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Os próximos passos da ALAS, agora sob a gestão do presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz
Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ, agora também presidirá a Associação das Américas de Supermercados (ALAS). Eleito no dia 1º deste mês para comandar a entidade no biênio 2026-2027, Queiróz já anunciou que dará sequência à gestão de Jaime Cabal, atual mandatário da ALAS. Porém, além disso, Queiróz pretende promover diversas iniciativas durante seu mandato, trazendo uma visão estratégica voltada para inovação, integração e fortalecimento do setor supermercadista nas Américas. Com foco em transformar desafios em oportunidades, sua atuação será pautada em três eixos centrais: inovação, eventos e governança, com o compromisso de levar as melhores práticas e experiências para todos os países associados. Entre os principais objetivos de sua gestão, destaca-se a ampliação da representatividade da ALAS, buscando incluir mais nações associadas, fortalecendo a voz do setor no cenário internacional e promovendo um associativismo verdadeiramente participativo. Outro foco estratégico é a educação e capacitação do varejo supermercadista, com a expansão do Workshop ALAS e a criação da Escola ASSERJ-ALAS, iniciativa que levará a atuação da Escola ASSERJ a nível continental, disseminando conhecimento especializado para os mais diversos profissionais. No campo da inovação, a presidência de Fábio Queiróz visará consolidar o varejo supermercadista como protagonista em tecnologia e inovação, criando oportunidades para que os associados adotem tendências, melhorem processos e aumentem a eficiência operacional. Nesse sentido, a ALAS terá um palco próprio no São Paulo Innovation Week, reforçando seu destaque e oferecendo um espaço exclusivo para apresentar tendências, cases e experiências de sucesso do setor supermercadista das Américas. "Nosso setor não pode ser apenas reativo. Precisamos antecipar tendências, conectar pessoas e gerar conhecimento. Com coragem e ousadia, queremos consolidar a ALAS como referência no varejo das Américas, mostrando que juntos podemos construir um ecossistema mais forte, inovador e sustentável", afirma Fábio Queiróz. Com essa visão estratégica, a ALAS inicia um novo ciclo de desenvolvimento, alinhando governança, educação e inovação para transformar desafios em resultados concretos para o setor supermercadista em toda a região das Américas.
06/10/2025
Indústria em cena
Que a Força esteja ... com os supermercados! Redes fluminenses viajam pela galáxia com a Coca-Cola
"Que a Força esteja com você." A frase marcou gerações nas telas de cinema com os icônicos personagens da saga Star Wars e agora ganha um significado especial nas gôndolas e fachadas dos supermercados do Rio de Janeiro. Isso porque as redes embarcam na colaboração entre Coca-Cola e Disney, transformando a Millennium Falcon em um portal para uma galáxia muito, muito distante dentro das lojas. Segundo Catarina Lopes, diretora de marketing da Coca-Cola Brasil, essa união faz todo sentido: "Coca-Cola e Star Wars são duas marcas com o mesmo objetivo: transformar memórias em experiências incríveis. No Brasil, ambas possuem fãs apaixonados e relevantes. Elas atravessam gerações, culturas e fronteiras, conectando pessoas e transportando-as para mundos completamente diferentes." Um exemplo claro dessa parceria está na unidade de Ipanema do Redeconomia SuperPrix, que recebeu ativações capazes de conquistar qualquer consumidor que passe em frente à loja. Fachadas temáticas, experiências imersivas e ações de retail media convidam os clientes a vivenciar o universo da saga, combinando nostalgia, memórias afetivas e o papel do supermercado como curador de experiências. Cada detalhe reforça o poder da ambientação no ponto de venda e mostra como o storytelling pode gerar conexão emocional, engajamento e valor para marcas e varejistas. Cristiane Arêas, gerente de Trade do grupo, complementa: “A proposta nasceu da oportunidade de inovar no ponto de venda. Vimos na Coca-Cola um parceiro estratégico para cocriar experiências que vão além da simples exposição de produtos, conectando marca e consumidor de forma mais intensa.” O trabalho conjunto resultou em uma transformação completa da loja de Ipanema, que se tornou um modelo de referência em atração visual e experiência do cliente. “Unimos forças para tornar a loja atrativa, engajante e visualmente impactante. Tivemos ativações importantes, como o envelopamento da fachada e área externa, adesivos de chão, testeiras, retail mídia, mídias online, push notifications, SMS, ações no CRM e no e-commerce. Essa execução 360º reforça nossa visão de integração entre canais e demonstra o poder da experiência no ponto de venda. Outras lojas também receberão novas temáticas”, detalha Cristiane. Essa abordagem integrada mostra como as lojas físicas podem se reinventar, combinando tecnologia, cultura pop e emoção. Entre fachadas emblemáticas, displays interativos, embalagens colecionáveis e QR Codes que desbloqueiam conteúdos exclusivos, a campanha reforça a importância de estratégias omnichannel: quando a experiência vai além da compra, nasce o verdadeiro diferencial competitivo ou, como dizem, o Lado Luminoso da Força do varejo supermercadista. “A ativação vai muito além da compra. Ela cria conexão emocional, gera lembrança de marca e fortalece a percepção de valor no momento da decisão. O cliente encontra uma loja mais viva, moderna e interativa, o que reforça o movimento do Prix em direção a experiências cada vez mais inovadoras, tendo a Coca-Cola como parceira estratégica do dia a dia”, acrescenta Cristiane Arêas. Mais do que uma ação promocional, a iniciativa exemplifica como a parceria entre indústria e varejo abastecedor pode criar momentos singulares para os consumidores. Ao unir a força de grandes marcas globais ao alcance e credibilidade do setor supermercadista, os varejistas reafirmam seu papel como espaço estratégico para inovação, relacionamento e construção de marca atraindo novos públicos, fortalecendo o ecossistema, impulsionando o consumo e oferecendo experiências únicas. “O segredo é alinhar estratégia e operação. Trabalhamos em conjunto com os times de Marketing, Trade, Comercial, Operações e com a Coca-Cola para desenhar um plano completo, contemplando comunicação visual, promo shoppers, mídia digital, retail media, experiência e abastecimento em loja, com alinhamento orquestrado entre equipes e fornecedores. O 360 acontece quando cada ponto de contato é pensado de forma integrada, garantindo consistência e execução end to end”, explica Cristiane. Em tempos de tantas transformações, ações como essa reforçam que o futuro do varejo supermercadista está na integração entre canais, onde cada ponto de contato se transforma em uma história. “Como próximos passos, estão programadas novas ativações sazonais incluindo a temática de Halloween, com promo shoppers especiais em algumas lojas, e as tradicionais ações de Natal, marco proprietário da Coca-Cola, que chegarão com forte conexão e relacionamento com o consumidor. Além disso, continuaremos avaliando os resultados em tempo real, monitorando impacto em vendas, engajamento e experiência do cliente. A partir dessa análise, o modelo poderá ser replicado e adaptado em outras lojas e categorias, reforçando a cultura de parcerias estratégicas no Prix”, conclui Cristiane Arêas. Outras ações A experiência também se destacou em lojas do Prezunic (Fonseca, em Niterói) e do Hortifruti Natural da Terra (HNT) (Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo), como pontua Bruno Ferreira, coordenador de Retail Media do HNT: "Uma entrega que traz a conexão da cultura pop com o nosso público, em um projeto que conecta o portfólio da Coca-Cola com Star Wars em toda nossa rede. Criamos estratégias com entregas especiais e do tamanho da grandeza desta saga". No caso do Hortifruti Natural da Terra, o grande trunfo também foi a integração entre os diversos canais, ampliando o contato dos clientes com a ativação, criando uma jornada completa, como relata Bruno Ferreira: "A omnicanalidade é a nossa Força nesta entrega e mais uma vez elevamos os poderes de nossos canais para que cada detalhe encante o público. Entregamos uma linda fechada na loja Voluntários da Pátria, no coração de Botafogo, gerando impacto para todos os passantes e com uma exposição super alinhada. Realizamos a ação compre e ganhe nos últimos dias, comunicando nossos clientes da loja, via WhatsApp, que ao comprar 06 latas ganhariam uma lembrança épica para que a Força esteja sempre ao lado deles e a cada gole". "Elevamos a comunicação, com nossas redes sociais, direcionando nossos seguidores a uma compra memorável em nossos canais de site e app Hortifruti, para que, em cada frente, o cliente se conecte com o discurso da ação. Sabemos também que uma jornada épica deve impactar o cliente dentro e fora das nossas lojas, por meio de nosso circuito de Digital Signage e Mídia Out of Home", completa o coordenador de Retail Media do HNT. Ações planejadas e integradas como a da "Coca-Cola x Star Wars" só se tornam possíveis quando indústria e supermercadistas caminham juntos, pavimentando caminhos a quatro mãos, tornando a Força do crescimento imbatível.
06/10/2025
Economia
Alívio no carrinho: tarifaço gera queda em alimentos essenciais em agosto. Confira os detalhes
Durante o primeiro mês de vigência da política tarifária unilateral imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o popular tarifaço, o mercado interno nacional viu, em agosto, quedas de preços em diversos alimentos presentes na lista de tarifação de exportação norte-americana. As análises estão presentes no levantamento "Variações de Preços: Brasil & Regiões", realizado pela Neogrid, que destaca legumes, ovos e carnes vermelhas como os principais responsáveis pelo alívio no carrinho de compras. Anna Carolina Fercher, líder de Dados Estratégicos na Neogrid, explica que a variação dos preços em agosto está diretamente ligada à taxação de importação dos Estados Unidos: "Como os EUA são um dos maiores compradores de carnes e derivados de soja do Brasil, o 'tarifaço' reduziu o volume exportado, elevando a oferta interna e pressionando os preços para baixo nessas categorias. O efeito não fica restrito à balança comercial, pois impacta diretamente o carrinho de compras dos brasileiros. Para os próximos meses, a expectativa é de que os preços permaneçam estáveis, refletindo uma inflação mais controlada". Maiores quedas A categoria com maior queda no período foi a de legumes, que registrou retração de 6,7% nos preços, influenciada também por melhores condições climáticas, além da maior oferta. Outro destaque foram os ovos, com redução média de 4%. Nas carnes, os cortes bovinos tiveram baixas de até 3,4%, enquanto a carne suína caiu cerca de 3%. Outro produto com queda relevante foi a farinha de mandioca, com dedução de 2,5%. A líder de Dados Estratégicos da Neogrid analisa: "Produtos com oferta elevada no mercado interno ainda podem registrar quedas adicionais, como os próprios cortes bovinos, carne suína e ovos, que já apresentaram retrações expressivas em agosto. Itens agrícolas, como legumes e farinha de mandioca, também têm espaço para recuos adicionais caso as condições climáticas sigam favoráveis e mantenham a produção elevada". Maiores altas Apesar das quedas consideráveis, outros segmentos foram na contramão e apresentaram alta de preços em agosto. O creme dental subiu 1,9%, a margarina 1,7%, o óleo de soja e o sal tiveram alta de 1,6% e a cerveja cresceu 1,2%. Entre as maiores altas acumuladas neste ano, lideram a lista: o café (tanto em pó quanto em grãos), com subida de 37,6%; margarina, com 6,3%; creme dental, com 5,7%; pão, com 2,1%; e refrigerantes, com elevação de 1,3%. Anna Carolina Fercher ressalta: "Algumas categorias que registraram alta recente, como margarina, óleo de soja e creme dental, podem ter os preços ajustados caso a oferta aumente ou a demanda desacelere nos próximos meses. Trata-se de um cenário diferente dos produtos com aumentos acumulados mais significativos ao longo do ano, como o café, que tende a manter patamares elevados, refletindo custos estruturais da cadeia produtiva e influência do mercado global". Impactos para o consumidor e para o varejo supermercadista O cenário observado em agosto demonstra como eventos externos, como o tarifaço norte-americano e as condições climáticas, podem gerar efeitos imediatos no dia a dia do consumidor. A redução nos preços de legumes, ovos e carnes não apenas alivia o custo final do carrinho de compras, mas ratifica a grande sensibilidade do mercado interno às mudanças na balança comercial e na oferta de produtos. Em contraponto, a alta em itens como café, margarina e creme dental também mostra que nem todas as categorias seguem o mesmo ritmo, o que reforça a importância de acompanhamento constante das variações de preços. "Nos próximos meses, a expectativa é que os preços dos alimentos se mantenham relativamente estáveis, o que ajuda a manter a inflação sob controle. Mas é importante lembrar que alguns fatores podem influenciar essa estabilidade, como os custos logísticos, a variação do câmbio, mudanças na demanda internacional e até questões diplomáticas que afetam importações e exportações. No Brasil, as variações climáticas têm um importante papel quando se trata em afetar os desempenhos das safras e gerar oscilações em itens básicos. Ou seja, mesmo com uma tendência de estabilidade, podem ocorrer variações pontuais", frisa a líder de Dados Estratégicos da Neogrid. Para o varejo abastecedor, os dados reafirmam a necessidade de atenção às flutuações de mercado, aos fatores externos que podem gerar impactos e ao comportamento do consumidor, pontos decisivos para otimização de estoques e estratégias de negociação com fornecedores, para garantir o abastecimento. Ou seja, em outras palavras, o mês de agosto apresentou para o nosso setor uma mescla de alívio e alerta: enquanto algumas categorias têm preços mais acessíveis, outras seguem em trajetória de alta, relembrando o dinamismo e a sensibilidade do mercado aos mais diversos fatores. Por fim, Anna Carolina aponta caminhos para supermercadistas: "Adotar estratégias mais assertivas de compra e reposição de estoque, priorizando negociações em categorias com expectativa de queda para garantir margens maiores e aproveitar janelas de oportunidade. Ao mesmo tempo, podem planejar promoções e campanhas em itens com preços em alta, ajustando volumes de compra e diversificando fornecedores para mitigar impactos no mix de produtos e manter competitividade".
06/10/2025
Associados em foco
Solidariedade em alta! Prezunic é reconhecido por ação contra a insegurança alimentar do Mesa Brasil
O varejo supermercadista não é chamado também de varejo abastecedor por uma simples construção frasal. Nosso setor tem a missão de garantir que as famílias tenham acesso à alimentos e produtos básicos. Mas mesmo com todos os esforços, ainda enfrentamos muitos desafios, por conta da abrupta desigualdade social que assola nosso país e, evidentemente, nosso estado. Ações que procurem combater esses problemas devem ser louvadas constantemente. Nesse contexto, o Prezunic, pelo quinto ano consecutivo, foi reconhecido como Empresa Parceira do Mesa Brasil RJ, iniciativa do Serviço Social do Comércio (Sesc) que integra a maior rede nacional de bancos de alimentos. E o selo não foi conquistado por uma atuação simples da rede. Apenas no primeiro semestre deste ano, o Prezunic doou mais de cinco toneladas de alimentos. A entrega da honraria ocorreu durante o Encontro de Parceiros, evento promovido pelo Sesc RJ. Representantes das lojas de Campo Grande, Vilar dos Teles, Santa Cruz, Nilópolis e Realengo, além das equipes de Segurança Alimentar e Prevenção de Perdas do grupo estiveram presentes. As doações do Prezunic para o Mesa Brasil RJ vão desde FLV a outros alimentos não perecíveis que, apesar de estarem fora dos padrões comerciais, mantém perfeitas condições para consumo. Os produtos doados são selecionados diretamente nas lojas do Prezunic e recolhidos pelo Sesc RJ, o que garante a destinação correta e segura dos produtos. Cerca de 90 mil pessoas são beneficiadas por instituições sociais cadastradas no programa. "É motivo de orgulho para o Prezunic colaborar com este projeto que reforça nosso compromisso com a responsabilidade social promovendo a alimentação saudável ao tempo em que reduz o desperdício de alimentos e impacta positivamente a vida de milhares de pessoas", afirma o Prezunic. Esse tipo de ação reforça a importância da união entre o setor privado e o terceiro setor no combate ao desperdício de alimentos, à fome e à insegurança alimentar. O compromisso social assumido pelo Prezunic também reflete um trabalho constante da Cencosud Brasil, grupo detentor da rede, que há 12 anos contribui com o Mesa Brasil também por meio de outras bandeiras, como a GBarbosa, no Nordeste, e Bretas, em Goiás. A ASSERJ parabeniza o Prezunic por mais essa conquista e reforça a importância de ações que unem responsabilidade social e sustentabilidade, ressaltando o propósito do nosso setor em gerar impactos positivo para a sociedade. Valorizar iniciativas que reduzem o desperdício e ampliam o acesso à alimentos é essencial para construir um varejo supermercadsita mais humano, colaborativo e comprometido com o desenvolvimento do Rio de Janeiro e do Brasil.
06/10/2025
Dia das Crianças 2025 deve ser o maior dos últimos 12 anos!
Uma data especial, que mobiliza o comércio brasileiro, e o varejo supermercadista não fica fora desse impacto: o Dia das Crianças. E as festividades deste ano podem registrar o melhor desempenho em mais de uma década. Segundo projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a data deve movimentar R$ 9,96 bilhões. O valor indica uma alta de 1,1% em relação a 2024. Especificamente sobre o varejo supermercadista, a CNC projeta uma movimentação de R$ 690 milhões em vendas. Fábio Bentes, economista-chefe da Confederação, aponta que o desempenho poderia ser melhor não fosse o atual cenário de juros e inflação no Brasil e, no caso do nosso setor, o impacto outros fatores, como questões internacionais, em produtos como o chocolate, um dos itens mais procurados no Dia das Crianças: "O chocolate tem na produção uma commodity (matérias-primas negociadas com cotações internacionais), o cacau. Sempre que temos algum choque no preço de uma commodity dessas, acabamos tendo uma repercussão no preço no mercado interno". Amplie suas vendas no Dia das Crianças! Algumas ações podem gerar aumento considerável nas vendas, mas é preciso estratégia e planejamento. Destacar itens, realizar promoções e focar na experiência do consumidor, além de incentivar a compra por impulso, são excelentes alternativas: - Visibilidade: organize gôndolas temáticas e destaque os produtos para a data; - Promoções e combos estratégicos: crie pacotes combinando itens para o público infantil; - Parcerias e experiências: invista em ações de degustação e atividades lúdicas para atrair famílias; - Comunicação segmentada: use redes sociais e encartes digitais para divulgar produtos, preços e promoções específicas para o público infantil e suas famílias. Com atenção às tendências de consumo, preços e experiências, o varejo supermercadista tem a oportunidade de potencializar as vendas e reforçar o relacionamento com os clientes. Lembramos também que a Revista Super Negócios da ASSERJ já destacou as celebrações do mês de outubro, como o Dia das Crianças e o Halloween, na editoria Boas Vendas da edição de setembro, trazendo insights de como atuar para ampliar o faturamento. CLIQUE AQUI E LEIA SOBRE.
06/10/2025
Atualidades
Coca-Cola tem nova head de marketing
A Coca-Cola Brasil anunciou Raquel Ribeiro como nova head de marketing da companhia. Ela assume o cargo após a saída de Ted Ketterer, que passa a atuar como vice-presidente de marketing da The Coca-Cola Company, em Atlanta (EUA). Ketterer ocupava a posição no Brasil desde 2022. Raquel está na empresa desde 2012 e, mais recentemente, exercia a função de diretora sênior de marketing de Sprite para a América Latina, marca que figura entre as que mais crescem no portfólio da companhia. Ao longo de sua trajetória, passou por áreas como shopper marketing, operações de franquia, marketing regional e gestão de categorias, contribuindo para o fortalecimento de marcas como Coca-Cola, Fuze Tea, Leão e Cristal. A executiva destacou acreditar no papel das marcas em “criar conexões reais com as pessoas e inspirar transformações culturais positivas”.
06/10/2025
Associados em foco
Mudança no comportamento de consumo! GPA registra aumento expressivo na categoria de bebidas
O Grupo Pão de Açúcar (GPA) tem detectado uma mudança expressiva no comportamento do consumidor na categoria de bebidas. No fim do segundo quadrimestre deste ano, as lojas do Pão de Açúcar e Extra Mercado registraram altas significativas em segmentos específicos. Segundo o GPA, em comparação com o mesmo período de 2024, as vendas de produtos sem açúcar dispararam mais de 50%, enquanto os sem álcool subiram 20%. Entre os principais destaques estão refrigerantes, chás, energéticos zero açúcar e cervejas sem álcool. Os dados registrados pelo GPA reforçam uma tendência já em voga no mercado e referendada por inúmeros levantamentos. Por exemplo, segundo a pesquisa "Shopper Experience" 71% dos consumidores mudaram seus hábitos de consumo nos últimos 12 meses, sendo que 59% passaram a optar por produtos mais saudáveis. O levantamento também aponta o crescimento das chamadas "bebidas funcionais". A água com gás teve aumento de 28,8% em volume, enquanto isotônicos e energéticos seguem em alta. O holofote principal fica para os produtos sem açúcar, que lideram essa expansão, com os refrigerantes zero registrando subida de 39,4%. "Percebemos um aumento consistente na procura por bebidas zero, tanto por consumidores que buscam uma vida mais saudável quanto por aqueles que desejam equilibrar prazer e bem-estar no dia a dia. Essa mudança de comportamento tem impulsionado nossas vendas e reforçado a importância de oferecer um sortimento amplo e de qualidade nessa categoria. É inegável que temos uma nova geração cada vez mais atuante e conectada, por isso, estar preparado para oferecer inovações e tendências vai fazer parte do novo varejo", frisa Paulo Sergio Mariano, gerente comercial de Líquida do GPA. O cenário reforça a importância do varejo supermercadista estar atento às mudanças nos hábitos de consumo e preparado para oferecer produtos que atendam as demandas de clientes, como saúde, bem-estar e conveniência. Analisar o mercado, acompanhar tendências, ampliar o portfólio e ouvir ativamente as expectativas de consumidores pode fazer a diferença frente a concorrência.
06/10/2025
Indústria em cena
Inclusão social do PDV: confira lançamento da Seven Boys
A Seven Boys anuncia a inclusão do Lupinha em suas embalagens. Desenvolvido pela Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), o QR Code ajuda o consumidor a entender como descartar o pacote e oferece acesso a informações para mais de 7 milhões de brasileiros com deficiência visual ou baixa visão. Os primeiros produtos com o recurso são a Bisnaguinha Original com a nova personagem Alice, o Sequilhos Tradicional e o Pão de Milho. Eles já estão disponíveis nos pontos de venda em todo o Brasil, e a ferramenta será gradualmente aplicada aos demais produtos da marca ao longo do ano. “Estamos presentes em milhares de lares brasileiros e seguimos avançando com nosso propósito de sermos um agente de transformação social. O Lupinha reforça nossos valores de respeito às pessoas e nosso compromisso com a comunicação inclusiva”, afirma Fernando Morais, coordenador de marketing da Seven Boys. O design das novas embalagens, desenvolvido pela Studio 11 Arte, incorporou o QR Code de forma estratégica para oferecer informações acessíveis e transmitir confiança aos consumidores com deficiência visual ou baixa visão. Ao apontar a câmera do celular para o QR Code, é possível visualizar dados ampliados ou ouvir o conteúdo via audiodescrição, além de acessar especificações do produto e orientações sobre reciclagem e descarte. “Com essa iniciativa, a Seven Boys torna a experiência de compra mais inclusiva e reforça seu compromisso com diversidade, garantindo que informações essenciais, como ingredientes e validade, estejam acessíveis a todos os perfis de consumidores”, ressalta Ricardo Pastore, especialista em varejo.
06/10/2025
Bebidas falsificadas e contaminação por metanol. ASSERJ detalha cenário e guia de ações
Os recentes casos de contaminação de bebidas com metanol, em São Paulo, somados ao alarmante cenário do alto número de produtos falsificados por destilarias clandestinas, chamam a atenção de todo o Brasil e despertam extrema preocupação de todos, de produtores a varejistas e consumidores. Ciente da magnitude da questão, e cumprindo seu papel de informar, representar e respaldar o setor supermercadista do estado do Rio de Janeiro e garantir a saúde e a segurança das famílias consumidoras dos nossos estabelecimentos, a ASSERJ acompanha diligentemente os desdobramentos da situação e reforça alertas sobre a necessidade de processos de controle em toda a cadeia de comercialização. As intoxicações provocadas pelo consumo dos produtos fraudulentos já resultaram em mais de duas dezenas de casos notificados, incluindo óbitos, segundo dados do Governo de São Paulo. Bares e distribuidoras suspeitas foram interditados, e investigações apontam para a atuação de fábricas clandestinas que utilizam metanol, substância altamente tóxica, na adulteração de bebidas alcoólicas. A gravidade da situação se soma a dados preocupantes do setor. Uma pesquisa da Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo (Fhoresp), divulgada em abril deste ano, revelou que 36% das bebidas comercializadas no Brasil são fraudadas, falsificadas ou contrabandeadas. Entre os produtos mais afetados estão vinhos e destilados, com destaque para a vodca, em que uma a cada cinco garrafas vendidas no país uma é adulterada. O prejuízo estimado causado por esse mercado ilegal chegou a R$ 85,2 bilhões em 2024. Por conta disso, é preciso redobrar a atenção quanto à procedência dos produtos oferecidos e frisar a consumidores que adquiram apenas itens de fabricantes legalizados, com rótulo, lacre de segurança e selo fiscal, evitando opções de origem duvidosa e prevenindo novos casos. O perigo do metanol O metanol não é próprio para consumo humano. Quando ingerido, pode causar sintomas como dor abdominal, náuseas, confusão mental, alteração da visão e, em casos graves, cegueira irreversível e morte. A contaminação pode ocorrer em bebidas adulteradas com o objetivo criminoso de reduzir custos de produção, colocando em risco a vida dos consumidores e prejudicando a imagem de todo o setor. Ações e responsabilidade do setor supermercadista Nossa prioridade é, e sempre será, a saúde e a segurança das famílias consumidoras dos nossos estabelecimentos. Reforçamos a importância de trabalhar com fornecedores oficiais e de confiança, de garantir que os selos fiscais do IPI estejam intactos e visíveis nas garrafas e de manter canais de denúncia ativos caso seja identificada qualquer suspeita de adulteração. Neste momento, é fundamental que cada loja e estabelecimento redobre a atenção e verifique os lotes em seus estoques, garantindo que apenas produtos legais e seguros sejam oferecidos ao consumidor. A ASSERJ também acompanha atentamente o Projeto de Lei estadual (PL nº. 6414/2025), de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), que prevê vistorias semestrais em conjunto com o Procon-RJ para avaliar a qualidade de bebidas alcoólicas e não alcoólicas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares no estado. Embora não cite diretamente os supermercados, a ausência de um rol taxativo pode estender a medida ao setor, incluindo mercados e centros de distribuição. Abaixo, você, leitor, encontrará um guia de ações destacadas pelos especialistas da ASSERJ Flávio Graça, consultor técnico de Alimento Seguro, e dra. Ana Paula Rosa, advogada da entidade e especialista no segmento supermercadista. Orientações de Flávio Graça, quanto a fraude e adulteração de bebidas alcoólicas: Muitas bebidas falsificadas são produzidas com metanol, além de etanol e água, resíduos de fermentação, aditivos, aromatizantes e outros subprodutos cancerígenos inclusive. O consumo de metanol é muito perigoso e pode causar danos severos à saúde. Para se proteger siga estas orientações: Atenção aos odores estranhos a, como odores e coloração estranhos; Preços muito baratos são atrativos, mas também devem despertar desconfiança; Dê preferência aos fornecedores formais com boa reputação; Esqueça aquela velha ideia de que o álcool da bebida mata microrganismos pois não é verdade; Muito cuidado com compras online, exija a nota fiscal; Verifique e desconfie de rótulos de má qualidade, inscrições e cores com falhas; Uísque, gim, vodca e cachaça são as bebidas falsificadas com maior frequência; Cuidado com marcas desconhecidas; O lacre de segurança deve estar intacto. O lacre, no caso de bebidas destiladas, deve-se atentar ao selo do IPI que comprova que o produto entrou legalmente no Brasil. Ele também indica que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi pago de maneira correta e, portanto, que a venda dele é permitida pelos estabelecimentos; Verifique se as informações do rótulo estão em português, o que também é um indicativo de autenticidade para bebidas vendidas no Brasil. Orientações da dra. Ana Paula Rosa, quanto a ações práticas de respaldo: O que tem acontecido é uma emergência de saúde pública e evidencia a vulnerabilidade da cadeia de comercialização de bebidas. Analisei algumas frentes de atuação, inclusive os riscos legais na comercialização de produtos adulterados. De forma direta, didática e com exemplos práticos: 1. Sobre os órgãos e agências reguladoras responsáveis pelas fiscalizações: Vigilância Sanitária Estadual (SES-RJ / Centro de Vigilância Sanitária) para os casos de denúncias e encaminhamento de investigação sanitária estadual. Portal da SES/RJ com canal para manifestações e contatos das vigilâncias municipais; Saúde RJ: esse canal deve ser utilizado se houver casos clínicos, suspeita de surtos ou produtos contaminados em estabelecimentos do Estado; Vigilância Sanitária Municipal do Rio (IVISA-Rio / Central 1746) para os casos de denúncias de irregularidades em estabelecimentos do município do Rio (registro por app/telefone 1746). Importante quando o fato ocorrer em lojas localizadas na cidade do Rio; ANVISA para as denúncias de produtos irregulares, ou seja, para profissionais de saúde/reportar reações adversas, Ouvidoria e central de atendimento (0800 642 9782). ANVISA coordena recall nacional e emissão de alertas; PROCON-RJ / Defesa do Consumidor, para os casos de registro de reclamações de consumidores, atuação administrativa e apoio para reparação; Polícia e Ministério Público relacionados à investigação criminal (homicídio culposo / doloso, crimes contra a ordem econômica/saúde pública). Em casos com mortes ou comercialização intencional, acionar Polícia Civil e MP é essencial; Se houver pessoas doentes: acionar SAMU (192) e Vigilância Sanitária estadual/municipal; notificar ANVISA pelo Notivisa ou Ouvidoria; registrar denúncia via 1746 (Rio) e Procon-RJ. 2. Casos que porventura tenham ocorrências (comprovadas) originadas de estabelecimentos supermercadistas podem ocasionar na responsabilização civil e criminal: Responsabilidade objetiva por danos: o varejista não está livre de obrigação de indenizar mesmo que tenha comprado de terceiro. Deve agir rápido para mitigar danos (art. 12/14 CDC); Obrigação de guarda de provas: preservar amostras, notas fiscais, imagens, registros de venda e câmeras, prontuários de atendimento (se houver vítimas), essencial para defesa e cooperação; Obrigação de cooperação com fiscalização sanitária e polícia: abrir acesso à mercadoria, informar lotes e fornecedores; Risco reputacional e recall: prepara plano de recall e comunicação. 3. O estabelecimento pode responder legalmente com base nas seguintes normas: Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990): responsabilidade objetiva do fornecedor por defeito do produto (arts. 12, 14). O fornecedor/loja responde independentemente de culpa pela reparação de danos causados aos consumidores; Código Penal (Art. 272), falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substância ou produtos alimentícios: infração penal que pode atingir quem fabrica, vende ou distribui produto adulterado (pena de reclusão, agravada conforme o caso); Lei nº 8.137/1990 (crimes contra a ordem tributária, econômica e contra as relações de consumo), prevê crime para alimentos impróprios ao consumo (art. 7º, IX e correlatos), criando responsabilidade criminal administrativa/penal; Regulação sanitária e rotulagem (INMETRO / MAPA / ANVISA / instruções normativas), regras de rotulagem, avaliação de conformidade, parâmetros analíticos e fiscalização (ex.: requisitos de rotulagem de embalagens de álcool conforme Inmetro; normas específicas para bebidas e vinhos no MAPA). Não conformidade de rotulagem/embalagem também gera infração administrativa. Consequências práticas: ações civis por danos materiais e morais; multas e interdições administrativas pela Vigilância; ações penais contra fabricantes/fornecedores/distribuidores; recall público coordenado pela ANVISA. 4. Diante de suspeita de bebidas adulteradas, algumas providências podem ser tomadas: Retirar o produto de venda imediatamente (se possível, impedir venda em PDV); Preservar amostras: guardar 3 amostras representativas (consumida, lacrada, de estoque) em recipiente fechado; etiquetar com data/hora/lote; Documentar: fotos, vídeo do lacre/embalagem, notas fiscais, relatório de ponto de venda, lista de consumidores atendidos no período (se aplicável); Comunicar Vigilância Sanitária municipal/estadual e ANVISA (Notificação se houver quadro clínico): envie informações e peça orientação para recolhimento e análise; Comunicar fornecedor e distribuidor por escrito: exigir laudo, suspender recebimentos do lote, exigir recall/custeio de análises. A comunicação deve ser registrada (e-mail com aviso de recebimento); Informar a polícia / Ministério Público quando houver óbito/indícios de ação criminosa; Acionar seguro e assessoria jurídica: ativar cobertura de recall, responsabilidade civil e comunicação; Comunicação ao público / consumidores: redigir aviso objetivo (o que foi feito, localização do lote, orientação de procurar assistência médica se ingeriu), em coordenação com Vigilância Sanitária e assessoria jurídica (evitar confissão de culpa sem apuração); Colaborar com coleta de material pela Vigilância e enviar amostras ao laboratório credenciado indicado; Exemplo: Loja X detecta reclamação de consumidor com visão turva após ingestão de produto alcoólico adquirido no seu estabelecimento. Loja retira lote, preserva 3 garrafas lacradas, comunica IVISA-Rio via 1746, aciona fornecedor e aguarda coleta da Vigilância para análise; notifica Procon e orienta clientes via nota técnica no site e redes sociais, ou seja, tudo documentado. Atenção é primordial! A ASSERJ reforça sua missão de proteger o consumidor e preservar a credibilidade do setor supermercadista, referência de confiança e segurança para milhões de brasileiros. Estamos vigilantes e comprometidos em apoiar comerciantes e consumidores nesta luta contra a falsificação de bebidas. "A falsificação de bebidas é uma ameaça direta à saúde da população e à credibilidade do nosso setor. Não podemos permitir que práticas criminosas coloquem em risco a vida de milhares de consumidores. A ASSERJ está mobilizada para orientar supermercadistas, reforçar a importância de fornecedores confiáveis e apoiar iniciativas que fortaleçam a fiscalização. Proteger o consumidor é proteger também a confiança construída pelo varejo supermercadista ao longo de décadas", ratifica Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. É hora de agir com rigor, responsabilidade e, sobretudo, informação. Só assim poderemos salvar vidas e manter a confiança em um dos setores mais importantes para a sociedade.
03/10/2025
Por dentro da asserj
O que o consumidor vai querer em 2026? Saiba antes com ebook exclusivo da ASSERJ
O varejo supermercadista vive uma transformação irreversível. Mudanças no comportamento do consumidor, novas formas de consumo, avanços tecnológicos e o cenário econômico exigem decisões estratégicas com visão de futuro e baseadas em dados confiáveis. Para apoiar os associados nesse desafio, a ASSERJ, associada da Associação das Américas de Supermercados (ALAS), lançou um e-book exclusivo com insights sobre tendências de consumo para 2026. O material tem como objetivo ajudar supermercadistas a entender melhor seus clientes, identificar movimentos do mercado e tomar decisões estratégicas que impactam tanto as vendas quanto a experiência de compra. “O consumidor está cada vez mais exigente, digital e atento às práticas das empresas. Isso muda a forma como o varejo precisa planejar suas estratégias. Esse e-book é um guia prático e estratégico para que os supermercadistas se antecipem às transformações e fortaleçam sua operação”, afirmou Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. Segundo ele, o material foi desenvolvido para ser um instrumento de apoio ao planejamento dos empresários para o próximo ano. “Nosso objetivo é oferecer informações relevantes e confiáveis, que ajudem o setor a crescer de forma sustentável e competitiva. Queremos que 2026 seja um ano de muitas conquistas para o varejo supermercadista fluminense”, destacou Queiróz. O e-book já está disponível gratuitamente para os associados da ASSERJ e pode ser acessado no site oficial da entidade. CLIQUE AQUI E BOA LEITURA!
03/10/2025
O segredo por trás do sucesso: ASSERJ te conta tudo sobre o “Ouro Branco” da Verde Campo
A ASSERJ visitou, na última quarta-feira, 1º de outubro, o lar de uma das marcas referência em alimentação saudável no varejo supermercadista fluminense: a Verde Campo. Na bucólica cidade de Lavras, em Minas Gerais, as portas da fábrica escondem um universo de excelência, tecnologia, trabalho e, principalmente, valores de uma cultura que é representada de forma fidedigna nas gôndolas. De Minas ao Rio: a origem da Verde Campo A marca surgiu da união de um tripé: empreendedorismo, inovação e visão de oportunidade. Alessandro Rios, o fundador da Verde Campo, iniciou sua trajetória como um revendedor de laticínios para redes supermercadistas do Rio de Janeiro até ser provocado por um de seus clientes: “Por que você não faz uma marca própria para mim?”. Essa pergunta foi a faísca necessária para fazer surgir algo que se tornaria um colosso da indústria de alimentação saudável no Brasil. Como brincam os cerca de 600 colaboradores nos corredores da fábrica de pouco mais de 10 mil m², em Lavras, no sul de Minas Gerais: é a marca mineira, com alma carioca. E essa relação não foi apenas o ponto de origem da Verde Campo, foi também o motor de crescimento, já que o início das vendas dos novos produtos foi, justamente, no Rio de Janeiro, com destaque para as lojas do Hortifruti e do Zona Sul. Esse vínculo com o estado se ampliou e mantém relevante até hoje, mesmo com a expansão interfronteiriça da marca, que hoje conta mais de 80 SKU’s. “Estamos presentes em cerca de 10 mil lojas pelo país afora”, destaca Fábio Ferreira, CEO da Verde Campo. Aliás, falando da fábrica da empresa, ela é o retrato de uma indústria empreendedora, que busca crescer de forma planejada e financeiramente saudável, como explica o CEO: “Ela (fábrica) foi crescendo aos poucos. Comprava-se um terreno ao lado, derrubava-se a parede e expandia-se. Até que chegou no rio. Então expandimos para o outro lado”. Como menciona Fábio Ferreira, em tom bem-humorado, a empresa tem uma Ferrari guardada numa casa de bairro. Por quê? Porque mesmo em uma planta com crescimento gradual, os equipamentos, principalmente da linha de iogurtes e da fabricação do queijo cottage, são muito potentes, de alta tecnologia e extremamente automatizados. “Adoramos receber visitantes aqui, mas já avisamos, não é uma ‘casa instagramável’. É uma empresa moderna, mas com jeitinho de interior, e essa é a nossa essência: simplicidade e tecnologia andando juntas”, pontua Fábio Ferreira. A relevância da Verde Campo é ratificada pela sua história. Em 2016, atraiu a atenção da Coca-Cola, que comprou a operação. A gigante internacional fez importantes investimentos para um passo essencial na cultura da Verde Campo: a migração para ingredientes 100% naturais, sem conservantes, com aromas e corantes naturais. Em 2024, a Coca-Cola colocou revendeu sua participação. Hoje, a composição societária da marca tem o próprio fundador, Alessandro Rios, a Laticínios Porto Alegre, e a Emmi Group (sócia majoritária), indústria suíça com presença global. Esse triunvirato é o futuro da indústria, segundo o CEO: “Posso dizer que a Verde Campo nunca esteve em melhores mãos. A Coca-Cola foi importante, mas não era a essência da marca. Hoje, temos um equilíbrio: a inovação do Alessandro, a força da Porto Alegre no leite e a tecnologia e governança da Emmi. É inspirador pensar até onde podemos levar a Verde Campo com essa mentalidade global e olhar regional”. Do campo à mesa: a essência do “Ouro Branco” convertida em produto A palavra literalmente é uma das mais banalizadas da língua portuguesa. Porém, quando falamos da Verde Campo, ela é bem utilizada. O slogan da marca é literal: do campo à mesa do consumidor. Tudo começa com o fornecimento de leite. Ao todo, são mais de 100 produtores parceiros, todos num raio de cerca de 150km da fábrica, o que garante o frescor. No mesmo dia em que há a ordenha, o produto chega à fábrica. E, engana-se quem pensa que a Verde Campo se dá por satisfeita apenas com a agilidade. A marca realiza inúmeros testes de qualidade em todo o processo de produção, desde a chegada dos 140 mil litros de leite por dia à entrega do produto final. “Temos todo um sistema de homologação dos fornecedores, com o time de captação de leite, para garantir que eles sejam auditados periodicamente. As auditorias seguem duas métricas principais: bem-estar animal e qualidade técnica do leite. Esses são dois pilares muito fortes que defendemos. A partir disso, vem o processo produtivo e seus testes específicos”, expõe Fábio Ferreira. Mateus Nascimento, gerente industrial da Verde Campo, complementa: “Ao chegar aqui, o leite entra em um processo bastante rigoroso de qualidade para iniciar o processo de descarregamento. Pesagem, lavagem e coleta e análise do leite e sua temperatura. Depois entra no processo de análises laboratoriais, quantitativas e qualitativas. Depois disso, estando tudo em conformidade, o operador da plataforma recebe a validação da equipe de controle de qualidade e se inicia o processo de descarregamento. O processo dura em torno de uma hora para um caminhão de 15 mil litros, graças a nossa equipe e aos equipamentos de alta tecnologia que temos". Maria Alice, engenheira de alimentos, conclui: “Fazemos o rastreamento dos nossos caminhões que realizam o transporte. É o que chamamos de “Ouro Branco”. O nosso leite é tão bem tratado, mas tão bem tratado, que precisamos monitorar e rastrear ele do início ao fim. É um processo de padronização extremamente rigoroso. Valorizamos o nosso leite, porque tudo começa com ele. É o que os grandes produtores rurais sempre reforçam: com um leite bom, você faz qualquer coisa. Com um leite ruim, você não faz absolutamente nada. É por isso que mantemos essa cadeia tão bem estruturada”. Além de todos os testes laboratoriais, um processo humano se destaca: a análise sensorial. Absolutamente todos os lotes produzidos na fábrica são experimentados para validação final. Até porque, como representa uma das máximas da empresa: quem conhece Verde Campo, vive Verde Campo. Ou seja, todos os colaboradores estão cientes do tipo de produto a ser ofertado e são o crivo final do selo de qualidade, como elucida Samara Airão, coordenadora de produção: "Diariamente o controle de qualidade degusta os produtos fabricados no dia anterior. Isso acontece em união com as equipes de produção e controle de qualidade, para que tenhamos desde o processo de envase. Analisamos e avaliamos se buscamos outras visões, em caso de uma não conformidade, ou se seguimos com a avaliação feita". "Avaliamos sabor, textura, coloração. Se houver algum desvio que acreditamos que possa comprometer a qualidade do nosso produto, comunicamos à gestão e produção e aumentamos o comitê de análise para tomar a decisão final e definimos a melhor destinação, se será descarte, por exemplo", completa Roseli de Fátima da Silva, colaboradora da área de experiência sensorial. Para os que acreditam que o meticuloso processo, muito além do já exigido por legislação, pode gerar certa lentidão de produção, o que ocorre realmente é o extremo oposto. Com uma linha de fábrica integrada e ágil, a Verde Campo registra números que saltam os olhos. Com crescimento de 30% ao ano, no último mês de setembro a indústria bateu seu recorde de vendas e de produção. “Previamente, a Verde Campo utiliza critérios ainda mais exigentes. Somos mais rigorosos, principalmente, nos padrões de proteína, que são a base dos nossos produtos, afinal, todos eles são proteicos. Infelizmente, se o leite não estiver dentro do padrão, ele não pode ser utilizado aqui e devolvemos a matéria-prima para o produtor rural”, ressalta Maria Alice. “Viver Verde Campo”: a cultura em uma frase A saudabilidade não é apenas uma questão de portfólio: é cultura. Resumida em uma frase específica “Viver Verde Campo”. Pelos corredores, se enxerga um mar de camisas verdes. Todos os funcionários levam ao pé da letra a ideia de vestir a camisa da empresa. “Sou um aficionado por cultura de empresa. Tem a frase atribuída a Peter Drucker: ‘A cultura come a estratégia no café da manhã’. Eu não desmereço o Drucker, aliás, o tenho como mentor, mas penso diferente: a cultura é a estratégia”, frisa Fábio Ferreira. A cultura na indústria flui de forma natural. A ideia principal do pensamento por trás da construção da identidade da marca reside no fato de que, se o colaborador não entende a essência da companhia e o que é saudabilidade, será difícil replicar isso em toda a cadeia. Como exemplifica o CEO: “Não acredito que um vendedor de cerveja não beba cerveja. Nem que um vendedor de vinho não beba vinho. Da mesma forma, quem está na Verde Campo precisa viver o que vende”. A empresa incentiva colaboradores a praticarem atividade física regularmente, com iniciativas, por exemplo, de ginástica laboral simples, mas transformadora. Ainda há promoção de hábitos alimentares saudáveis e, principalmente, o reforço a ideia de que alimentação é acolhimento, não segregação, parte de uma estratégia que a Verde Campo ambiciona construir também nas gôndolas: vida saudável e alimentação equilibrada são para todos. Além disso, a gestão da indústria foca também no bem-estar mental de funcionários. “Não adianta falar de saúde física e ter colaboradores afastados por burnout. Temos rodas de conversa, especialmente para líderes. Queremos alta performance, sim, mas com empatia. Se um colaborador disser que está sobrecarregado e o líder ignorar, tudo desaba. Por isso, nossa tríade é: atividade física, alimentação e saúde mental. Não é fácil, nem perfeito, mas é verdadeiro. E o que é verdadeiro, conseguimos equilibrar”, enfatiza Fábio Ferreira. Desenvolvimento de produtos: propósito com sabor e saúde A elaboração do portfólio de produtos da Verde Campo passa, na verdade, por um grande mindset que a empresa se estrutura para montar: a marca não segue estereótipos, ela é para quem quer mudar o estilo de vida, sem julgamentos, com acolhimento. Para isso, a indústria possui princípios inegociáveis no desenvolvimento de itens. Saudabilidade, apelo nutricional, rótulo atrativo, ingredientes 100% naturais e, evidentemente, gosto para conquistar o paladar de consumidores. “Nos preocupamos muito com esse viés do sabor. Hoje vemos muita coisa saudável no mercado, mas, sinceramente... você coloca na boca e, no meio, já não aguenta mais. Acreditamos que não é por aí. Alimentação saudável precisa ser prazerosa, precisa ser motivacional”, descreve o CEO da Verde Campo. Por conta desses princípios, o time de Pesquisa & Desenvolvimento da marca participa do Fórum de Inovação da empresa, grupo interdisciplinar, que aborda a elaboração de produtos e realiza testes sensoriais. Se o item não passar, é imediatamente cortado. Maria Alice, engenheira de alimentos, ratifica: “Fazer produto saudável já é um desafio, agora, fazer produto saudável e gostoso é um desafio ainda maior. E isso exige também um nível de adequação por parte dos nossos fornecedores. Por exemplo, tudo que precisa vir de uma indústria parceira precisa de garantias de processamento em linha separada, sem risco de contaminação cruzada e sem aditivos que comprometam a naturalidade do ingrediente. Todos os produtos que recebemos vêm acompanhados de laudos de qualidade, e nós ainda realizamos uma nova verificação aqui dentro da fábrica antes de qualquer liberação”. Ciente da realidade de hábitos alimentares irregulares e não saudáveis da maioria dos consumidores, a Verde Campo entende que não basta o convencimento sobre a importância da saudabilidade, é preciso um trabalho gradual de introdução de novos elementos para mudar paladares e pensamentos, para cuidar, como classifica o CEO da marca, o principal patrimônio que todos temos, nossos corpos: “É aí que entra a Verde Campo, como uma marca acolhedora, que apoia nessa jornada. Está tudo bem se você não fez esse movimento até agora. Mas juntos, vamos começar a fazer”. Portfólio e posicionamento de marca: saudabilidade com valor real Para a Verde Campo, o principal concorrente não é necessariamente uma outra indústria, mas um conceito: quem conta uma história bonita, mesmo sem ser verdadeira. A visão da necessidade de confirmação de valores, inclusive, é um dos motivos das portas da fábrica estarem abertas para parceiros que desejem conhecer de perto a operação. E para corroborar com a autenticidade necessária para converter discurso em valor real, a marca aposta sempre em estratégias autorais, evitando, por exemplo, o uso de personagens licenciados. A intenção, conta Fábio Ferreira, não é fomentar o consumo baseado em figuras, mas em valores: “Poderíamos vender 10 vezes mais com um personagem da Disney, mas queremos vender com propósito. Se um dia tivermos um personagem, ele refletirá os valores que queremos passar”. O pioneirismo na atuação no segmento de saudabilidade garante autoridade no assunto, mas é preciso demonstrá-la, como quando a empresa lançou a linha “LacFree”, em meados da década passada, quando poucas pessoas falavam sobre esse tipo de temática no Brasil. Quanto aos SKU’s, hoje a empresa tem mais de 80 produtos ativos, divididos em linhas para os mais variados públicos, do adulto ao infantil (segmento que a marca promete novidades), daqueles que procuram ganho de massa muscular ao cuidado direto com saúde. Sobre o atual cenário do segmento de saudabilidade, Maria Alice questiona: “Percebemos que o mercado está cheio de produtos com ‘proteína’ no rótulo, mas nem sempre de qualidade. Por isso, a Verde Campo vem trazendo essa discussão: qual é a qualidade da proteína que você consome?” Nesse ponto, a gerente de alimentos da empresa destaca que, para esse processo, a parceria com o varejo supermercadista se mostra fundamental, com toda a parte de exposição dos produtos no PDV, em trabalho dos times de trade marketing e merchandising, garantindo que os produtos estejam bem posicionados e explicados nas gôndolas. Escuta ativa: olhar atento para oportunidades Um outro grande destaque das estratégias da Verde Campo foi a criação do “Espaço da Nutri”. A estratégia incentiva que nutricionistas se cadastrem em um sistema integrado. Essa relação é uma via de mão dupla. Se por um lado os profissionais recebem novidades, informações e participam de ativações feitas pela marca, eles também fornecem visões e opiniões profissionais e sobre desejos de clientes, o que ajuda ativamente a indústria a desenvolver produtos. Para dar dimensão da evolução do “Espaço Nutri”, o Brasil hoje conta com cerca de 202 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Nutrição (CNF). Já no cadastro da Verde Campo, são 25 mil profissionais, cerca de 12% do total nacional. Verde Campo: saudabilidade como introspecção Quem se permite conhecer a operação da Verde Campo não tem como passar pela roleta de saída sem a certeza de que a grande missão da marca é não apenas apresentar seus produtos como saudabilidade, mas como incentivos a reflexão sobre estilos de vida e necessidades de autocuidado.
03/10/2025
Pesquisa da ASSERJ revela hábitos de consumo dos fluminenses. Desafios para os novatos!
Uma pesquisa realizada pela ASSERJ traça o perfil do comportamento de compra dos fluminenses e como se relacionam com os supermercados. Segundo o levantamento, os hábitos de consumo são marcados pela busca de equilíbrio entre múltiplos fatores: preço, variedade de sortimento, promoções, marcas reconhecidas, serviços e qualidade no atendimento. Os resultados oferecem uma leitura valiosa sobre as preferências do público e os caminhos que o varejo supermercadista deve percorrer para atender a essas demandas. Esses dados também apresentam um quadro de expectativas que pode representar desafios para modelos de lojas simplificadas, baseadas apenas em baixo custo. Frequência e lealdade às lojas De acordo com o estudo, 48,1% dos fluminenses realizam compras em supermercado uma vez por semana. Outros 27,4% preferem fazer até três visitas semanais, enquanto 24,6% vão mais de três vezes, diluindo as compras ao longo dos dias. Em relação à diversidade de estabelecimentos visitados, 59,2% afirmam frequentar até três supermercados diferentes no mês, o que reforça o peso da conveniência da proximidade na escolha. Preço é relevante, mas não é fator único de decisão O preço é, de fato, um fator de grande influência: 66% dos consumidores admitem trocar de loja quando encontram valores mais baixos. Entretanto, apenas 26,7% dizem não abrir mão do menor preço em hipótese alguma. A maioria (53%) afirma que o custo dos produtos precisa estar aliado a qualidade de serviço, enquanto 20,3% valorizam também o mix variado e a experiência de compra. Promoções (49,8%) aparecem como o fator mais relevante na decisão de escolha, seguidas por variedade (46,8%) e atendimento (42,7%). Além disso, marcas reconhecidas têm grande peso: 58,8% dos consumidores afirmam dar preferência a produtos tradicionais, embora 61,3% já incluam marcas próprias em sua cesta de compras. Variedade: a grande prioridade Entre os destaques da pesquisa, está a valorização da variedade. Para 62% dos consumidores, ter mais opções é mais importante do que encontrar preços mais baixos. Já 65,2% apontam que encontrar todos os produtos que procuram em um único supermercado é o fator essencial para decidir onde comprar. Formato de loja e serviços: trunfo para conquistar O tamanho e a experiência de compra também são determinantes. A maioria (62,4%) prefere supermercados grandes, com maior sortimento e serviços adicionais. Apenas 9,8% dizem optar por mercados menores e simplificados, enquanto 24,1% não veem diferença significativa entre os formatos. Redes consolidadas seguem como preferência Os resultados revelam que formatos de loja baseados apenas em preços reduzidos e sortimento restrito podem atrair clientes inicialmente, mas encontrarão dificuldades para fidelizar um público que valoriza equilíbrio. O consumidor fluminense demonstra buscar o passo além da economia: ele quer conveniência, diversidade, marcas de confiança e qualidade no atendimento. O varejo supermercadista no Rio de Janeiro encontra um consumidor cada vez mais exigente, que não se satisfaz apenas com preços baixos. As expectativas de variedade, experiência e qualidade abrem espaço para que redes tradicionais reforcem sua relevância e se diferenciem por atributos que vão além do valor da gôndola. Para conquistar esse perfil, não basta competir apenas pelo valor. É preciso oferecer um conjunto de atributos que tornem a jornada de compra completa e satisfatória.
03/10/2025
Indústria em cena
Baly amplia portfólio e lança edição especial do energético Cereja Zero 250ml
A Baly Brasil anunciou o lançamento do Baly Energy Drink sabor Cereja Zero 250ml – Edição Especial, ampliando seu portfólio para 29 opções, sendo sete sem açúcar. Todas as versões são sem álcool e enriquecidas com vitaminas do complexo B (B3, B5, B6 e B12). A novidade chega ao mercado com uma proposta que une saúde, inovação e estilo de vida. A edição Cereja Zero aposta na força do consumo consciente – um dos vetores de crescimento do varejo – ao mesmo tempo em que explora um formato premium e ocasional, com design sofisticado e conexão com referências culturais urbanas. Segundo Dayane Titon Cardoso, diretora Comercial e de Marketing da Baly Brasil, a estratégia vai além do produto: “Acreditamos que energia também é cultura. O lançamento do Baly Cereja Zero em 250ml mostra como traduzimos símbolos pop em inovação acessível, conectando estilo, saúde e brasilidade em um único produto. Queremos que essa lata seja mais que uma bebida: um objeto de desejo que reflete atitude, identidade e novas escolhas de consumo.” Vale destacar que entre 2022 e 2025, o mercado de energéticos cresceu 21% no país, enquanto a a Baly Brasil saltou 42%, conforme dados NielsenIQ. Para o varejo supermercadista, o lançamento representa uma oportunidade de diferenciação e de incremento no mix, atendendo à crescente demanda por produtos zero açúcar e com forte apelo de branding e lifestyle. A nova lata de 250ml, mais compacta e sofisticada, também amplia as possibilidades de exposição em gôndolas e pontos extras, reforçando a estratégia de atração e fidelização de consumidores jovens e conectados à cultura urbana.
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