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Morro da Urca fecha para turistas na noite do dia 18 e abre as portas para os supermercadistas
Um dos pontos turísticos mais prestigiados do Rio será palco da festa de abertura da 34ª edição da SRE, exclusiva para quem é do setor de supermercados Uma noite especial embalada pelos hits de Toni Garrido é o que promete a festa de abertura da 34ª edição da Super Rio ExpoFood – SRE Trade Show. Para marcar o início do evento mais inovador e concorrido do setor supermercadista, a ASSERJ convida a todos para desfrutar da festa open bar e open food numa grande confraternização no Morro da Urca, no próximo dia 18, a partir das 20h. Carioca, apaixonado pelo Rio, o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, faz questão de prestigiar os melhores cenários da cidade maravilhosa nos lançamentos da SRE Trade Show. As comemorações já aconteceram em locações especiais, como a Ilha Fiscal, o Jockey, o Copacabana Palace e volta para a sua segunda edição no Morro da Urca. Ainda há ingressos disponíveis. Para garantir o seu e participar desta festa linda, clique aqui. Organizado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e pela Base Eventos, a SRE já faz parte do Calendário Oficial da Cidade Maravilhosa. O evento ocupa uma área de 45 mil m² no Riocentro, na Barra da Tijuca. No ano passado, reuniu 62 mil pessoas e gerou negócios da ordem de 2,5 bilhões de reais. Este ano, o evento acontece entre os dias 19 e 21 de março.
06/03/2024
Cãomidinha, marca própria do Hortifruti de comida para pet, traz receitas saudáveis para cães
A elaboração do cardápio conta com a participação de veterinários nutrólogos Pensando na comodidade dos clientes, a rede Hortifruti sai na frente e oferece congelados de comida natural para pets da marca própria Cãomidinha. São cinco produtos para cães: frango fit, frango à moda do chef bob, ragú de carne com legumes, chop suey de carne e filezinho suíno à francesa. Os alimentos são comercializados congelados, com validade de três meses, e ficam expostos em um freezer próprio sinalizado para a categoria. As receitas selecionadas são exclusivas para a rede Hortifruti, e a elaboração dos cardápios conta com a participação de veterinários nutrólogos, dosando as proporções adequadas e nutrientes necessários para os pets. Também há opções de petiscos da marca carioca Chef Bob. Os snacks Bob Noel são 100% naturais, sem glúten nem conservantes. Alinhada à missão de promover uma vida mais natural, a rede Hortifruti se preocupa não apenas com a alimentação dos clientes, mas de todos que façam parte da vida deles, incluindo a saúde de seus pets. Conforme dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o Brasil ocupa a quarta colocação entre os países com maior faturamento de produtos pet. São mais de 139 milhões de pets, que na economia representam um faturamento superior a R$40 bilhões por ano. Desse total, 73,9% é oriundo do setor de comida para pet, mais conhecido como Pet Food.
06/03/2024
Economia
'El Niño' enfraquece mas continua a influenciar preços nas gôndolas
Fenômeno climático enfraquece em março, mas continuará influenciando preços no campo e nas gôndolas dos supermercados A Organização Meteorológica Mundial (OMM), atualizou o balanço do 'El Niño', fenômeno climático responsável pelo aumento das temperaturas nas águas do Oceano Pacífico Tropical, nesta terça-feira, 5. Após catalogar o fenômeno de 2023-24 como um dos mais rigorosos já registrados, a intensidade do evento está diminuindo gradativamente. Na nova atualização, os efeitos ainda continuarão sendo sentidos até meados de maio, mas a diminuição da intensidade do 'El Niño' é o indicativo de um outro fenômeno conhecido, o 'La Niña', evento climático que realiza a operação inversa ao atual. Segundo a OMM, há uma probabilidade de 60% de que os efeitos do 'El Niño' permaneçam nos próximos dois meses e quase 80% de condições neutras entre abril e junho, período de hiato entre o 'El Niño' e o 'La Niña'. A organização ainda reforça que a previsão consta como incerta. Impacto no agro e reação nos supermercados Para o Coordenador de Índices de Preços da Fundação Getúlio Vargas (IBRE FGV), André Braz, o 'El Niño' será um dos principais componentes da inflação em 2024, principalmente, por ditar as safras no campo e a reação que os supermercados e o varejo alimentar poderão ter. [caption id="attachment_30177" align="alignleft" width="300"] Consumidor avalia legumes[/caption] “Pode haver um atraso de algumas safras importantes como milho e soja, e isso vai fazer com que esses grãos subam de preço. Esse aumento vai contaminar toda a família de produtos derivados, inclusive as carnes”, avalia. O professor ainda pede atenção para a piora acontecer depois de uma desaceleração dos preços dos alimentos, em 2023. André levanta a ideia de que os alimentos vão pesar no bolso das famílias, e serão os brasileiros com menos condições quem sentirão os impactos primeiro. "Eu acho que se a gente observar, por exemplo, o quanto os alimentos subiram de janeiro de 2020 até novembro de 2023, isso dá um número em torno de 45% de alta só para alimentos no domicílio. Agora, se a gente acumular, a inflação dá algo em torno de 25%. Então dá para ver que a alimentação subiu 20 pontos percentuais a mais do que a inflação média", explica. Seguindo na mesma linha, o Coordenador do curso de Ciências Econômicas do Senac Ead, Marcelo Cerqueira, explica que o grupo de alimentos e bebidas do índice de inflação já é a maior alta do mês de janeiro desde 2016, "esse cenário de aumento de preços é justificado por fatores climáticos, onde diversas regiões produtoras do Brasil têm convivido com temperaturas elevadas e chuvas mais intensas prejudicando o resultado das colheitas", afirmou. Para Cerqueira, o caminho dos supermercadistas será manter a política de preços atual e sem alterações que impactem de maneira abrupta o bolso do consumidor. Ele ainda ressalta um cuidado dos mercados em relação a Páscoa, que já conta com um aumento considerável no bacalhau, especiaria tradicionalmente consumida pelos brasileiros de fé católica. "O varejo supermercadista deve continuar mantendo aquilo que vem dando certo, como as promoções. Temos observado que a cada ano que passa, os brasileiros estão mais cautelosos com suas finanças e cada oportunidade de gastar menos é valorizada ao máximo. Portanto, oferta de promoções, descontos e temporadas de vendas com preços mais baixos se tornam um diferencial diante da concorrência para o cumprimento dos objetivos estabelecidos no início do ano", completa.
06/03/2024
Economia
Bacalhau fica salgado demais para entrar na ceia da Páscoa
Preço do pescado no Brasil subiu e alternativas para o tradicional peixe de origem portuguesa estão ganhando à frente na Semana Santa Quem vai querer o bacalhau? A icônica frase do ex-apresentador Chacrinha era acompanhada de um bacalhau jogado na plateia de seus programas na TV Globo. Entretanto, se fosse vivo, o 'velho guerreiro' certamente pensaria duas vezes em oferecer essa especiaria de graça. Segundo dados apresentados pelo IPCA, principal índice de avaliação da inflação, apontou um crescimento de 4,33% no preço do pescado em relação a 2023. O preço já havia sofrido um aumento de 2,37% em janeiro de 2024. Tradicionalmente, o consumo de peixes sofre um considerável aumento no verão devido a ser considerado um alimento mais leve e menos gorduroso que a carne vermelha. "Existe uma demanda mais forte nessa época do ano, e isso impulsiona os preços para cima. Então é natural que o consumidor encontre, a medida que a Pascoa se aproxime um pescado cada vez mais caro", explica André Braz, Coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getúlio Vargas. No mesmo cenário, Portugal, principal exportador do produto mundialmente, vive uma situação inédita no país. Pela primeira vez, o Bacalhau encontra-se na sua pior safra e tem visto os preços dispararem no consumo interno do país. A 'crise do Bacalhau' na 'terrinha' vem desde a época do Natal, em que índices portugueses apontaram para uma queda de 20% nas vendas do pescado. Com o bacalhau mais caro nas peixarias, os brasileiros estão dando a vez para outros produtos como a tilápia e a merluza.
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