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O segredo por trás do sucesso: ASSERJ te conta tudo sobre o “Ouro Branco” da Verde Campo
A ASSERJ visitou, na última quarta-feira, 1º de outubro, o lar de uma das marcas referência em alimentação saudável no varejo supermercadista fluminense: a Verde Campo. Na bucólica cidade de Lavras, em Minas Gerais, as portas da fábrica escondem um universo de excelência, tecnologia, trabalho e, principalmente, valores de uma cultura que é representada de forma fidedigna nas gôndolas. De Minas ao Rio: a origem da Verde Campo A marca surgiu da união de um tripé: empreendedorismo, inovação e visão de oportunidade. Alessandro Rios, o fundador da Verde Campo, iniciou sua trajetória como um revendedor de laticínios para redes supermercadistas do Rio de Janeiro até ser provocado por um de seus clientes: “Por que você não faz uma marca própria para mim?”. Essa pergunta foi a faísca necessária para fazer surgir algo que se tornaria um colosso da indústria de alimentação saudável no Brasil. Como brincam os cerca de 600 colaboradores nos corredores da fábrica de pouco mais de 10 mil m², em Lavras, no sul de Minas Gerais: é a marca mineira, com alma carioca. E essa relação não foi apenas o ponto de origem da Verde Campo, foi também o motor de crescimento, já que o início das vendas dos novos produtos foi, justamente, no Rio de Janeiro, com destaque para as lojas do Hortifruti e do Zona Sul. Esse vínculo com o estado se ampliou e mantém relevante até hoje, mesmo com a expansão interfronteiriça da marca, que hoje conta mais de 80 SKU’s. “Estamos presentes em cerca de 10 mil lojas pelo país afora”, destaca Fábio Ferreira, CEO da Verde Campo. Aliás, falando da fábrica da empresa, ela é o retrato de uma indústria empreendedora, que busca crescer de forma planejada e financeiramente saudável, como explica o CEO: “Ela (fábrica) foi crescendo aos poucos. Comprava-se um terreno ao lado, derrubava-se a parede e expandia-se. Até que chegou no rio. Então expandimos para o outro lado”. Como menciona Fábio Ferreira, em tom bem-humorado, a empresa tem uma Ferrari guardada numa casa de bairro. Por quê? Porque mesmo em uma planta com crescimento gradual, os equipamentos, principalmente da linha de iogurtes e da fabricação do queijo cottage, são muito potentes, de alta tecnologia e extremamente automatizados. “Adoramos receber visitantes aqui, mas já avisamos, não é uma ‘casa instagramável’. É uma empresa moderna, mas com jeitinho de interior, e essa é a nossa essência: simplicidade e tecnologia andando juntas”, pontua Fábio Ferreira. A relevância da Verde Campo é ratificada pela sua história. Em 2016, atraiu a atenção da Coca-Cola, que comprou a operação. A gigante internacional fez importantes investimentos para um passo essencial na cultura da Verde Campo: a migração para ingredientes 100% naturais, sem conservantes, com aromas e corantes naturais. Em 2024, a Coca-Cola colocou revendeu sua participação. Hoje, a composição societária da marca tem o próprio fundador, Alessandro Rios, a Laticínios Porto Alegre, e a Emmi Group (sócia majoritária), indústria suíça com presença global. Esse triunvirato é o futuro da indústria, segundo o CEO: “Posso dizer que a Verde Campo nunca esteve em melhores mãos. A Coca-Cola foi importante, mas não era a essência da marca. Hoje, temos um equilíbrio: a inovação do Alessandro, a força da Porto Alegre no leite e a tecnologia e governança da Emmi. É inspirador pensar até onde podemos levar a Verde Campo com essa mentalidade global e olhar regional”. Do campo à mesa: a essência do “Ouro Branco” convertida em produto A palavra literalmente é uma das mais banalizadas da língua portuguesa. Porém, quando falamos da Verde Campo, ela é bem utilizada. O slogan da marca é literal: do campo à mesa do consumidor. Tudo começa com o fornecimento de leite. Ao todo, são mais de 100 produtores parceiros, todos num raio de cerca de 150km da fábrica, o que garante o frescor. No mesmo dia em que há a ordenha, o produto chega à fábrica. E, engana-se quem pensa que a Verde Campo se dá por satisfeita apenas com a agilidade. A marca realiza inúmeros testes de qualidade em todo o processo de produção, desde a chegada dos 140 mil litros de leite por dia à entrega do produto final. “Temos todo um sistema de homologação dos fornecedores, com o time de captação de leite, para garantir que eles sejam auditados periodicamente. As auditorias seguem duas métricas principais: bem-estar animal e qualidade técnica do leite. Esses são dois pilares muito fortes que defendemos. A partir disso, vem o processo produtivo e seus testes específicos”, expõe Fábio Ferreira. Mateus Nascimento, gerente industrial da Verde Campo, complementa: “Ao chegar aqui, o leite entra em um processo bastante rigoroso de qualidade para iniciar o processo de descarregamento. Pesagem, lavagem e coleta e análise do leite e sua temperatura. Depois entra no processo de análises laboratoriais, quantitativas e qualitativas. Depois disso, estando tudo em conformidade, o operador da plataforma recebe a validação da equipe de controle de qualidade e se inicia o processo de descarregamento. O processo dura em torno de uma hora para um caminhão de 15 mil litros, graças a nossa equipe e aos equipamentos de alta tecnologia que temos". Maria Alice, engenheira de alimentos, conclui: “Fazemos o rastreamento dos nossos caminhões que realizam o transporte. É o que chamamos de “Ouro Branco”. O nosso leite é tão bem tratado, mas tão bem tratado, que precisamos monitorar e rastrear ele do início ao fim. É um processo de padronização extremamente rigoroso. Valorizamos o nosso leite, porque tudo começa com ele. É o que os grandes produtores rurais sempre reforçam: com um leite bom, você faz qualquer coisa. Com um leite ruim, você não faz absolutamente nada. É por isso que mantemos essa cadeia tão bem estruturada”. Além de todos os testes laboratoriais, um processo humano se destaca: a análise sensorial. Absolutamente todos os lotes produzidos na fábrica são experimentados para validação final. Até porque, como representa uma das máximas da empresa: quem conhece Verde Campo, vive Verde Campo. Ou seja, todos os colaboradores estão cientes do tipo de produto a ser ofertado e são o crivo final do selo de qualidade, como elucida Samara Airão, coordenadora de produção: "Diariamente o controle de qualidade degusta os produtos fabricados no dia anterior. Isso acontece em união com as equipes de produção e controle de qualidade, para que tenhamos desde o processo de envase. Analisamos e avaliamos se buscamos outras visões, em caso de uma não conformidade, ou se seguimos com a avaliação feita". "Avaliamos sabor, textura, coloração. Se houver algum desvio que acreditamos que possa comprometer a qualidade do nosso produto, comunicamos à gestão e produção e aumentamos o comitê de análise para tomar a decisão final e definimos a melhor destinação, se será descarte, por exemplo", completa Roseli de Fátima da Silva, colaboradora da área de experiência sensorial. Para os que acreditam que o meticuloso processo, muito além do já exigido por legislação, pode gerar certa lentidão de produção, o que ocorre realmente é o extremo oposto. Com uma linha de fábrica integrada e ágil, a Verde Campo registra números que saltam os olhos. Com crescimento de 30% ao ano, no último mês de setembro a indústria bateu seu recorde de vendas e de produção. “Previamente, a Verde Campo utiliza critérios ainda mais exigentes. Somos mais rigorosos, principalmente, nos padrões de proteína, que são a base dos nossos produtos, afinal, todos eles são proteicos. Infelizmente, se o leite não estiver dentro do padrão, ele não pode ser utilizado aqui e devolvemos a matéria-prima para o produtor rural”, ressalta Maria Alice. “Viver Verde Campo”: a cultura em uma frase A saudabilidade não é apenas uma questão de portfólio: é cultura. Resumida em uma frase específica “Viver Verde Campo”. Pelos corredores, se enxerga um mar de camisas verdes. Todos os funcionários levam ao pé da letra a ideia de vestir a camisa da empresa. “Sou um aficionado por cultura de empresa. Tem a frase atribuída a Peter Drucker: ‘A cultura come a estratégia no café da manhã’. Eu não desmereço o Drucker, aliás, o tenho como mentor, mas penso diferente: a cultura é a estratégia”, frisa Fábio Ferreira. A cultura na indústria flui de forma natural. A ideia principal do pensamento por trás da construção da identidade da marca reside no fato de que, se o colaborador não entende a essência da companhia e o que é saudabilidade, será difícil replicar isso em toda a cadeia. Como exemplifica o CEO: “Não acredito que um vendedor de cerveja não beba cerveja. Nem que um vendedor de vinho não beba vinho. Da mesma forma, quem está na Verde Campo precisa viver o que vende”. A empresa incentiva colaboradores a praticarem atividade física regularmente, com iniciativas, por exemplo, de ginástica laboral simples, mas transformadora. Ainda há promoção de hábitos alimentares saudáveis e, principalmente, o reforço a ideia de que alimentação é acolhimento, não segregação, parte de uma estratégia que a Verde Campo ambiciona construir também nas gôndolas: vida saudável e alimentação equilibrada são para todos. Além disso, a gestão da indústria foca também no bem-estar mental de funcionários. “Não adianta falar de saúde física e ter colaboradores afastados por burnout. Temos rodas de conversa, especialmente para líderes. Queremos alta performance, sim, mas com empatia. Se um colaborador disser que está sobrecarregado e o líder ignorar, tudo desaba. Por isso, nossa tríade é: atividade física, alimentação e saúde mental. Não é fácil, nem perfeito, mas é verdadeiro. E o que é verdadeiro, conseguimos equilibrar”, enfatiza Fábio Ferreira. Desenvolvimento de produtos: propósito com sabor e saúde A elaboração do portfólio de produtos da Verde Campo passa, na verdade, por um grande mindset que a empresa se estrutura para montar: a marca não segue estereótipos, ela é para quem quer mudar o estilo de vida, sem julgamentos, com acolhimento. Para isso, a indústria possui princípios inegociáveis no desenvolvimento de itens. Saudabilidade, apelo nutricional, rótulo atrativo, ingredientes 100% naturais e, evidentemente, gosto para conquistar o paladar de consumidores. “Nos preocupamos muito com esse viés do sabor. Hoje vemos muita coisa saudável no mercado, mas, sinceramente... você coloca na boca e, no meio, já não aguenta mais. Acreditamos que não é por aí. Alimentação saudável precisa ser prazerosa, precisa ser motivacional”, descreve o CEO da Verde Campo. Por conta desses princípios, o time de Pesquisa & Desenvolvimento da marca participa do Fórum de Inovação da empresa, grupo interdisciplinar, que aborda a elaboração de produtos e realiza testes sensoriais. Se o item não passar, é imediatamente cortado. Maria Alice, engenheira de alimentos, ratifica: “Fazer produto saudável já é um desafio, agora, fazer produto saudável e gostoso é um desafio ainda maior. E isso exige também um nível de adequação por parte dos nossos fornecedores. Por exemplo, tudo que precisa vir de uma indústria parceira precisa de garantias de processamento em linha separada, sem risco de contaminação cruzada e sem aditivos que comprometam a naturalidade do ingrediente. Todos os produtos que recebemos vêm acompanhados de laudos de qualidade, e nós ainda realizamos uma nova verificação aqui dentro da fábrica antes de qualquer liberação”. Ciente da realidade de hábitos alimentares irregulares e não saudáveis da maioria dos consumidores, a Verde Campo entende que não basta o convencimento sobre a importância da saudabilidade, é preciso um trabalho gradual de introdução de novos elementos para mudar paladares e pensamentos, para cuidar, como classifica o CEO da marca, o principal patrimônio que todos temos, nossos corpos: “É aí que entra a Verde Campo, como uma marca acolhedora, que apoia nessa jornada. Está tudo bem se você não fez esse movimento até agora. Mas juntos, vamos começar a fazer”. Portfólio e posicionamento de marca: saudabilidade com valor real Para a Verde Campo, o principal concorrente não é necessariamente uma outra indústria, mas um conceito: quem conta uma história bonita, mesmo sem ser verdadeira. A visão da necessidade de confirmação de valores, inclusive, é um dos motivos das portas da fábrica estarem abertas para parceiros que desejem conhecer de perto a operação. E para corroborar com a autenticidade necessária para converter discurso em valor real, a marca aposta sempre em estratégias autorais, evitando, por exemplo, o uso de personagens licenciados. A intenção, conta Fábio Ferreira, não é fomentar o consumo baseado em figuras, mas em valores: “Poderíamos vender 10 vezes mais com um personagem da Disney, mas queremos vender com propósito. Se um dia tivermos um personagem, ele refletirá os valores que queremos passar”. O pioneirismo na atuação no segmento de saudabilidade garante autoridade no assunto, mas é preciso demonstrá-la, como quando a empresa lançou a linha “LacFree”, em meados da década passada, quando poucas pessoas falavam sobre esse tipo de temática no Brasil. Quanto aos SKU’s, hoje a empresa tem mais de 80 produtos ativos, divididos em linhas para os mais variados públicos, do adulto ao infantil (segmento que a marca promete novidades), daqueles que procuram ganho de massa muscular ao cuidado direto com saúde. Sobre o atual cenário do segmento de saudabilidade, Maria Alice questiona: “Percebemos que o mercado está cheio de produtos com ‘proteína’ no rótulo, mas nem sempre de qualidade. Por isso, a Verde Campo vem trazendo essa discussão: qual é a qualidade da proteína que você consome?” Nesse ponto, a gerente de alimentos da empresa destaca que, para esse processo, a parceria com o varejo supermercadista se mostra fundamental, com toda a parte de exposição dos produtos no PDV, em trabalho dos times de trade marketing e merchandising, garantindo que os produtos estejam bem posicionados e explicados nas gôndolas. Escuta ativa: olhar atento para oportunidades Um outro grande destaque das estratégias da Verde Campo foi a criação do “Espaço da Nutri”. A estratégia incentiva que nutricionistas se cadastrem em um sistema integrado. Essa relação é uma via de mão dupla. Se por um lado os profissionais recebem novidades, informações e participam de ativações feitas pela marca, eles também fornecem visões e opiniões profissionais e sobre desejos de clientes, o que ajuda ativamente a indústria a desenvolver produtos. Para dar dimensão da evolução do “Espaço Nutri”, o Brasil hoje conta com cerca de 202 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Nutrição (CNF). Já no cadastro da Verde Campo, são 25 mil profissionais, cerca de 12% do total nacional. Verde Campo: saudabilidade como introspecção Quem se permite conhecer a operação da Verde Campo não tem como passar pela roleta de saída sem a certeza de que a grande missão da marca é não apenas apresentar seus produtos como saudabilidade, mas como incentivos a reflexão sobre estilos de vida e necessidades de autocuidado.
03 de October, 2025
Pesquisa da ASSERJ revela hábitos de consumo dos fluminenses. Desafios para os novatos!
Uma pesquisa realizada pela ASSERJ traça o perfil do comportamento de compra dos fluminenses e como se relacionam com os supermercados. Segundo o levantamento, os hábitos de consumo são marcados pela busca de equilíbrio entre múltiplos fatores: preço, variedade de sortimento, promoções, marcas reconhecidas, serviços e qualidade no atendimento. Os resultados oferecem uma leitura valiosa sobre as preferências do público e os caminhos que o varejo supermercadista deve percorrer para atender a essas demandas. Esses dados também apresentam um quadro de expectativas que pode representar desafios para modelos de lojas simplificadas, baseadas apenas em baixo custo. Frequência e lealdade às lojas De acordo com o estudo, 48,1% dos fluminenses realizam compras em supermercado uma vez por semana. Outros 27,4% preferem fazer até três visitas semanais, enquanto 24,6% vão mais de três vezes, diluindo as compras ao longo dos dias. Em relação à diversidade de estabelecimentos visitados, 59,2% afirmam frequentar até três supermercados diferentes no mês, o que reforça o peso da conveniência da proximidade na escolha. Preço é relevante, mas não é fator único de decisão O preço é, de fato, um fator de grande influência: 66% dos consumidores admitem trocar de loja quando encontram valores mais baixos. Entretanto, apenas 26,7% dizem não abrir mão do menor preço em hipótese alguma. A maioria (53%) afirma que o custo dos produtos precisa estar aliado a qualidade de serviço, enquanto 20,3% valorizam também o mix variado e a experiência de compra. Promoções (49,8%) aparecem como o fator mais relevante na decisão de escolha, seguidas por variedade (46,8%) e atendimento (42,7%). Além disso, marcas reconhecidas têm grande peso: 58,8% dos consumidores afirmam dar preferência a produtos tradicionais, embora 61,3% já incluam marcas próprias em sua cesta de compras. Variedade: a grande prioridade Entre os destaques da pesquisa, está a valorização da variedade. Para 62% dos consumidores, ter mais opções é mais importante do que encontrar preços mais baixos. Já 65,2% apontam que encontrar todos os produtos que procuram em um único supermercado é o fator essencial para decidir onde comprar. Formato de loja e serviços: trunfo para conquistar O tamanho e a experiência de compra também são determinantes. A maioria (62,4%) prefere supermercados grandes, com maior sortimento e serviços adicionais. Apenas 9,8% dizem optar por mercados menores e simplificados, enquanto 24,1% não veem diferença significativa entre os formatos. Redes consolidadas seguem como preferência Os resultados revelam que formatos de loja baseados apenas em preços reduzidos e sortimento restrito podem atrair clientes inicialmente, mas encontrarão dificuldades para fidelizar um público que valoriza equilíbrio. O consumidor fluminense demonstra buscar o passo além da economia: ele quer conveniência, diversidade, marcas de confiança e qualidade no atendimento. O varejo supermercadista no Rio de Janeiro encontra um consumidor cada vez mais exigente, que não se satisfaz apenas com preços baixos. As expectativas de variedade, experiência e qualidade abrem espaço para que redes tradicionais reforcem sua relevância e se diferenciem por atributos que vão além do valor da gôndola. Para conquistar esse perfil, não basta competir apenas pelo valor. É preciso oferecer um conjunto de atributos que tornem a jornada de compra completa e satisfatória.
03 de October, 2025
Indústria em cena
Baly amplia portfólio e lança edição especial do energético Cereja Zero 250ml
A Baly Brasil anunciou o lançamento do Baly Energy Drink sabor Cereja Zero 250ml – Edição Especial, ampliando seu portfólio para 29 opções, sendo sete sem açúcar. Todas as versões são sem álcool e enriquecidas com vitaminas do complexo B (B3, B5, B6 e B12). A novidade chega ao mercado com uma proposta que une saúde, inovação e estilo de vida. A edição Cereja Zero aposta na força do consumo consciente – um dos vetores de crescimento do varejo – ao mesmo tempo em que explora um formato premium e ocasional, com design sofisticado e conexão com referências culturais urbanas. Segundo Dayane Titon Cardoso, diretora Comercial e de Marketing da Baly Brasil, a estratégia vai além do produto: “Acreditamos que energia também é cultura. O lançamento do Baly Cereja Zero em 250ml mostra como traduzimos símbolos pop em inovação acessível, conectando estilo, saúde e brasilidade em um único produto. Queremos que essa lata seja mais que uma bebida: um objeto de desejo que reflete atitude, identidade e novas escolhas de consumo.” Vale destacar que entre 2022 e 2025, o mercado de energéticos cresceu 21% no país, enquanto a a Baly Brasil saltou 42%, conforme dados NielsenIQ. Para o varejo supermercadista, o lançamento representa uma oportunidade de diferenciação e de incremento no mix, atendendo à crescente demanda por produtos zero açúcar e com forte apelo de branding e lifestyle. A nova lata de 250ml, mais compacta e sofisticada, também amplia as possibilidades de exposição em gôndolas e pontos extras, reforçando a estratégia de atração e fidelização de consumidores jovens e conectados à cultura urbana.
03 de October, 2025
Do monitoramento à estratégia: como supermercados podem usar dados visuais para crescer
No varejo supermercadista, o uso de câmeras de segurança deixou de ter apenas a função de registrar imagens para consultas posteriores e passou a ocupar um papel estratégico na gestão. Com o avanço da visão computacional e da análise de dados em tempo real, esses equipamentos se transformaram em sensores inteligentes, capazes de reduzir perdas, otimizar operações e gerar informações que permitem prever situações de risco e antecipar problemas. “O que não pode ser medido, não pode ser melhorado. Essa máxima de Peter Drucker é cada vez mais atual para o nosso setor. Sem dados estruturados, é impossível tomar decisões eficazes. Por isso, a visão computacional se tornou um dos pilares da inteligência operacional no varejo moderno”, afirma Carlos Eduardo dos Santos, presidente da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (ABRAPPE). No ambiente supermercadista, a tecnologia já permite mapear o fluxo real de clientes, identificar zonas quentes de circulação, monitorar o tempo médio de permanência, detectar gargalos que afetam a experiência de compra e ainda prevenir furtos por meio da identificação de comportamentos suspeitos. Para Santos, o impacto vai muito além da segurança. “Estamos falando de inteligência aplicada à gestão. A câmera deixa de ser um simples recurso de vigilância e passa a ser uma fonte de dados estratégicos para decisões de negócios”, reforça. A integração de câmeras, alarmes, controle de acesso e sistemas analíticos possibilita uma visão completa da operação. Essa abordagem permite, por exemplo, detectar áreas com excesso ou ausência de movimento, mapear espaços ignorados pelos clientes e agir de forma imediata diante de acessos não autorizados. “Transformar vigilância em inteligência é um passo estratégico para os supermercados que desejam maior controle, menos perdas e decisões baseadas em evidências. No varejo atual, dados visuais não são apenas uma questão de segurança: são um diferencial competitivo que impacta diretamente no resultado financeiro e na satisfação do cliente”, conclui o presidente da ABRAPPE.
03 de October, 2025
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