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GPA: renegociação de dívida concluída! Vem saber o que o CEO, Alexandre Santoro, contou para a ASSERJ

06/05/2026

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O Grupo Pão de Açúcar (GPA) avançou na sua reestruturação financeira ao concluir a renegociação de sua dívida e protocolar o plano de recuperação extrajudicial, que seguirá para homologação judicial. O acordo conta com o apoio de 57% dos credores não operacionais, acima do mínimo exigido pela legislação.

Segundo a companhia, a renegociação permitiu reduzir o endividamento de R$ 4,6 bilhões para R$ 2,1 bilhões, além de alongar o prazo médio da dívida de 2,1 para 6,4 anos e diminuir o custo financeiro de CDI +1,8% para CDI +0,5% ao ano. A medida também deve aliviar a pressão de caixa no curto prazo, criando melhores condições para a continuidade da reestruturação operacional.

“Ao longo de todo o processo, a operação seguiu normal com lojas funcionando, clientes sendo atendidos e fornecedores pagos em dia. Isso reforça a força das nossas marcas e a confiança construída com parceiros, fornecedores e clientes”, afirmou Alexandre Santoro, CEO do Grupo.

O executivo destacou ainda que o movimento representa um marco relevante na trajetória da companhia, embora os desafios permaneçam. “Concluímos a renegociação da dívida e estamos protocolando o acordo de recuperação extrajudicial, com apoio de 57% dos credores não operacionais. É um passo importante na história do GPA, mas temos plena consciência dos desafios que temos pela frente”, disse.

Santoro também ressaltou os impactos práticos da operação. “Na prática, reduzimos o endividamento, alongamos prazos e diminuímos o custo financeiro, criando uma base mais sólida para avançarmos com nossa estratégia”, pontuou.

A recuperação extrajudicial permite que a empresa reorganize suas obrigações financeiras sem impactar diretamente suas operações. No caso do GPA, fornecedores, clientes e parceiros não estão incluídos no plano.

“Seguimos confiantes na força do nosso time, na nossa estratégia, na nossa capacidade de execução e no nosso propósito de alimentar sonhos e vidas”, concluiu o CEO.