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Conheça as embalagens com 'Atmosfera modificada', a nova aposta do Hortifruti
A técnica, utilizada para preservar alimentos e sua integridade física e nutricional vem ao encontro das práticas ESG da rede A rede de supermercados Hortifruti Natural da Terra apresentou uma modificação que será adotada nas filiais da marca. Trata-se das embalagens com atmosfera modificada (ATM), considerada uma das maneiras mais eficazes para prolongar a vida útil dos alimentos embalados. A técnica de atmosfera modificada consiste em alterar a composição da atmosfera no interior das embalagens de alimentos preservando sua cor, sabor e forma. Esse impacto é garantido por uma mistura de gases ajustados de acordo com as características e as necessidades específicas de cada alimento. Assim, é criado um 'escudo' no entorno do alimento, proporcionando uma maior proteção. Veja também: Sabor Local, da rede Hortifruti, fomenta empreendedorismo com venda de alimentos de pequenos produtores A linha de produção permite que os produtos alimentícios embalados e minimamente processados mantenham-se frescos por mais tempo, reduzindo o uso de conservantes ou estabilizadores artificiais. Além disso, mantendo a temperatura correta, a higiene e a qualidade também são preservadas. “Além da conveniência e praticidade, as propriedades do no produto in natura são preservadas. A ATM permite uma durabilidade superior do produto – de 15 a 18 dias – enquanto a embalagem tradicional tem validade de 3 a 4 dias. A carne moída marca própria, Natural da Terra, já é um case de sucesso nessa categoria” – conta Karla Nunes, gerente comercial nacional de proteínas In Natura da rede. Inicialmente, os cortes bovinos oferecidos com essa tecnologia serão os da marca FARMI. Parceira da rede nesse projeto, a empresa conta com fazendas certificadas em que o gado é criado solto, alimentando-se somente de pastagens naturais. Os cortes dessa nova linha trazem praticidade também para o dia a dia, nas versões bifes, cubos, strogonoff e medalhão. O projeto piloto está em fase de testes em 6 unidades no RJ e SP.
24/04/2024
Associados em foco
Supermercados cariocas preparam feijoada especial para homenagear o Dia de São Jorge
No feriado do santo guerreiro, adorado pelos cariocas, Prezunic e Vianense saem na frente com a comida típica Na terça-feira, Dia de São Jorge, o Espaço Unic, que oferece opções de lanches e refeições prontas em lojas rede de supermercados carioca Prezunic, preparou uma feijoada super especial. O delicioso prato estará disponível para os clientes nas unidades Jardim Oceânico, Marapendi, Vila Isabel, Voluntários e ParkJacarepaguá. Das 11h às 14h, quem quiser poderá apreciar a iguaria, típica da data festiva, por um preço especial de R$ 69,90, o quilo. A rede Vianense também vai oferecer o prato no feriado de São Jorge. A tradição da feijoada Para entender por que o dia de São Jorge é comemorado com feijoada é preciso conhecer um pouco das religiões afro-brasileiras. O feijão preto é conhecido como “comida de orixá'' e uma das oferendas que podem ser servidas a uma das mais populares entidades - Ogum. Ele também, como São Jorge, era um guerreiro. E protege agricultores, soldados, artesãos e todas as pessoas que pedem a sua ajuda nas lutas, na justiça ou até mesmo por melhores condições de vida - o mesmo público devoto de São Jorge. E, no dia do Santo, a feijoada ganha ares de festa, celebração e alegria.
22/04/2024
Como valorizar seu FLV em meio ao impacto dos preços causado pelo El Niño
Transição entre dois importantes ciclos climáticos vai alterar preços dos alimentos frescos. Algumas boas estratégias nos supermercados podem amenizar os impactos Na última semana, especialistas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) levantaram informações que chamam a atenção dos países da América Latina. O tema é a transição de dois fenômenos climáticos que influenciarão os preços em escala global. O chamado 'El Niño' substituirá sua irmã 'La Niña' em uma cadeia de eventos que colocam frente a frente os dois fenômenos. Após um intenso período de estiagem e secas, os meses que seguirão serão menos abafados e mais chuvosos, o que impactará diretamente na colheita de alguns produtos do agro. "Essas diferenças climáticas podem ter resultados distintos na produção agrícola, na disponibilidade de alimentos e nos padrões de consumo, afetando o varejo alimentício brasileiro de maneiras diversas", afirma Marlon Maynart, Doutor em ciência e tecnologia e professor de Gestão Ambiental do Senac EAD. O ciclo climático total envolvendo o El Niño, La Niña e a fase neutra, em que nenhum dos dois fenômenos prevalece sobre o outro, costuma demorar entre dois e sete anos. Porém, segundo a própria FAO, a cada década o período entre os dois fenômenos vem diminuindo. "Os fatores combinados têm resultado em fenômenos de La Niña e El Niño mais potentes e prolongados, exercendo um impacto mais marcante sobre os sistemas climáticos e, consequentemente, sobre as atividades humanas, como a agricultura e o comércio alimentício", afirmou. Segundo a Reuters, a América do Sul já começou a sentir os primeiros impactos da transação, onde produtos como soja, milho e arroz, alguns dos itens mais comuns da rotina alimentar estão encarecendo. Em um primeiro trimestre de 2023 marcado por fortes ondas de calor e chuvas intensas, as colheitas juntamente com a inflação vem sendo determinante para o preço final dos produtos. Você viu na SRE: iluminação faz a diferença! Durante a SRE Trade Show 2024, uma das grandes soluções para o FLV 'driblar' a carestia dos alimentos e amenizar o possível êxodo de produtos frescos foram investimentos em iluminação própria. Como é o caso do grupo Luminae, que apresentou uma variedade de serviços nesse caminho e com a promessa de que a venda começa pelos olhos. "O quão bom é uma iluminação que é parecida com o sol e necessariamente substitui a luz artificial? Esse modelo que aproxima de 99% da reprodução da frequência de iluminação solar transforma a experiência de venda", explica Bruno Costa, gerente comercial. O retorno desse investimento está na percepção do cliente sobre aquele produto. "Produtos de FLV precisam estar bonitos para serem vendidos. Mesmo mais barato, se eles não estiverem bonitos, não vendem", afirma Bruno. O poderoso jogo de luz feito a partir de uma escolha interessante de leds específicos para os produtos desse setor pode potencializar a venda. A contrapartida vem na exposição do produto a uma luz direta, "você consegue ter um retorno financeiro a partir da eficiência energética. Tirando a luz comum, e usando leds, você tem mais eficiência e menos custo", completa. A valorização de produtos do FLV pode ser uma das estratégias adotadas pelos supermercadistas para amenizar o impacto dos preços causados pelos efeitos climáticos. Apostar em mostrar toda a beleza dos produtos frescos, além da qualidade, é claro, pode abrir o apetite do cliente ao apresentar novos itens como verduras, legumes e frutas que não fazem parte de seu cotidiano.
22/04/2024
Economia
O crescimento de renda das famílias abre oportunidade para os supermercadistas
Crescimento da renda domiciliar per capita subiu acima do esperado e atingiu recorde com empregos gerados, afirma IBGE O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a renda média domiciliar per capita subiu para R$ 1.848 mensais no Brasil em 2023. Esse é o maior patamar da série histórica iniciada em 2012. O rendimento teve uma alta de 11,5% comparado a 2022 (R$ 1.658) e superou o recorde de 2019 (R$ 1.744). Os dados, divulgados pelo IBGE e analisados pelo pesquisadores, apontam para a entrada de recursos além do mercado de trabalho, com informações de renda da população vindas por meio de aposentadorias, pensões, programas sociais e aluguel, e que poderá ser distribuído em novas aquisições por meio do aumento de crédito. Veja também: Grandes oportunidades para o Brasil e o setor de supermercados em 2024 "Qualquer aumento de renda e exploração do crédito permitirá aos consumidores uma procura de novos produtos, principalmente os de alimentação e higiene, algo que mexe diretamente com os supermercados", afirma Eduardo Tomiya, engenheiro e CEO da TM20 consultoria. Segundo o IBGE, um dos principais fatores para o recorde de renda per capita foi o aquecimento do mercado de trabalho. No último trimestre de 2023, a taxa de desemprego caiu para 7,4%, um dos melhores números apresentados pelo Governo Lula 3.0. Programas sociais de transferência de renda como o Bolsa Família chegaram a 19% dos lares brasileiros, um outro propulsor desse dado. Em termos absolutos, o resultado representou cerca de 14,7 milhões de lares, de um total de 77,7 milhões de endereços que foram beneficiados com o aumento de renda proveniente do Bolsa Família. Segundo o IBGE, as políticas de transferência de renda contribuíram para o aumento do poder de compra das camadas mais pobres e retração do aumento da desigualdade. Em análise, Eduardo Tomiya acredita que a melhor estratégia para os supermercados 'surfarem' nesse recorde é deixar a proposta de valor ainda mais clara e fácil para o cliente, "é essencial entender as demandas do consumidor novo que surgirá após esse crescimento de renda. Sem dúvida nenhuma o preço será um fator decisivo, mas a comodidade apresentará o diferencial de cada rede", explicou. Supermercados confiam no crescimento Os números apresentados pelo IBGE são considerados muito positivos para os supermercadistas. O setor, que vem em franco crescimento segundo o instituto de pesquisa, atingiu 6,6% de aumento real, em fevereiro de 2024, e diante do cenário de melhora da renda da população, elabora novas expectativas. "O aumento de renda da população é um importante movimento para os supermercados. Ao melhorarem as suas condições financeiras, as pessoas procuram melhorar também a sua alimentação, investindo em qualidade de vida, experimentando novos produtos e fazendo a roda da economia girar", afirmou Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. Veja também: Fevereiro fechou com bons números de emprego para os supermercados O olhar do mandatário representante dos supermercados do Rio de Janeiro se alinha com o crescimento do setor. No último mês, mais de 300 pessoas foram empregadas com carteira assinada em redes de supermercados. Segundo o IBGE, os números são considerados muito bons, uma vez que o rendimento do trabalho na composição per capita representa 74,2% da renda média. Os números no cenário nacional colocam o Rio de Janeiro (R$ 2.305) em evidência no terceiro melhor rendimento per capita do país, atrás apenas do Distrito Federal (R$ 3.215) e de São Paulo (R$ 2.414).
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