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Carrefour adota novas embalagens com materiais recicláveis e biodegradáveis
O Carrefour anuncia mais uma iniciativa do seu plano de revisão e substituição das embalagens utilizadas em diferentes setores de seus supermercados e hipermercados, além do e-commerce. Todo o sortimento de orgânicos passará a priorizar o uso de materiais recicláveis e biodegradáveis ainda em 2019. Considerando números estimados para esse ano, a iniciativa deve gerar um impacto que equivale à troca de mais de 51 milhões de bandejas de isopor por alternativas mais ecológicas em um período de 12 meses. Líder do movimento de combate ao desperdício no varejo brasileiro, o Carrefour implanta uma série de iniciativas alinhada ao Act for Food, que promove junto aos consumidores a importância de hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis, valorizando os benefícios para a saúde de todos “Acreditamos que a transformação dos hábitos de consumo exige inovação, o que também passa pelo desenvolvimento de novas embalagens e o Carrefour não mede esforços para continuar implementando iniciativas sustentáveis e com responsabilidade socioambiental em toda a cadeia”, afirma Marie Tarrisse, Gerente de Sustentabilidade do Carrefour Brasil. Para produtos orgânicos de marca própria e de outros fornecedores, as embalagens de isopor serão substituídas por papelão ondulado. O isopor é um material de baixa reciclabilidade no Brasil, por ser leve e ocupar muito espaço para acumular um volume minimamente viável para o reciclador. Além disso, demora muitas décadas para se decompor. Já o papelão é uma matéria prima natural reciclável e biodegradável – e leva cerca de seis meses para se decompor. Para frios e queijos fatiados, as embalagens de isopor serão trocadas por folhas de papel e de plástico de polietileno, que utilizam uma quantidade reduzida de matéria prima. Reciclável e biodegradável, o papel l é proveniente de área de reflorestamento e possui o selo FSC (Forestry Stewardship Council, sistema internacional de certificação florestal). Já o plástico de polietileno também é reciclável e pode ser facilmente separado do papel no momento da coleta seletiva. As novas bandejas trarão instruções para fazer essa separação – basta puxar a película de plástico pelas pontas para descolá-la do papel. As cafeterias de todos os supermercados e hipermercados do Carrefour também já começaram a substituir canudos, copos e mexedores de café de plástico por materiais feitos com papel e madeira. Os canudos e copos de papel são recicláveis e biodegradáveis. Já a madeira é biodegradável, podendo ser descartada como item orgânico após o uso. O grande benefício dessa frente é redução drástica do uso do plástico e o combate ao risco de vazamento desse material no meio ambiente – que é bastante elevado com canudos e mexedores, por serem itens muito pequenos. Já nas padarias, as embalagens de papel com visor de plástico transparente – uma mistura que inviabilizava o processo de reciclagem – darão lugar ao papel kraft, que é reciclável e biodegradável. Além disso, os clientes também serão estimulados a levar às lojas seus próprios recipientes para a compra de frutas secas a granel, ajudando a reduzir o uso de sacolas de plástico e caixas de papelão. As mudanças também chegam ao e-commerce. As embalagens usadas para a entrega de produtos alimentares saltarão de quatro para até sete tamanhos diferentes, visando otimizar o uso de materiais. Já para a venda online de itens não alimentares, as embalagens passaram a utilizar mais caixas de papelão – reciclável e biodegradável – e reduziram o uso de flyers de plástico. Planejamento Todo esse trabalho é fruto de um diagnóstico realizado desde o fim de 2018 com o apoio de uma consultoria especializada. A partir disso, além da substituição das embalagens, o Carrefour também atua na criação de um manual técnico com critérios claros para padronizar o acondicionamento dos produtos tanto para os seus atuais como para os seus futuros fornecedores. Além disso, todos os lançamentos de novos produtos de Marca Própria passaram a ter as embalagens analisadas antes de chegarem às gôndolas. Também foi desenvolvida uma padronização de rotulagem, com o objetivo de aprimorar a comunicação para os clientes sobre a reciclagem de cada embalagem. Um exemplo, já disponível para os consumidores desde o começo de 2019, é a haste flexível da marca Carrefour – 100% biodegradável com cabo de papel, pontas de algodão e embalagem de papelão. A Plataforma de Combate ao Desperdício do Carrefour abrange ainda um amplo programa de reciclagem disponibilizado para os consumidores de toda a rede. São mais de 450 pontos de coleta de logística reversa para recolher materiais como papel, plástico, metal, embalagens tetra pak, pilhas, baterias, cartuchos, toners, lâmpadas, óleo de cozinha usado e medicamentos. O objetivo é oferecer aos clientes alternativas de destinação ambientalmente corretas. A companhia atua ainda na doação de alimentos, gestão sustentável de resíduos, oferta de desconto em produtos próximos da data de vencimento, reembalagem de produtos unitários deixados nas gôndolas para nova comercialização e fabricação de coprodutos a partir de alimentos que seriam descartados. Fonte: Assessoria de Comunicação
28/05/2019
Visita inesperada: rainha Elizabeth II vai a supermercado da rede Sainsbury's Com 150 anos de existência, empresa é o segundo maior mercado do Reino Unido
A rainha Elizabeth II foi nesta quarta-feira, 22, a um supermercado para celebrar o 150º aniversário da rede britânica Sainsbury’s. A monarca de 93 anos visitou uma réplica da loja original do Sainsbury’s, fundado em 1869 na Drury Lane, em Londres, que vendia apenas manteiga, leite e ovos. Ela foi recebida pelo lorde John Sainsbury, bisneto do fundador da rede, John James Sainsbury, e acompanhou a evolução de réplicas de antigos andares da loja, da introdução do serviço de autoatendimento na década de 1950 ao uso de tecnologias modernas. A monarca também ouviu explicações sobre como os clientes utilizam as máquinas de autoatendimento e pagam por meio do próprio celular, embora ela não tenha tentado fazê-lo. Além disso, a rainha também cortou um bolo comemorativo de aniversário. A réplica do Sainsbury’s original está montada em Covent Garden, na região central de Londres, e ficará disponível durante uma semana, dando aos visitantes a oportunidade de conhecer 150 anos da história do estabelecimento, o segundo maior mercado do Reino Unido. Fonte: Agência Reuters
24/05/2019
Atualidades
Audiência pública colocou em debate multas desproporcionais ligadas ao artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor
O setor supermercadista ganhou atenção da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (23). Por iniciativa do deputado federal Glaustin da Fokus (PSC-GO), a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (Cdeics) promoveu audiência pública sobre a transparência e os parâmetros das multas aplicadas quando produtos são encontrados com data de validade vencida. O debate reuniu em Brasília mais de 50 empresários do Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Paraíba e São Paulo. “Sabemos que o setor é um dos maiores empregadores e arrecadadores de impostos deste País. Os supermercados são responsáveis diretos para o nosso Brasil caminhar bem”, afirmou Glaustin. “Hoje demonstramos a força da nossa união e demos um passo muito importante para mostrar que essa classe repudia a presença de produtos vencidos nas gôndolas e que por outro lado quer, da parte dos órgãos fiscalizadores, mais orientação e adequação em vez de multas exorbitantes. Estou falando de empresários que acordam de madrugada e movimentam a economia com muito suor e sacrifício.” Advogados, parlamentares e supermercadistas discutiram soluções para rever critérios adotados por Procons estaduais e municipais na definição de multas administrativas ligadas ao artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). Atualmente, o cálculo da penalidade se baseia, sobretudo, na receita bruta estimada dos supermercados. Na visão do setor, os órgãos fiscalizadores colocam em segundo plano a gravidade da infração cometida e a vantagem obtida pela empresa, elementos também citados na legislação em vigor. Cenário Segundo a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJ), existem no Brasil mais de 800 Procons em níveis federal, estadual, municipal e distrital. A maioria está ligada ao Poder Executivo, com três exceções, no Ceará, Minas Gerais e Piauí, onde o órgão principal se vincula ao Ministério Público, por definição das constituições locais. O coordenador-geral de Consultoria Técnica e Sanções Administrativas do MJ, Leonardo Marques, informou que a pasta deve criar, em até três meses, um grupo de trabalho com objetivo de uniformizar a aplicação das multas administrativas. “Esse projeto busca fazer com que a legislação continue a proteger o consumidor de forma eficiente, mas sem esse caráter excessivo, sem inibir o empreendedorismo e sem colocar o gerador de riqueza para fora do mercado”, defendeu. “Precisamos disso para fazer o País voltar a crescer.” Já para o presidente da Frente Parlamentar do Comércio, Serviços e Empreendedorismo, deputado federal Efraim Filho (DEM-PB), o País tem que deixar de tratar empresários como vilões. “Nós não podemos ter setores que tenham medo da fiscalização! Infelizmente, ainda existem dentro dos órgãos pessoas que distorcem a legislação e o papel das instituições e as usam de má fé, abusam da autoridade para ameaçar e até extorquir”, comentou. “Não se pode punir um pai de família por um mero desvio de atenção. Chegou o tempo de o Brasil abandonar essa visão arcaica para trás e valorizar quem produz!” Embora o tema da audiência pública estivesse restrito ao meio supermercadista, o coordenador da Câmara Brasileira de Gênero Alimentícios da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviço e Turismo (CNC), Álvaro Luiz Furtado, relatou que problemas com a fiscalização fazem parte do cotidiano de outros setores da economia, principalmente o varejo. “Acho que temos que trabalhar pela revisão do artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor”, propôs Furtado. “Infelizmente, a realidade mostra que os Procons não agem com discernimento nem uniformidade no Brasil inteiro. Quando fixam as multas, os órgãos fiscalizadores tendem a ignorar o fato de que a penalidade deve ser graduada com a gravidade da infração, a vantagem auferida e a condição econômica do fornecedor.” Fonte: Assessoria de Comunicação
24/05/2019
Entrevista com Vicente Camiloti, Sócio-diretor Comercial da Forno de Minas
A Forno de Minas participou pela primeira vez da Super Rio Expofood e apresentou novidades para os segmentos de varejo e food service. “A nossa equipe comercial do Rio de Janeiro ficou muito feliz em receber todos os clientes na 31ª Super Rio Expofood. Estabelecemos aproximação com o setor e fizemos uma abordagem direta com as padarias. Nossos clientes vieram nos procurar naturalmente. A feira performou muito bem, toda a organização está de parabéns, foi além da minha expectativa”, afirma Vicente Camiloti, sócio-diretor comercial da Forno de Minas. “Nossos clientes mostraram a necessidade de participarmos da Super Rio Expofood, e chegamos aqui com a intenção de trazê-los para cá. E de fato houve essa possibilidade, não só para o gerente de compras, mas para o diretor, superintendente, até quem está na operação veio conhecer. Concentramos o principal do nosso portfólio no evento. Eles puderam degustar, fazer negócios e parcerias”, diz. A produção total da Forno de Minas em 2018 foi superior a 25 mil toneladas. Dessas, mais de 18 mil foram de pães de queijo. A companhia está investindo quase R$ 50 milhões em uma nova planta, uma câmara fria e na ampliação do armazém de insumos. “Consideramos o mercado do Rio com muito respeito, temos 62,5% de share. É um mercado muito receptivo às novidades. Então escolhemos lançar os cookies congelados aqui na Super Rio Expofood, por acreditar no mercado e na qualidade do shopper carioca em buscar produtos de qualidade e conveniência”, acrescenta. O executivo reforça que toda a produção é feita para atender ao mercado e que durante o trade show puderam ter feedbacks e apresentar a performance dos produtos no ano anterior. “É muito bacana a abertura que o empresário do Rio nos dá. A gente ouve muito o supermercadista”, ressalta Vicente. O sócio-diretor comercial destaca que o pão de queijo da Forno de Minas reproduz com fidelidade os pães de queijo feitos nas fazendas mineiras. “Nosso polvilho é artesanal, extraído da mandioca, nossos queijos são de produção própria, muito parecidos com o queijo de roça. Temos um departamento de pesquisa bastante robusto que inclui chefs, técnicos e nutricionistas. Mas sempre partimos de um produto caseiro, que a gente quer fazer para a família, para nossos filhos. A nossa premissa é qualidade acima de tudo. O waffle, por exemplo, nós trouxemos de fora, tivemos todo o cuidado de trazer o melhor para cá, enriquecido com as mesmas vitaminas e sais minerais que os americanos usam.” As novidades da edição foram os cookies congelados (únicos no segmento), nos sabores chocolate com gotas de chocolate e baunilha com gotas de chocolate, e o palito 3 queijos – com os queijos parmesão, minas e provolone. Forno de Minas em números: Fundação: 1990 29 anos de história 250 SKU’s, entre varejo e food service Exporta para 17 países 1.000 funcionários 3 fábricas em Minas Gerais (Contagem / Laticínios, em Conceição do Pará / Sérya, em Araxá, batatas) 14 filiais no Brasil e 1 subsidiária nos Estados Unidos Produção mensal de 2.200 toneladas FORNO DE MINAS: UMA HISTÓRIA DE SUCESSO Em julho de 1990, D. Dalva e seus filhos Hélida e Helder Mendonça, impulsionados pelo espírito empreendedor, abrem uma pequena loja de 40m² em um shopping na região Sul de Belo Horizonte, a Forno de Minas Alimentos S.A. A loja tinha apenas três funcionários e contava com uma masseira, um freezer, uma máquina de embalar e uma Fiorino, utilizada para comprar matérias-primas e entregar os produtos aos clientes. O investimento inicial foi algo em torno de R$ 100 mil. Em apenas um ano, o pão de queijo Forno de Minas passa a ser produzido em larga escala e a empresa se transfere para Contagem. Em 1992, Vicente Camiloti se junta à sociedade. A produção diária que, no início, era de aproximadamente 90 kg de pães de queijo salta para 1.200 kg. Quatro anos depois, em 1995, a empresa constrói sua sede própria, com 24 mil m², também em Contagem. Neste momento, vendiam o pão de queijo para grandes redes de supermercados. A Forno de Minas já fazia parte do dia a dia de muitos brasileiros e, para manter a excelência de seus produtos, foi adquirido um moderno laticínio em Conceição do Pará, a 120 km de Belo Horizonte. O objetivo era fabricar queijos na especificação ideal para as receitas, garantindo a padronização e a qualidade de todos os produtos. Venda e recompra da Forno de Minas Em 1999, a Forno de Minas foi vendida para a multinacional Pillsbury, unidade de alimentos da holding Diageo. Dez anos depois, a General Mills, que havia comprado a Pillsbury, fecha as portas da empresa e demite todos os funcionários. Movidos pela paixão, as famílias Couto Mendonça e Vicente Camiloti readquirem a marca em 2009, reativam a fábrica da Forno de Minas e convidam todos os ex-funcionários para retornar ao trabalho. De Minas para o mundo Atualmente, a empresa exporta acima de 1.200 toneladas de pão de queijo para mais de 15 países, como Estados Unidos, Canadá, Portugal, Inglaterra, Chile, Peru, Uruguai, Emirados Árabes, Japão, Guatemala, El Salvador, Panamá, Costa Rica, Colômbia e China. O setor internacional é um dos que mais crescem na indústria, com metas de incremento de mais de 100% na receita da empresa até 2020. O objetivo é transformar o pão de queijo em um produto global.
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