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Conheça as características comuns de lojas com alto índice de perdas no estoque
Perdas originárias de erros operacionais nos estoques das lojas podem ser resolvidas com o mapeamento do problema Segundo a empresa Loss Prevention Media, dos Estados Unidos, as perdas originárias de erros operacionais no estoque custam bilhões de dólares anualmente aos varejistas em todo o mundo. Só no país norte-americano elas chegam a US$100 bilhões (514 bilhões de reais), e tem se tornado um problema que vai muito além de um suéter perdido na loja, um pacote de alimento danificado na gôndola ou o furto de um chiclete na prateleira. As perdas no estoque acabam refletindo diretamente nas margens de lucro da empresa e, consequentemente, na sobrevivência dentro de um mercado cada vez mais competitivo. Em resumo, as perdas no estoque referem-se com diferença aos níveis de estoque e no volume guardado de uma rede, números que a empresa deve ter em mãos com base no seu controle. Segundo a Associação Brasileira de Prevenção de Perdas, as principais baixas se refletem em perda no inventário, ocorre principalmente em razão de furtos nas lojas, inclusive de funcionários, erros humanos ou burocráticos, e fraude de fornecedores, etc, podendo levar a empresa à falência. "O grande segredo da prevenção de perdas é tentar diminuir ao máximo as perdas que você conhece, para que as perdas que você não conhece, não impactem tão profundamente", explicou Juan Carlos, Diretor de Prevenção e Perdas da Olímpica S.A, e que esteve na SRE Trade Show. Conheça os principais motivos de perdas no estoque: 1 - Atendimento ao cliente insatisfatório Boas práticas de atendimento ao cliente são um valor fundamental para qualquer negócio. Abordar e cumprimentar os clientes, fazer contato visual, oferecer assistência e outras práticas positivas que ajudam a melhorar efetivamente a experiência do cliente também impedirão atividades desonestas. Os clientes desonestos desejam ocultar as suas atividades e mascarar as suas intenções, e um vendedor alerta e consciencioso é o pior inimigo do ladrão. Da mesma forma, se sua empresa se tornar conhecida pelo mau atendimento ao cliente, você pode esperar que várias coisas aconteçam. 2 - Controles operacionais deficientes Seguir os procedimentos da empresa e aderir às diretrizes operacionais mantém as lojas funcionando de maneira tranquila e eficiente. Isso inclui as diretrizes de segurança física, mas também se refere a outros padrões operacionais, como o preenchimento adequado da papelada e da documentação exigida. A falta de padrão desses controles podem resultar em perdas no varejo e estimular erros excepcionais se tornarem rotineiros. 3 - Contratações ineficazes Contratar as pessoas certas é um componente chave para o sucesso de qualquer organização. Como diria a velha frase atribuída ao livro Mude ou Morra, "Demore para contratar e seja rápido para demitir". É importante que antes de efetivar um funcionário, ele esteja adaptado à cultura da empresa e que se sinta feliz, caso contrário, o único compromisso que ele terá com seu negócio será o salário, e nada mais. Questões comportamentais, mau desempenho e falta de motivação não só perturbam o ambiente de trabalho como também diminuem o padrão para outros funcionários. Os maus hábitos podem se espalhar como um vírus pela força de trabalho, levando a diversas preocupações no ambiente corporativo, incluindo problemas de redução. Por isso, é sempre importante acertar nas contratações e após contratá-lo, mantê-lo motivado. 4 - Estoques desordenados Existem muitos perigos diferentes associados a estoques desordenados e mal cuidados. O armazenamento inadequado pode levar a preocupações de segurança, como empilhamento inseguro ou muito pesado, riscos de tropeços, riscos químicos, mercadorias danificadas, equipamentos quebrados, corredores e saídas de incêndio obstruídos, iluminação inadequada, espaço de armazenamento inadequado e outras condições perigosas ou impróprias. Do ponto de vista da prevenção de perdas, isso também pode resultar numa fraca responsabilização das mercadorias, preocupações com a disponibilidade dos produtos e maiores oportunidades de roubo e outras questões de segurança. 5 - Mentes fechadas Mentes fechadas fecham portas. Esforços eficazes de prevenção de perdas requerem uma perspectiva interativa que procure as formas mais eficazes de maximizar os lucros e, ao mesmo tempo, manter as nossas lojas seguras e protegidas. Mudar a nossa perspectiva e abordagem, compreender como esses conceitos complementam o modelo de negócio e comunicar de forma eficaz ajudará a construir parcerias; criando uma atmosfera de cooperação que ajuda a melhorar as vendas, reduzir as perdas e aumentar os lucros. E você, encontrou algum tópico que se aplica ao seu negócio? É vital mapear todos os processos da sua empresa, assim, o crescimento será questão de tempo!
23/05/2024
Alterado o cumprimento das obrigações acessórias para diminuir o limite de valor de emissão de NFC-e que exige a identificação do destinatário
Decreto nº 49.086, de 9 de maio de 2024, que altera os itens 1 e 2 da alínea "a" do inciso VI do caput do art. 50, anexo I do Livro VI do Regulamento RICMS, estabelece que os valores iguais ou superiores a R$ 2.000 devem ser lançados no sistema da Secretaria Estadual da Fazenda A medida do Governo do Estado do Rio de Janeiro prevê alteração no cumprimento das obrigações acessórias de informação sistêmica (NFC-e) quanto às vendas realizadas ao consumidor final com valor igual ou superior a R$ 2.000 (dois mil reais). Para melhor entendimento, a consultora jurídica da ASSERJ, Ana Paula Rosa, explica que “as empresas têm que realizar os lançamentos das compras ao consumidor final no sistema da Secretaria de Fazenda (NFC-e) para apuração do ICMS. Trata-se de uma obrigação acessória de identificação do destinatário final, para conferência estabelecida pelo fisco”. A advogada acrescenta que “esse Decreto estabelece que os valores iguais ou superiores a R$ 2.000 (dois mil reais) devem ser lançados por meio de Nota Fiscal Contábil Eletrônica, visto que o não cumprimento ensejará na aplicação de multa pela SEFAZ por descumprimento da obrigação”. Ela também reforça que é importante conferir com as contabilidades e áreas fiscais quanto ao cumprimento da medida, que possui eficácia imediata a partir da publicação do Decreto, conforme íntegra disponível no link: https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=458838#:~:text=Altera%20o%20Anexo%20I%20do,obriga%20a%20identifica%C3%A7%C3%A3o%20do%20destinat%C3%A1rio
23/05/2024
Economia
Levantamento exclusivo da ASSERJ revela que 88,1% dos cariocas pretendem comprar produtos do Sul nos supermercados
Ainda segundo a pesquisa, 87,5% dos consumidores da cidade do Rio não estão estocando arroz, decisão que contribui para manter a normalidade do abastecimento dos supermercados A forte chuva que a população do Rio Grande do Sul enfrentou, e que ainda alaga diversas regiões do estado, mobilizou todos os brasileiros. No primeiro momento, milhares de doações de roupas e alimentos foram feitas. Em seguida, centenas de pessoas enfrentaram as enchentes para trabalhar como voluntários. Agora, um movimento vem ganhando força: o apoio da população para a compra de produtos produzidos pelos gaúchos. Uma pesquisa exclusiva, realizada pela ASSERJ, traçou o perfil do comportamento dos cariocas, quanto à iniciativa de comprar itens fabricados no Sul. Segundo o levantamento, 88,1% pretendem comprar produtos gaúchos nos supermercados. Outros 62,6% já estão comprando itens produzidos na região com o objetivo de apoiar os negócios afetados pelas enchentes. Para o primeiro vice-presidente da Associação das Américas de Supermercados (ALAS) e presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, os cariocas estão empenhados em apoiar o Rio Grande do Sul. “O levantamento revelou que para 88% dos cariocas entrevistados, a identificação dos produtos de origem gaúcha nas gôndolas poderia incentivar a compra desses itens. Já verificamos que diversos associados, ou seja, supermercadistas, estão realizando essa iniciativa. É uma forma generosa, eficaz e inteligente de contribuir com o povo do Sul, tão duramente afetado pelas fortes chuvas”, afirma o executivo. Consumo consciente de arroz Apesar do Rio Grande do Sul ser responsável por boa parte do arroz produzido no Brasil, e já terem colhido 83% da safra deste ano, os empresários ainda podem enfrentar alguma dificuldade para escoar, com velocidade, a sua produção em decorrência de vias e estradas danificadas. Diversas iniciativas foram tomadas como, por exemplo, zerar impostos para importação de três tipos de arroz até o fim do ano. Porém, se não houver uma conscientização da população, os supermercadistas podem enfrentar dificuldade para repor rapidamente o produto nas prateleiras. O estudo da ASSERJ mostra que 87,5% dos cariocas não estão armazenando arroz em excesso em suas residências e apenas 12,5% revelaram ter feito. A pesquisa também indagou os cariocas sobre as consequências de estocar arroz, que vão desde a impossibilidade dos menos favorecidos economicamente de comprar o produto, até o aumento nos preços. A boa notícia é que 66,5% dos entrevistados revelaram ter essa consciência enquanto 33,5% informaram desconhecer. Segundo Queiróz, os números comprovam a importância de ter tratado do tema com seriedade e transparência, desde o início. “Fomos a primeira associação a alertar sobre a probabilidade de o problema ocorrer. Nosso intuito foi alertar e conscientizar a população para não fazer estoques desnecessários que impulsionam a injustiça social e o aumento de preço”, ressalta. Por fim, outros 58,1% dos entrevistados demonstraram saber que, nesse momento, ao substituir o arroz por outros alimentos, está ajudando a equilibrar o valor e a oferta do produto no mercado.
23/05/2024
Lâmpadas smart e LED solar conquistam espaço nos supermercados
Novidade promete entregar eficiêcia energética e reduzir custos da conta de luz A Ourolux tem conquistado espaço nos supermercados brasileiros com seu enorme portfólio que engloba a venda de lâmpadas smart e LED solar. A aposta certeira da marca para o seguimento supermercadista é a linha CONTROLED, que conta com as lâmpadas com sensor de presença, sensor de luminosidade, CONTROLED 2 em 1 anti-inseto, e a versão RGBW. "Estamos apostando, sobretudo, tanto na nossa linha de iluminação LED solar quanto nas lâmpadas inteligentes CONTROLED, devido à versatilidade, praticidade, segurança e preço acessível dos itens”, explica Charles Sperandio, CMO da Ourolux. Ao contrário das demais lâmpadas smart, que necessitam de aplicativos para funcionar, a solução da linha Controled é dispensar até mesmo a internet, evitando vulnerabilidades como vazamentos de dados pessoais e bloqueando possíveis ataques cibernéticos, funcionando apenas com o clique do interruptor. A novidade incrementa o portfólio da Ourolux, que chegou ao 6º ano consecutivo sendo a líder de vendas no segmento alimentício. Não apenas as lâmpadas inteligentes, mas a LED solar tem recebido a atenção do mercado. A promessa da empresa é que com a adoção da LED solar, a loja não apenas reduza consideravelmente o consumo de energia, mas contribua positivamente para a diminuição de emissões de carbono e preservação de recursos naturais.
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