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Rede carioca de supermercados aposta em Festival Bem-Estar com descontos de até 40%
Quem aproveita a época mais quente do ano para cuidar do corpo e comer mais saudável terá uma ajudinha. A rede carioca, Supermercados Mundial, promove a partir do dia 17 de janeiro o Festival Bem-Estar com descontos de até 40% em produtos orgânicos, veganos, funcionais e sem lactose e adição de açúcar. Com a ação, a rede espera ter um aumento de 20% nas vendas dos produtos saudáveis. De acordo com o responsável pela compra desta categoria no Mundial, Marcelo Leite, é possível que os itens de origem vegetal tenham uma boa desenvoltura na campanha. “Percebemos que os consumidores estão procurando cada vez mais estes produtos e as indústrias começaram a investir mais no segmento”, revela. O Festival vai até o dia 30 de janeiro e vale para todas as 20 lojas da rede. As ofertas também estarão disponíveis no aplicativo Supermercados Mundial, acessível nas plataformas Google Play e Apple Store. TENDÊNCIA NATURAL E se a demanda aumenta, a oferta precisa acompanhar os consumidores. Em apenas seis anos, o número de pessoas que se declararam vegetarianas quase dobrou no Brasil. É o que aponta a pesquisa feita pelo Ibope no início de 2019. Cerca de 14% da população brasileira se declara vegetariana. Além disso, o interesse por produtos veganos também aumentou. Hoje são cerca de 7 milhões de brasileiros que se declaram adeptos da dieta. Isso sem falar da população com alimentação restrita. De acordo com uma pesquisa da Nielsen, 7% da população global é intolerante a glúten, 26% optam por uma dieta glúten free em busca de saudabilidade, 12% da população Global é intolerante a lactose e 15% optam por uma dieta sem lactose em busca de hábitos mais saudáveis. O Supermercados Mundial não deixa mentir e comprova um crescimento do mercado de saudáveis que passa dos 100%, segundo Marcelo Leite. “Conseguimos identificar um aumento significativo do setor, tanto pela sensibilidade, quanto pelo reabastecimento do estoque, isso está nos surpreendendo positivamente. Alguns itens demonstram um crescimento que passa dos 100%, algo bem expressivo diante da realidade econômica que nosso país atravessa. Acredito que isso deva-se ao foco que a área está recebendo e também ao reposicionamento físico e de preço que a categoria sofreu, lógico, não se esquecendo da grande influência que as mídias sociais tem nessa área junto a sociedade”, considera. A rede destaca que começaram a dar mais atenção para a área há pouco tempo, e fizeram algumas mudanças a fim de melhorar a exposição dos produtos da seção, consequentemente ampliar a procura e a venda. “Começamos a olhar com mais atenção esse segmento que vem crescendo significativamente, desta forma, iniciamos o trabalho no momento em que centralizamos as compras do setor em apenas uma pessoa. Desde então, demos início a um projeto onde estão sendo criados espaços exclusivos nas áreas de vendas, criação de uma parte especial em nosso tabloide direcionado para esse público, expansão do mix, e principalmente ações de preços bem agressivos para viabilizar o acesso desses itens ao nosso cliente”, revela o responsável.
16/01/2020
Fábio Queiróz tira dúvidas sobre as novas sacolas no Bom Dia Rio
Desde quarta-feira (dia 15/01), os supermercados do Estado do Rio não são mais obrigados a fornecer duas sacolas plásticas gratuitas para os consumidores. Essa possibilidade — prevista a partir de uma convenção a Associação de Supermercados do Rio (ASSERJ) — valeu apenas por um período. O objetivo era que os consumidores se adaptassem à mudança aos poucos. Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ, tirou dúvidas dos consumidores ao vivo durante o telejornal Bom Dia Rio (Rede Globo). Assista na íntegra. Saiba mais sobre o tema clicando aqui!
16/01/2020
Supermercados do RJ não são mais obrigados a oferecer sacolas plásticas grátis
A partir desta quarta-feira (15), todos os supermercados do estado do Rio de Janeiro não são mais obrigados a oferecer gratuitamente nenhum dos modelos de sacolinhas plásticas para seus clientes. A determinação faz parte da lei que restringe a oferta de sacolas plásticas nos supermercados do Rio. Estima-se que, por ano, cerca de 4 bilhões de bolsas desse tipo são distribuídas no Rio de Janeiro. Isso dá uma média de 233 sacolinhas por habitante. Segundo a Associação de Supermercados do Rio (ASSERJ), a meta é reduzir pela metade a distribuição de sacolas por ano. A primeira etapa da nova regra começou a vigorar em junho de 2019, quando os supermercados foram obrigados a substituírem as bolsas plásticas convencionais (produzidas com 100% de petróleo) por modelos feitos com 51% de material renovável. A lei garantia um período de adaptação para os consumidores, que passaram a ter apenas duas sacolas grátis por compra. Em seis meses, um bilhão delas saíram de circulação. Essa foi a maior retirada de circulação de sacolinhas no mercado brasileiro em tão pouco tempo. Isso corresponde a 25% do total disponibilizado por ano, de acordo com a Associação de Supermercados do Rio. "Nós sempre acreditamos que o setor conseguiria mostrar sua preocupação com o meio ambiente. Temos a certeza de que podemos evoluir bastante nesse sentido. O primeiro passo já foi dado e o impacto gera resultados expressivos", comentou Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. De acordo com Queiróz, o hábito da população mudou com a chegada da nova legislação. "A população passou a levar para o supermercado as sacolas retornáveis. Elas são muito melhores do que as sacolas com 51% de material renovável. A sacola retornável resolve o problema porque ela não usa nenhum plástico", explicou Fábio Queiróz. O presidente da ASSERJ disse ao G1 que espera reduzir pela metade o número de sacolas distribuídas em todo o estado do RJ. "Nossa expectativa é que aumente essa conscientização dos clientes. Nossa meta é atingir, em um ano, 2 bilhões de sacolas a menos no meio ambiente. Isso representa metade do total produzido no estado", revelou Queiróz. globoplay.globo.com/v/8237214/ RJ sai na frente O Rio de Janeiro foi o primeiro estado do país a banir a distribuição das sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais. Em 2011, a cidade de Belo Horizonte implementou uma lei municipal com a proibição das sacolas. Já a cidade de São Paulo também tinha uma determinação municipal que entrou em vigor em 2015. A meta é reduzir pela metade a distribuição de sacolas plásticas por ano — Foto: Reprodução TV Globo Fonte: Portal G1
15/01/2020
15 de janeiro de 2020: Fim das duas sacolas gratuitas nos supermercados
A partir de 15 de janeiro de 2020 a distribuição gratuita das primeiras duas sacolas deverá ser encerrada pelos estabelecimentos comerciais. A decisão foi deliberada após Conselho Diretor Extraordinário da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) para que o consumidor tivesse mais tempo para se adequar à Lei. Em seis meses de adequação da Lei que proíbe a distribuição das sacolas plásticas convencionais (produzidas com 100% de petróleo) no Rio de Janeiro, a ASSERJ identificou a redução de cerca de 50% na distribuição de sacolas plásticas pelas redes associadas. Desde que a Lei entrou em vigor, em 26 de junho de 2019, cerca de um bilhão de sacolas plásticas deixaram de ser distribuídas no Estado. [caption id="attachment_17403" align="aligncenter" width="1024"] Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ[/caption] "Essa é uma primeira medida em prol do meio ambiente. Nós, da ASSERJ, sempre acreditamos que o setor conseguiria mostrar sua preocupação com o meio ambiente. A campanha é apenas o reflexo de que podemos ir muito além e contribuir ainda mais para o Rio de Janeiro. Temos a certeza de que podemos evoluir bastante nesse sentido. O primeiro passo já foi dado e impacto gera resultados expressivos", revela Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. O levantamento foi feito pela ASSERJ junto aos estabelecimentos que estão cobrando o preço de custo pelas sacolas retornáveis e aderiram ao movimento "Desplastifique Já!", lançado no dia 25 junho de 2019. Antes da Lei, estima-se que, por ano, cerca de 4 bilhões de sacolas plásticas eram distribuídas no Rio de Janeiro. Com base nisso, mais de 300 milhões de sacolas plásticas eram entregues por mês no Estado. Com a aplicação da Lei, esse número caiu para pouco menos de 200 milhões de sacolas/mês. Pioneirismo - O Rio de Janeiro foi o primeiro Estado do país a banir a distribuição das sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais. Em 2011, a cidade de Belo Horizonte implementou uma lei municipal com a proibição das sacolas também. A cidade de São Paulo já tinha a lei municipal nº 15.374/2011, que entrou em vigor em 2015. Entenda a Lei - Desde 26/06/2019 os supermercados de grande porte disponibilizam apenas as novas sacolas, produzidas com mais de 51% de fontes renováveis, a preço de custo, não havendo lucro para os lojistas. Já a Lei 8.472, publicada no dia 15/7/2019, determina que os estabelecimentos comerciais do Estado do Rio de Janeiro deverão reduzir, progressivamente, o número de sacolas plásticas disponibilizadas ao consumidor, sendo: na proporção de 40% no primeiro ano de vigência da Lei e 10% nos anos subsequentes até o 4º ano. A norma revoga também a Lei 1.299, de 28 de abril de 1988, que determinava a entrega de embalagens para acondicionamento de produtos adquiridos pelos consumidores, nas compras acima de 03 kg (três quilos). O não cumprimento de qualquer das regras impostas na nova Lei das sacolas plásticas sujeitará ao infrator as penalidades previstas na Lei de Política Estadual de Educação Ambiental, bem como na aplicação de multa pecuniária em valor a ser estimado de 100 à 10.0000 UFIR’S (correspondente para o exercício de 2019: de R342,11 à 34.211,00).
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