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Confirmado 29/10: por que você deve ir ao Seminário Super Negócios?
O comportamento do consumidor muda constantemente. Em contramão, as gôndolas não aumentam seu tamanho. Ou seja, cada decisão é uma venda. E para ajudar o varejo supermercadista fluminense diante desse cenário, está chegando o Seminário Super Negócios 2025. Confirmado para o dia 29 de outubro, às 14h, no Riale Brisa Barra Hotel, na Barra da Tijuca, o encontro é voltado para compradores e profissionais de marketing e trade marketing, trazendo uma programação cuidadosamente estruturada para impactar diretamente suas rotinas, com conteúdos práticos e aplicáveis às suas atividades. A curadoria do evento foi pensada para abordar de forma estratégica os principais pilares que sustentam a atuação no varejo, desde a análise de mercado até a execução de parcerias com a indústria, garantindo uma visão completa da cadeia de valor. A palestra de abertura do encontro será realizada por Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e da Associação de Supermercados das Américas (ALAS). Mercado e Tendências Entender o consumidor e a gestão de categorias é o primeiro passo para compor o mix ideal de produtos em cada ponto de venda. Profissionais que conhecem o mercado conseguem antecipar demandas, ajustar sortimentos e garantir que o cliente encontre sempre o que busca. Esse será o objetivo da palestra "Somos todos vendedores: dados que movem o lucro", apresentada por Priscila Ariani, diretora de Marketing da Scanntech. Lorena Cerqueira, gerente de comunicação e marketing da ASSERJ e responsável pela curadoria do evento, destaca: "O primeiro passo para qualquer decisão estratégica no varejo é entender profundamente o mercado e o comportamento do consumidor. Foi por isso que incluímos esse tema como ponto de partida do Seminário. Queremos mostrar como a gestão de categorias, somada à leitura de tendências, pode transformar o sortimento em uma vantagem competitiva. Nosso objetivo é dar ao comprador e aos profissional de marketing e trade ferramentas para se antecipar às mudanças e montar o mix ideal em cada loja." Pricing Com o mix definido, entra em cena a negociação de preços. O objetivo é oferecer produtos de qualidade com preço estratégicos, alinhando as expectativas do consumidor e a rentabilidade do negócio. Pricing não é apenas colocar um número na gôndola, mas sim aplicar inteligência de mercado, análise de dados e estratégia competitiva. A exposição "O Poder do Pricing: como transformar mix e sortimento em vendas sem depender de ofertas" será conduzida por Dimas Dantas, fundador da Mix Pricing. Lorena Cerqueira reforça: "Ao trazer esse tema para o Seminário, queremos provocar reflexões práticas, mostrando como usar dados e estratégias inteligentes de precificação para negociar com a indústria e entregar exatamente o que o cliente espera, sem comprometer a margem do varejo." JBP x JVC O Seminário também detalha os dois modelos de parceria entre varejo e indústria. O Joint Business Plan (JBP) foca no planejamento estratégico de longo prazo, enquanto o Joint Value Creation (JVC) busca resultados mais imediatos e táticos. O JBP é estruturado em objetivos claros, que incluem metas de crescimento, participação de mercado e inovação conjunta, sempre com uma visão de médio e longo prazo. Já o JVC é mais dinâmico e flexível, voltado a execuções rápidas, como campanhas sazonais, ativações promocionais ou ajustes em categorias específicas. Compreender essas diferenças é essencial para conduzir negociações eficientes e maximizar o impacto do pricing. Mais do que conceitos, eles representam práticas fundamentais no relacionamento diário com a indústria. Aprofundamos ambos para que compradores, marketing e trade tenham clareza sobre papéis, entregáveis e indicadores. 1. JBP O JBP é um plano estratégico conjunto, de médio a longo prazo, que formaliza objetivos, responsabilidades e mecanismos de governança entre varejista e fornecedor. Serve como roteiro para alinhar sortimento, pricing base, metas de volume e margem, investimentos em trade e calendarização promocional. Componentes essenciais: Análise de mercado e consumidor: segmentação, perfil de compra e elasticidades por categoria; Sortimento e gestão de categorias: definição do mix por loja/região; Metas comerciais: volume, market share, penetração de SKUs e margem target; Plano promocional e merchandising de longo prazo: calendarização e co-investimento; Governança: papéis, cadência de reuniões e comitês de revisão; Investimento vs. retorno esperado: projeções de ROI para ações combinadas. A construção do JBP: Diagnóstico conjunto: levantamento de sell-out, participação por segmento e comportamento do cliente; Definição de prioridades estratégicas: categorias foco e SKUs estratégicos; Modelagem financeira: projeção de vendas e impacto no resultado; Plano de execução anual/trienal: campanhas, ativações e pricing base; Acordo operacional: cronograma, entregáveis e cláusulas de governança; Medição e ajuste contínuo: relatórios com KPIs e revisões periódicas. Papel dos profissionais no JBP: Compradores: definem o mix e negociam condições com foco em metas projetadas; Marketing: planeja campanhas de suporte e segmentação de público; Trade Marketing: estrutura a execução no PDV conforme a calendarização. KPIs do JBP: Crescimento de sell-out por categoria/SKU; Market share; ROI dos investimentos em trade; Penetração e conversão por segmento. 2. JVC O JVC é a face tática: ações de curto prazo orientadas à criação de valor mensurável, lançamentos regionais, promoções pontuais, ativações no PDV e campanhas de retail media. Enquanto o JBP indica o "onde" e "por que", o JVC explica o "como" operacional. Componentes essenciais: Testes regionais e lançamentos por grupos; Promoções táticas, combos e cross-sell; Ativações de PDV (displays, degustações); Campanhas de retail media com segmentação por comportamento; Programas de fidelidade e ofertas personalizadas. A construção do JVC: Ciclos rápidos (semanas/meses); Testes A/B para otimizar mensagens e preços; Decisões orientadas por dados reais de sell-out; Foco em métricas imediatas: aumento de vendas, retorno do investimento, velocidade de venda. KPIs do JVC: Aumento de vendas durante a ação; Retorno de investimento das campanhas e do retail media; Conversão por exposição; Velocidade de vendas de SKUs em teste. 3. Diferenças entre JBP e JVC O JBP traz estabilidade e previsibilidade. O JVC entrega agilidade e prova de conceito. Integrados, permitem negociar pricing de forma que o varejo tenha faixas de preço planejadas e a indústria use ações táticas para acelerar penetração e retorno. Na prática, o comprador usa o JBP para estruturar compromissos de longo prazo e o JVC para exigir entregas de curto prazo que comprovem o impacto das negociações. Todos os detalhes serão apresentados por Júlio Mello Gomes, na palestra "JBP x JVC: como o varejo pode assumir o protagonismo nas negociações". A gerente de comunicação e marketing da ASSERJ explica: "Na curadoria, fizemos questão de aprofundar o entendimento sobre JBP e JVC, porque são dois modelos de relacionamento que, muitas vezes, ainda geram dúvidas entre os profissionais. O JBP é o plano estratégico, de longo prazo, que orienta todo o calendário comercial. Já o JVC é a execução prática, de curto prazo, que gera valor imediato e comprova resultados. Nosso papel no Seminário será mostrar como essas duas abordagens se complementam, ditam negociações e fortalecem a parceria entre varejo e indústria." Retail Media O "negócio dentro do negócio" surge como uma nova fonte de renda e ferramenta de mídia, permitindo estratégias conjuntas entre varejo e indústria. Ao integrar retail media às negociações de JBP e JVC, os profissionais podem explorar novas oportunidades de receita e fortalecer campanhas que impactam diretamente o consumidor final. Mais do que um canal de mídia, o retail media representa a evolução da forma como os supermercados podem monetizar dados, influenciar decisões de compra e agregar valor tanto para a indústria quanto para o cliente. Lorena Cerqueira afirma: "Ao incluí-lo na programação, queremos mostrar como essa ferramenta pode se conectar ao JBP e ao JVC, potencializando estratégias conjuntas e trazendo um retorno mensurável para ambas as partes". "O retail media representa um dos maiores avanços do nosso setor nos últimos anos. Ele muda completamente a relação entre varejo e indústria, transformando dados e ativos do supermercado em oportunidades de comunicação segmentada e de geração de receita. Esse tema sempre foi uma bandeira da ASSERJ e coloca o Rio de Janeiro na vanguarda do varejo nacional, mostrando que podemos liderar esse movimento com inteligência e inovação", complementa Fábio Queiróz. Gestão de Categorias Um dos pilares estratégicos do varejo supermercadista moderno, a gestão de categorias permite que cada ponto de venda ofereça o mix ideal de produtos para atender às necessidades do consumidor. Organizar sortimentos, identificar categorias prioritárias e alinhar ofertas com o comportamento de compra do cliente é fundamental e integra todos os temas já mencionados, além de, mais uma vez, ser outro ponto de parceria com a indústria. Profissionais que dominam a gestão de categorias conseguem otimizar espaço em gôndolas, aumentar a rotatividade de produtos e potencializar resultados financeiros. Além disso, a gestão de categorias integra dados de mercado, tendências de consumo e insights dos clientes, criando um ciclo contínuo de ajustes e melhorias no mix de produtos. Essa abordagem permite que compradores e profissionais de marketing tomem decisões mais assertivas, antecipem demandas e fortaleçam a experiência de compra. Compreender totalmente a transformação da gestão de categorias em uma vantagem competitiva, tornando cada gôndola uma oportunidade de lucro e fidelização do cliente, será o grande tema da palestra "Do sortimento à execução: como o gerenciamento por categoria transforma o mix em resultado", apresentada por Michel Jasper, especialista em varejo e fundador da Web Jasper. Cases da Indústria Além das discussões teóricas, grandes indústrias do setor supermercadista apresentarão cases reais, demonstrando como a união entre varejo e indústria gera resultados concretos e sustentáveis. Dentre as marcas presentes estão: Seara, Kian e Nestlé. Lorena Cerqueira destaca: "A teoria só faz sentido quando se conecta com a prática. Por isso, convidamos grandes indústrias do setor para apresentar cases reais, que comprovam o impacto positivo da união com o varejo. Esses exemplos vão mostrar de forma clara como as estratégias discutidas no Seminário se traduzem em resultados no dia a dia, oferecendo um caminho seguro para que cada profissional leve aprendizados aplicáveis para a sua rotina." Keynote O keynote da edição será Bernardinho, técnico da seleção masculina de vôlei do Brasil, que compartilhará insights sobre liderança, trabalho em equipe e estratégias vencedoras, aprendizados diretamente aplicáveis ao ambiente corporativo e às relações de parceria no varejo, na palestra "A Cultura da Excelência". A gerente de comunicação e marketing da ASSERJ comenta: “Ter o Bernardinho como keynote desta edição é uma honra para nós. Ele é um dos maiores líderes do Brasil, e seus ensinamentos sobre disciplina, estratégia e trabalho em equipe dialogam diretamente com o que vivemos no varejo. Assim como no esporte, nosso setor precisa de foco, sinergia e planejamento para alcançar grandes resultados. Tenho certeza de que sua participação será um momento de inspiração e transformação para todos os presentes." SSN: uma experiência completa O Seminário Super Negócios 2025 promete ser uma experiência completa, reunindo conhecimento estratégico, boas práticas e networking qualificado para impulsionar os resultados de compradores, profissionais de marketing e trade marketing do varejo supermercadista. O presidente da ASSERJ conclui com um convite especial: "O Seminário Super Negócios é hoje um dos eventos mais importantes da nossa agenda anual. Nichado, ele foi pensado para oferecer aos profissionais de compras, marketing e trade marketing não apenas conhecimento, mas também inspiração, networking de altíssimo nível e oportunidades de excelentes negócios com a indústria. Quero reforçar o convite a todos os associados da ASSERJ: participem, tragam suas equipes, aproveitem essa chance única de atualização e conexão. Juntos, podemos fortalecer ainda mais o setor supermercadista do Rio de Janeiro e consolidar nosso papel de protagonistas na transformação do varejo".
28 de October, 2025
Conecta
Como proteger sua operação digital em meio a um apagão cibernético?
O apagão cibernético da última semana na Amazon Web Services (AWS) mostrou duas faces de uma mesma realidade. Se por um lado evidenciou o quanto o varejo moderno é digitalizado, por outro confirmou como ele é dependente. Diversas foram as empresas e segmentos fortemente impactados pela falha crítica na principal região da AWS, na Virgínia nos Estados Unidos. Para dimensionar o tamanho da questão, segundo o Downdetector, mais de 2 mil empresas registraram interrupções simultâneas, em um impacto global que atingiu milhões de pessoas, Nesse cenário caótico, o consumidor também foi afetado. E, para o cliente, isso não é só uma questão de serviço, mas de experiência. Em sua jornada, ele enxerga uma compra não finalizada, um sistema que não funciona corretamente. Para o varejista, isso significa prejuízo a uma reputação construída por anos de trabalho. Porém, é preciso entender uma questão pontual. O risco não está na falha do sistema em si, mas em não possuir um plano de mitigação. A falta de contingência, de visão sistêmica, de governança digital é a falha que parte do próprio negócio e não da digitalização. É necessário encarar o investimento em infraestrutura de TI como estratégia de operação. A diferença entre perder um dia e correr o risco de perder o negócio está em antecipar os problemas com prevenção. Anderson Ozawa, CEO da Aozawa Consultoria, dá cinco dicas de ações aos supermercadistas diante desse cenário: 1 - Planeje para a falha: ter nuvem não basta, é preciso resiliência arquitetônica, redundância, simulações de desastre e planos de continuidade; 2 - Evite opções únicas: se toda a operação depende de um provedor ou região, existe vulnerabilidade. Avaliar opções como multi-cloud, redundância e diversificação, são ações preventivas; 3 - Comunicação é essencial: se houver uma falha, informe rapidamente seus clientes, com muita clareza, empatia e ações futuras. Ser transparente é mais importante do que garantir o uptime; 4 - Monitore e reaja rapidamente: as estatísticas indicam uma demora em mais de 30 minutos para detectar falhas, podem perder até 70% do valor de recuperação para as empresas; 5 – Trabalho contínuo: ações como treinamentos, integração de áreas de negócio com TI e definição de calendários de backups operacionais ajudam na cultura e entendimento que transformação digital sem plano B é uma ilusão que custa caro. A tecnologia não é a garantia de crescimento. Sem planejamento, estratégia e resiliência os resultados são mais frutos do acaso do que uma realidade constante. Cada segundo de estabilidade nas operações no mundo digital são fundamentais para manter a confiança do consumidor e converter acessos em vendas. Colocar em risco o ativo vital da Era Digital é colocar em risco o próprio negócio.
28 de October, 2025
Comportamento & tendência
Ruptura nos supermercados recua em setembro. ASSERJ te conta os motivos
O destaque para o desempenho foi a recomposição de estoques em itens básicos da cesta do consumidor.
28 de October, 2025
Comportamento & tendência
Identificação por CPF: o gargalo que impede supermercados de conhecerem seus clientes
A lacuna tecnológica ainda existente no varejo supermercadista afeta diretamente competitividade e rentabilidade.
28 de October, 2025
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