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Varejo se prepara para aumento na demanda de bebidas do verão de 2024
Projeção da Kantar aposta em aumento na venda de bebidas em supermercados para o verão de 2024 Para os cariocas, a data mais importante do ano vem se aproximando. O carnaval de 2024 está marcado para 13 de fevereiro, mas as festividades já começaram por toda a cidade, em celebrações de blocos do pré-carnaval, e assim a venda de bebidas aumenta. E os supermercados do estado se preparam para crescerem suas vendas nesse período. Segundo a Riotur, são mais esperados cerca de 12 mega-blocos, sendo que 2 já ocorreram no último final de semana. Além disso, 15 mil ambulantes foram cadastrados e estão aptos a venderem seus produtos durante os festejos que acontecerão em praticamente todos as regiões da cidade. Um levantamento feito pela Kantar demonstrou que a projeção de crescimento para a venda de bebidas será de 5% em comparação ao mesmo período de 2023, chegando a um faturamento de R$ 1 bilhão. O estudo ainda evidencia um novo crescimento pós-pandemia. Desde 2021/22 até o período de 2022/23, o consumo de bebidas subiu 26%, passando o gasto médio de R$ 90 para R$ 113, mas puxados pelos produtos não alcóolicos como energéticos (+64%) e água mineral (+37%). Adultos na faixa de 18 e 29 anos foram os maiores consumidores nesse período, com um aumento de 41%, enquanto o público das classes, A, B e C aumentaram em 15% o seu consumo. Super e hipermercados lideram em disparada o local de vendas dessas bebidas, com 34% do 'bolo', seguido por ambulantes com 24% e bares com 21%. "Os supermercados estão observando essa mudança no comportamento dos consumidores. Colocando as bebidas prontas para consumo, digo, geladas, assim conseguimos recuperar esses clientes e fidelizá-los para além do carnaval", afirma Fábio Queiroz, presidente da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro. 'Momento de inovar' Não apenas as bebidas apostam em crescimento no carnaval, empresas de diversos segmentos estão utilizando as datas da folia para testarem ideias inovadoras. Após uma decepcionante 'Black Friday', com inúmeras reclamações dos compradores e um Natal longe das metas de vendas, a festa mais popular do país servirá como um trampolim. Um levantamento do 'O Globo' mostrou que Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Salvador, as principais praças do carnaval brasileiro, venderam cotas de patrocínio que somadas batem os R$ 120 milhões. Em todas as capitais, o valor do patrocínio figurou com um aumento entre 5 e 20%. [caption id="attachment_29137" align="alignleft" width="300"] Latas das 12 agremiações nas cervejas da Brahma[/caption] A Ambev, principal patrocinadora do carnaval carioca, resolveu criar modelos exclusivos das suas latas de cerveja Brahma dedicada a cada uma das agremiações do Grupo Especial da Sapucaí. Em um momento de disputa com outras bebidas vendidas em lata, como vinhos, uísques e capirinhas, as cervejas querem consolidar um espaço que já não é tão garantido. A ação, por hora, será mantida apenas aos consumidores do sambódromo, mas é um teste para as futuras folias, onde a Ambev seguirá sendo a grande patrocinadora dos próximos 3 carnavais "É o momento de inovar, tanto para as marcas, os fornecedores, e também para os supermercados e todo o varejo", completa Fábio Queiroz, da Asserj.
29 de January, 2024
Café é o produto campeão no Inter da Praça Tiradentes
Item mais vendido no supermercado, o café é procurado pelos consumidores que trabalham nos escritórios do entorno e são a grande maioria da clientela Situada na Praça Tiradentes, nº 40, a filial do Inter, no centro do Rio, é um caso à parte. Por estar num local cercado por prédios comerciais e raríssimas moradias, o supermercado é o que chamamos de loja de passagem. De acordo com o gerente Wander de Oliveira, os clientes raramente compram algum produto de mercearia e açougue, por exemplo. “A grande procura é por café, açúcar, produtos de padaria e laticínios. Nossos clientes são pessoas que trabalham por perto e compram biscoitos, pães, bebidas e chocolates para lanches e serviços de coffe break. Também vendemos bem produtos de limpeza e de higiene para utilização nas salas comerciais e nos escritórios”, explica Oliveira. Essa característica peculiar impacta diretamente no comportamento da clientela: é difícil esbarrar com os tradicionais carrinhos de compras. O que se vê são as cestas de mão, e as filas andam rapidinho nas seis posições de checkout, disponíveis na frente da loja. “O nosso cliente entra precisando sair e, por este motivo, pegam o produto e fazem compras rápidas com pouco itens”, afirma. O mix de produtos atende bem às necessidades da clientela: grande variedade de produtos de limpeza, bebidas, biscoitos e salgadinhos. A loja conta com 36 colaboradores, incluindo dois fiscais de prevenção, e funciona de segunda a sexta, das 7h às 21h, e sábado, das 7h às 18h. Não abre aos domingos. Os clientes ainda podem baixar o aplicativo do Inter para ter acesso a ofertas exclusivas.
29 de January, 2024
Cornershop: Asserj ressalta importância de entregas por Supermercados para evitar fraudes
Aplicativos de entrega: aumento de fraudes alerta o consumidor e abre espaço para serviço personalizado dos supermercados. A Cornershop, aplicativo de terceirização de compras em supermercados identificou o crescimento de 'fraudes' e outros crimes envolvendo entregadores. Segundo o 'UOL', os casos relatados na empresa subsidiária da Uber, teve inicio desde o natal de 2023. Com isso, os serviços personalizados dos supermercados, que realizam as compras para os clientes e entregam nas suas residências, têm aí uma fatia carente de um serviço seguro, prático e eficaz. O aplicativo Cornershop une a prestação de serviços de mobilidade e a entrega de compras, quase 1 ano depois do 'fechamento' da 'Uber Eats', delivery exclusivo para bares e restaurantes, que foi encerrado por não conseguir competir com o Ifood. Agora, é possível ingressar na Cornershop com as mesmas credenciais da Uber e utilizar os dados de pagamento em ambas as modalidades. No último mês, a Cornershop recebeu denúncias de inúmeros problemas, entre eles 'sequestro-relâmpagos' de seus entregadores, com o intuito de superfaturar as compras pelo aplicativo. Em resposta, a empresa afirmou que vem bloqueando os parceiros que se envolvem nessa prática. Inicialmente, os clientes não são atingidos pela 'fraude', mas o valor repassado é custeado pela companhia, que segue o mesmo padrão da Uber, ficando com uma fatia da entrega. A longo prazo, se o problema não for sanado, o custo das entregas sofrerá alteração. Destrinchando o golpe Segundo o 'UOL', o golpe tem inicio com os criminosos criando uma conta na Cornershop e realizando um pedido de baixo valor. Em geral, eles escolhem produtos como guloseimas, frutas e verduras, cervejas e outros itens baratos. A fatura é paga de maneira imediata pelo comprador. Entretanto, antes da compra ser, de fato, finalizada, os golpistas solicitam a troca dos produtos escolhidos por outros de valor mais elevado. Os entregadores realizam esse procedimento sem precisar entrar nos supermercados, assim, a mudança é feita virtualmente. [caption id="attachment_29127" align="alignright" width="300"] entregadores de comida[/caption] O novo valor, superfaturado com os novos pedidos, é debitado em maquininhas de cartões controladas pelos grupos criminosos. Para dificultar o rastreamento, as contas dos envolvidos são desativadas assim que o novo valor é debitado, impedindo a cobrança por parte do aplicativo, e 'sequestrando' a quantia que deveria ir para a Cornershop. Segundo o 'UOL', entregadores são obrigados a realizarem essas alterações sob ameaças de roubo da moto ou de por sua vida em risco, em alguns casos, ocorre o aliciamento dos mesmos, que acabam ficando com uma porcentagem do valor superfaturado. O 'modus-operandi' das fraudes foram detectados pela Cornershop, e os valores giram em torno de R$3.400 até R$ 7.000. Um entregador, Bruno Schmidt, que foi vítima desse 'sequestro-relâmpago' e obrigado a participar do esquema, em resposta ao 'UOL', revelou suas tentativas, sem sucesso, de contato com a empresa. "Eles dão apenas respostas automáticas. É uma empresa que não tem como conversar", afirma. Schmidt registrou um Boletim de Ocorrências na 21ª Delegacia de Polícia, em Higienópolis, no Rio de Janeiro. Redes de supermercado e a oportunidade de negócio [caption id="attachment_29128" align="alignleft" width="300"] Celular de compras por aplicativo[/caption] O clima de insegurança com os possíveis golpes envolvendo a Cornershop aumenta a possibilidade desses clientes, carentes de um serviço seguro e domiciliar, recorram cada vez mais ao serviço realizado pelo próprio supermercado. "A compra pelos perfis dos supermercados é uma garantia a mais para o consumidor de que seu produto não será alterado e que sua fatura estará protegida. Além disso, o atendimento é mais preciso quando há, por exemplo, a falta de uma marca específica de algum produto - o profissional do supermercado sabe indicar qual a melhor marca para substituir, levando o custo e benefício em consideração", afirmou Fábio Queiroz, presidente da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro, Asserj. O dirigente reforçou o desejo do setor de aproximar os clientes dos próprios aplicativos desenvolvidos pelas redes de supermercados, "as principais marcas de supermercados já dispõem de aplicativos que permitem a compra, a pronta-entrega e agendada, promoções, clube de descontos e outros serviços exclusivos", e ressalta que essa demanda é um ponto que "faz do supermercado um pilar muito além do comércio e da prestação de serviços", completa. Em nota à imprensa, a Cornershop escreveu "Nossas equipes de detecção de fraudes usam análises manuais e sistemas automatizados de aprendizado que analisam mais de 600 tipos de sinais diferentes à procura de comportamentos fraudulentos".
29 de January, 2024
Economia
Varejo: Magazine Luiza anuncia aumento de R$ 1,25 bilhão em seu capital
Operação contará com a participação da família Trajano, proprietária da marca, e pelo banco BTG Pactual. O mercado financeiro brasileiro acordou com uma notícia surpreendente envolvendo uma das maiores redes varejistas. Uma mega-operação liderada pela família Trajano pretende fazer um aumento de capital de até R$ 1,25 bilhão na Magazine Luiza, em uma operação que será feita em parceria com o BTG Pactual. A confirmação da notícia fez com que as ações da Magalu (MGLU3) subissem 6,73%, a R$ 2,22 na manhã desta segunda-feira, 29. O fato já havia sido antecipado pela própria família Trajano na noite de domingo, onde garantiu que R$ 1 bilhão seriam investidos pelos proprietários da companhia. Em seguida, o BTG Pactual confirmou que cerca de 250 milhões serão investidos pelo banco. Com o aumento de capital, o preço fixado da ação será de R$ 1,95. Até sexta-feira, 26, o papel estava sendo vendido a R$ 2,08, em ambos os casos, o preço da venda do papel da Magazine Luiza está longe da média criada pela empresa, que chegou a superar R$ 22 em julho de 2021. O investimento de R$ 1,25 bilhão serão direcionados para a tecnologia do Magalu, incluindo a expansão do Luizalabs, a evolução do marketplace, experiência do usuário, operações na nuvem, além de reduzir dívidas e operações passivas do financeiro. Segundo o 'Estadão', havia uma forte expectativa pelo aumento de capital financeiro da companhia, em que se cumpriu a estimativa de R$ 1,25 bilhão em investimentos. Vale ressaltar que, a Magalu, tem uma dívida de notas promissórias avaliada em R$ 2 bilhões e com prazo de pagamento até abril de 2024. Atualmente, a Magalu vale R$ 14 bilhões na B3. Em 12 meses, a ação acumula queda de 51%.
29 de January, 2024
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