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Mondelez Brasil tem novo vice-presidente
A gigante de alimentos anuncia Hugo Moraes como o novo vice-presidente de People (Recursos Humanos) da Mondelez Brasil, responsável por marcas como Lacta, Bis, Oreo, Club Social, Tang e Trident. Com mais de 20 anos de experiência em multinacionais como Ford, Nestlé e General Mills – onde liderou a área de RH no Brasil nos últimos três anos –, o executivo também atuou internacionalmente nos Estados Unidos, gerenciando projetos em países como Argentina, Suíça e China. No novo cargo, o executivo terá a missão de fortalecer a cultura de alta performance, ampliar o desenvolvimento de pessoas e atrair profissionais diversos, mantendo o ambiente de inclusão que já caracteriza a empresa. “As pessoas estão no centro do nosso trabalho e tenho a sorte de encontrar um time já muito engajado. Agora, é transformar essa energia em resultados e impulsionar nosso crescimento”, afirmou Moraes. A posição anteriormente era ocupada por Maria Quintana, que assumirá o posto de vice-presidente de RH para toda a América Latina. “Deixo para o Hugo uma organização comprometida e preparada para novos desafios. Estou muito grata por tudo que vivi no Brasil e levarei essas experiências para essa nova fase em minha carreira”, comentou Maria. A ASSERJ deseja boa sorte!
28/05/2025
ASSERJ no Rio2C: o que os supermercados podem aprender com as macrotendências tecnológicas?
A ASSERJ continua sua presença no Rio2C, evento dedicado à inovação e ao futuro, participando da palestra "Report Macrotendências", com Carol Fernandes, coordenadora do Lab Tendências Casa Firjan, e Isabela Petrossillo, pesquisadora do Lab Tendências Firjan. O encontro trouxe uma leitura refinada de sinais positivos de mudança que apontam para um mundo cada vez mais tecnológico, porém mais consciente, regenerativo e integrado com as necessidades humanas. Carol Fernandes iniciou sua fala destacando como o avanço da tecnologia vem se tornando mais realista e conectado à vida cotidiana. Segundo ela, a construção de espaços biotecnológicos — que integram inovação com respeito ao meio ambiente — será cada vez mais necessário e comum. Isso inclui ambientes automatizados, inteligentes e sustentáveis. Ao mesmo tempo, os chamados “espaços robóticos” exigirão uma revisão profunda das normas de segurança e de interação, já que as máquinas passarão a atuar lado a lado com o ser humano em ambientes como hospitais, indústrias — e, por que não, também nos supermercados. Isabela Petrossillo complementou o panorama trazendo a perspectiva da hipertecnologia, um cenário onde os processos regenerativos ganham protagonismo. Ela destacou a importância da biotecnologia baseada em recursos biológicos reconectáveis — uma tendência que pode revolucionar a forma como produtos são fabricados, embalados e comercializados. Isabela também fez uma provocação importante: no futuro, todos terão acesso à tecnologia? Para ela, garantir acessibilidade tecnológica é um dos grandes desafios e, ao mesmo tempo, uma oportunidade para empresas que desejam se posicionar de forma mais inclusiva e inovadora. Nesse contexto, o setor supermercadista pode — e deve — se inspirar nessas macro-tendências. A incorporação de robôs que interagem com base em emoções ou dados demográficos, por exemplo, pode transformar a experiência do cliente dentro da loja. Imagine robôs que oferecem atendimento personalizado conforme a faixa etária do consumidor ou que interpretam expressões faciais para entender se alguém precisa de ajuda. Além disso, redes econômicas mais colaborativas — como sistemas de fidelização baseados em comunidades, trocas de benefícios e logística compartilhada — podem se consolidar como modelos mais sustentáveis e conectados à realidade das novas gerações de consumidores. Ao refletir sobre o papel do ser humano nesse cenário, Carol e Isabela levantaram um alerta: o excesso de produção tecnológica pode reduzir a pluralidade de ideias e gerar uma base única de conhecimento. Isso reforça a necessidade de usar a tecnologia não como um fim, mas como meio para amplificar a experiência humana. A mente, nesse futuro próximo, estará cada vez mais ligada à tecnologia — e caberá às empresas garantir que essa ligação seja ética, inclusiva e regenerativa. Para Isabela, estar presente neste debate é reafirmar seu compromisso com um futuro onde a inovação tecnológica serve ao bem-estar coletivo. O setor supermercadista, como elo direto entre a indústria e o consumidor, tem uma posição estratégica para aplicar essas tendências — seja adotando tecnologias mais sensíveis às necessidades humanas, seja promovendo experiências de consumo mais personalizadas, ágeis e sustentáveis. Mais do que acompanhar tendências, é hora de liderar mudanças. LEIA MAIS: ASSERJ no Rio2C: qual a importância de aplicar a economia regenerativa nos supermercados
28/05/2025
ASSERJ no Rio2C: qual a importância de aplicar a economia regenerativa nos supermercados
Nesta quarta-feira, dia, 28 de maio, a equipe da ASSERJ acompanhou de perto a palestra "A Nova Era de Negócios: o que aprender com negócios regenerativos", dentro da programação do Rio2C — evento que tem promovido diálogos transformadores sobre inovação, sustentabilidade e futuro. A conversa trouxe importantes provocações que podem inspirar o mercado supermercadista a adotar práticas mais sustentáveis e conectadas com as reais necessidades do mundo atual. Com mediação de Cíntia Gerardi, do Sistema B, o encontro teve como palestrantes Aira Nascimento, presidente da As Josefinas, e Carlos Ferraz, da Agir ESG. Ambos compartilharam suas experiências com modelos de negócios que aliam propósito, sustentabilidade e viabilidade econômica. Aira destacou que o mundo precisa, hoje, de uma liderança regenerativa — ou seja, uma liderança que pense além do lucro imediato e busque restaurar e fortalecer os sistemas sociais e ambientais onde está inserida. Segundo ela, o mercado corporativo ainda precisa dar passos mais concretos na inclusão de pessoas periféricas e no respeito ao território onde atua. “O empresário não vai rasgar dinheiro, mas é necessário olhar para o mundo de hoje e propor estratégias que façam sentido para todos”, disse Aira. Carlos Ferraz reforçou que já existem soluções e tecnologias suficientes para que qualquer empresa seja sustentável. De acordo com ele, a economia regenerativa tem potencial para movimentar até 130 trilhões de dólares até 2030, e representa um caminho viável e lucrativo. “Temos que agir com pragmatismo. O empresário não vai rasgar dinheiro, mas está mais do que na hora de lucrar usando modelos regenerativos”, afirmou. A fala de ambos os palestrantes converge para um ponto essencial: qualquer negócio pode ser regenerativo, inclusive os supermercados e pequenos mercados de bairro. Respeitar o território, valorizar a comunidade local, utilizar recursos como a água de forma consciente e buscar fontes de energia renováveis são ações concretas que podem ser implementadas desde já. "Qualquer setor pode evoluir de forma sustentável, humana e economicamente saudável", completa Carlos Ferraz. Por fim, Aira Nascimento lembra ainda que essa nova era de negócios não é uma utopia — "é um caminho real e cada vez mais urgente".
28/05/2025
ASSERJ no Rio2C: papo reto sobre jornalismo e lições para o varejo supermercadista
Comprometida com a formação continuada de seus colaboradores, a ASSERJ viabilizou a ida do time de Comunicação e Marketing ao Rio 2C, encontro de criatividade e a inovação, que começou ontem (27) e vai até 1º de junho na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. Em meio a muito conteúdo sobre inovação e criatividade no mundo do audiovisual, o jornalismo foi o protagonista no primeiro dia de debates do Rio2C. O apresentador do Jornal Hoje César Tralli se juntou à âncora do Jornal da Globo Renata Lo Prete para uma reflexão sobre o papel do jornalismo na construção de confiança com o público nos dias atuais. A apresentadora compartilhou dados de pesquisa da Universidade de Harvard que revelou que o público não espera que o jornalista domine todos os assuntos, mas que seja capaz e transparente sobre o que ainda não sabe. Além disso, o público espera que o jornalista siga códigos de transparência e ética, explicando seus processos e critérios de escolha e apuração. Tralli fala da dificuldade no combate à desinformação diante do avanço das ferramentas de inteligência artificial. “A confiança não é construída da noite para o dia, ela precisa de trabalho diário”, disse Tralli. Ele também ressaltou que a verificação de informações é um desafio cada vez maior, diante do uso de inteligência artificial para espalhar notícias falsas. “as ferramentas de desinformação estão ficando cada vez mais sofisticadas, e isso exige uma atuação quase forense das equipes de jornalismo.” Renata Lo Prete, por sua vez, reforçou que a confiança nasce do compromisso em admitir erros e buscar a verdade com transparência. “O erro não destrói a confiança se houver disposição para corrigi-lo e se o público perceber o esforço de acertar”, afirmou. “Confiança não se conquista da noite para o dia, não é cheque em branco, é uma construção. E não tem maior demonstração disso, do que os 100 anos que o Grupo Globo está comemorando, uma longa história de construção de confiança junto ao público em diferentes plataformas”, lembrou Renata. Ela também enfatizou o valor da isenção. “Isenção não é uma palavra ruim, é um valor que devemos perseguir para expor os interesses em conflito e torná-los visíveis ao público.” Os supermercados podem tirar algumas lições bem legais desse papo sobre confiança no jornalismo do Rio 2C, como: Autenticidade e credibilidade: assim como o jornalismo precisa ser confiável, supermercados também precisam passar essa confiança para os clientes, seja nas promoções, na qualidade dos produtos ou na transparência do negócio. Diálogo aberto: o que vale para o jornalismo vale para o varejo — ouvir e engajar o cliente é essencial para construir relações sólidas. Curadoria de informação: o supermercado também funciona como um curador, mostrando o que vale a pena para o cliente. Se o jornalismo busca a notícia certa, o supermercado precisa ter o produto certo, no preço justo. Consistência e valores: confiança se constrói no dia a dia, tanto nas manchetes quanto nas prateleiras.
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