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A 1ª Revista Super Negócios de 2026 está no ar!
Já está disponível a edição de janeiro da Revista Super Negócios, publicação da ASSERJ que abre o ano trazendo análises, tendências e cases essenciais para quem atua no varejo supermercadista. Com uma curadoria de temas atuais e olhar prático para a gestão, a revista reforça seu papel como leitura estratégica para empresários, executivos e gestores do setor. A matéria de capa, “Conquistar é o novo vender”, aponta como o relacionamento, a experiência do cliente e a fidelização assumem protagonismo em um mercado cada vez mais competitivo. O conteúdo dialoga diretamente com o momento do setor, que exige mais inteligência comercial e conexão com o consumidor. Para o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, a edição de janeiro chega em um momento decisivo. “A Super Negócios abre o ano trazendo reflexões fundamentais para o varejo supermercadista. É uma leitura que ajuda o empresário a enxergar além da operação diária e a tomar decisões mais estratégicas”, afirma. Entre os destaques editoriais, a seção Indústria em Cena apresenta a trajetória da Sloop e mostra como uma marca familiar se consolidou como líder no segmento de sorvetes no Rio de Janeiro. Já o Super Papo traz uma entrevista com Ulisses Merat, gerente regional da MBRF Global Foods, ampliando o debate sobre indústria e varejo. A editoria Gestão Eficiente, Lucro Certo aborda o papel da liderança e mostra como o gerente pode ser um verdadeiro motor de resultados. Em Associado em Foco, ações de redes como Supermarket, Prezunic e Redeconomia reforçam boas práticas e iniciativas de sucesso no estado. O Caderno Especial desta edição analisa a aceleração da demanda por bebidas zero, enquanto o Conecta Varejo discute como o ERP especializado deixa de ser apenas uma ferramenta operacional para se tornar um ativo estratégico. O Espaço Trade revela como marcas como Jim Beam, Coca-Cola, Heineken e Bauducco estão ativando o ponto de venda nos supermercados. A revista também traz conteúdos institucionais em Por Dentro da ASSERJ, com destaque para o recorde de embalagens recolhidas pelas Retorna Machines e para a pesquisa da entidade que ganhou repercussão em O Globo. Há ainda espaço para histórias inspiradoras, como a trajetória de Ailton Coquito, presidente do Redeconomia Alfa e Ômega, na editoria Eu no Varejo. Completam a edição pautas práticas e de planejamento, como Cheguei na Gôndola, Boas Vendas, que coloca a Páscoa no radar desde já, além de Vem Aí, com novidades sobre a SRE Super Rio Expofood 2026, e o tradicional Papo de Adega, que analisa as categorias de vinhos com melhor desempenho no calor. “É uma edição pensada para informar, provocar reflexão e apoiar o crescimento do setor. Por isso, consideramos uma leitura obrigatória para quem quer começar o ano bem informado e preparado”, destaca Fábio Queiróz. CLIQUE AQUI e confira a Revista Super Negócios de janeiro
05/01/2026
Economia
Dólar em 2026: o que esperar e como o câmbio pode impactar o varejo supermercadista
Depois de surpreender positivamente em 2025, com queda superior a 10% — o melhor desempenho do real desde 2016 —, o dólar entra em 2026 cercado de expectativas mais moderadas. Para o varejo supermercadista, que convive diariamente com impactos do câmbio sobre preços, margens e custos logísticos, o tema segue no centro das decisões estratégicas. Projeções de oito grandes instituições financeiras indicam que a moeda norte-americana deve oscilar entre R$ 5,20 e R$ 5,90 ao longo de 2026, refletindo um cenário externo mais favorável, mas ainda marcado por incertezas internas, especialmente no campo político. Juros elevados favorecem o real no curto prazo Um dos principais fatores de sustentação do real no início do ano é o chamado carry trade. Com a taxa Selic ainda elevada — atualmente em 15% —, investidores seguem atraídos pelo diferencial de juros entre Brasil e economias desenvolvidas. A expectativa é que o Banco Central só comece a reduzir a Selic a partir de março de 2026, mantendo o Brasil competitivo no curto prazo para entrada de capital estrangeiro. Para o varejo supermercadista, esse movimento tende a aliviar pressões sobre produtos importados, insumos dolarizados, embalagens, fertilizantes e commodities precificadas em dólar, contribuindo para maior previsibilidade na formação de preços. Política monetária dos EUA pressiona o dólar globalmente No cenário internacional, o Federal Reserve deve dar continuidade ao ciclo de cortes de juros iniciado em 2025. Segundo analistas, essa estratégia tende a enfraquecer o dólar frente a outras moedas. Para Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, o mercado já precifica novos cortes. “A curva de juros embute ao menos duas reduções adicionais em 2026, o que gera pressão negativa sobre a moeda americana”, afirma. Esse contexto pode beneficiar países exportadores de commodities, como o Brasil, favorecendo o equilíbrio cambial e reduzindo volatilidades nos custos da cadeia de abastecimento. Eleições no Brasil trazem cautela ao mercado Apesar do ambiente externo mais benigno, o fator eleitoral no Brasil surge como ponto de atenção. A proximidade das eleições tende a aumentar a volatilidade do câmbio, impactando diretamente o planejamento financeiro das empresas do setor. Para William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue, o diferencial de juros pode perder força ao longo do ano. “O cenário eleitoral é binário e carrega elevado grau de incerteza, o que costuma se refletir no câmbio”, avalia. Na prática, isso significa que movimentos mais fortes de valorização do real devem ser limitados, exigindo do varejo supermercadista estratégias de proteção cambial, renegociação com fornecedores e maior rigor na gestão de custos. Tendência global ainda favorece dólar mais fraco Relatórios da Ágora apontam que a diversificação das reservas globais, o fortalecimento de moedas ligadas a commodities e a busca por maior autonomia financeira em diferentes regiões seguem contribuindo para um dólar estruturalmente mais fraco. Para o varejo supermercadista, o cenário reforça a importância de acompanhar de perto o câmbio em 2026, já que suas oscilações continuarão impactando desde o custo de produtos importados até a dinâmica de preços ao consumidor final.
05/01/2026
Associados em foco
GPA anuncia Alexandre de Jesus Santoro como novo CEO
O GPA comunicou nesta segunda-feira, 5, por meio de fato relevante, que o conselho de administração elegeu Alexandre de Jesus Santoro como novo diretor-presidente da companhia. Até então, Santoro ocupava o cargo de CEO da International Meal Company, que informou mais cedo sua renúncia à função. “É uma honra assumir a liderança de uma companhia como o GPA. Chego para me juntar aos mais de 38 mil colaboradores que constroem, todos os dias, a operação da companhia, com senso de responsabilidade, clareza de prioridades e compromisso com resultados consistentes”, Alexandre Santoro. Segundo a empresa, Rafael Sirotsky Russowsky, que acumulava interinamente o posto de diretor-presidente, seguirá exercendo as funções de vice-presidente de finanças e diretor de relações com investidores. “O Conselho de Administração agradece Rafael Russowsky pela dedicação e trabalho durante o período de transição em que acumulou as funções de Diretor Presidente e de Vice-Presidente de Finanças e Diretor de Relações com Investidores”, destacou a companhia em nota. O conselho também aprovou, por maioria de votos, a eleição de Edison Ticle de Andrade Melo e Souza Filho, diretor financeiro da Minerva Foods, para o cargo de vice-presidente do conselho de administração.
05/01/2026
Comportamento & tendência
Quatro tendências de consumo que o varejo supermercadista precisa monitorar em 2026
As transformações no comportamento do consumidor e o avanço acelerado da tecnologia seguem redefinindo a forma como o varejo supermercadista opera, planeja sortimento e se relaciona com marcas e fornecedores. De olho nesse cenário, o Acosta Group, agência global de vendas e marketing, divulgou quatro previsões de consumo para 2026 que impactam diretamente a estratégia B2B do setor. Segundo executivos da empresa, mudanças nos estilos de vida, aliadas à digitalização da jornada de compra, estão elevando o nível de exigência dos consumidores em relação à personalização, transparência e relevância das ofertas. "A tecnologia e a evolução dos estilos de vida continuam a remodelar a experiência de compra, assim como as expectativas, prioridades e valores que impulsionam as decisões dos consumidores”, afirma Colin Stewart, vice-presidente executivo de inteligência de negócios do Acosta Group. As análises foram desenvolvidas por especialistas em varejo, marcas e foodservice da companhia, com base em pesquisas realizadas junto à comunidade de consumidores da Acosta, formada por cerca de 40 mil participantes. Confira os principais pontos de atenção para o varejo supermercadista em 2026: 1 - IA como aliada estratégica, mas com desafios de confiança O uso de assistentes virtuais com inteligência artificial tende a se intensificar ao longo de 2026. De acordo com o levantamento, 70% dos consumidores já utilizaram algum recurso de IA durante o processo de compra, seja para planejar, comparar ou decidir produtos. Para o varejo supermercadista, isso abre espaço para novas soluções de recomendação, gestão de categorias e experiência omnichannel. No entanto, a adoção plena ainda encontra barreiras. Apenas 12% dos consumidores confiam totalmente na IA para realizar compras de forma autônoma, principalmente por preocupações com privacidade de dados, fraudes e perda de controle. Para varejistas e fornecedores, o desafio será equilibrar automação, segurança e transparência. 2 - Saúde mais personalizada e transparente A busca por saúde e bem-estar avança para um patamar mais individualizado, funcional e baseado em informações claras. Esse movimento impacta diretamente o sortimento, a comunicação de benefícios e a relação entre indústria e varejo supermercadista, exigindo dados mais precisos, rastreabilidade e alinhamento entre proposta de valor e expectativa do shopper. 3 - Inovação com propósito e relevância Os consumidores seguem abertos à inovação, mas com um filtro mais rigoroso: só ganham espaço produtos e soluções que façam sentido no dia a dia. Para o B2B supermercadista, isso reforça a importância de lançamentos bem fundamentados, testes controlados e parcerias estratégicas entre varejo e indústria para validar novidades antes de uma expansão em larga escala. 4 - Novo conceito de valor Preço continua relevante, mas já não é o único critério. Conveniência, experiência, confiança, sustentabilidade e serviço passam a compor uma definição mais ampla de valor, tanto em lojas físicas quanto nos canais digitais. Esse movimento exige do varejo supermercadista uma visão mais integrada entre operações, tecnologia e relacionamento com o consumidor final. Para Kathy Risch, vice-presidente sênior de liderança de pensamento e insights do consumidor do Acosta Group, varejistas e marcas que conseguirem endereçar as preocupações relacionadas à confiança e ao uso de dados tendem a capturar mais oportunidades com a expansão do comércio assistido por IA. Segundo ela, 2026 deve marcar um avanço gradual no uso de agentes inteligentes e testes mais cautelosos de sistemas de checkout automatizados, especialmente entre consumidores da Geração Z.
05/01/2026
Economia
Varejo supermercadista dispara e geração de empregos no setor acelera em novembro
Os supermercados fluminenses continuam aquecendo o mercado de trabalho em 2025 com números recordes. Segundo dados do Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego na última terça-feira, 30 de dezembro, o setor recuperou o ritmo de alta no 11º mês do ano e apresentou saldo positivo de 1.208 vagas formais no estado do Rio de Janeiro em novembro, no balanço entre contratações e demissões. No cenário nacional, o setor supermercadista registrou saldo de 17.886 vagas formais no mês. Foi o décimo mês seguido de crescimento. Todas as regiões brasileiras tiveram desempenho positivo, com 26 dos 27 entes federativos apresentando resultado de contratações no azul em novembro. No comparativo com os demais estados, o Rio ficou na quinta posição, atrás de São Paulo (4.898), Santa Catarina (2.200), Minas Gerais (2.165) e Rio Grande do Sul (1.458). Já no acumulado do ano, os supermercados do Rio de Janeiro contabilizam um saldo de 4.464 vagas abertas. Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ, destaca: “Os números reforçam a força e a resiliência do varejo supermercadista fluminense, que segue cumprindo um papel fundamental na geração de empregos e no desenvolvimento econômico do estado. Esse resultado é fruto do trabalho consistente dos nossos associados, que continuam investindo, expandindo operações e acreditando no Rio de Janeiro.” A ASSERJ parabeniza o trabalho e o esforço dos associados para alcançar mais um resultado histórico, chancelando 2025 como um ano de crescimento e expansão do nosso setor, contribuindo diariamente com a melhor qualidade de vida para a população fluminense. Seguimos apoiando todos na geração de oportunidades e no fortalecimento do nosso estado.
02/01/2026
Comportamento & tendência
Como a sinalização da loja impulsiona vendas e melhora a experiência no varejo supermercadista
Em um cenário de margens pressionadas e consumidor cada vez mais exigente, aumentar as vendas no varejo supermercadista passa por muito mais do que preço e sortimento. A forma como a loja se comunica com o cliente no ponto de venda — especialmente por meio da sinalização — tem impacto direto na jornada de compra, no giro dos produtos e no resultado do negócio. Cartazes, etiquetas, placas e elementos visuais orientam o consumidor, destacam ofertas e organizam o fluxo dentro da loja. Quando bem planejada, a sinalização deixa de ser apenas operacional e passa a atuar como uma ferramenta estratégica de vendas. “A sinalização é uma extensão do vendedor dentro da loja. Ela orienta, influencia decisões e reduz atritos na jornada de compra”, afirma Marcelo Ermini, professor da ESPM e especialista em varejo supermercadista. Tipos de sinalização e seus impactos no PDV Para gerar resultados, a sinalização precisa cumprir funções claras dentro do supermercado. De acordo com especialistas, ela pode ser dividida em três grandes frentes: Sinalização de promoções Cartazes de ofertas, etiquetas de preço e materiais promocionais têm como objetivo chamar a atenção do consumidor e estimular a compra por impulso ou a substituição de marcas. “Promoção mal sinalizada é promoção que não vende. Clareza, destaque visual e informação correta são determinantes para conversão no PDV”, destaca Ermini. Sinalização de espaço e organização A identificação de corredores, categorias, seções e serviços — como caixas e filas prioritárias — contribui para uma jornada de compra mais fluida. Esse tipo de sinalização reduz o tempo de busca, melhora a experiência do cliente e aumenta a probabilidade de compras adicionais. “No varejo supermercadista, tempo é valor. Quanto mais fácil é circular pela loja, maior tende a ser o ticket médio”, explica o especialista. Sinalização de segurança Placas de saída de emergência, piso molhado, áreas em manutenção e extintores de incêndio são indispensáveis para garantir a segurança do consumidor e evitar riscos operacionais e jurídicos para a operação. Comunicação visual como ferramenta de venda A comunicação visual no ponto de venda exerce papel central na relação entre loja e consumidor. Mais do que informar, ela influencia escolhas, reforça posicionamento e contribui para a percepção de organização e profissionalismo. “Uma sinalização eficiente reduz ruídos, transmite confiança e cria um ambiente mais agradável. Isso impacta diretamente a decisão de compra”, afirma Ermini. Para o varejo supermercadista, investir em sinalização estratégica significa potencializar promoções, organizar a loja e aumentar a satisfação do cliente — fatores diretamente ligados ao crescimento das vendas. Boas práticas para melhorar a sinalização no supermercado Especialistas recomendam algumas ações práticas para tornar a comunicação visual mais eficiente e orientada a resultados: Cartazeamento padronizado e atualizado - Cartazes bem diagramados, com informações claras e sem erros, são fundamentais. Além disso, a atualização rápida de preços e ofertas é essencial para evitar divergências no caixa e perda de credibilidade. “No supermercado, escala é tudo. Um erro simples replicado em centenas de etiquetas vira um grande problema”, alerta Ermini. Uso estratégico das cores - A psicologia das cores deve ser considerada na sinalização. Tons quentes chamam mais atenção e funcionam bem para promoções e alertas, enquanto cores frias ajudam na identificação de categorias como bebidas, laticínios e produtos refrigerados. Iluminação como reforço da mensagem - A iluminação potencializa a visibilidade da sinalização e pode ser utilizada como recurso de marketing sensorial. Luzes direcionadas destacam ofertas e ajudam a criar ambientações que valorizam categorias específicas. Precisão na etiquetagem de preços - As etiquetas de gôndola são decisivas no momento da compra. Qualquer divergência entre o preço exibido e o valor cobrado no caixa compromete a experiência do cliente e pode gerar perda de confiança. “Preço errado não é apenas falha operacional, é risco de perda de cliente”, reforça Ermini. Sinalização estratégica gera resultado Para o especialista da ESPM, a sinalização no varejo supermercadista deve ser tratada como investimento, não como custo. Quando bem executada, ela contribui para aumento de vendas, melhor experiência de compra e maior eficiência operacional. “O PDV precisa falar com o cliente o tempo todo. E a sinalização é uma das formas mais eficientes e acessíveis de fazer isso”, conclui Marcelo Ermini.
02/01/2026
Atualidades
O indicador que está mudando a segurança no varejo supermercadista
No varejo supermercadista, falar em segurança sem considerar o impacto direto das perdas no resultado do negócio é um erro estratégico. A avaliação é de Jonathan Schmidt, conselheiro de perdas na indústria da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (ABRAPPE), que defende uma mudança de mentalidade: segurança não pode ser tratada apenas como custo operacional, mas como ferramenta de geração de valor. “Quando olhamos para segurança apenas pelo viés técnico — câmeras, rondas, barreiras perimetrais — deixamos de conectar essa estratégia ao ativo que realmente importa: o resultado financeiro do negócio”, afirma Schmidt. Segundo o especialista, ainda é comum que decisões de investimento em segurança no varejo supermercadista sejam baseadas exclusivamente em conceitos clássicos, como CPTED, círculos concêntricos e controle perimetral. Embora importantes, essas abordagens representam apenas parte da equação. Entender o negócio antes de proteger Para Schmidt, o ponto de partida da prevenção a perdas deve ser o entendimento profundo do negócio e de como ele está exposto a perdas ao longo de toda a operação — da indústria ao centro de distribuição, passando pelas lojas. “O primeiro passo é identificar onde, como e por que a loja pode perder. Só depois disso a estratégia de segurança faz sentido. Caso contrário, ela fica desconectada do negócio que deveria proteger”, explica. Esse conceito está alinhado à abordagem de Perda Ampliada, amplamente discutida na literatura de Prevenção a Perdas e Gestão de Riscos, que propõe uma visão integrada dos riscos estratégicos e dos processos operacionais. Segurança precisa gerar resultado No varejo supermercadista, onde margens são pressionadas e o controle de custos é decisivo, Schmidt provoca os gestores com uma pergunta direta: qual é o retorno financeiro da área de segurança? “O quanto de resultado financeiro sua estrutura de segurança gera para a empresa? Se ela ainda é vista apenas como despesa, existe um problema sério de posicionamento”, diz. Segundo ele, a sobrevivência das áreas de segurança e prevenção de perdas passa, necessariamente, pela capacidade de demonstrar impacto direto na redução de perdas e na eficiência operacional. O “Triângulo da Perda” como estratégia Para tornar a segurança financeiramente relevante, Schmidt defende a aplicação prática do chamado Triângulo da Perda, que integra três pilares fundamentais: Fraude: análise de como processos podem ser fraudados, adulterados ou substituídos; Perdas: identificação, dentro da DRE, de onde surgem perdas de estoque, avarias, quebras e perdas não identificadas; Segurança: direcionamento das ações de proteção para mitigar os riscos identificados nos dois pilares anteriores. “Quando conectamos fraude, perdas e segurança, os investimentos deixam de ser genéricos e passam a ser cirúrgicos. É aí que a segurança começa a entregar resultado”, destaca. Segurança como investimento estratégico Para o conselheiro da ABRAPPE, a principal lição para o varejo supermercadista é clara: segurança sem conexão com perdas é despesa; segurança integrada ao negócio é investimento. “Só quando entendemos o que podemos perder é que conseguimos direcionar a estratégia de segurança de forma assertiva. A perspectiva de perdas é o que transforma custo em investimento e garante a sustentabilidade da operação”, conclui Jonathan Schmidt.
02/01/2026
Economia
Volume de transações durante o Natal avança 18,88% no varejo supermercadista em 2025
As compras de Natal mantiveram o varejo aquecido em 2025 e garantiram um encerramento de ano positivo para o varejo supermercadista. Levantamento exclusivo da Getnet, fintech global de pagamentos do Grupo Santander, aponta que o volume de transações realizadas entre 18 e 25 de dezembro no setor registrou crescimento de 18,88% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O desempenho reforça a relevância do varejo supermercadista nas datas sazonais, impulsionado pelo aumento do fluxo de consumidores, pela reposição de itens para as celebrações de fim de ano e pela busca por conveniência nas compras de última hora. Na sequência, outros segmentos também apresentaram crescimento, embora em ritmo mais moderado. As lojas de departamento avançaram 8,47%, enquanto o segmento de perfumes e cosméticos registrou alta de 7,34% no volume de transações durante o período analisado. Para a Getnet, os números confirmam a força do Natal como uma das principais datas do calendário do varejo brasileiro. “O Natal reforça seu papel como uma das datas mais importantes do calendário do varejo nacional. Esse resultado representa um encerramento de ano bastante favorável para o setor”, afirma Rodrigo Carvalho, superintendente de Analytics da Getnet. Segundo a fintech, o desempenho do varejo supermercadista reflete não apenas o aumento do consumo, mas também a eficiência operacional e a capacidade do setor em atender à demanda em um período de alta pressão logística, contribuindo para um cenário mais otimista na virada para 2026.
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