. Algo prático mas que chame a atenção", afirmou. Toda a estratégia de venda é interessante, ressalta Walquyria, a preocupação em não associar o alimento com qualquer tipo de animal é importante para garantir que o desejo do cliente seja respeitado. "Evitar ao máximo associar leite a vaca, por exemplo, assim conseguimos garantir que a identificação visual não influencie na decisão de compra de forma negativa", completa. Expectativa de crescimento Hoje, o público vegano não se restringe somente às classes mais abastadas. Essa vertente tem um indicativo positivo, a mudança de gerações tem sido determinante para a transformação do hábito alimentar do consumidor, "eles reforçam a importância de conscientizar sobre o impacto ambiental das escolhas alimentares e incentivar discursos que evidenciem a interconexão entre seres humanos e a natureza", afirma Lígia Abreu Cruz, orientadora do projeto de iniciação cientifica da Sociedade Brasileira de Psicologia. Segundo a The Good Food Institute, houve, no último ano, um crescimento de 40% no mercado de produtos veganos, no Brasil. Apenas os queijos veganos possuem a expectativa de 10% de crescimento até 2027. Gigantes da indústria já separam parte de seu portfólio para esse público, como a JBS e a Danone. E você, supermercadista, o que vem fazendo no seu estabelecimento para atender a esse público?
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