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Economia
Ações sustentáveis fidelizam clientes nos supermercados
As redes Vianense, Supermarket e Zona Sul são algumas das que promovem coleta de óleo de cozinha e tampinhas plásticas para reciclagem, entre outras iniciativas O tema da sustentabilidade em supermercados não é um assunto novo, mas o interesse do consumidor por produtos e empresas que colocam esse tema em prática vem se intensificando a ponto de influenciar sua decisão de compra. Segundo pesquisa da consultoria Bain & Company, divulgada no Infor Channel com 23 mil consumidores, 64% dos entrevistados demonstraram altos níveis de apoio às ações sustentáveis no varejo. Além disso, 50% apontaram que esse aspecto é um dos principais critérios de compra. Outro dado interessante dessa pesquisa é que, em alguns países como Índia, Indonésia, Brasil e China, as pessoas estão dispostas a pagar entre 15% e 20% a mais pelos produtos chamados verdes. Uma das inciativas com maior adesão dos consumidores e supermercadistas é a coleta de óleo de cozinha e de tampinhas plásticas. Para a reciclagem do óleo, as redes Vianense, Supermarket e Zona Sul instalaram displays coletores localizados na entrada das filiais. Assim, aumentam as chances de descarte ambientalmente correto do óleo de cozinha usado. Todo o volume arrecadado é recolhido por empresas especializadas e transformado em artigos mais sustentáveis. Podem ser produzidos sabão, biodiesel, tintas, resinas, adesivos e até massa para vidraceiro. O descarte do óleo de cozinha usado não deve ser feito no ralo da pia, no vaso sanitário e nem com o lixo orgânico, pois esses destinos incorretos levam à contaminação dos mananciais aquáticos, do solo e da atmosfera. Já as tampinhas coletadas são encaminhadas para entidades assistenciais que separam por cor, armazenam os pacotes e vendem o material. O valor arrecadado é repassado a instituições para a aquisição de mantimentos, ração animal, castração animal, alimentos para pessoas em situação de rua, e cadeiras de rodas. No que diz respeito à redução do desperdício de alimentos, as redes com restaurantes aproveitam os produtos maduros de hortifruti em deliciosas receitas. A solução perfeita: boa para o cliente e rentável para o supermercadista.
26/01/2024
Economia
Dólar pesa e itens da cesta básica deverão subir em 2024
Supermercados precisarão pensar em novas estratégias para não aumentarem os preços dos produtos da cesta básica. Segundo o Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br), os preços das matérias-primas (agrícolas, energia e mineirais) caíram para o menor patamar nos últimos dois anos, devido a retração das commodities no setor do agro. Isso representa um crescente perigo para alguns itens básicos que completam a cesta básica de alimentos dos brasileiros, que já possui expectativa de encarecimento em 2024. Em dezembro de 2023, os últimos números apresentados do índice registravam 342,77 pontos pouco acima dos 340,69 de 2021. O assessor especial do Ministério da Agricultura, Ernesto Augustin, para o jornal 'O Globo' afirmou que "a rentabilidade está muito baixa, porque os preços dos insumos permanecem elevados", e apontou que a expectativa é de queda nesses valores para os próximos meses. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), da Universidade de São Paulo (USP), o preço da soja, principal commoditie agrícola da exportação brasileira recuou em 23,6% em janeiro, comparado ao mesmo valor de janeiro de 2023. O milho e o café também apresentaram quedas acentuadas, em 20,4% e 13,3 %, respectivamente. "O índice de inflação geral em 2023 foi limitado pela queda nos preços dos alimentos e bebidas vendidos nos supermercados do Rio e do Brasil. Esse fenômeno acompanhou a safra recorde colhida pelo agronegócio brasileiro, que derrubou os preços dos produtos in natura e dos industrializados", afirmou William Figueiredo, consultor da Asserj. Para a confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), cadeias de produtos como café, carne bovina, milho, soja, algodão, tiveram uma redução de 30% nos preços reais em 2023. Os números de queda entram em contraste com o crescimento de 15% do PIB agropecuário do país em 2023. "Deve ter uma queda de 0,8% no volume de produção este ano, em função de fatores climáticos, com quebras de safras em várias cadeias de produtos. No agronegócio, que é mais amplo que a agropecuária, podemos cair 2% ou ficar estagnados, no melhor cenário", analisou Bruno Lucchi, diretor técnico da CNA. Cesta básica Em um levantamento da empresa de inteligência de mercado Horus com a Fundação Getúlio Vargas, o Rio de Janeiro teve, em dezembro de 2023, a cesta básica mais cara do Brasil. Avaliada em R$ 946,00, são cerca de 8% de aumento em comparação com janeiro de 2023, quando fechou em R$ 874,00. Segundo a análise da FGV, dos 18 produtos da cesta básica, o arroz foi um dos mais impactados, com uma alta de 2,9% pelo quarto mês consecutivo. Ainda assim, a população sentiu mais o preço nos legumes com aumento de 10,2%, e nas frutas, com de 7,2%. Itens como banana, vendida em média a R$ 12 reais o quilo, e a batata inglesa, que praticamente dobrou de preço, chegando a R$ 10,98 o quilo, pioram a complexidade do cenário. O aumento do valor final da cesta básica é um reflexo direto da inflação, o índice do mês de dezembro, medido pelo IBGE, divulgado em janeiro, apontou que o IPCA, ficou em 0,65% no Rio, acima dos 0,56% da média nacional. Para o presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, Fábio Queiroz, o cenário da cesta básica no estado requer uma cautela com o bolso do consumidor, "A posição dos supermercadistas é de tentar encontrar o melhor preço nas prateleiras, e por isso, nenhum preço será decidido sem antes estudarmos os fatores externos. Por hora, manteremos as expectativas, e vamos esperando por algumas melhoras no cenário". Soja deve disparar O baixo crescimento econômico da China e a crise sem fim na Argentina atingirão em cheio produtos importantes da cesta básica brasileira. Em uma avaliação da Empiricus Research, o Federal Reserve, considerado o Banco Central dos Estados Unidos, enxerga uma expectativa dos números de consumo nos Estados Unidos de janeiro e fevereiro de 2024 com um corte nos juros em março. A expectativa da queda dos juros entre março e maio de 2024, reflete na projeção do dólar abaixo dos R$ 5,00, o que significaria uma estabilidade na inflação brasileira e o indicativo de mais um corte de juros do Banco Central do Brasil, o terceiro desde setembro de 2023. "No último trimestre de 2023, a inflação voltou com força no varejo de supermercado, puxando os índices de inflação", afirma William Ferreira. Juntamente com o arroz e o feijão, a soja deverá ser novamente influenciada pelo dólar, além de outros fatores como a baixa procura do mercado chinês, principal consumidor da commoditie brasileira e a crise na Argentina, que também diminuiu a procura do item no mercado nacional. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o Mato-Grosso, um dos principais produtores de soja no Brasil, estima a pior safra nos últimos 15 anos, com uma queda de 13,9% na safra inicial de 2024. A expectativa é de alta no preço do óleo de soja e seus derivados. "2024 não deverá repetir o resultado de queda nos preços dos alimentos, tendo em vista a menor safra esperada e aumentos acima da inflação já enunciados em insumos bases, como mão de obra e energia elétrica. O carrinho de compras deve ficar mais caro esse ano. Mais do que nunca, importante o consumidor pesquisar preços e estar atento às ofertas anunciadas", completou William Ferreira.
26/01/2024
Prezunic inaugura loja na Barra da Tijuca
Nova unidade é a 37ª da rede de supermercados carioca Dando sequência à série de aberturas de novas lojas ocorrida em 2023, a rede de supermercados carioca Prezunic inaugura mais uma unidade, desta vez, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Assim, o Prezunic passa a contar com 37 lojas no RJ, nas zonas Sul e Oeste da capital e também em municípios da Região Metropolitana e Baixada Fluminense. A inauguração está marcada para as 10h da próxima terça-feira (30). A nova unidade fica na Avenida das Américas, 4.245, na Barra da Tijuca, a 500 metros da Estação Parque das Rosas do BRT.
26/01/2024
Ação de trade marketing das batatas long chips faz sucesso no Supermarket Barra Blue
E você já conhece os snacks de batata em formato de lâminas? Destacamos mais uma ação de trade que é sucesso certo com os consumidores na ida aos supermercados. De terça a sexta, os clientes do Supermarket Barra Blue podem degustar o salgadinho crocante a base de batata. Eles chamam a atenção por serem super longos. A promotora oferece os petiscos, das 10h às 14h. São 11 sabores incluindo queijo, cebola, tomate, manjericão, além do original. Importados da Letônia, na Europa, os chips são fritos em óleo de canola de alta qualidade por apenas 10 segundos, o que faz com que fiquem crocantes e não tão gordurosos quanto as batatas fritas clássicas. Os salgadinhos são vendidos em embalagens com 75 gramas. A versão tradicional tem uma textura crocante e fininha, característica dos chips de batata. Com sabor suave e levemente salgado, sem adicional de temperos e aromatizantes específicos, é a opção ideal para aqueles que apreciam lanches práticos e rápidos. Podem ser saboreados ao natural ou combinados com receitas mexicanas como guacamole, sour cream ou chili com carne. Outra opção é acompanhar com molhos, pastas e patês. Com tantas delícias disponíveis, as idas ao supermercado se tornam boas experiências gastronômicas e uma forma simpática e saborosa de incentivar a compra por impulso. Afinal, que é que não gosta de levar para casa uma novidade para comer com a família ou amigos?
26/01/2024
Economia
Inflação: IPCA desacelera em janeiro e interfere na confiança do consumidor
O IPCA-15 apontou uma desaceleração no ritmo da inflação oficial do Brasil que seguia crescimento desde outubro de 2023. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou nesta sexta-feira, 26, o IPCA-15, uma prévia da inflação oficial do Brasil. Segundo a análise apresentada, a tendência de desaceleração crescente que acontece desde outubro de 2023 foi interrompida com uma leve alta de apenas 0,31% em janeiro. Os números vieram abaixo do esperado, em um consenso com o LSEG, que apontava uma inflação média de 0,47%. Nos últimos 12 meses, o índice do IPCA-15 variou para 4,47%, em comparação com os 4,72% observados nos 12 meses até dezembro de 2022. Os analistas apontavam um consenso de 4,63%. Segundo o 'Infomoney', a expectativa para a prévia da inflação era de um processo crescente de desaceleração desde outubro, quando subiu 0,21%, seguido por 0,33% em novembro e 0,40% em dezembro, respectivamente. Segundo o IBGE, dos 9 grupos analisados, sete registraram alta em janeiro, principalmente, alimentos e bebidas, com a maior variação (1,53%) e o maior impacto (0,32 p.p.). A alimentação por domicílio cresceu cerca de 2,04% em janeiro. O índice apontou outros crescimentos em produtos essenciais para os brasileiros como: batata-inglesa (25,95%), tomate (11,19%), arroz (5,85%), frutas (5,45%) e carnes (0,94%). Estudo aponta queda na confiança do consumidor Pelo quarto mês consecutivo, Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela Fundação Getúlio Vargas/Ibre, revelou mais uma queda em 2,4 no mês de janeiro chegando em 90,8 pontos, o menor nível desde maio de 2023. Segundo o relatório desenvolvido pela FGV/Ibre, o ICC seguiu uma tendência de queda esperada pelo mercado, que vive um ritmo de desaceleração desde setembro de 2023. A análise responsabiliza a piora das perspectivas do cenário econômico atual e projeta uma expectativa de preocupação para os consumidores das classes sociais mais populares. O Índice da Situação Atual, outro termômetro para avaliar a preocupação do consumidor, teve queda de 2,7 pontos, indo para 77,6 pontos, menor nível desde julho de 2023 (77,0 pontos). Acompanhando o ritmo de quedas, o Índice de Expectativas (IE) recuou 2,3 pontos, para 100,2 pontos. A avaliação final da FGV é de que há uma tendência de queda na confiança dos consumidores de todas as classes sociais abaixo da renda média de R$ 9.600,00. Famílias com a renda em torno de R$ 2.100,00, vivem com a menor taxa de confiança desde abril de 2023.
26/01/2024
Associados em foco
Wine bar do Vianense Recreio serve vinhos sofisticados em taça
O supermercado colocou à disposição oito vinhos, selecionados pelos donos da rede, Mario e Fátima Viana Não é todo dia que temos a oportunidade de provar vinhos sofisticados e bem caros. A filial do Vianense, no Recreio dos Bandeirantes, promete uma experiência enológica única ao colocar esses rótulos à disposição dos consumidores, que pagam apenas pelas doses, tornando a experiência mais acessível. São oito vinhos disponíveis na adega climatizada, onde o cliente tem opção de escolher uma, duas ou três taças do rótulo escolhido. A adega climatizada, instalada na área do restaurante, é a única do tipo na região do Recreio. Os rótulos são trocados com frequência de modo que os clientes tenham a oportunidade de degustar marcas diversas - de quinze em quinze dias têm novidades para os amantes do vinho. A gerente comercial, Alessandra Batalha, disse que “a proposta com o Wine Bar é trazer para o cliente a experiência diferenciada e a possibilidade de degustar rótulos raros e com valores mais altos. Na área de vendas, na nossa adega, oferecemos marcas de todos os países com preços variados, selecionados pelo nosso diretor Antonio Ariki. Queremos ser uma referência na oferta de vinhos aqui no Recreio”. A loja conta com o talento de um sommelier, que, às quartas-feiras, apresenta as bebidas e dá dicas de harmonização. Às sextas-feiras, o supermercado promove degustações, que são muito bem aceitas e incrementam as vendas. Esta ação é mais uma prova que o varejo supermercadista está, a cada dia, inovando os seus formatos, buscando uma constante interação com os consumidores. É o supermercado se tornando cada vez mais uma experiência completa na vida das famílias brasileiras, indo muito além do abastecimento. Que tal um #sextou com pizza e vinho no Vianense Recreio?
26/01/2024
Economia
Empresa controladora do Grupo Pão de Açúcar acerta venda de grande parte dos seus supermercados
Endividado, o Grupo Casino Guichard-Perrachon anunciou a venda de mais de 288 supermercados para os rivais Groupement Les Mousquetaires e Auchan Retail France. A rede varejista francesa, Casino Guichard-Perrachon, anunciou na quarta-feira, 24, a venda de cerca de 288 filiais de supermercados de diversas marcas para as rivais Groupement Les Mousquetaires e Auchan Retail France, por cerca de €1,3 bilhão, cerca de R$ 6,3 bilhões. Segundo a 'Isto é', a expectativa é que a venda seja concluída no segundo trimestre de 2024, confirmaram representantes da operação de compra das filiais. A venda faz parte de um pacote de medidas tomadas pela Casino para se reestruturar após anos de crise financeira. O grupo francês controla as operações do Grupo Pão de Açúcar (GPA) no Brasil, e havia confirmado também a intenção de se desfazer de seu percentual acionário da rede varejista brasileira em 2024. A informação pegou a diretoria do GPA de surpresa, mas foi confirmada no último trimestre de 2023. Em outubro, o Casino recebeu um aporte financeiro de valor não revelado de um consórcio liderado pelo bilionário tcheco Daniel Kretinsky, que exigiu o compromisso de venda dessas filiais. Em Paris, as ações da Casino foram suspensa na bolsa de valores da capital francesa, após uma valorização de 8% na terça-feira. Grupo Pão de Açúcar vende ações da Éxito Horas depois do anúncio de venda das filiais pertencentes ao grupo Casino, o GPA se pronuniciou publicamente confirmando o recebimento de US$ 156,4 milhões, cerca de R$ 760 milhões da venda da participação da empresa brasileira no grupo Éxito, uma das gigantes do varejo da Colômbia. O GPA vem desde 2023 em um processo de reestruturação interna e concluiu o segundo trimestre do ano passado no azul com o recebimento de R$ 1,5 bilhão de reais com a venda de ativos considerados não essenciais. “A conclusão da venda do Éxito marca o estágio mais relevante do plano de venda de ativos não core com o objetivo de não apenas reduzir a alavancagem financeira da companhia, mas também melhorar a eficiência na alocação de capital”, afirmou o comunicado do GPA. Em novembro de 2023, o GPA concluiu as negociações de venda da sua participação indireta (34%) da Cnova para seu acionista controlador, Casino. A transação envolveu cerca de 10 milhões de euros (R$ 53,5 milhões), no qual o grupo varejista francês passa a ter participação societária de 98,8% do capital social total da Cnova.
26/01/2024
Associados em foco
Carrinho adaptado para pets acompanharem donos nas compras encanta nos supermercados
As filiais da Casa do Arroz, no Médio Paraíba, e o Supermarket Barra Blue, no Rio, aderiram à cultura pet friendly Com a entrada de pets liberada pelo decreto municipal 51262 de 2022, alguns supermercados passaram a utilizar os carrinhos adaptados. Todas as filiais da Casa do Arroz, em Barra do Piraí e Valença, e o Supermarket Barra Blue, na Barra da Tijuca, adotaram o carrinho que tem um espaço fechado para acomodar doguinhos e gatinhos. A rede de supermercados Casa do Arroz apostou na novidade que agradou aos clientes. A diretora de Marketing, Cíntia Viegas Rossi Coutinho, explica que “o uso do carrinho para pet na nossa rede é mais uma iniciativa que demonstra o compromisso da empresa em oferecer soluções inovadoras e pensadas no bem-estar de seus clientes. Afinal, os animais de estimação são membros da família e merecem ser incluídos em todas as atividades do dia a dia. Quem não quiser usar o carrinho pode aderir à coleiras ou carregar o pet no colo”. Os clientes gostaram tanto da novidade que tiram fotos e publicam nas redes sociais marcando o estabelecimento. O gerente do Supermarket Barra Blue, Marcos André Costa, conta que já teve que olhar o cachorrinho de um rapaz enquanto ele realizava suas compras. “Ele estava com o animal e precisava fazer compras. O bichinho chorava sem parar e tive que ajudar. Se já tivéssemos o carrinho, seria muito mais confortável para o cliente e o bichinho”, afirma. Pets no Brasil De acordo com o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem a segunda maior população de cães, gatos e aves canoras e ornamentais em todo o mundo, e é o terceiro maior país em população total de animais de estimação. São 54,2 milhões de cães, 23,9 milhões de gatos, 19,1 milhões de peixes, 39,8 milhões de aves e mais 2,3 milhões de outras espécies. O total é de 139,3 milhões de pets. Como a população já chega a 213 milhões de habitantes, o número de pets representa mais da metade dos brasileiros. O Sudeste é a região com a maior concentração de animais, com 47,4%. Alô, Rio de Janeiro!
25/01/2024
Indústria em cena
Novo preço médio do pacote de 5kg do arroz fica a partir de R$25,00
Produto segue expectativa por alta depois do acumulado de 24% de aumento em 2023, segundo levantamento do IPCA. Tradicionalmente presente nos pratos de milhões de brasileiros, o arroz deverá encarar mais uma alta em 2024 e puxar a fila de alimentos que vão crescer o custo final. Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o acumulado entre janeiro e dezembro de 2023 foi de 24,54% no país. É a maior alta registrada no produto desde 2021, quando o acumulado chegou a impressionantes 32,68%. Os números foram os mais elevados desde 2020, no auge da pandemia, onde o crescimento atingiu o teto histórico de 76,01%. Segundo o IPCA, o arroz vai na contramão de outros produtos na alimentação média por domicílio que registrou uma queda de 0,52%, a primeira deflação desde 2017, segundo o IBGE. Em dezembro de 2023, o IPCA registrou um aumento de 5,81% no preço final do arroz, a maior alta do cereal em um mês no IPCA desde novembro de 2020 (6,28%). Segundo analistas da Folha de São Paulo, os motivos para o crescimento no preço do arroz vem diretamente da redução da oferta entressafra, do preço no mercado externo e da piora da colheita na região sul do país, em especial, do Rio Grande do Sul, o maior produtor de arroz do Brasil, com cerca de 70% da carga nacional. O preço médio do saco de 5kg de arroz nas prateleiras de supermercados está em R$ 25,48 e a tendência é uma rigidez nesses números iniciais. O valor é 26% maior do que o mês anterior, dezembro de 2023, onde o saco de 5kg podia ser encontrado a preços de R$ 20,21. A tendência é que um recuo no preço desse cereal e de outros tradicionais no prato dos brasileiros como farinha e feijão, só acontecerá após o fim da safra 2023/24, onde os reflexos desse cenário chegarão, de fato, ao bolso do consumidor a partir de abril desse ano. O cultivo de milho e soja, privilegiados com mais terras para a produção em detrimento ao arroz, e as mudanças climáticas no sul do Brasil, são fatores muito importantes para calcular o preço final do produto. Segundo a análise da Folha de São Paulo, o ingresso do arroz colhido do Paraguai poderá dar um 'alívio' nas gôndolas dos mercados. Segundo dados da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), os próximos dias serão de um leve reajuste no preço do arroz, que se concentrará em apenas 7%, enquanto o feijão, será o 'vilão' da cesta básica, com um reajuste que poderá ultrapassar os 12%.
25/01/2024
Fechamento em feriados pode atrapalhar abastecimento das famílias, diz presidente da Asserj
Setor supermercadista é essencial para o abastecimento, diz presidente da Asserj sobre fechamento de lojas em feriados Considerado essencial para a sociedade, os supermercados comprovara sua necessidade durante a pandemia, quando o setor não parou, em momento algum o abastecimento da população, garantindo a comida na mesa dos brasileiros. O Presidente da Asserj, Fábio Queiroz, reitera a importância do supermercado abrir independentemente de qualquer feriado existente. "Precisamos sempre reiterar a necessidade de estarmos de portas abertas, inclusive nos feriados. Somos uma parte essencial da sociedade e, portanto, é crucial que possamos reverter qualquer tentativa de fechamento dos supermercados e lutar para manter o equilíbrio no abastecimento das famílias", comentou Fábio sobre o fechamento dos supermercados nos feriados em 2024. A medida, inclusive, pode fazer com que trabalhadores percam até um salário mínimo com os feriados em 2024, segundo estimativas levantadas por lojistas. A informação é do jornal Extra. Empresários lojistas fizeram um levantamento que estimou prejuízos na casa dos R$ 7 bilhões para o comércio apenas com os feriados em 2024. Ao todo serão 10 datas nacional, 2 estaduais e 2 municipais, uma perda de vendas considerável em um ano apontado como retomada para o setor. O Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio) são os responsáveis por essa estimativa. Das 14 folgas previstas no calendário, 9 cairão em dias de semana, três apenas na semana do carnaval, sem contar os dias que poderão ter 'enforcamento'. Ao longo do ano, o comércio terá 15 dias de movimento prejudicado com as lojas fechadas. Segundo o levantamento, a cada dia fechado, o prejuízo poderá chegar em R$ 510 milhões. O presidente das duas entidades, Aldo Gonçalves, o fechamento das lojas em feriados e o possível 'enforcamento' das datas, renderão a cada trabalhador quase um salário mínimo de prejuízo.
25/01/2024
Crise na Argentina: Saiba como ela impacta o mercado varejista e os supermercados
Empresas do varejo brasileiro acompanham os desdobramentos da dura crise na Argentina após as presidenciais de 2023. O novo governo argentino liderado pelo ultra-liberal, Javier Milei, enfrentou ontem, 24, a sua primeira greve geral, convocada pela Central Geral de Trabalhadores, ligada ao tradicional peronismo argentino, em uma mobilização que criticou abertamente as bruscas mudanças econômicas propostas pelo presidente. Segundo os organizadores da manifestação, cerca de 1,5 milhão de pessoas em todo o país participaram dos protestos, sendo 350 mil apenas na capital Buenos Aires. Segundo o governo, apenas 40 mil trabalhadores participaram da passeata. Milei e setores estratégicos da Argentina vivem em pé de guerra por discordâncias na condução econômica, principalmente, nos direitos dos trabalhadores e no fim dos subsídios pagos pelo governo federal para manter empregos no varejo argentino e na indústria. A situação reflete diretamente o mercado brasileiro. A Argentina é o quarto mercado mais consumidor do Brasil, em especial dos setores do varejo e alimentos. Com o fim dos subsídios, e do aumento recorde da inflação, os 'hermanos' devem negociar suas compras ou procurar mercados alternativos. A balança comercial entre Brasil e Argentina movimentou cerca de US$ 22 bilhões em 2023, cerca de R$ 108 bilhões, de acordo com a cotação atual. Entre os produtos mais comercializados estão carros e outros itens da indústria automotiva, minério de ferro e grãos. E é comum que grandes multinacionais usem as praças dos dois países para exportar no restante da América Latina. Idean Alves, chefe da mesa de operações da Ação Brasil Investimentos, aponta para o risco da diminuição na parceria com os 'hermanos'. “Entre os efeitos negativos imediatos, temos a menor intensidade comercial entre Brasil e Argentina, sendo este um dos principais parceiros comerciais do Brasil na América do Sul”, afirma. Preços nas gôndolas é um mistério Segundo o relatório do Indicador de Comércio Exterior (Icomex) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o preço da balança comercial brasileira vai sofrer alterações consideráveis em 2024 devido as mudanças nas economias dos Estados Unidos, União Europeia, China e Argentina, os principais parceiros comerciais do Brasil. Segundo o Icomex, a saída do país, momentâneamente, do Mercosul, representa que produtos importados da Argentina e que estão presentes nas gôndulas dos supermercados poderão voltar a ser tarifados, e com isso, terem seus preços disparados. O preço da carne bovina, suína e o azeite, além dos tradicionais vinhos, principais produtos alimentícios importados dos 'hermanos' sofrerão alterações nos próximos meses. O Governo Federal, ainda aguarda o posicionamento final do ministro da Fazenda da Argentina, Luiz Caputo, sobre a decisão de interromper acordos comerciais com o Mercosul. O presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, Asserj, Fábio Queiroz, afirma que a expectativa é que o varejo consiga segurar os preços nas gôndolas. "Mesmo com a indefinição dos próximos dias na economia da Argentina, acho que os produtos que eles exportam para os mercados brasileiros podem ter um reajuste quase nulo, principalmente, se tivermos bons números do agronegócio brasileiro em 2024", pontuou.
25/01/2024
Associados em foco
Vianense do Recreio atrai clientela com amplo restaurante e muitas novidades
Adega com vinhos sofisticados vendidos em doses, ações diárias de trade marketing, carrinho de trenzinho para crianças e restaurante conquistam consumidores das redondezas Aberto às 7h30 com um delicioso e farto café da manhã, o restaurante da filial Recreio do Vianense Supermercados caiu no gosto de quem mora ou trabalha na região. Durante o dia e à noite é intenso o movimento na área de alimentação antes ou depois das compras. A abertura do espaço trouxe novos clientes, principalmente pessoas que trabalham no entorno e buscam refeições de qualidade e atendimento ágil. O mobiliário de madeira traz um toque rústico de fazenda tornando o ambiente mais aconchegante. A gerente comercial Alessandra Batalha conta que a filial tem ótima performance. “A nossa proposta é trazer conforto ao cliente e proporcionar experiências agradáveis. Por isso, investimos muito no restaurante com variedade de alimentos e bebidas. A reposta foi a melhor possível”, explica Batalha. Para dar conta da demanda, a loja possui um chef, um souschef, três cozinheiros e cinco auxiliares que preparam café da manhã, almoço, lanche da tarde e pizzas e massas à noite. A filial do Recreio é a segunda da rede com restaurante. A pioneira foi a loja da Freguesia, em Jacarepaguá. A adega climatizada com vinhos sofisticados é outra atração do supermercado. O cliente pode experimentar rótulos caríssimos pagando apenas pelas doses que consumir. A carta de vinhos é trocada a cada 15 dias. Embora com foco na clientela de maior poder aquisitivo, a rede mantém no mix de produtos marcas com preços mais em conta para atender moradores da comunidade do Terreirão. Segundo Alessandra Batalha, a rede vem de um histórico em áreas mais carentes na Baixada Fluminense e, por isso, também tem olhar para as pessoas de baixa renda. O supermercado do Recreio possui 147 funcionários e 16 posições de checkout. Muitos colaboradores são moradores da Zona Oeste, principalmente, de Santa Cruz e Paciência. Na área de vendas, os clientes podem degustar alimentos nas ações diárias de trade e os pequenos se encantam com um carrinho em formato de trem adaptado ao de compras, guiado pelo acompanhante. Quem aí tem dúvidas de que a memória afetiva dessas crianças foi impactada com sucesso? A preocupação com a sustentabilidade está em toda loja, que faz coleta de óleo de cozinha e de tampinhas plásticas para reciclagem. A abertura do restaurante também resolveu a questão do desperdício de alimentos: frutas e legumes muito maduros são aproveitados no preparo dos pratos. A filial conta ainda com sistema próprio de delivery, via WhatsApp, e também tem parceria com o IFood. Vamos lá conhecer o supermercado?
25/01/2024
Associados em foco
Conecta
Campanha 'Nestlé viajar faz bem' faz ativação nos supermercados com promotoras de mais de 60 anos
Em parceria com a Latam Pass, a promoção vai até o dia 15 de fevereiro com sorteios diários de viagens, brindes e pontos em milhas Como parte da promoção “Nestlé viajar faz bem”, a empresa realiza diversas ativações para consumidores da marca em lojas e supermercados espalhados pelo Brasil. Todas as pessoas contratadas temporariamente para trabalharem no atendimento ao público têm mais de 60 anos e vestem uniformes que lembram aeromoças e comissários de bordo. O objetivo é criar oportunidades de carreira a diferentes públicos e reduzir barreiras à inclusão. Nas redes Supermarket e Vianense, por exemplo, as promotoras trabalham de quarta a domingo das 10h às 19h, apresentando os detalhes da campanha, os prêmios e distribuindo brindes. E pode acreditar, a abordagem é digna de um momento a bordo. Para participar da promoção “Nestlé Viajar Faz Bem”, o consumidor deverá adquirir os produtos participantes e cadastrar a nota fiscal no site ou via WhatsApp (11) 95682-4818. Imediatamente a pessoa saberá se ganhou viagens de até doze mil reais ou prêmios instantâneos (mala personalizada e pontos LATAM Pass). Em paralelo, a cada produto cadastrado, é gerado um número da sorte para o sorteio final de R$ 1 milhão. A campanha é válida para todo o Brasil até o dia 15 de fevereiro de 2024 às 18h (horário de Brasília).
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Minuto ASSERJ
No ritmo da Páscoa, Supermarket Blue vira Fábrica de Chocolate neste sábado (28)
3/27/26, 5:00 PM
Guanabara amplia equipe e fortalece sua operação no varejo supermercadista
2/11/26, 4:00 PM
Está sabendo? GPA anuncia novo CFO
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