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Atualidades
Trabalho aos domingos e feriados passa a exigir acordo coletivo a partir de março de 2026
A partir de 1º de março de 2026, o trabalho aos domingos e feriados no varejo supermercadista deixará de ser automaticamente autorizado, marcando não apenas uma orientação administrativa, mas uma mudança de regime jurídico operacional. A alteração decorre da Portaria MTE nº 3.665/2023, prorrogada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que passa a exigir, de forma obrigatória, previsão expressa em Acordo ou Convenção Coletiva de Trabalho firmados com o sindicato da categoria. A Portaria MTE nº 3.665/2023 altera a interpretação até então aplicada ao art. 6º-A da Lei nº 10.101/2000, que vinha permitindo o funcionamento do comércio nesses dias sem exigência de negociação coletiva específica, passando a condicionar a autorização ao instrumento normativo firmado com o sindicato laboral. A nova regra impacta diretamente o setor, que tradicionalmente opera com escalas nesses dias, reforçando a centralidade da negociação sindical nas relações de trabalho. Segundo a advogada da ASSERJ e especialista em direito tributário aplicado ao varejo supermercadista, Dra. Ana Paula Rosa, a portaria representa uma transformação estrutural na forma como o tema é tratado. “A nova disciplina rompe com a autorização automática para o trabalho aos domingos e feriados no comércio e transfere ao instrumento coletivo o papel de ‘chave de acesso’ à escala, elevando a relevância da negociação sindical e impondo às empresas um dever imediato de adequação contratual e de compliance trabalhista, sob pena de passivos e autuações”, explica. Apesar da exigência de negociação coletiva, permanecem inalterados os direitos já consolidados dos trabalhadores, como a folga compensatória ou o pagamento em dobro pelo trabalho realizado nesses dias. Além disso, quando não houver respaldo em acordo ou convenção coletiva, o empregado poderá recusar o labor sem prejuízo. Outro ponto de atenção para as empresas é a necessidade de observar legislações municipais, que podem estabelecer regras específicas sobre o funcionamento do comércio aos domingos e feriados, incluindo horários e autorizações locais. A portaria, contudo, incide sobre comércio e serviços em geral, com ênfase no varejo, não se aplicando a setores como saúde, serviços essenciais — a exemplo de vigilância e transporte coletivo —, indústria e segurança, que seguem regramentos próprios. Diante do novo cenário, Dra. Ana Paula Rosa alerta que planejamento jurídico e antecipação das negociações sindicais serão fundamentais para evitar riscos trabalhistas e garantir a continuidade das operações no varejo supermercadista a partir de 2026.
09 de January, 2026
Economia
Varejo supermercadista fluminense encerra 2025 com deflação! ASSERJ explica cenário
O ano de 2025 foi de redução geral nos preços nas gôndolas dos supermercados no Rio de Janeiro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 9 de janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No balanço do ano passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, subiu 0,33% em dezembro e encerrou 2025 em 4,26%, dentro do intervalo de tolerância do Banco Central e com a menor taxa anual desde 2018. Além disso, é a primeira vez, desde 2019, que o índice encerra um período de 12 meses dentro da meta do BC. O resultado apontado em dezembro ficou abaixo do projetado pelo mercado, que esperava uma elevação de 0,4%. André Braz, economista e pesquisador do FGV IBRE aponta uma combinação de fatores para explicar a perda de força da inflação em 2025. Um dos principais fatores foi o choque de juros promovido pelo Banco Central, que iniciou um ciclo de aperto monetário em setembro de 2024. Outro fator relevante foi a queda do dólar ao longo de 2025 e a valorização do real, que contribuiu para reduzir os cursos de bens industriais e alimentos, com impacto diretor sobre o IPCA. “O troféu foi para a alimentação”, diz André Braz. “O câmbio ajudou muito, assim como a safra muito robusta.” Já especificamente o varejo supermercadista do estado do Rio de Janeiro registrou subida nos preços no último mês do ano, com alta de 0,74%. No saldo de 2025, porém, o setor teve uma deflação de 0,04%. Alimentação tem terceira menor alta do ano. Supermercados do Rio têm baixa de preços Segundo o IBGE, oito dos nove grupos pesquisados apresentaram variação positiva em 2025. Os principais responsáveis por pressionar a inflação foram os setores de Habitação (+6,79%), Educação (+6,22%), Despesas pessoais (+5,87%), Saúde e Cuidados Pessoais (+5,59%), Vestuário (+4,99%), Transporte (3,07%) e Comunicação (+0,77%). O único a apontar deflação foi Artigos de Residência (-0,28%). Alimentação no Domicílio, que concentra os alimentos e bebidas vendidos no varejo supermercadista, apontou alta anual de 2,95%. Considerando somente no cenário do estado do Rio de Janeiro, o índice de inflação de Alimentação no Domicílio subiu 0,74% em dezembro. Mesmo com a elevação, o resultado geral de 2025 fechou em 0,04%. No balanço do ano passado, o estado do Rio teve a quinta maior deflação entre os entes federativos e a maior do Sudeste, no setor de Alimentação no Domicílio (-0,04%), muito inferior à média nacional (+1,43%). Dos alimentos e bebidas vendidos nos supermercados do Rio, as quedas de destaque para 2025 ficam por conta de: feijão preto (-31,33%); arroz (-27,28%); alho (-25,66%); azeite (-23,15%); leite longa vida (-11,53%); batata inglesa (-8,46%); e açúcar (-4,92%). Já entre as altas, as principais foram: café (+35,05%); chocolate (+27,4%); presunto (+11,14%); cerveja (+6,06%); mortadela (+4,65%); patinho (+3,97%); e ovo (+3,08%). Resultado apresenta oportunidades para o varejo supermercadista fluminense A deflação registrada nas categorias de maior importância para o varejo supermercadista fluminense apresenta a sequência de uma janela de oportunidade que se consolidou no cenário do estado do Rio ao longo de 2025. Produtos mais baratos nas gôndolas significam alívio no orçamento dos consumidores e maiores possibilidades de atração. Baixa de preços também pode significar a chance de renegociação com fornecedores. Mas atenção, aproveitar oportunidades exige acompanhamento, análise e boa gestão, antecipando fatores futuros que possam reverter a maré de baixa ou afetar de forma específicas certas categorias. Expectativas para 2026 André Braz acredita que os preços de serviços e outros componentes da inflação devem avançar menos neste ano, ainda sob efeito do aperto monetário. Esse comportamento pode resultar em um IPCA mais baixo em 2026, em torno de 3,9% a 4%
09 de January, 2026
Economia
Acordo UE-Mercosul avança: quais os impactos para o varejo supermercadista?
A aprovação do acordo de livre-comércio entre a União Europeia e o Mercosul representa um dos movimentos mais relevantes da política comercial brasileira nos últimos anos. Fruto de décadas de negociação, o tratado prevê a eliminação gradual de tarifas sobre a maior parte das exportações brasileiras para o bloco europeu, com cronogramas específicos por setor. O acordo prevê aos europeus exportar, entre outras coisas, carros, máquinas e bebidas alcoólicas para o Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Em contrapartida, os países da Europa facilitariam a entrada de carne, açúcar, arroz, mel e soja sul-americanos. Para Ricardo Inglez de Souza, sócio do IW Melcheds Advogados e especialista em Comércio Internacional e Direito Econômico, o acordo tem importância que vai além do comércio. "Em um cenário de tensões geopolíticas, a celebração de um acordo multilateral desse porte reforça o papel do diálogo econômico entre blocos", afirma. Além da redução de tarifas, o tratado amplia o acesso de empresas brasileiras às compras governamentais europeias e moderniza regras de origem, trazendo maior previsibilidade e facilitando as operações internacionais. No varejo supermercadista, o impacto segundo o especialista deve ser sentido principalmente na redução de custos de importação. "Produtos vindos da União Europeia podem se tornar mais acessíveis, beneficiando consumidores. Por outro lado, a maior facilidade de exportação para a Europa pode reduzir a disponibilidade de alguns produtos no mercado interno, o que também pode refletir nos preços praticados localmente", explica Ricardo Inglez de Souza. Entre os itens que devem ficar mais baratos ao consumidor brasileiro estão azeite de oliva, chocolates, queijos e vinhos, hoje sujeitos a tarifas elevadas. "Com a redução ou eliminação dessas tarifas, os produtos europeus tendem a entrar no Brasil com custos de importação mais baixos, o que pode pressionar os preços finais para baixo. No entanto, esse efeito depende do repasse efetivo da redução tarifária ao consumidor final", ressalta Claudio Felisoni, professor da FIA Business School.
09 de January, 2026
Atualidades
Alta nos furtos em supermercados ganha destaque na TV e reforça a prevenção de perdas
Os casos de furtos, especialmente no setor de bebidas, em supermercados do Rio de Janeiro têm ganhado destaque recorrente nos noticiários televisivos neste início de ano. Nem mesmo turistas estão fora desse cenário, o que amplia a atenção sobre o tema. Diante desse contexto, o que antes era tratado como uma função essencialmente operacional passou a ocupar um papel estratégico nas decisões de investimento do varejo supermercadista, diretamente ligado à rentabilidade, à eficiência e à sustentabilidade do negócio. Segundo William Lodrão, diretor da Abrappe e gestor de prevenção de perdas e riscos do Supermercado Princesa, em um ambiente de margens cada vez mais pressionadas e maior complexidade operacional, controlar perdas deixou de ser apenas uma questão de segurança para se tornar um fator decisivo de competitividade. Para o especialista, a tecnologia precisa se consolidar como uma aliada fundamental nesse processo, ao transformar dados em inteligência, antecipar riscos e gerar retorno mensurável sobre o investimento. Lodrão ressalta que o contexto atual exige uma revisão profunda das estratégias tradicionais de prevenção de perdas. A ampliação dos canais de venda, a automação de etapas críticas e o maior volume de dados operacionais aumentam a eficiência, mas também expõem vulnerabilidades nos controles e na gestão da informação. “Não é mais possível atuar apenas de forma reativa. A prevenção de perdas precisa ser preditiva, integrada e orientada por dados, antecipando falhas e corrigindo ineficiências antes que se transformem em prejuízo financeiro”, reforça Lodrão. Diante desse cenário, o especialista frisa que investir em tecnologia deixa de ser apenas uma iniciativa de controle e passa a ser um movimento essencial para garantir eficiência operacional, rentabilidade e sustentabilidade no longo prazo. Especialmente na frente de caixa — um dos pontos mais sensíveis às perdas — as soluções tecnológicas assumem um papel decisivo na padronização de processos, na redução de erros e na melhoria consistente dos resultados.
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