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Por dentro da ASSERJ
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2ª Reunião de 2024 do Conselho Diretor da ASSERJ destaca o bom desempenho das vendas de supermercados
Os dados foram um dos assuntos na pauta do encontro mensal dos conselheiros, que contou com a presença de 21 associados Liderada pelo presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, a segunda reunião do Conselho Diretor foi em clima de comemoração dos resultados do ano passado. De acordo com os dados do IBGE, apresentados pelo consultor Willian Figueiredo, apurou-se uma alta de 5,4% nas vendas do mês de dezembro, no Rio de Janeiro. Em 2023, os números indicaram um aumento de 5,5% nas vendas dos supermercados fluminenses e 5,9% nos atacadistas. No que diz respeito à geração de emprego, os supermercados registraram 3.247 contratações e os atacadistas 2.839, o melhor resultado em quatro anos. Considerando todo Brasil, o setor fluminense teve o quarto melhor desempenho, atrás de São Paulo (+5.526), Minas Gerais (+5.033) e Ceará (+4.452). Outro assunto relevante da pauta foi a vitória da ASSERJ no Projeto de Lei 2744/2023, que internaliza o ROT. “Conseguimos prorrogar esta obrigação por mais cinco meses. Fizemos uma articulação bem-sucedida com o Governo do Estado e a chance de o projeto passar como queremos é muito grande”, explica Fábio Queiróz. Na sequência, o presidente anunciou os keynotes da 34ª edição da SRE: Walter Longo, Edmour Saiani, João Branco e Diego Ribas. Queiróz destacou a importância da feira para o setor e reforçou o convite para a participação dos compradores das redes de supermercados associadas. Na SRE, serão apresentadas as últimas novidades da indústria com excelentes oportunidades de negócios. Nesta edição, o Pavilhão 4 do Riocentro abrigará a Experience Square. Um espaço interativo e de experiências onde grandes marcas do mercado como Coca-Cola, JBS, Jundiá, Chinezinho, entre outras, apresentarão seus produtos explorando novas formas de relacionamento. Também foram discutidas questões jurídicas, de segurança pública, carga e descarga de produtos (restrições à circulação de caminhões na Avenida Brasil) e novas formas de monetização. O diretor-geral do Prezunic, Gerson Estevam da Cruz, falou sobre a tendência do retail media, muito utilizado na Europa e nos Estados Unidos, que prevê a comercialização de espaços dentro da área de venda dos supermercados. O encontro reuniu 21 representantes dos supermercados Mundial, Zona Sul, Prezunic, Princesa, Hortifruti, Bramil, Prix, Dom, Grand Marché, Supermarket, entre outros.
28 de February, 2024
Atualidades
Projeções do varejo para 2024 apostam alto em Inteligência Artificial
Em meio a explosão dos atacarejos, redes de supermercados precisaram otimizar suas estratégias com retail media e outras armas com alto poder de exposição Quem acompanhou a NRF 2024, nos Estados Unidos, observou uma crescente onda de opiniões positivas sobre o uso de inteligência artificial para o setor supermercadista. Mas, segundo o IBEVAR, essa 'onda' não é modismo e sim uma tendência que deverá ser confirmada ainda em 2024. Em meio ao crescimento das redes de atacarejo, os supermercados precisarão se reinventar nesse período, e na visão do professor Claudio Flisoni de Angelo, da FIA Business School, uma soma de fatores pode trazer para mais perto do centro das discussões o uso da inteligência artificial e do retail media. Na avaliação trazida pela IBEVAR, o cenário varejista para 2024 traz a expansão do conceito 'atacarejo'. Em contrapartida, os supermercados passarão por uma remodelagem em seu formato, otimizando o espaço e oferecendo outros serviços para elevar o nível do Customer Experience da marca. “Os hipermercados perderam espaço para as lojas de proximidade e, por outro lado, de modo geral, trata-se de uma operação com custos mais elevados. Os atacarejos assumiram o perfil de operações centradas em redução de custos e passaram a ocupar o espaço dos hipermercados. Muitos deles, inclusive, foram convertidos em modelos de atacarejos”, avalia Claudio Felisoni, que também é presidente da IBEVAR, para o portal SuperVarejo. Algumas marcas no Rio de Janeiro como o Zona Sul, Supermarket e Prezunic, vêm pensando em uma nova forma de se apresentar aos consumidores, apostando em espaços mais compactos e intimistas, além da gama de serviços que esses estabelecimentos podem oferecer. "No varejo, de tempos em tempos, precisamos ajustar o modelo de loja e sua operação para um novo contexto do consumidor e do mercado. O interessante disso é que abre espaço para novas propostas de mix de produtos, espaço físico de loja, preço e proximidade", afirma o professor do Núcleo de Varejo da ESPM, Artur Motta. É por meio das aquisições entre as empresas do varejo supermercadista que a adição da Inteligência Artificial e do retail media impactarão toda a relação do mercado. “As grandes redes estão falando sobre retail media, uma das tendências do varejo apresentadas na NRF. Trata-se de uma nova oportunidade para grandes redes, com alto poder de penetração na população e de exposição de marcas", completa Motta. O uso da Inteligência Artificial tem sido presente para algumas marcas, o Prezunic e o Zona Sul adotaram o uso de pagamento por reconhecimento facial, enquanto outras redes como Grupo Pão de Açúcar e Supermarket ja fazem o uso de Self Checkout. Mundial tem IA em seu CRM Seguindo a tendência do uso da Inteligência Artificial, a rede de supermercados Mundial apostou no seu uso durante a Black Friday de 2021, mirando a fidelização dos clientes com foco em oferecer soluções criativas. O programa “Meu Mundial” usa da Inteligência Artificial para personalizar ofertas de acordo com o perfil de cada cliente, aproximando o público da marca por meio de seu Customer Experience. Segundo dados do próprio Mundial, cerca de mais de 2 milhões de clientes foram cadastrados. “A entrada do Supermercados Mundial na era da inteligência artificial não é apenas uma mudança técnica, mas uma transformação completa na forma como os clientes interagem com o supermercado. Com a implementação da IA nos processos, especialmente por meio do programa "Meu Mundial", conseguimos detectar a personalidade, hábitos e preferências dos nossos clientes. Analisamos o comportamento de cada um e conseguimos proporcionar ofertas que tenham sinergia com o que ele procura”, explica Ana Carolina Diniz, coordenadora de CRM da marca. O aplicativo funciona de maneira inteligente ao perceber a movimentação rotineira do cliente, quais são os dias favoritos em que ele realiza as compras, sua sazonalidade, sua frequência e com isso envia ofertas exclusivas com os principais produtos, de maneira personalizada, para ele, sendo mais assertivo nas promoções. Supermercadista, é oficial! O IA pode e deve ser um grande aliado no seu negócio!
28 de February, 2024
Como anda a gestão de resíduos sólidos do seu supermercado?
A ASSERJ reforça a importância do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) e apresenta todos os detalhes para elaboração do documento O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) é um documento técnico obrigatório para grandes geradores de resíduos como os supermercados. Tem por objetivo acompanhar a geração desses resíduos e definir métodos e processos, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Exigido pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o PGRS também deverá apontar alternativas para solucionar problemas recorrentes da gestão de detritos. Com o documento, será possível descobrir se determinado processo gera uma quantidade significativa de resíduo a ser reaproveitado ou vendido, originando uma nova fonte de receita. No plano deverão constar a quantidade de resíduos sólidos produzidos, a classe e o tipo dos materiais, como são armazenados, recolhidos e qual sua destinação final. De forma resumida, o relatório detalha todas as etapas: desde a produção até o descarte. O PGRS também auxilia no controle da gestão com o cálculo da quantidade de detritos produzidos e a busca de alternativas para reduzi-la, bem como o impacto no meio ambiente, favorecendo a reciclagem e a reutilização. É importante que o estabelecimento faça contato com cooperativas especializadas no recolhimento de resíduos sólidos para firmar parcerias e garantir que eles sejam descartados corretamente, de acordo com a lei. Como elaborar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos? O PGRS deverá ser feito por um técnico, devidamente registrado no Conselho Profissional, que será responsável por desenvolver e implementar o plano seguindo as especificidades de cada tipo de estabelecimento. De forma geral, o plano deve conter: A descrição do estabelecimento ou atividade Diagnóstico de resíduos sólidos gerados (origem, volume e caracterização) Lista dos responsáveis pelas diversas etapas do gerenciamento de resíduos sólidos Procedimentos operacionais relativos ao gerenciamento de resíduos Plano de ações preventivas e corretivas: especificando o controle e minimização de danos envolvendo gerenciamento incorreto ou acidentes Metas e procedimentos de minimização de geração de resíduos, como os programas de redução na fonte, reutilização e reciclagem Revisão periódica
28 de February, 2024
Com estratégia de guerra, supermercados garantem venda de repelentes
Indústria de repelentes cria produção antecipada para alimentar demanda de supermercados e farmácias O Brasil chegou a marca de 920 mil casos de dengue nos primeiros meses de 2024, em uma das piores epidemias já registradas pela doença. No Brasil, são 180 mortes causadas pelo vírus do mosquito Aedes aegypti, enquanto no Rio de Janeiro, o balanço pontuou cerca de 9 confirmadas e 63 suspeitas nos últimos dias. Com casos alarmantes, cresceu exponencialmente a demanda pelo uso de repelentes. Supermercados e Farmácias, e outras lojas do varejo, passaram a mudar suas estratégias de venda para comportar a demanda absurda que surgiu diante dos casos de dengue. Nas últimas semanas, segundo dados do O Globo, redes de supermercados registraram uma procura de 450% dos repelentes em suas unidades. Isso obrigou a indústria a criar uma 'estratégia de guerra' para evitar que aconteça o desabastecimento desse item essencial na luta contra a epidemia. Segundo números da Cimed, o repelente "Xô Insetos" se tornou o carro-chefe da companhia, tendo um faturamento de R$ 28 milhões apenas em 2024, aumentando a demanda da linha em 100%. Em condições normais, a empresa fabrica cerca de 500 mil unidades para o mercado, mas desde janeiro a produção tem sido de 1 milhão de vidros de repelentes. A missão da Cimed tem sido antecipar as demandas dos supermercados, visando evitar o desabastecimento, "Nós usamos insumos da China, com o transporte por meio de navios, o que implica no prazo aproximado de 120 dias para a chegada", explica João Adibe, CEO da gigante farmacêutica, que apenas no Rio de Janeiro viu um aumento de 74% na demanda. A SP Johnson, das marcas "OFF" e "Exposis", apontaram também um aumento exarcebado nas vendas de seus repelentes, e precisaram antecipar demandas que estavam programadas para junho/julho. Dentro dos corredores do Supermercados Guanabara da Barra da Tijuca, prateleiras inteiras são repostas a todo momento devido a venda de repelentes. Segundo a companhia, o crescimento nas vendas foi de 30% e obrigou a mudar a sua estratégia para os consumidores. Novos espaços foram destinados para esses produtos, e localizados de maneira privilegiada. Mas não apenas os repelentes. Os inseticidas também estão ganhando espaço nas vendas. No último final de semana, em que foram registrados temperaturas acima dos 35º, em apenas uma loja, foram vendidos cerca de 1,2 mil unidades de uma mesma marca dentro de 5 minutos. Redes de supermercados no Rio de Janeiro vem mudando sua forma de comunicação com o consumidor sobre os perigos da dengue. Recentemente, o Mundial apresentou algumas novidades criativas para chamar a atenção dos clientes na venda de repelentes e outros itens para o combate a epidemia e você pode acessar o link da matéria por aqui.
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