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Associados em foco
Mudança no comportamento de consumo! GPA registra aumento expressivo na categoria de bebidas
O Grupo Pão de Açúcar (GPA) tem detectado uma mudança expressiva no comportamento do consumidor na categoria de bebidas. No fim do segundo quadrimestre deste ano, as lojas do Pão de Açúcar e Extra Mercado registraram altas significativas em segmentos específicos. Segundo o GPA, em comparação com o mesmo período de 2024, as vendas de produtos sem açúcar dispararam mais de 50%, enquanto os sem álcool subiram 20%. Entre os principais destaques estão refrigerantes, chás, energéticos zero açúcar e cervejas sem álcool. Os dados registrados pelo GPA reforçam uma tendência já em voga no mercado e referendada por inúmeros levantamentos. Por exemplo, segundo a pesquisa "Shopper Experience" 71% dos consumidores mudaram seus hábitos de consumo nos últimos 12 meses, sendo que 59% passaram a optar por produtos mais saudáveis. O levantamento também aponta o crescimento das chamadas "bebidas funcionais". A água com gás teve aumento de 28,8% em volume, enquanto isotônicos e energéticos seguem em alta. O holofote principal fica para os produtos sem açúcar, que lideram essa expansão, com os refrigerantes zero registrando subida de 39,4%. "Percebemos um aumento consistente na procura por bebidas zero, tanto por consumidores que buscam uma vida mais saudável quanto por aqueles que desejam equilibrar prazer e bem-estar no dia a dia. Essa mudança de comportamento tem impulsionado nossas vendas e reforçado a importância de oferecer um sortimento amplo e de qualidade nessa categoria. É inegável que temos uma nova geração cada vez mais atuante e conectada, por isso, estar preparado para oferecer inovações e tendências vai fazer parte do novo varejo", frisa Paulo Sergio Mariano, gerente comercial de Líquida do GPA. O cenário reforça a importância do varejo supermercadista estar atento às mudanças nos hábitos de consumo e preparado para oferecer produtos que atendam as demandas de clientes, como saúde, bem-estar e conveniência. Analisar o mercado, acompanhar tendências, ampliar o portfólio e ouvir ativamente as expectativas de consumidores pode fazer a diferença frente a concorrência.
06/10/2025
Indústria em cena
Inclusão social do PDV: confira lançamento da Seven Boys
A Seven Boys anuncia a inclusão do Lupinha em suas embalagens. Desenvolvido pela Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), o QR Code ajuda o consumidor a entender como descartar o pacote e oferece acesso a informações para mais de 7 milhões de brasileiros com deficiência visual ou baixa visão. Os primeiros produtos com o recurso são a Bisnaguinha Original com a nova personagem Alice, o Sequilhos Tradicional e o Pão de Milho. Eles já estão disponíveis nos pontos de venda em todo o Brasil, e a ferramenta será gradualmente aplicada aos demais produtos da marca ao longo do ano. “Estamos presentes em milhares de lares brasileiros e seguimos avançando com nosso propósito de sermos um agente de transformação social. O Lupinha reforça nossos valores de respeito às pessoas e nosso compromisso com a comunicação inclusiva”, afirma Fernando Morais, coordenador de marketing da Seven Boys. O design das novas embalagens, desenvolvido pela Studio 11 Arte, incorporou o QR Code de forma estratégica para oferecer informações acessíveis e transmitir confiança aos consumidores com deficiência visual ou baixa visão. Ao apontar a câmera do celular para o QR Code, é possível visualizar dados ampliados ou ouvir o conteúdo via audiodescrição, além de acessar especificações do produto e orientações sobre reciclagem e descarte. “Com essa iniciativa, a Seven Boys torna a experiência de compra mais inclusiva e reforça seu compromisso com diversidade, garantindo que informações essenciais, como ingredientes e validade, estejam acessíveis a todos os perfis de consumidores”, ressalta Ricardo Pastore, especialista em varejo.
06/10/2025
Bebidas falsificadas e contaminação por metanol. ASSERJ detalha cenário e guia de ações
Os recentes casos de contaminação de bebidas com metanol, em São Paulo, somados ao alarmante cenário do alto número de produtos falsificados por destilarias clandestinas, chamam a atenção de todo o Brasil e despertam extrema preocupação de todos, de produtores a varejistas e consumidores. Ciente da magnitude da questão, e cumprindo seu papel de informar, representar e respaldar o setor supermercadista do estado do Rio de Janeiro e garantir a saúde e a segurança das famílias consumidoras dos nossos estabelecimentos, a ASSERJ acompanha diligentemente os desdobramentos da situação e reforça alertas sobre a necessidade de processos de controle em toda a cadeia de comercialização. As intoxicações provocadas pelo consumo dos produtos fraudulentos já resultaram em mais de duas dezenas de casos notificados, incluindo óbitos, segundo dados do Governo de São Paulo. Bares e distribuidoras suspeitas foram interditados, e investigações apontam para a atuação de fábricas clandestinas que utilizam metanol, substância altamente tóxica, na adulteração de bebidas alcoólicas. A gravidade da situação se soma a dados preocupantes do setor. Uma pesquisa da Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo (Fhoresp), divulgada em abril deste ano, revelou que 36% das bebidas comercializadas no Brasil são fraudadas, falsificadas ou contrabandeadas. Entre os produtos mais afetados estão vinhos e destilados, com destaque para a vodca, em que uma a cada cinco garrafas vendidas no país uma é adulterada. O prejuízo estimado causado por esse mercado ilegal chegou a R$ 85,2 bilhões em 2024. Por conta disso, é preciso redobrar a atenção quanto à procedência dos produtos oferecidos e frisar a consumidores que adquiram apenas itens de fabricantes legalizados, com rótulo, lacre de segurança e selo fiscal, evitando opções de origem duvidosa e prevenindo novos casos. O perigo do metanol O metanol não é próprio para consumo humano. Quando ingerido, pode causar sintomas como dor abdominal, náuseas, confusão mental, alteração da visão e, em casos graves, cegueira irreversível e morte. A contaminação pode ocorrer em bebidas adulteradas com o objetivo criminoso de reduzir custos de produção, colocando em risco a vida dos consumidores e prejudicando a imagem de todo o setor. Ações e responsabilidade do setor supermercadista Nossa prioridade é, e sempre será, a saúde e a segurança das famílias consumidoras dos nossos estabelecimentos. Reforçamos a importância de trabalhar com fornecedores oficiais e de confiança, de garantir que os selos fiscais do IPI estejam intactos e visíveis nas garrafas e de manter canais de denúncia ativos caso seja identificada qualquer suspeita de adulteração. Neste momento, é fundamental que cada loja e estabelecimento redobre a atenção e verifique os lotes em seus estoques, garantindo que apenas produtos legais e seguros sejam oferecidos ao consumidor. A ASSERJ também acompanha atentamente o Projeto de Lei estadual (PL nº. 6414/2025), de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), que prevê vistorias semestrais em conjunto com o Procon-RJ para avaliar a qualidade de bebidas alcoólicas e não alcoólicas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares no estado. Embora não cite diretamente os supermercados, a ausência de um rol taxativo pode estender a medida ao setor, incluindo mercados e centros de distribuição. Abaixo, você, leitor, encontrará um guia de ações destacadas pelos especialistas da ASSERJ Flávio Graça, consultor técnico de Alimento Seguro, e dra. Ana Paula Rosa, advogada da entidade e especialista no segmento supermercadista. Orientações de Flávio Graça, quanto a fraude e adulteração de bebidas alcoólicas: Muitas bebidas falsificadas são produzidas com metanol, além de etanol e água, resíduos de fermentação, aditivos, aromatizantes e outros subprodutos cancerígenos inclusive. O consumo de metanol é muito perigoso e pode causar danos severos à saúde. Para se proteger siga estas orientações: Atenção aos odores estranhos a, como odores e coloração estranhos; Preços muito baratos são atrativos, mas também devem despertar desconfiança; Dê preferência aos fornecedores formais com boa reputação; Esqueça aquela velha ideia de que o álcool da bebida mata microrganismos pois não é verdade; Muito cuidado com compras online, exija a nota fiscal; Verifique e desconfie de rótulos de má qualidade, inscrições e cores com falhas; Uísque, gim, vodca e cachaça são as bebidas falsificadas com maior frequência; Cuidado com marcas desconhecidas; O lacre de segurança deve estar intacto. O lacre, no caso de bebidas destiladas, deve-se atentar ao selo do IPI que comprova que o produto entrou legalmente no Brasil. Ele também indica que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi pago de maneira correta e, portanto, que a venda dele é permitida pelos estabelecimentos; Verifique se as informações do rótulo estão em português, o que também é um indicativo de autenticidade para bebidas vendidas no Brasil. Orientações da dra. Ana Paula Rosa, quanto a ações práticas de respaldo: O que tem acontecido é uma emergência de saúde pública e evidencia a vulnerabilidade da cadeia de comercialização de bebidas. Analisei algumas frentes de atuação, inclusive os riscos legais na comercialização de produtos adulterados. De forma direta, didática e com exemplos práticos: 1. Sobre os órgãos e agências reguladoras responsáveis pelas fiscalizações: Vigilância Sanitária Estadual (SES-RJ / Centro de Vigilância Sanitária) para os casos de denúncias e encaminhamento de investigação sanitária estadual. Portal da SES/RJ com canal para manifestações e contatos das vigilâncias municipais; Saúde RJ: esse canal deve ser utilizado se houver casos clínicos, suspeita de surtos ou produtos contaminados em estabelecimentos do Estado; Vigilância Sanitária Municipal do Rio (IVISA-Rio / Central 1746) para os casos de denúncias de irregularidades em estabelecimentos do município do Rio (registro por app/telefone 1746). Importante quando o fato ocorrer em lojas localizadas na cidade do Rio; ANVISA para as denúncias de produtos irregulares, ou seja, para profissionais de saúde/reportar reações adversas, Ouvidoria e central de atendimento (0800 642 9782). ANVISA coordena recall nacional e emissão de alertas; PROCON-RJ / Defesa do Consumidor, para os casos de registro de reclamações de consumidores, atuação administrativa e apoio para reparação; Polícia e Ministério Público relacionados à investigação criminal (homicídio culposo / doloso, crimes contra a ordem econômica/saúde pública). Em casos com mortes ou comercialização intencional, acionar Polícia Civil e MP é essencial; Se houver pessoas doentes: acionar SAMU (192) e Vigilância Sanitária estadual/municipal; notificar ANVISA pelo Notivisa ou Ouvidoria; registrar denúncia via 1746 (Rio) e Procon-RJ. 2. Casos que porventura tenham ocorrências (comprovadas) originadas de estabelecimentos supermercadistas podem ocasionar na responsabilização civil e criminal: Responsabilidade objetiva por danos: o varejista não está livre de obrigação de indenizar mesmo que tenha comprado de terceiro. Deve agir rápido para mitigar danos (art. 12/14 CDC); Obrigação de guarda de provas: preservar amostras, notas fiscais, imagens, registros de venda e câmeras, prontuários de atendimento (se houver vítimas), essencial para defesa e cooperação; Obrigação de cooperação com fiscalização sanitária e polícia: abrir acesso à mercadoria, informar lotes e fornecedores; Risco reputacional e recall: prepara plano de recall e comunicação. 3. O estabelecimento pode responder legalmente com base nas seguintes normas: Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990): responsabilidade objetiva do fornecedor por defeito do produto (arts. 12, 14). O fornecedor/loja responde independentemente de culpa pela reparação de danos causados aos consumidores; Código Penal (Art. 272), falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substância ou produtos alimentícios: infração penal que pode atingir quem fabrica, vende ou distribui produto adulterado (pena de reclusão, agravada conforme o caso); Lei nº 8.137/1990 (crimes contra a ordem tributária, econômica e contra as relações de consumo), prevê crime para alimentos impróprios ao consumo (art. 7º, IX e correlatos), criando responsabilidade criminal administrativa/penal; Regulação sanitária e rotulagem (INMETRO / MAPA / ANVISA / instruções normativas), regras de rotulagem, avaliação de conformidade, parâmetros analíticos e fiscalização (ex.: requisitos de rotulagem de embalagens de álcool conforme Inmetro; normas específicas para bebidas e vinhos no MAPA). Não conformidade de rotulagem/embalagem também gera infração administrativa. Consequências práticas: ações civis por danos materiais e morais; multas e interdições administrativas pela Vigilância; ações penais contra fabricantes/fornecedores/distribuidores; recall público coordenado pela ANVISA. 4. Diante de suspeita de bebidas adulteradas, algumas providências podem ser tomadas: Retirar o produto de venda imediatamente (se possível, impedir venda em PDV); Preservar amostras: guardar 3 amostras representativas (consumida, lacrada, de estoque) em recipiente fechado; etiquetar com data/hora/lote; Documentar: fotos, vídeo do lacre/embalagem, notas fiscais, relatório de ponto de venda, lista de consumidores atendidos no período (se aplicável); Comunicar Vigilância Sanitária municipal/estadual e ANVISA (Notificação se houver quadro clínico): envie informações e peça orientação para recolhimento e análise; Comunicar fornecedor e distribuidor por escrito: exigir laudo, suspender recebimentos do lote, exigir recall/custeio de análises. A comunicação deve ser registrada (e-mail com aviso de recebimento); Informar a polícia / Ministério Público quando houver óbito/indícios de ação criminosa; Acionar seguro e assessoria jurídica: ativar cobertura de recall, responsabilidade civil e comunicação; Comunicação ao público / consumidores: redigir aviso objetivo (o que foi feito, localização do lote, orientação de procurar assistência médica se ingeriu), em coordenação com Vigilância Sanitária e assessoria jurídica (evitar confissão de culpa sem apuração); Colaborar com coleta de material pela Vigilância e enviar amostras ao laboratório credenciado indicado; Exemplo: Loja X detecta reclamação de consumidor com visão turva após ingestão de produto alcoólico adquirido no seu estabelecimento. Loja retira lote, preserva 3 garrafas lacradas, comunica IVISA-Rio via 1746, aciona fornecedor e aguarda coleta da Vigilância para análise; notifica Procon e orienta clientes via nota técnica no site e redes sociais, ou seja, tudo documentado. Atenção é primordial! A ASSERJ reforça sua missão de proteger o consumidor e preservar a credibilidade do setor supermercadista, referência de confiança e segurança para milhões de brasileiros. Estamos vigilantes e comprometidos em apoiar comerciantes e consumidores nesta luta contra a falsificação de bebidas. "A falsificação de bebidas é uma ameaça direta à saúde da população e à credibilidade do nosso setor. Não podemos permitir que práticas criminosas coloquem em risco a vida de milhares de consumidores. A ASSERJ está mobilizada para orientar supermercadistas, reforçar a importância de fornecedores confiáveis e apoiar iniciativas que fortaleçam a fiscalização. Proteger o consumidor é proteger também a confiança construída pelo varejo supermercadista ao longo de décadas", ratifica Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. É hora de agir com rigor, responsabilidade e, sobretudo, informação. Só assim poderemos salvar vidas e manter a confiança em um dos setores mais importantes para a sociedade.
03/10/2025
Por dentro da asserj
O que o consumidor vai querer em 2026? Saiba antes com ebook exclusivo da ASSERJ
O varejo supermercadista vive uma transformação irreversível. Mudanças no comportamento do consumidor, novas formas de consumo, avanços tecnológicos e o cenário econômico exigem decisões estratégicas com visão de futuro e baseadas em dados confiáveis. Para apoiar os associados nesse desafio, a ASSERJ, associada da Associação das Américas de Supermercados (ALAS), lançou um e-book exclusivo com insights sobre tendências de consumo para 2026. O material tem como objetivo ajudar supermercadistas a entender melhor seus clientes, identificar movimentos do mercado e tomar decisões estratégicas que impactam tanto as vendas quanto a experiência de compra. “O consumidor está cada vez mais exigente, digital e atento às práticas das empresas. Isso muda a forma como o varejo precisa planejar suas estratégias. Esse e-book é um guia prático e estratégico para que os supermercadistas se antecipem às transformações e fortaleçam sua operação”, afirmou Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. Segundo ele, o material foi desenvolvido para ser um instrumento de apoio ao planejamento dos empresários para o próximo ano. “Nosso objetivo é oferecer informações relevantes e confiáveis, que ajudem o setor a crescer de forma sustentável e competitiva. Queremos que 2026 seja um ano de muitas conquistas para o varejo supermercadista fluminense”, destacou Queiróz. O e-book já está disponível gratuitamente para os associados da ASSERJ e pode ser acessado no site oficial da entidade. CLIQUE AQUI E BOA LEITURA!
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