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Não viu? Confira os principais destaques do segundo dia da SRE Super Rio Expofood
O segundo dia da Super Rio Expofood (SRE) foi marcado por uma programação intensa, que reuniu conteúdo estratégico, troca de experiências e momentos de integração entre lideranças do varejo supermercadista das Américas. Entre debates sobre tecnologia, comportamento do consumidor, gestão de pessoas e novas fontes de receita, o evento reforçou os caminhos que estão redesenhando o setor. A manhã começou em clima de conexão e encantamento com uma visita especial ao Cristo Redentor. A comitiva da Associação das Américas de Supermercados (ALAS), composta por cerca de 60 representantes, participou do passeio, fortalecendo o relacionamento entre os países e o espírito de integração do encontro. Para os participantes, a experiência foi um dos pontos altos do dia, unindo cultura, simbolismo e networking. No palco principal, o conteúdo teve início com Chris Rynning, sócio-gerente da AMYP Ventures, que abordou o papel da inteligência artificial como motor da inovação no varejo. Em sua palestra, destacou como a tecnologia vem acelerando a experiência do cliente, tornando as jornadas de compra mais personalizadas, eficientes e conectadas às novas demandas do consumidor. Na sequência, Theo, influenciador digital, trouxe uma abordagem mais comportamental ao defender que a simplicidade pode ser um diferencial competitivo. Com o tema “Ser Feliz no Simples Vende Mais”, ele mostrou como experiências descomplicadas e autênticas podem gerar resultados extraordinários tanto no varejo supermercadista quanto no food service. Já no palco SRE Expertise – Varejo & Negócios, os debates aprofundaram questões centrais para o setor. Abrindo a programação, André Dias, do Supermarket, e Domênico Filho, da Nielsen, discutiram o avanço do retail media. O painel provocou uma reflexão importante: o varejo passou a ocupar um novo papel estratégico como dono da audiência, transformando seus canais em plataformas de mídia altamente valiosas para a indústria. A formação e retenção de mão de obra também ganhou destaque em um dos painéis mais sensíveis do dia. Conduzida por Rose Pavan, da Checkout RH, com participação de Pedro Santos, a discussão evidenciou um cenário desafiador. Segundo os especialistas, a dificuldade de contratação deixou de ser pontual e se tornou estrutural, impactando diretamente a operação das lojas. A alta rotatividade, aliada à escassez de profissionais, exige novas estratégias de atração, capacitação e engajamento. As transformações no comportamento do consumidor e as pressões do cenário global foram o foco da terceira palestra, mediada por Ronald Nossig, com participações de Fábio Acayaba e Carolina Augusto. O painel destacou a crescente complexidade do varejo supermercadista, impulsionada por fatores como mudanças demográficas, escassez de mão de obra e um consumidor cada vez mais exigente e informado. Na sequência, o avanço das marcas próprias foi apresentado como um dos principais diferenciais competitivos do setor. Antônio Sá, da AMICCI, e Rodrigo Fonseca, do Supermarket Alvorada, mostraram como esse modelo já está consolidado em mercados internacionais e ganha força no Brasil. Exemplos como o da rede Mercadona ilustram o potencial da estratégia, com um portfólio majoritariamente composto por marcas próprias e forte liderança de mercado. Encerrando a programação, Brenda Larissa, diretora de Marketing do Supermarket Torre, trouxe uma reflexão provocadora sobre o papel do trade marketing. Em um cenário de excesso de estímulos, a disputa deixou de ser apenas por preço e passou a ser pela atenção e memória do consumidor. Segundo a executiva, as marcas têm apenas alguns segundos para gerar impacto e se tornarem relevantes — um desafio que exige criatividade, estratégia e foco na experiência. Ao longo do dia, a SRE mostrou que o futuro do varejo supermercadista passa pela integração entre tecnologia, gestão de pessoas e experiências memoráveis. Mais do que acompanhar tendências, o setor é chamado a se reinventar continuamente para atender um consumidor em constante transformação. Confira a programação do último dia AQUI!
18 de March, 2026
Por dentro da ASSERJ
O futuro já chegou: Chris Rynning mostra como a IA é decisiva para o varejo supermercadista
A Convenção das Américas, realizada dentro da 36ª SRE – Super Rio Expofood, abriu o segundo dia de programação com um debate sobre inovação, tecnologia e os impactos da Inteligência Artificial no comportamento do consumidor e na experiência do cliente, tema cada vez mais estratégico para o varejo supermercadista. Reconhecida como o maior evento B2B do setor nas Américas, a SRE reúne lideranças empresariais, especialistas e autoridades para discutir tendências que já estão transformando a forma como empresas se relacionam com seus clientes. No painel “O Motor da Inovação: Como a Inteligência Artificial Acelera a Experiência do Cliente”, Chris Rynning, sócio-gerente da AMYP Ventures, family office da Piëch/Porsche, mostrou que a IA já influencia profundamente o consumo, a comunicação e as decisões das pessoas, impactando diretamente o varejo e a forma como as empresas constroem a jornada do cliente. Para ele, grande parte da experiência digital atual é mediada por algoritmos que aprendem a manter a atenção do usuário, criando um ambiente altamente personalizado, mas também cada vez mais dependente de estímulos. “O algoritmo que aprende a manter a sua atenção é IA, que foi criada justamente com esse intuito. É uma corrida pela dopamina, e isso mudou a sociedade, os negócios e o varejo para sempre (...) o algoritmo sabe no que você está interessado. Com isso, é possível alimentar consumidores com mensagens específicas. Isso se chama viés de confirmação e pode nos polarizar como sociedade”, declarou Rynning. De forma didática, o especialista apontou que esses sistemas são capazes de entender preferências individuais e direcionar conteúdos, ofertas e mensagens de forma extremamente precisa — algo que pode ser positivo para a experiência do cliente quando usado com responsabilidade, mas perigoso quando guiado apenas por interesses comerciais. Ao abordar a chamada “economia da atenção”, Rynning explicou como as marcas passaram a disputar espaço na rotina das pessoas, citando uma frase do padrinho da IA, Charlie Munger: “Me mostre os incentivos e eu lhe direi o resultado”. “O algoritmo foi construído para maximizar o lucro, mantendo você ali por mais tempo (...) o CEO da Netflix disse que o maior concorrente deles é o sono, porque, se você está dormindo, não está assistindo. Isso é justamente a economia da atenção”, disse Chris Rynning. Rynning alertou que a nova fase da Inteligência Artificial não se limita mais à disputa pela atenção e passou a avançar para relações cada vez mais próximas entre pessoas e máquinas, o que pode mudar a forma como consumidores tomam decisões e interagem com marcas: “O segundo contato entre a humanidade e as máquinas não é só pela atenção, mas pela amizade e parceria. Muitas pessoas já confiam mais na IA do que em outras pessoas”. Durante o painel, o executivo da Porsche afirmou que essa mudança pode transformar profundamente o relacionamento entre empresas e consumidores, tornando a experiência mais eficiente, mas também mais sensível a manipulações, se não houver limites claros. Ele chamou a atenção para o crescimento acelerado de conteúdos produzidos por IA, o que pode afetar a confiança do público e a credibilidade das informações. “Estamos entrando em um momento em que mais conteúdo é criado por máquinas do que por humanos. Talvez grande parte do que você vê hoje já seja produzida por sistemas autônomos”, disse ao público. “Vocês vão voltar às suas casas e falar de IA — talvez seja empolgante —, mas as pessoas mais inteligentes do mundo, que estão trabalhando com sistemas de IA, estão correndo o mais rápido possível. Se perguntar a elas qual a chance de a IA causar a extinção da humanidade, 50% dos engenheiros dizem que há de 15% a 20% de possibilidade de os sistemas como conhecemos erradicarem a humanidade. Isso não é zero, nem 50%, mas um percentual muito alto. É como pegar um avião com 15% a 20% de chance de cair. Você nunca subiria nesse avião, então por que estamos simplesmente correndo rumo a essa supremacia da IA?”, questionou. Outro ponto abordado foi o impacto da IA no mercado de trabalho e na própria estrutura das empresas, tema que preocupa lideranças do mundo todo e que também afeta o varejo, especialmente em áreas operacionais e de atendimento. Rynning disse que menos jovens graduados estão sendo contratados em sua empresa e que muitas funções podem desaparecer rapidamente — algo que deve ser debatido com seriedade. Apesar do cenário, Rynning ressaltou que a tecnologia também pode trazer avanços importantes, inclusive para o setor supermercadista, com melhoria de processos, redução de fraudes e personalização de ofertas, tornando a experiência do cliente mais eficiente. “Precisamos das máquinas para lutar contra outras máquinas, detectar fraudes, deepfakes e proteger pessoas e empresas. A tecnologia pode ajudar muito, mas precisa de limites humanos”, enfatizou. Ao final, o palestrante comparou o momento atual ao chamado “momento Oppenheimer”, em alusão ao criador da bomba atômica, em que a sociedade precisa decidir como usar uma tecnologia poderosa antes que ela avance sem controle: “Somos a geração que vai decidir qual futuro vamos ter. Não podemos chegar daqui a alguns anos achando que poderíamos ter feito mais. Temos que fazer agora”. Rynning encerrou sua apresentação incentivando empresários e lideranças a participarem ativamente do debate sobre regulamentação, ética e uso responsável da Inteligência Artificial, especialmente em setores que lidam diretamente com o consumidor, como o varejo. Com debates voltados à inovação, gestão e transformação digital, a 36ª SRE – Super Rio Expofood segue reforçando o papel do evento como espaço estratégico para discutir o futuro do varejo e as novas formas de construir experiências cada vez mais relevantes para o cliente, até a noite desta quinta-feira (19). Confira a programação AQUI!
18 de March, 2026
Por dentro da ASSERJ
Quem não se adapta fica para trás: Felipe Theodoro mostra como conquistar o consumidor no novo varejo
A programação desta quarta-feira (18) da Convenção das Américas, dentro da 36ª SRE – Super Rio Expofood, terminou em clima de entusiasmo com a apresentação do influenciador Felipe Theodoro, que subiu ao palco sob aplausos e com a presença de fãs para falar sobre sua trajetória no varejo, a força das redes sociais e a importância de entender o comportamento do consumidor para criar experiências que fidelizam clientes. Conhecido pelos personagens que viralizaram na internet e pela linguagem bem-humorada, Theo conduziu o painel "Ser Feliz no Simples Vende Mais. Como transformar experiências simples em resultado extraordinário no varejo supermercadista e food service", compartilhando histórias da própria carreira e mostrando como a vivência no setor foi fundamental para construir a comunicação que o conecta com milhões de pessoas atualmente. Durante a conversa, ele relembrou que passou uma década trabalhando diretamente em loja, período que considera essencial para entender como o cliente pensa, compra e reage dentro do ponto de venda: “Foram 10 anos de varejo. Era no atendimento, no contato direto, quebrando o gelo com cliente, fazendo brincadeira, criando conexão. Quando veio a pandemia, eu senti que precisava me reinventar. O digital apareceu como oportunidade e comecei a usar histórias reais do dia a dia para criar identificação”. Segundo o influenciador, a virada aconteceu durante o lockdown ocasionado pela pandemia de Covid-19, quando passou a transformar situações comuns da rotina em narrativas que representavam o público, principalmente o feminino, que hoje corresponde à maior parte da sua audiência. “Hoje, 92% do meu público é feminino. Tudo que eu crio vem de histórias reais, de loja, de família, de cliente. Quando a marca cria um produto, ela quer impactar alguém. Quando eu crio um personagem, quero que a pessoa se veja ali”, explicou Theo. Para o influenciador, a experiência no varejo ensinou que relacionamento continua sendo o principal diferencial, mesmo em um cenário cada vez mais digital e competitivo. Felipe Theodoro ainda foi além e deu o caminho das pedras: “Não adianta ter o produto que todo mundo quer se você não cria desejo para a pessoa ir até o seu negócio. A experiência começa no atendimento, no ambiente, em entender a praça onde você está e o que aquele cliente espera”, apontou. Especialista em mídia digital e varejo, Theo destacou que o comportamento do consumidor mudou muito nos últimos anos, especialmente após a pandemia, e que empresários precisam acompanhar essa velocidade para não perder espaço. “A forma como a gente consumia em 2020 não é a mesma de hoje. O cliente abre o celular e vê promoção, concorrente, anúncio, tudo ao mesmo tempo. A experiência precisa se renovar o tempo inteiro, porque o poder de escolha está na mão do consumidor”, destacou o influenciador. Para Theo, detalhes simples continuam sendo decisivos para fidelizar, algo que o varejo brasileiro, na visão dele, tem como característica forte. “Chamar o cliente pelo nome, fazer ele se sentir em casa, entender o que ele gosta… isso cria rotina. Quando ele se sente confortável, ele volta. O brasileiro tem um jeito único de vender e de se envolver com o cliente, e isso faz diferença”, apontou. O influenciador também falou sobre a importância de saber transformar dificuldades em oportunidade, tanto na internet quanto dentro das empresas, e ressaltou que posicionamento e transparência são cada vez mais cobrados pelo público. “O consumidor quer resposta. Se acontece um problema, ele quer ver a marca se posicionando, resolvendo, mostrando cuidado. Quando a empresa demonstra que se importa, ela ganha confiança”. Ao final, Theo afirmou que, atualmente, o maior desafio para quem trabalha com vendas, marketing ou gestão, é a capacidade de se reinventar constantemente. “Todo dia muda alguma coisa. O que era tendência ontem pode não ser hoje. A gente precisa estar antenado o tempo inteiro, entender o que virou desejo e como o cliente quer ser atendido. Quem não se adapta, fica para trás”. A apresentação encerrou a noite da Convenção das Américas com participação do público, que fez perguntas, empresários, profissionais do setor e seguidores do influenciador. "Aqui, na SRE, é um lugar enriquecedor para criar conexões ouvir outros empresários, ouvir quem está nos estandes, para fazer uma imersão em quanta coisa rica você pode aprender com ouras pessoas e marcas", finalizou o influenciador.
18 de March, 2026
Por dentro da ASSERJ
Trade marketing aposta em experiência para conquistar atenção e memória nos supermercados
A última palestra do segundo dia do palco Varejo & Negócios da Super Rio Expofood (SRE) trouxe uma reflexão provocadora sobre o papel do trade marketing no varejo supermercadista. Ministrada por Brenda Larissa, diretora de Marketing do Supermarket Torre, a apresentação destacou que, mais do que competir por preço, o setor precisa disputar algo muito mais valioso: a atenção e a memória do consumidor. Logo no início, a executiva chamou atenção para uma mudança de paradigma. “A briga por preço baixo ficou pequena”, afirmou. Segundo ela, em um cenário de excesso de informações — com até 10 mil estímulos diários — o consumidor consegue reter apenas cerca de 100. Nesse contexto, conquistar espaço na mente do cliente se tornou o principal desafio do varejo. Brenda destacou que o tempo para gerar impacto também diminuiu drasticamente. Hoje, as marcas têm cerca de dois segundos para capturar a atenção do consumidor e se tornarem relevantes. “Se não conseguimos isso, somos simplesmente ignorados”, pontuou. Da gôndola à experiência Diante desse cenário, o caminho apontado pela especialista é claro: investir em experiência. Segundo ela, o supermercado precisa deixar de ser apenas um local de compras e se transformar em um ambiente de conexão com o cliente. Para ilustrar essa lógica, Brenda citou o exemplo da Starbucks. “As pessoas não se lembram do preço do café, mas se lembram da experiência, do ambiente, da música. É isso que fica na memória”, explicou. No varejo supermercadista, o desafio é semelhante: transformar compras rotineiras — como arroz, feijão e carne — em momentos relevantes. Para isso, é fundamental entender profundamente o cliente, utilizando dados de CRM, comportamento de compra e perfil demográfico. Experiências que geram conexão Entre as estratégias apresentadas, um dos destaques foi a criação de experiências voltadas para o público feminino, majoritário na base de clientes da rede. A partir da identificação de um problema comum — a falta de tempo —, o Supermarket Torre desenvolveu ações de “experiência de beleza” dentro das lojas. A iniciativa, realizada em parceria com a indústria, oferece serviços e demonstrações de produtos de forma acessível, permitindo que consumidoras cuidem de si mesmas durante a ida ao supermercado. “Nosso objetivo é fazer com que o cliente vá além da compra e viva um momento dentro da loja”, afirmou. Outra frente importante é a criação de eventos com apelo emocional, especialmente voltados para famílias. A rede passou a investir em ativações infantis, com personagens, roteiros e experiências temáticas em datas comemorativas como Natal e Páscoa. Segundo Brenda, essas ações têm um impacto direto na fidelização. “O cliente pode esquecer o preço, mas nunca esquece a emoção de ver o filho vivendo aquele momento”, destacou. Parceria com a indústria potencializa resultados A executiva também ressaltou o papel estratégico da indústria nas ações de trade marketing. Um dos cases apresentados foi a parceria com a Unilever em uma ativação inspirada na série Stranger Things, da Netflix. A ação incluiu um espaço temático exclusivo e uma fachada personalizada, criando uma experiência imersiva para os consumidores. O projeto combinou o alcance de uma marca global com a criatividade do varejo, gerando alto engajamento no ponto de venda. Mais do que vender, marcar presença Encerrando a apresentação, Brenda deixou uma provocação ao público: o papel do trade marketing não é persuadir, é chamar a atenção e fazer com que aquela experiência seja lembrada. Em um ambiente onde o cérebro humano é treinado para filtrar informações, apenas experiências relevantes conseguem atravessar essa barreira. “O nosso trabalho é construir algo que o cliente não consiga esquecer”, concluiu. A palestra reforçou que, no atual cenário do varejo supermercadista, preço continua importante, mas não é mais suficiente. A diferenciação passa, cada vez mais, pela capacidade de criar experiências memoráveis e estabelecer conexões reais com o consumidor.
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