Skip to Main Content
Join in
PT
EN
ES
A+
A-
Sobre Nós
Institucional
Our History
Board of Directors
ASSERJ Social
Keeping an eye on the garbage
Super Pet
News
Super Business Magazine
ASSERJ School
Serviços
Benefits
Orientation Visit
Soluções
Super Business Seminar
ASSERJ Experience
SRE Super Rio Expofood
Conecta Varejo
Join us
Contato
Contact us
SAA - Member Service
Work with us
Assessoria de Imprensa
ASSERJ
News
News
Keep up to date with the latest news from the supermarket sector
Search Bar
Date
All
Associados em foco
Atualidades
Comportamento & tendência
Conecta
Economia
Indústria em cena
Por dentro da asserj
Associados em foco
Supermarket Alvorada acelera expansão e inaugura nova unidade em São Gonçalo
O Supermarket Grupo Alvorada deu mais um passo importante em sua trajetória de crescimento com a inauguração da 35ª loja, localizada na Avenida Humberto de Alencar Castelo Branco, 3240, no bairro Rocha, em São Gonçalo. A nova unidade chega ao mercado após uma obra realizada em tempo recorde e reforça a presença da rede em uma das regiões mais estratégicas do município. Com 1.100 m² de área de venda, a loja conta com 14 checkouts, um mix de quase 9 mil SKUs e gerou 120 empregos diretos, contribuindo para o desenvolvimento econômico local e para a geração de oportunidades na região. Segundo Gustavo Bonifácio, diretor do Supermarket Grupo Alvorada, o projeto foi conduzido com agilidade para aproveitar um dos períodos mais relevantes do varejo supermercadista. “É um prazo enorme estar inaugurando essa loja que pegamos há apenas 35 dias. Fizemos uma obra recorde para conseguir aproveitar o momento de final de ano, que é o mais importante para o nosso setor. A expectativa está lá em cima”, afirma. Foco em sortimento, bazar e marca própria Entre os diferenciais da nova unidade está a aposta em uma loja de bazar robusta e no fortalecimento da marca própria, que vem sendo desenvolvida a partir da área de importação do grupo. A estratégia reflete uma visão clara de diversificação de mix e ampliação de margem, alinhada às tendências do varejo supermercadista. “Estamos desenvolvendo a JVG, nossa marca própria, com base na nossa importação, e acreditamos que essa área vai crescer bastante no próximo ano. Temos uma expectativa muito grande para 2026, com muitos projetos que queremos colocar em prática”, destaca Gustavo Bonifácio. A inauguração também carrega um significado especial para o executivo, que já conhecia a unidade antes de integrá-la ao grupo. “É uma honra estar lançando essa loja. Sempre visitei esse ponto como concorrente, porque trabalhava aqui ao lado, no Grupo Torre, do Seu Paulo Bonifácio. Foi ali a minha escola, onde aprendi tudo sobre chão de loja”, relembra. Expansão com planejamento A 35ª loja consolida o posicionamento do grupo como um dos protagonistas do varejo supermercadista fluminense e sinaliza um 2026 marcado por novos investimentos, especialmente nas áreas de importação, marca própria e eficiência operacional. A ASSERJ deseja muitas vendas, clientes e, com certeza, sucesso à mais nova loja do Grupo Alvorada.
22/12/2025
Atualidades
Preço do café em 2026: o que esperar dos preços no varejo supermercadista
O ano de 2025 começou com o café entre os itens de maior pressão inflacionária da cesta de consumo. Em fevereiro, o produto registrou a maior alta acumulada em 12 meses desde a criação do real, movimento que já impacta diretamente margens, negociação com fornecedores e o comportamento de compra do shopper no varejo supermercadista. O nível de preços chegou a estimular, inclusive, a circulação de produtos irregulares no mercado, como o chamado “café fake”. Para 2026, a expectativa é de algum alívio, mas distante de uma normalização. A tendência apontada por analistas é de queda moderada, insuficiente para devolver o café a um patamar considerado barato. Para o varejo supermercadista, isso significa um cenário ainda desafiador, com necessidade de gestão fina de sortimento, preços e comunicação no ponto de venda. Segundo Renato Garcia Ribeiro, pesquisador do Cepea, apesar de condições climáticas mais favoráveis para a safra atual, os efeitos acumulados de anos de calor excessivo e seca ainda limitam a recuperação dos cafezais. "A oferta segue abaixo do necessário para atender plenamente a demanda, o que reduz o espaço para recuos mais expressivos nos preços ao consumidor." Esse movimento já aparece nos números: em agosto, o café apresentou uma leve deflação de 0,23%, a primeira desde dezembro de 2023. Um sinal positivo, mas ainda tímido para aliviar a pressão sobre o varejo supermercadista. Clima ajuda, mas não resolve no curto prazo As projeções climáticas para o fim de 2025 e início de 2026 indicam condições favoráveis, especialmente durante a fase de florada das lavouras, com previsão de chuvas regulares. Caso o primeiro trimestre confirme esse cenário, a produção brasileira de café arábica pode crescer, contribuindo para recompor estoques globais. Até lá, no entanto, a oferta seguirá restrita. Além disso, o café é uma cultura bienal: após uma safra mais intensa, a produção seguinte tende a ser menor, pois a planta precisa se recuperar. Para 2026, muitos talhões ainda estarão em fase de desenvolvimento, o que limita ganhos rápidos de produtividade. Estoques apertados e impacto direto no varejo Do ponto de vista do abastecimento, o cenário segue pressionado. A demanda global cresce, enquanto os estoques permanecem baixos no Brasil. O Itaú BBA projeta que apenas na safra 2026/2027 a produção mundial deve superar o consumo, em cerca de 7 milhões de sacas. Até lá, a disponibilidade de arábica continua restrita, com exportações possivelmente limitadas. Outro fator relevante para o varejo supermercadista é o calendário da colheita: embora a colheita comece em abril, o café só chega efetivamente ao mercado a partir de setembro. Isso mantém os estoques sob tensão ao longo do ano, especialmente diante do aumento das compras dos Estados Unidos após o fim da tarifa de 50% sobre o café brasileiro. A safra de 2025, segundo o Cepea, já está praticamente toda negociada, sem margem para novos clientes, o que reduz a flexibilidade comercial e aumenta a pressão sobre preços e contratos.
22/12/2025
Economia
Alta da confiança melhora perspectivas do varejo supermercadista em 2026
O avanço da confiança do consumidor em dezembro reforça um cenário de expectativas mais positivas para o início de 2026, mas ainda exige leitura estratégica por parte do varejo supermercadista. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 0,4 ponto em relação a novembro, com ajuste sazonal, atingindo 90,2 pontos, o maior nível desde dezembro de 2024 e o quarto aumento consecutivo. Na média móvel trimestral, o índice avançou 0,9 ponto, indicando uma tendência de melhora gradual no sentimento das famílias, ainda que com diferenças relevantes entre renda, percepção do presente e expectativas futuras. “A confiança do consumidor subiu pelo quarto mês seguido, impulsionada pela melhora das expectativas para os próximos meses, enquanto os indicadores que refletem a percepção sobre o momento atual recuaram. Entre as faixas de renda, o avanço da confiança foi mais expressivo entre os consumidores de menor renda”, avalia Anna Carolina Gouveia, economista do Ibre/FGV. Expectativas puxam o índice, mas presente segue desafiador A decomposição do indicador revela um ponto de atenção importante para o varejo supermercadista. O Índice de Situação Atual (ISA) recuou 1,4 ponto, para 83,4 pontos, interrompendo duas altas consecutivas. Já o Índice de Expectativas (IE) avançou 1,4 ponto, alcançando 95,2 pontos. Na prática, o consumidor demonstra maior confiança no futuro, mas ainda sente restrições no dia a dia — combinação que tende a impactar diretamente decisões de compra, tíquete médio e migração de marcas. “Os indicadores de situação atual sugerem um quadro ainda desafiador para as famílias, pressionadas por endividamento e inadimplência, apesar de um mercado de trabalho aquecido e maior poder de compra”, completa Gouveia. Para as redes supermercadistas, esse cenário reforça a importância de estratégias voltadas a preço, marca própria, embalagens econômicas, promoções táticas e gestão eficiente de sortimento, especialmente nas categorias de maior recorrência. Baixa renda lidera avanço da confiança O recorte por faixa de renda traz sinais relevantes para o planejamento comercial. O maior avanço da confiança ocorreu entre os consumidores com renda familiar de até R$ 2.100, cujo índice subiu 4,2 pontos, para 90,4 pontos. Esse movimento tende a favorecer formatos mais populares, atacarejos, lojas de bairro e estratégias de alto giro. Já entre consumidores com renda entre R$ 2.100,01 e R$ 4.800, houve queda expressiva de 5,2 pontos, para 87,6 pontos, indicando maior sensibilidade a preços e maior cautela nas decisões de consumo. Nas faixas intermediárias, de R$ 4.800,01 a R$ 9.600, o índice subiu 1,5 ponto, enquanto entre os consumidores de maior renda houve leve recuo de 0,6 ponto. Implicações práticas para o varejo supermercadista Do ponto de vista B2B, os dados da FGV sugerem que o início de 2026 deve ser marcado por um consumidor menos pessimista, porém ainda seletivo e racional. A confiança maior entre as famílias de menor renda reforça a relevância de: Política comercial agressiva em itens básicos Expansão e fortalecimento de marcas próprias Gestão fina de preços e mix por perfil regional Atenção ao poder de compra real, e não apenas às expectativas Ao mesmo tempo, a queda na percepção sobre a situação financeira atual exige cautela na projeção de volumes, evitando excesso de estoque e investimentos descolados da realidade do consumo. A coleta dos dados da pesquisa foi realizada entre 1º e 18 de dezembro, período que antecede o pico do consumo de fim de ano, o que reforça a importância de acompanhar os próximos indicadores para confirmar se a melhora das expectativas se converte, de fato, em maior tração no varejo supermercadista ao longo de 2026.
22/12/2025
Indústria em cena
Unilever tem novo CMO global
A Unilever anunciou uma mudança relevante em sua estrutura global de marketing com a saída de Esi Eggleston Bracey, atual chief growth & marketing officer, prevista para o fim de janeiro de 2026. A executiva encerra um ciclo de oito anos na companhia, marcado pela consolidação de uma agenda de crescimento ancorada em marcas fortes, criatividade e diversidade. Como parte desse movimento, a multinacional decidiu não manter o cargo de Chief Growth & Marketing Officer. Em seu lugar, promove Leandro Barreto, até então CMO global de Beauty & Wellbeing, para um mandato ampliado como chief marketing officer da Unilever. A partir de 1º de janeiro de 2026, ele passa a responder pela agenda global de marketing do grupo, acumulando a função com a liderança da vertical de beleza e bem-estar. “À medida que o ano chega ao fim, me vejo fazendo uma pausa não apenas para refletir sobre métricas de desempenho, mas para valorizar as pessoas, a paixão e o propósito que definiram estes últimos doze meses”, compartilhou Leandro Barreto em uma publicação no LinkedIn. “2025 foi um ano de apostas ousadas e avanços significativos. Foi um privilégio trabalhar ao lado de equipes que aparecem todos os dias com coragem, curiosidade e cuidado.” De acordo com a companhia, "a mudança reflete uma evolução na forma como o marketing se conecta às operações e às unidades de negócio, com maior foco em execução, agilidade e impacto direto no crescimento das marcas. O objetivo é aproximar ainda mais as capacidades globais de marketing das demandas específicas de cada categoria e mercado." Durante sua gestão, Esi Eggleston Bracey teve papel central na defesa da criatividade como motor de crescimento, no fortalecimento da cultura de marca e na ampliação da representatividade dentro e fora das campanhas da empresa. Sua saída ocorre em um momento em que grandes anunciantes revisitam estruturas e papéis do marketing diante de um cenário mais fragmentado, orientado por dados e pressionado por resultados de curto prazo. A escolha de Barreto sinaliza continuidade, mas também pragmatismo. Reconhecido internamente por seu trabalho à frente de marcas globais e por uma abordagem que combina criatividade, cultura e disciplina comercial, o executivo assume em um contexto no qual o marketing é cada vez mais cobrado por entregar diferenciação criativa sem perder eficiência operacional. Para o mercado, a decisão reforça uma tendência entre grandes anunciantes: menos camadas corporativas e maior integração entre estratégia de marca, vendas e execução nos pontos de contato com o consumidor — uma equação complexa, mas essencial para sustentar relevância e crescimento em escala.
22/12/2025
1
...
19
20
21
...
782
4 Entries
4
Entries per Page
8
Entries per Page
20
Entries per Page
40
Entries per Page
60
Entries per Page
Showing 77 to 80 of 3,125 entries.
Page
1
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
2
Page
3
Page
4
Page
5
Page
6
Page
7
Page
8
Page
9
Page
10
Page
11
Page
12
Page
13
Page
14
Page
15
Page
16
Page
17
Page
18
Page
19
Page
20
Page
21
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
22
Page
23
Page
24
Page
25
Page
26
Page
27
Page
28
Page
29
Page
30
Page
31
Page
32
Page
33
Page
34
Page
35
Page
36
Page
37
Page
38
Page
39
Page
40
Page
41
Page
782
Newsletter ASSERJ
Receba as principais notícias do setor supermercadista e informações exclusivas para associados.
Warning:
You do not have the permission to access the upload fields on this form. Contact the form owner or portal administrator to request the access.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Hidden