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Preço da baunilha influenciará tendência do mercado confeiteiro
Uma das especiarias mais procuradas no mercado confeiteiro pode encarecer nas prateleiras de supermercados em 2024. O mercado confeiteiro brasileiro receberá uma mudança nas suas perspectivas para 2024, impulsionada pelo preço da baunilha, considerada uma das especiarias mais caras do mundo e que vem conquistando espaço para produção no cerrado brasileiro. Segundo o 'O Globo', a cada mês a baunilha tem atraído inúmeros produtores que apostam alto na exportação das favas e no mercado interno. O ingrediente é obtido a partir de uma trepadeira da família das orquídeas e sua produção é bem específica, dependendo de variações como clima e solo. A especiaria é demandada pela indústria alimentícia, perfumaria e farmacêutica, e está presente no mercado confeiteiro, principalmente, para produção de bolos, tortas e outros alimentos que pedem o uso do ingrediente em forma in natura ou como essência. A grama da baunilha é negociada entre R$ 3,00 e R$ 5,00, "Há uma demanda grande, e o Brasil tem potencial para crescer nesse mercado", aponta Luciano de Bem Bianchetti, pesquisador de recursos genéticos e biotecnologia da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia para o 'O Globo'. Apesar do Brasil ser o país com a maior diversidade na produção de baunilhas, são cerca de 35 a 40 espécies com 15 frutos aromáticos e três com valor comercial. Segundo a Embrapa, os preços da baunilha têm flutuações significativas no mercado internacional, o que deve afetar diretamente o comércio Para não solar o bolo Segundo a Amorix Alimentos, a influência do preço da baunilha vai ditar algumas mudanças nas tendências para 2024. Os principais produtos para o mercado confeiteiro precisarão ser reavaliados devido as mudanças climáticas Será um ano com maior investimento em bolos com menos açúcar, a conhecida 'confeitaria saudável', que acabou ganhando destaque em 2023, deverá liderar em 2024. Uma outra tendência apontada será o uso de ingredientes locais e sazonais, refletindo na produção de sobremesas, com chefs e confeiteiros usando produtos frescos e da estação. Segundo a avaliação da Amorix, as tendências vem acompanhando as mudanças nas preferências dos consumidores e a busca por preços amigáveis nos supermercados.
23/01/2024
Associados em foco
Indústria em cena
Atualidades
Supermercados apostam em novas formas de monetização além do core business
Lojas da Barra da Tijuca, Recreio, Freguesia e Penha alugam espaços na área externa para exposição e venda de produtos De olho na intensa circulação de pessoas, a revendedora da chinesa Yiwu Motos instalou pontos de venda na frente dos supermercados cariocas. Lojas do Zona Sul (Recreio), Supermarket (Barra da Tijuca), MegaBox (Recreio e Penha), O Bom (Guaratiba) e Vianense (Recreio e Freguesia) alugaram espaços na área externa, em mais uma tendência do setor: monetização além do core business. Motos e scooters elétricas ficam expostas na frente dos supermercados atraindo a atenção dos clientes. A ação traz ganhos para todos e também otimiza os espaços de venda das lojas. A escolha dos bairros foi estratégica por concentrarem pessoas que moram longe, carentes de mobilidade urbana. Outra iniciativa bem-sucedida é a monetização de dados. Durante a NRF 2024, em Nova Iorque, o presidente do GPA, Marcelo Pimentel, falou sobre a nova estratégia de geração de receita por meio da comercialização de dados junto à indústria. Segundo Pimentel, os dados são obtidos a partir das informações do programa de fidelidade e negociados posteriormente. Com o CRM cada vez mais sofisticado e robusto, as redes possuem grande quantidade de dados organizados e classificados, que podem ser rentabilizados.
23/01/2024
Consumo em supermercados superam 15% de crescimento em 2023, aponta pesquisa
Levantamento apontou as principais causas do aumento de consumo em redes de super e hipermercados no Brasil. A Alelo, empresa de gestão de benefícios, despesas corporativas e incentivos, realizou um levantamento através do ICS, Índice de Consumo em Supermercados em parceria com a FIPE, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, e constatou um crescimento de 16% no consumo em redes de super e hipermercados no ano de 2023. Em relação a novembro do ano passado, o índice apontou uma queda no número e no valor de transações no mês de dezembro de 2023. Apesar desse dado, os números apresentaram uma melhoria comparado ao mesmo período em 2022, com um crescimento de 10,3% no número de transações e de 16,2% no valor transacionado. O levantamento também constatou que os supermercados registraram um volume de vendas 8,8% superior ao de 2022. O faturamento de 2023 registrou um aumento de 16,6%, impulsionado pelo crescimento positivo no consumo que atingiu todas as regiões brasileiras, com destaque para o sul (19,4%) e o nordeste (16,9%). Segundo números apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, os preços da alimentação por domicílio, aquelas entregues em casa, medidos pelo IPCA, Índice de Preços do Consumidor Amplo, cresceram cerca de 1,3% em dezembro, mas no cenário geral, recuaram em 0,5% no ano de 2023. Restaurantes seguram preço do varejo O levantamento também apresentou alterações no Índice de Consumo em Restaurantes, ICR, como a retração dos números de dezembro de 2023 em comparação ao mês anterior. Em relação ao mesmo período de 2022, os números apresentaram uma queda de 5,8% no número geral de transações efetivadas. [caption id="attachment_28852" align="alignright" width="300"] um restaurante com gente e garçons, com grandes janelas, o interior em estilo moderno e bonito[/caption] O valor das vendas do setor subiu ligeiramente em 0,4%, sustentado pelo aumento de 6,6% no valor médio de transação. Em 2023, os restaurantes apresentaram um volume de vendas de 2,1% inferior ao mesmo período de 2022. Com relação ao faturamento o crescimento foi de 3,7% nas vendas, em paralelo aos 5,9% no valor médio por transação. Seguindo a mesma linha do ICR, o IPCA/IBGE apresentou um aumento de 0,5% na alimentação fora dos domicílios, enquanto a inflação acumulada foi de 5,3%. O ICS e o ICR são índices que acompanham o comportamento das transações em estabelecimentos como supermercados, quitandas, mercearias, hortifrutis, sacolões, e são diretamente influenciados pela demanda de setores como bares e restaurantes.
23/01/2024
Associados em foco
Atualidades
Conecta
Organização econômica e criativa chama a atenção dos consumidores
Para atrair a atenção do consumidor sem gastar muito dinheiro, vale a pena investir em peças de papelão, como o display expositor Com uso de material simples, a YoPro apostou nos displays de papelão para reproduzir a embalagem da bebida láctea para exposição e venda dos produtos. Estrutura muito utilizada nos supermercados para exibir produtos de forma atrativa e organizada, o display de papelão tem como principal atrativo o custo-benefício. Eles são mais econômicos em comparação com os produzidos em metal ou plástico. A sustentabilidade é uma preocupação crescente para empresas e consumidores. Os displays de papelão são uma escolha mais ecológica em comparação com materiais plásticos ou metálicos. Além disso, muitos são recicláveis e podem ser produzidos a partir de materiais reciclados, contribuindo para práticas de negócios mais sustentáveis. Essa característica permite que empresas de todos os tamanhos, inclusive pequenos empreendedores, possam investir em uma apresentação eficaz de produtos sem comprometer o orçamento e, além disso, ganhar mais destaque no universo do supermercado, entre tantas grandes marcas expostas. Manuseio facilitado Os displays de papelão são leves e fáceis de manusear. Podem ser transportados, montados e desmontados com facilidade e encontrados em diferentes formatos e tamanhos. Feitas de papelão, as peças são uma alternativa ecológica em comparação com outros materiais. Personalização Os displays de papelão são altamente personalizáveis. Eles podem ser projetados para atender às necessidades específicas de cada marca e produto. A impressão digital de alta qualidade permite que as empresas adicionem logotipos, informações sobre produtos, imagens e gráficos atraentes que chamam a atenção dos clientes. Vendas por impulso Os displays expositores de papelão têm um histórico comprovado de impulsionar as vendas por impulso. Ao exibir produtos de forma atraente e destacada, eles incentivam os clientes a adicionar itens extras ao carrinho de compras. Essa estratégia é particularmente eficaz para produtos de baixo custo, itens sazonais ou complementares. Maximização do espaço O espaço é algo valioso, e os expositores permitem que você aproveite ao máximo cada centímetro quadrado da área de venda. Eles podem ser posicionados em áreas estratégicas, como corredores principais ou pontos de alto tráfego.
23/01/2024
Indústria em cena
Vendas no varejo alcançam 2º mês de estabilidade
Setor de varejo brasileiro comemora momento de estabilidade nas vendas e projeta crescimento para 2024 A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor varejista brasileiro comemorou nesta semana a divulgação de números estáveis nas vendas dos últimos meses de 2023. Pelo segundo mês consecutivo, o indicador seguiu em equilíbrio comparado ao mês anterior, outubro, onde houve queda de -0,3%. Segundo o IBGE, o acumulando do ano chegou em 1,7% sobre 1,5% no mesmo período do ano anterior. “O comércio tem trajetória de crescimento em 2023, mas sem avanços significativos mês a mês. O setor apresentou volatilidade muito baixa, com resultados muito próximos de zero", afirmou o gerente da pesquisa do IBGE, Cristiano Santos, durante a divulgação do relatório. O relatório apresentou que das oito atividades pesquisadas, seis tiveram resultados positivos em novembro. Em geral, os principais impactos viera da venda de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (18,6%), móveis e eletrodomésticos (4,5%) e tecidos, vestuário e calçados (3%). O IBGE aponta que um dos grandes fatores desse resultado foi o sucesso da Black Friday, uma movimentação típica da última sexta-feira de novembro, conhecida por vender produtos abaixo do preço médio. Hipermercados tiveram influência Segundo o relatório do IBGE, metade do volume encontrado no indicado foi ocasionado pelas vendas em super e hipermercados, com um resultado positivo de 3,5% e um fluxo interessante para essa resolução. "Com o aumento no rendimento real e na ocupação, algumas pessoas podem estar direcionando seu dinheiro para o pagamento de dívidas e evitando o consumo”, completou Cristiano.
22/01/2024
Projeto de lei obriga embalagem informar sobre mudança na quantidade de produto
Mudança na regra prevê atender o direito da informação adequada presente no Código de Defesa do Consumidor O novo projeto de lei que corre no Senado Federal pretende punir as empresas que mudam a quantidade de produto em embalagens no mercado e escolhem não comunicar os consumidores. Segundo a PL 6.122/2023, os dados do produtor precisarão constar nas embalagens por um prazo mínimo de 2 anos após as alterações. O projeto precisar ganhar a sanção presidencial, e se entrar em vigor vai contemplar todos os produtos que apresentem redução do quantitativo ou peso superior a 10%. Atualmente, o Procon utiliza a portaria 392/2021, que estabelece a obrigatoriedade da informação sobre a mudança do produto de no mínimo 6 meses. De acordo com a autora do projeto, Senadora Dorinha (União-TO), a mudança nessa nova regra pretende “buscar oferecer maior transparência e equilíbrio na relação entre fornecedor e consumidor, prevendo que a comunicação sobre eventuais alterações seja feita de forma clara”, afirmou. A senadora reconhece o direito comercial dos fornecedores, mas entende que a legislação atual não respeita o direito básico do consumidor de ter acesso à informação adequada. A intenção do projeto é diminuir qualquer chance de a embalagem passar uma 'informação enganosa' sobre o produto dentro da conformidade da lei. “O consumidor acostumado a adquirir determinado produto ao longo do tempo pode deixar de observar as alterações na quantidade ou peso, caso a mudança não seja sinalizada. Assim, a fim de manter o preço nominal do produto por embalagem, o fornecedor recorre ao artifício de diminuir o peso ou a quantidade líquida, muitas vezes mantendo inalterada a embalagem, justamente para que a mudança passe despercebida”, defendeu a senadora Dorinha.
22/01/2024
‘Praia’ dentro da loja faz sucesso na Casa do Arroz
Em parceria com a Kibon, a ação de trade marketing engaja clientes nas redes sociais A campanha de verão da Casa do Arroz Supermercados está fazendo o maior sucesso! Um cenário instagramável de uma praia paradisíaca com o icônico carrinho de sorvetes da Kibon é a atração nas lojas de Valença e Barra do Piraí. O grande painel atrai muitos clientes, que tiram fotos e publicam nas redes sociais espontaneamente. A solução criativa está trazendo muita visibilidade para a rede e já contabiliza centenas de fotos postadas, tanto por crianças quanto por adultos. A ideia foi trazer algo bem atual e que se conectasse com todos os públicos. A cada 15 dias, o painel fica instalado na filial de Barra do Piraí, onde circulam três mil pessoas, em média, e depois, em Valença, que registra a passagem de cerca de cinco mil pessoas.
22/01/2024
Nota 10; Cerveja deve ser a bebida mais consumida do carnaval carioca
Apesar de investimentos maciços em drinks, cerveja deve puxar vendas no carnaval carioca O resultado animador da AMBEV no final de 2023 colocou uma alta expectativa na venda de cervejas para 2024. Embora o crescimento da companhia em 4% ter sido bem acima dos 2,5% projetados anteriormente, a marca ainda precisa corresponder muitos questionamentos levantados pelos investidores nos últimos meses do ano. Segundo o 'InfoMoney', o carnaval carioca será o primeiro teste de fogo para a venda de cerveja. “Apesar de reportar números principais fortes, acreditamos que o terceiro trimestre de 2023 da Ambev pode desencadear apenas revisões leves nas expectativas para 2024-2025”, diz o time do banco Goldman Sachs, liderado por Thiago Bortoluci, em entrevista ao 'InfoMoney'. As previsões para a Ambev em 2024 passa muito pelo resultado nas tradicionais festas cariocas do inicio do ano. Segundo a avaliação da InfoMoney, as vendas no Brasil ficaram estáveis com uma leve queda de 0,1% no resultado anual. Isso foi uma reflexão direta da queda nas vendas de bebidas alcóolicas 1,1%, em especial nas vendas de cerveja e aumento disparado de 2,8% nas vendas de bebidas não alcóolicas. A queda nas cervejas era prevista para 2%, mas analistas foram surpreendidos com resultados mais 'brandos'. "Segundo a Nielsen, a estabilidade da produção apesar dos impactos no agro, podemos ter uma expectativa de melhora acentuada nas vendas de cerveja no primeiro trimestre de 2024. Muito impulsionado pelo carnaval nas principais regiões do Brasil, e em especial no Rio de Janeiro, onde teremos recorde de mega-blocos e blocos de rua e mais de 15 mil ambulantes registrados", afirma William Figueiredo, economista da Future Tank e consultor da Asserj. Heineken aumenta investimento [caption id="attachment_28788" align="alignleft" width="225"] Cerveja Heineken em prateleira de mercado[/caption] Segundo a 'Bloomberg', o Grupo Heineken apostará alto na venda de cervejas em 2024. Cerca de R$ 1,6 bilhão estão sendo investidos em expansão no Brasil, em especial das marcas Heineken e Amstel. A atitude vai de encontro com o crescimento tímido da Ambev em 2023, que deve encontrar pela frente uma concorrência muito mais forte do que em 2023. A empresa holandesa de bebidas investiu R$ 1,5 bilhão no Nordeste para aumentar a produção das cervejas Amstel, Devassa e Heineken, e cerca de R$ 80 milhões em São Paulo, para duplicar a capacidade de Heineken 0.0, linha sem sem álcool da companhia lançada em 2020. “Não posso dizer em quanto conseguimos aumentar o volume de produção, mas o que posso dizer é que agora estamos com capacidade", disse Maurício Giamellaro, CEO do Grupo Heineken Brasil, em resposta a 'Bloomberg'. Em 2023, entretanto, a marca 'verde' de cervejas teve uma queda no volume de vendas de 4,8% a nível mundial no terceiro trimestre, enquanto cresceu no Brasil. 63 milhões de hectolitros de cervejas vendidos no mundo, 22 milhões vieram das Américas. Segundo a 'Bloomberg', o Grupo Heineken teve uma queda no volume global, mas registrou alta de 2% da receita, que atingiu 9,6 bilhões de euros no trimestre. “O cenário da categoria de cerveja para o Brasil é positivo. O cenário macroeconômico tem melhorado, menos desemprego, mais crédito, menos taxa de juros. Então a categoria não cai. Ela é flat com um pouco de crescimento, puxado por algumas marcas, principalmente Heineken e Amstel, mas também algumas cervejas do nosso concorrente, com quem trocamos em volume”, completa Giamellaro.
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