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Supermercados do Rio driblam a crise e surpreendem em abril. Confira!
A receita dos supermercados fluminenses registrou crescimento real de 3,7% em abril de 2025, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, de acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira, dia 12 de junho, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma recuperação das perdas de março, quando o setor havia registrado queda de 2,9%. “Em abril, a receita dos supermercados fluminenses cresceu e recuperou as perdas registradas em março. O mesmo movimento foi observado na média nacional”, afirma William Figueiredo, consultor econômico da ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro). Esse crescimento foi ainda mais expressivo considerando a base elevada de comparação, já que em abril de 2024 o setor já havia avançado 1%. Com esse desempenho, os supermercados ajudaram a conter a retração geral das vendas no varejo fluminense, que caíram 0,5% no mesmo período, puxadas pelos setores de combustíveis (-16%), informática e comunicação (-13%) e vestuário e calçados (-5,3%). Foi o segundo mês consecutivo de retração do varejo no estado, que já havia caído 6,9% em março. Ainda assim, pelo 22º mês consecutivo, o setor supermercadista teve desempenho superior ao varejo como um todo no Rio de Janeiro. No cenário nacional, os supermercados também apresentaram forte avanço em abril, com alta real de 7%. Todas as 12 unidades da federação pesquisadas tiveram crescimento, com destaque para Santa Catarina (+14,6%). O Rio de Janeiro (+3,7%) teve o segundo menor crescimento entre os estados, à frente apenas do Ceará (+2,1%), e abaixo da média nacional. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2025, os supermercados fluminenses cresceram 1,8%, também em termos reais, em relação ao mesmo período de 2024. Apesar do resultado positivo, o desempenho ficou abaixo da média brasileira (+2,3%) e reflete uma desaceleração frente ao mesmo intervalo do ano passado, quando o setor havia avançado 5,9%. “Apesar da recuperação em abril, o crescimento dos supermercados fluminenses no primeiro quadrimestre foi inferior à média nacional e ao observado em 2024”, ressalta William Figueiredo. “Ainda assim, o setor segue como um dos principais pilares de sustentação da economia do varejo no estado.” O desempenho positivo dos supermercados ajudou a atenuar o resultado negativo do varejo fluminense no acumulado do ano, que caiu 2,2% – o pior início de ano desde 2020, durante a pandemia. As maiores quedas vieram dos segmentos de combustíveis (-13,7%), informática e comunicação (-6,9%), livrarias e papelarias (-5,7%) e vestuário e calçados (-2,8%). No Brasil, 11 das 12 unidades da federação pesquisadas também registraram crescimento no setor supermercadista nos quatro primeiros meses do ano, com destaque novamente para Santa Catarina (+8,4%). A Bahia foi a única a apresentar retração (-0,2%). O Rio de Janeiro teve o quinto menor desempenho estadual, ficando também abaixo da média nacional e do ritmo observado em estados vizinhos da região Sudeste. Quer saber como implementar tecnologia de forma eficiente no seu supermercado e maximizar seus resultados? Leia a Revista Supernegócios de Junho AQUI!
12/06/2025
Supermercadistas, atenção: 75% dos brasileiros já compram via app – e esperam mais inovação dos supermercados!
A digitalização do consumo se consolidou no Brasil, e os supermercados que não acompanharem essa transformação correm o risco de perder espaço. Um novo estudo da Neogrid, em parceria com o Opinion Box, revela que 75% dos consumidores brasileiros utilizam aplicativos de supermercados regularmente. Entre eles, 33% fazem isso semanalmente, 23% mensalmente e 19% diariamente. Apenas 4% recorrem à tecnologia de forma ocasional. Além dos apps das próprias lojas, o estudo mostra que 35% dos entrevistados também usam plataformas de terceiros para fazer compras de supermercado de forma ocasional, 27% o fazem semanalmente e 8% diariamente. Em contraste, 9% nunca utilizaram canais digitais para esse tipo de compra. A principal motivação para essa migração ao digital é a entrega rápida, mencionada por 65% dos respondentes. Em seguida, aparecem fatores como personalização dos produtos (14%), experiências imersivas (8%) e o uso de inteligência artificial (6%). Para Bruno Maia, head de Dados e IA da Neogrid, “o consumidor está cada vez mais habituado ao uso da tecnologia em todos os aspectos da vida. Ele busca agilidade, autonomia e experiências relevantes, e isso vale também para as compras de supermercado. O desafio para o varejo não é mais entender o que precisa ser feito, e sim como fazer isso com eficiência e estratégia.” De fato, o levantamento mostra que, ao optar por novas tecnologias no varejo, 35% dos consumidores buscam facilidade na hora da compra, 33% desejam economizar tempo, 18% valorizam uma jornada diferenciada e 13% dão importância ao acesso a informações detalhadas sobre os produtos. Essa mudança de comportamento exige que o varejo invista em soluções mais avançadas, com uso inteligente de dados, IA e personalização. “Estamos falando de um consumidor que não quer perder tempo e espera ser compreendido. As empresas que dominarem o uso dos dados para gerar experiências personalizadas vão sair na frente na corrida pela fidelização”, afirma Maia. Apesar da força crescente do digital, o varejo físico ainda tem espaço — desde que se reinvente. Segundo o estudo, 66% dos consumidores percebem um movimento positivo das lojas físicas em direção à inovação. A maioria (61%) já utilizou caixas de autoatendimento em supermercados e aprovou a experiência. Outros 23% ainda não testaram, mas demonstram interesse, enquanto 11% experimentaram e não gostaram, e 5% não pretendem usar. No que diz respeito a tecnologias mais avançadas no ponto de venda, como escaneamento por celular, realidade aumentada e IA, 47% dos entrevistados ainda não testaram, mas estão abertos a experimentar. Já 39% já utilizaram e aprovaram, enquanto 6% não pretendem aderir. Outro dado importante é o potencial de valorização da inovação Embora 37% dos consumidores se declarem neutros em relação ao pagamento adicional por experiências mais modernas, 24% estão dispostos e 18% muito dispostos a pagar mais por isso. No entanto, Bruno Maia alerta: “O investimento em inovação só faz sentido quando gera valor real para o consumidor. Não se trata apenas de impressionar, mas de resolver problemas, otimizar a jornada e respeitar o perfil de cada cliente.” Entre os principais atrativos de uma loja física, a variedade de produtos e marcas lidera com 50% das respostas, seguida por entrega rápida (31%), pagamento móvel (6%) e recursos como personalização, imersões e IA, todos com 3%. O estudo também revelou o que os consumidores esperam do futuro do varejo físico: 49% querem mais tecnologia e inovação, 21% desejam maior personalização da oferta, 18% buscam mais facilidade para trocas e devoluções, e 10% esperam mais opções de pagamento. Para os supermercados, a mensagem é clara: investir em tecnologia e inovação é essencial para atender às novas exigências do consumidor, mas é preciso fazer isso com inteligência, equilíbrio e foco na experiência. Como conclui Bruno Maia, “a combinação entre estratégia de dados, personalização e tecnologia é o que vai diferenciar os líderes do setor nos próximos anos.” Quer saber como implementar tecnologia de forma eficiente no seu supermercado e maximizar seus resultados? Leia a Revista Supernegócios de Junho AQUI!
12/06/2025
ALERTA CAFÉ: ABIC envia denúncia que levou à apreensão de 5.500 pacotes de café no Rio de Janeiro
A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), em comunicado enviado com exclusividade à ASSERJ, informou que uma denúncia feita à Delegacia do Consumidor do Rio de Janeiro (DECON-RJ) resultou na apreensão de 5.500 pacotes de café impróprios para o consumo na cidade do Rio de Janeiro. Os produtos apresentavam elevados índices de impurezas, em desacordo com a Portaria 570/2022 do Ministério da Agricultura (MAPA). Como parte de seu compromisso com a qualidade do café e o respeito ao consumidor, a ABIC realiza, de forma contínua, o monitoramento dos cafés comercializados em todo o país. Os pacotes são coletados diretamente nos pontos de venda e encaminhados para análise laboratorial, onde são verificados os parâmetros de pureza e qualidade conforme determina a legislação vigente. No caso denunciado, as amostras passaram por análise de microscopia, que confirmou a presença excessiva de impurezas. Com base nessa comprovação, a ABIC formalizou a denúncia junto à DECON-RJ, levando à ação que culminou na apreensão de 5.500 pacotes de meio quilo de produtos adulterados. “Essa união entre a ABIC e os órgãos públicos de defesa do consumidor fortalece as ações de fiscalização e o controle da qualidade do café, garantindo ao consumidor um alimento seguro, em conformidade com os padrões legais, sem fraudes ou adulterações. Seguiremos compartilhando conhecimento técnico, fundamentado na legislação e na ciência, para combater práticas desleais", afirma Celírio Inácio, Diretor-executivo da ABIC. A associação ainda reforça que, segundo o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor, o varejista — incluindo supermercados — pode ser responsabilizado solidariamente por vícios de qualidade que tornem os produtos impróprios ao consumo. O consultor técnico da ASSERJ, Flávio Graça, lembra que: "os supermercados têm o dever de garantir a segurança dos produtos que comercializam, sendo corresponsáveis por eventuais danos causados aos consumidores, conforme estabelece o Código de Defesa do Consumidor. Verificar a procedência dos itens e acompanhar alertas sobre produtos impróprios são medidas essenciais. A retirada imediata desses produtos das gôndolas é fundamental para proteger a saúde pública e preservar a confiança do cliente no estabelecimento."
11/06/2025
Redeconomia, 27 anos! Confira declarações exclusivas dos diretores da Rede e indústrias parceiras
Na manhã desta quarta-feira (11), a Redeconomia reuniu associados e parceiros na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, para celebrar seus 27 anos de história e apresentar as diretrizes estratégicas que vão nortear o grupo em 2025. Com lojas espalhadas pelo estado do Rio de Janeiro, a rede projeta crescimento, modernização e reforço da proximidade com o consumidor como pilares para os próximos anos. Durante a cerimônia, o presidente da Redeconomia, Adelino José, destacou o papel fundamental dos colaboradores e da indústria parceira no sucesso da rede. “Estamos evoluindo, mas sem perder a nossa essência, que é estar perto do consumidor. Agradeço a todos que fazem parte dessa engrenagem que faz a rede funcionar. Em breve, vamos inaugurar uma nova loja em Inoã, em Maricá, e até o fim do ano, mais uma unidade do Grupo Emmanuel, chegando a 150 supermercados”, anunciou. Na ocasião, Adelino também homenageou os principais parceiros comerciais da rede, entregando prêmios a empresas que se destacaram ao longo do ano: Ambev, BRF, Camil, Cooxupé e M. Dias Branco. Com foco em expansão e resultados expressivos, o gestor comercial da rede, Mário Letra, revelou dados otimistas: as vendas cresceram 25% em 2024, e a expectativa é de manter o ritmo com projeção de 15% de crescimento em 2025 e 2026. A meta para este ano é ousada: atingir R$ 2 bilhões em vendas. “Só no aniversário, tivemos um aumento de 30% nas vendas. Para manter esse ritmo, precisamos de uma parceria ainda mais forte com a indústria. Vamos com tudo para cima da concorrência”, afirmou Letra, destacando ainda que os investimentos em mídia externa cresceram 40% e o desempenho nos canais digitais foi intensificado ao longo do ano. Presente no evento, o presidente da ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), Fábio Queiróz, destacou a Redeconomia como referência nacional em gestão associativa no varejo. Para ele, a rede é exemplo de organização, liderança e foco em propósito. “Além de ser a primeira rede associativa do estado, a Redeconomia formou uma verdadeira dinastia. Esse modelo, que funciona tão bem aqui no Rio de Janeiro, é referência para o Brasil. Ela cresce porque é organizada, porque tem liderança e, acima de tudo, porque tem propósito”, disse Queiróz. Segundo ele, a força da rede está em sua capilaridade. “Estar perto da Redeconomia é estar conectado a todo o estado. É uma rede latente no Rio e gigante na Baixada e no interior. Não tenho dúvida: ela representa o varejo fluminense em sua totalidade.” Com planos de expansão, novos investimentos e uma gestão voltada ao consumidor, a Redeconomia reforça sua posição como uma das principais forças do varejo supermercadista no Rio de Janeiro. Diretores do Redeconomia projetam crescimento com foco no consumidor e na união entre os associados para os próximos anos O que esperar dos próximos anos para uma das maiores redes supermercadistas do estado do Rio de Janeiro? Durante as comemorações de aniversário da Redeconomia, a ASSERJ conversou com alguns dos principais executivos da rede para entender suas expectativas e perspectivas para o futuro. Adelino José, presidente da Redeconomia, destacou que a força da união interna será determinante para o sucesso nos próximos anos. “O que esperamos sempre é a união do grupo em prol dos bons negócios. Que possamos analisar com critério as melhores oportunidades e manter o foco no consumidor. Essa união interna é muito forte e, com ela, conseguimos alcançar os resultados que buscamos.” Eraldo Vieira, diretor da Redeconomia SuperPax, aposta na continuidade do crescimento sustentável e na valorização das lojas de proximidade. “Acredito que os próximos anos seguirão com o crescimento seguro que temos hoje, tanto com a entrada de novas empresas na rede quanto com a modernização das lojas dos associados. O nosso diferencial é estar cada vez mais próximo do consumidor, oferecendo desde a compra do mês até itens de necessidade imediata. O brilho nos olhos dos nossos colaboradores é o que garante essa conexão.” Ricardo Marcolan, diretor da Redeconomia SuperPax, reforça a importância das parcerias com fornecedores para sustentar a expansão planejada. “Estamos muito felizes em comemorar 27 anos. Temos o objetivo claro de crescer — em número de lojas, em tamanho e em vendas. E isso só é possível com os fornecedores ao nosso lado. São eles que viabilizam as boas negociações que conseguimos levar até o consumidor final com preço justo, atendimento acolhedor e o jeito único da Redeconomia.” Arnaldo Germano, diretor da Redeconomia Campeão, projeta uma expansão significativa nos próximos anos, apoiada no espírito de colaboração que marca a história da rede. “Se em 27 anos dobramos o número de lojas, espero que em dez anos a gente consiga aumentar pelo menos mais 50%. A união dos associados sempre foi a base do nosso sucesso — e é essa coesão que continuará guiando nosso crescimento.” Indústria celebra aniversário do Redeconomia e destaca força da parceria Durante o evento de comemoração dos 27 anos da Redeconomia, representantes da indústria marcaram presença e reforçaram o valor das parcerias de longa data com a rede supermercadista, reconhecida como uma das mais relevantes do estado do Rio de Janeiro. Lincoln Oliveira da Silva, gerente regional da Unilever, enfatizou a longevidade e a solidez do relacionamento entre as empresas. “Gostaria de parabenizar a Redeconomia pelos 27 anos de parceria com a Unilever. Não tenho dúvidas de que este será um aniversário de muito sucesso, tanto para a rede quanto para a Unilever. É uma parceria duradoura, de longo prazo, que certamente continuará por muitos anos. Parabéns à Rede!” José Santana Farias, diretor regional do Grupo EBD, destacou a importância do evento para o fortalecimento das relações comerciais. “É um congraçamento. Fortalece muito a relação com uma rede simpática, que tem o maior número de lojas do estado e atende todos os municípios. Fico muito feliz em estar aqui. É uma grande honra sermos fornecedores e, em muitos casos, entre os cinco principais parceiros da rede.” Lucas Bottino, Off Trade Regional Manager da Ambev, também comemorou a data e destacou a relevância estratégica da parceria. “Esse evento de aniversário é sempre importante porque marca um novo ciclo da Rede. Ficamos muito felizes de sermos celebrados como parceiros, porque a Redeconomia é extremamente importante para nós. Que este seja mais um ano de sucesso para todos.” Jeane Almeida, representante do grupo Cepêra, reforçou o sentimento de gratidão e respeito pela trajetória da rede. “É uma honra participar dessa comemoração dos 27 anos da Redeconomia. A Cepêra é muito grata por toda a parceria construída e deseja ainda mais sucesso nos próximos anos.” Parabenizamos e desejamos muito sucesso à rede e a todos os seus colaboradores.
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