Edson Bregolato, da GRF Distribuição, participa do SRE Cast

GRF Distribuição inova com logística de entrega ágil entre indústria e varejo

Edson Bregolato, diretor de operações e planejamento da GRF Distribuição, explicou como funciona a estratégia eficiente durante papo no SRE Cast

03/07/2026

Indústria em cena
Edson Bregolato, da GRF Distribuição, participa do SRE Cast

Edson Bregolato, da GRF Distribuição, participa do SRE Cast

A relação entre a indústria e o varejo supermercadista é a chave para garantir que nada falte nas gôndolas. Porém, existe um outro personagem fundamental no meio dessa cadeia: o distribuidor. Ao levar os produtos das fábricas até os pontos de venda, eles permitem um canal fácil e fluido entre as duas pontas. Esse trabalho requer uma logística minuciosa e altamente planejada, que é o grande foco da GRF Distribuição. Fundada com o objetivo de atender às demandas do mercado, atualmente a marca é uma referência no setor, com forte atuação no Rio de Janeiro e nos principais municípios de São Paulo.

Edson Bregolato, diretor de operações e planejamento da GRF Distribuição, participou do SRE Cast durante a 36ª SRE Super Rio Expofood. No papo, o executivo explicou a importância do papel do distribuidor na cadeia produtiva. "Tem os empresários que dependem da solução e a gente faz essa aproximação entre o ponto de venda, o consumidor que está vivendo a ocasião de consumo e a indústria que traz as marcas para representarmos", diz.

Atualmente, a GRF Distribuição tem mais de 20 anos de experiência e possui um portfólio com cerca de 5.600 produtos, atendendo a uma média de 14 a 15 mil clientes recorrentes por mês. Um dos motivos que explicam a excelência da marca no mercado de food service e varejo é a agilidade no transporte e abastecimento.

Logística focada em rapidez e eficiência

A GRF Distribuição conecta clientes e fornecedores a partir de soluções ágeis, com uma logística eficiente que atende grande parte do território de forma expressa. Para conseguir receber os pedidos e enviá-los em um prazo curto, há um trabalho incessante de bastidores.

"O modelo principal é o do vendedor presencial. Ele visita o cliente, transmite o pedido ao longo do dia e a operação é feita principalmente no horário noturno para que, quando o primeiro cliente abrir a loja, a gente já esteja lá", diz Edson Bregolato ao SRE Cast. O segredo para isso dar certo está na inteligência estratégica de transporte.

"A operação sai do nosso centro de distribuição, normalmente passa pelo centro de transbordo e vai para os veículos menores que entram nos grandes centros urbanos. O primeiro cliente em rota tem que estar recebendo basicamente na hora em que ele abre", explica o especialista.
Uma logística deste nível conta com desafios no caminho, mas o resultado final gera valor para todos os envolvidos.

"Hoje, os pedidos mínimos acabam sendo um desafio. Mas se você tem uma concentração, criando uma densidade daquela rota, você consegue ser competitivo, ter um bom nível de serviço e não necessariamente exigir que o cara te compre 2 ou 3 mil reais por pedido. É um modelo que acaba sendo economicamente sustentável", analisa.

Especialização é essencial para o negócio

O que faz o serviço de distribuição se destacar não é somente entregar as mercadorias de um ponto ao outro, mas oferecer um suporte especializado. "A gente acaba trabalhando a especialização. Para alguns pontos de venda, se eu tenho compradores que são segmentados por categoria, tenho mais de um vendedor para atender. Assim, conseguimos melhorar o nível de serviço e focar um pouco mais", afirma Bregolato.

O diretor de operações explica que, além da especialização interna de seus funcionários, a GRF também investe na capacitação dos próprios clientes. "Temos há muitos anos o foco na execução e no desenvolvimento do cliente, e temos o ambiente para isso. Quando você vai nas nossas instalações, há uma cozinha técnica, o Estúdio Monin, toda a parte de experiência prática... Assim, conseguimos levar isso também para as equipes dos clientes", conta.

O objetivo é garantir que o varejista não tenha apenas o produto na gôndola ou no estoque, mas que também saiba como vendê-lo. "Além da nossa área de Trade Marketing, temos um braço de uma agência de Trade Marketing que, quando sou responsável por aquela marca, não só faço a venda — o sell-in —, as também ajudo o cliente a fazer o sell-out. Nós realizamos ações que ajudam o cliente a pensar naquele consumidor: como expor, como ofertar, o que pode ter de sortimento...", pontua o especialista.

Edson diz que esse trabalho de capacitar e ajudar os clientes a vender os produtos são os famosos "treinamentos de brigada". "Posso fazer isso nas instalações dos clientes, mas também trago essas equipes para fazermos. Não é só transferência de conhecimento, mas um relacionamento a mais que você tem com aquele grupo de profissionais. São valores que vamos construindo ao longo do tempo", afirma.

Experiência na SRE Super Rio Expofood

Participando pelo quarto ano na SRE Super Rio Expofood, Edson Bregolato elogia a possibilidade de criar uma dinâmica de visitação com vários ambientes de experiência, além da oportunidade de encontrar parceiros que não vê com tanta frequência na rotina. "Apesar de ser uma feira anual, temos uma brincadeira em que falamos que é o nosso encontro anual", diz.

Ele também destaca o movimento de empresários que levam suas equipes para a feira, tirando o time da rotina operacional para absorver estratégia. "A sensação de inclusão e pertencimento é muito boa. Muitas vezes, a equipe daquele empresário tem contato com ele no dia a dia, mas não no momento em que está fazendo negócios. [...] Isso também acaba sendo uma oportunidade boa para essa equipe", avalia.

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