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Carrinho adaptado para pets acompanharem donos nas compras encanta nos supermercados
As filiais da Casa do Arroz, no Médio Paraíba, e o Supermarket Barra Blue, no Rio, aderiram à cultura pet friendly Com a entrada de pets liberada pelo decreto municipal 51262 de 2022, alguns supermercados passaram a utilizar os carrinhos adaptados. Todas as filiais da Casa do Arroz, em Barra do Piraí e Valença, e o Supermarket Barra Blue, na Barra da Tijuca, adotaram o carrinho que tem um espaço fechado para acomodar doguinhos e gatinhos. A rede de supermercados Casa do Arroz apostou na novidade que agradou aos clientes. A diretora de Marketing, Cíntia Viegas Rossi Coutinho, explica que “o uso do carrinho para pet na nossa rede é mais uma iniciativa que demonstra o compromisso da empresa em oferecer soluções inovadoras e pensadas no bem-estar de seus clientes. Afinal, os animais de estimação são membros da família e merecem ser incluídos em todas as atividades do dia a dia. Quem não quiser usar o carrinho pode aderir à coleiras ou carregar o pet no colo”. Os clientes gostaram tanto da novidade que tiram fotos e publicam nas redes sociais marcando o estabelecimento. O gerente do Supermarket Barra Blue, Marcos André Costa, conta que já teve que olhar o cachorrinho de um rapaz enquanto ele realizava suas compras. “Ele estava com o animal e precisava fazer compras. O bichinho chorava sem parar e tive que ajudar. Se já tivéssemos o carrinho, seria muito mais confortável para o cliente e o bichinho”, afirma. Pets no Brasil De acordo com o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem a segunda maior população de cães, gatos e aves canoras e ornamentais em todo o mundo, e é o terceiro maior país em população total de animais de estimação. São 54,2 milhões de cães, 23,9 milhões de gatos, 19,1 milhões de peixes, 39,8 milhões de aves e mais 2,3 milhões de outras espécies. O total é de 139,3 milhões de pets. Como a população já chega a 213 milhões de habitantes, o número de pets representa mais da metade dos brasileiros. O Sudeste é a região com a maior concentração de animais, com 47,4%. Alô, Rio de Janeiro!
25 de January, 2024
Indústria em cena
Novo preço médio do pacote de 5kg do arroz fica a partir de R$25,00
Produto segue expectativa por alta depois do acumulado de 24% de aumento em 2023, segundo levantamento do IPCA. Tradicionalmente presente nos pratos de milhões de brasileiros, o arroz deverá encarar mais uma alta em 2024 e puxar a fila de alimentos que vão crescer o custo final. Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o acumulado entre janeiro e dezembro de 2023 foi de 24,54% no país. É a maior alta registrada no produto desde 2021, quando o acumulado chegou a impressionantes 32,68%. Os números foram os mais elevados desde 2020, no auge da pandemia, onde o crescimento atingiu o teto histórico de 76,01%. Segundo o IPCA, o arroz vai na contramão de outros produtos na alimentação média por domicílio que registrou uma queda de 0,52%, a primeira deflação desde 2017, segundo o IBGE. Em dezembro de 2023, o IPCA registrou um aumento de 5,81% no preço final do arroz, a maior alta do cereal em um mês no IPCA desde novembro de 2020 (6,28%). Segundo analistas da Folha de São Paulo, os motivos para o crescimento no preço do arroz vem diretamente da redução da oferta entressafra, do preço no mercado externo e da piora da colheita na região sul do país, em especial, do Rio Grande do Sul, o maior produtor de arroz do Brasil, com cerca de 70% da carga nacional. O preço médio do saco de 5kg de arroz nas prateleiras de supermercados está em R$ 25,48 e a tendência é uma rigidez nesses números iniciais. O valor é 26% maior do que o mês anterior, dezembro de 2023, onde o saco de 5kg podia ser encontrado a preços de R$ 20,21. A tendência é que um recuo no preço desse cereal e de outros tradicionais no prato dos brasileiros como farinha e feijão, só acontecerá após o fim da safra 2023/24, onde os reflexos desse cenário chegarão, de fato, ao bolso do consumidor a partir de abril desse ano. O cultivo de milho e soja, privilegiados com mais terras para a produção em detrimento ao arroz, e as mudanças climáticas no sul do Brasil, são fatores muito importantes para calcular o preço final do produto. Segundo a análise da Folha de São Paulo, o ingresso do arroz colhido do Paraguai poderá dar um 'alívio' nas gôndolas dos mercados. Segundo dados da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), os próximos dias serão de um leve reajuste no preço do arroz, que se concentrará em apenas 7%, enquanto o feijão, será o 'vilão' da cesta básica, com um reajuste que poderá ultrapassar os 12%.
25 de January, 2024
Fechamento em feriados pode atrapalhar abastecimento das famílias, diz presidente da Asserj
Setor supermercadista é essencial para o abastecimento, diz presidente da Asserj sobre fechamento de lojas em feriados Considerado essencial para a sociedade, os supermercados comprovara sua necessidade durante a pandemia, quando o setor não parou, em momento algum o abastecimento da população, garantindo a comida na mesa dos brasileiros. O Presidente da Asserj, Fábio Queiroz, reitera a importância do supermercado abrir independentemente de qualquer feriado existente. "Precisamos sempre reiterar a necessidade de estarmos de portas abertas, inclusive nos feriados. Somos uma parte essencial da sociedade e, portanto, é crucial que possamos reverter qualquer tentativa de fechamento dos supermercados e lutar para manter o equilíbrio no abastecimento das famílias", comentou Fábio sobre o fechamento dos supermercados nos feriados em 2024. A medida, inclusive, pode fazer com que trabalhadores percam até um salário mínimo com os feriados em 2024, segundo estimativas levantadas por lojistas. A informação é do jornal Extra. Empresários lojistas fizeram um levantamento que estimou prejuízos na casa dos R$ 7 bilhões para o comércio apenas com os feriados em 2024. Ao todo serão 10 datas nacional, 2 estaduais e 2 municipais, uma perda de vendas considerável em um ano apontado como retomada para o setor. O Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio) são os responsáveis por essa estimativa. Das 14 folgas previstas no calendário, 9 cairão em dias de semana, três apenas na semana do carnaval, sem contar os dias que poderão ter 'enforcamento'. Ao longo do ano, o comércio terá 15 dias de movimento prejudicado com as lojas fechadas. Segundo o levantamento, a cada dia fechado, o prejuízo poderá chegar em R$ 510 milhões. O presidente das duas entidades, Aldo Gonçalves, o fechamento das lojas em feriados e o possível 'enforcamento' das datas, renderão a cada trabalhador quase um salário mínimo de prejuízo.
25 de January, 2024
Crise na Argentina: Saiba como ela impacta o mercado varejista e os supermercados
Empresas do varejo brasileiro acompanham os desdobramentos da dura crise na Argentina após as presidenciais de 2023. O novo governo argentino liderado pelo ultra-liberal, Javier Milei, enfrentou ontem, 24, a sua primeira greve geral, convocada pela Central Geral de Trabalhadores, ligada ao tradicional peronismo argentino, em uma mobilização que criticou abertamente as bruscas mudanças econômicas propostas pelo presidente. Segundo os organizadores da manifestação, cerca de 1,5 milhão de pessoas em todo o país participaram dos protestos, sendo 350 mil apenas na capital Buenos Aires. Segundo o governo, apenas 40 mil trabalhadores participaram da passeata. Milei e setores estratégicos da Argentina vivem em pé de guerra por discordâncias na condução econômica, principalmente, nos direitos dos trabalhadores e no fim dos subsídios pagos pelo governo federal para manter empregos no varejo argentino e na indústria. A situação reflete diretamente o mercado brasileiro. A Argentina é o quarto mercado mais consumidor do Brasil, em especial dos setores do varejo e alimentos. Com o fim dos subsídios, e do aumento recorde da inflação, os 'hermanos' devem negociar suas compras ou procurar mercados alternativos. A balança comercial entre Brasil e Argentina movimentou cerca de US$ 22 bilhões em 2023, cerca de R$ 108 bilhões, de acordo com a cotação atual. Entre os produtos mais comercializados estão carros e outros itens da indústria automotiva, minério de ferro e grãos. E é comum que grandes multinacionais usem as praças dos dois países para exportar no restante da América Latina. Idean Alves, chefe da mesa de operações da Ação Brasil Investimentos, aponta para o risco da diminuição na parceria com os 'hermanos'. “Entre os efeitos negativos imediatos, temos a menor intensidade comercial entre Brasil e Argentina, sendo este um dos principais parceiros comerciais do Brasil na América do Sul”, afirma. Preços nas gôndolas é um mistério Segundo o relatório do Indicador de Comércio Exterior (Icomex) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o preço da balança comercial brasileira vai sofrer alterações consideráveis em 2024 devido as mudanças nas economias dos Estados Unidos, União Europeia, China e Argentina, os principais parceiros comerciais do Brasil. Segundo o Icomex, a saída do país, momentâneamente, do Mercosul, representa que produtos importados da Argentina e que estão presentes nas gôndulas dos supermercados poderão voltar a ser tarifados, e com isso, terem seus preços disparados. O preço da carne bovina, suína e o azeite, além dos tradicionais vinhos, principais produtos alimentícios importados dos 'hermanos' sofrerão alterações nos próximos meses. O Governo Federal, ainda aguarda o posicionamento final do ministro da Fazenda da Argentina, Luiz Caputo, sobre a decisão de interromper acordos comerciais com o Mercosul. O presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, Asserj, Fábio Queiroz, afirma que a expectativa é que o varejo consiga segurar os preços nas gôndolas. "Mesmo com a indefinição dos próximos dias na economia da Argentina, acho que os produtos que eles exportam para os mercados brasileiros podem ter um reajuste quase nulo, principalmente, se tivermos bons números do agronegócio brasileiro em 2024", pontuou.
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