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Novidade na gôndola! Nissin amplia portfólio com novos sabores picantes de Lámen
As prateleiras de macarrão instantâneo ganharam novos itens. A Nissin Foods do Brasil seguiu a tendência dos alimentos apimentados, segmento que cresceu 10% em 2024 de acordo com o Painel de Uso e Consumo, da consultoria global Kantar, e lançou dois novos sabores picantes da linha Lámen: Carne Picante e Calabresa Picante. As novidades já chegaram às gôndolas, trazendo opções que agradam os fãs dos pratos fortes. Os produtos picantes da linha Lámen são uma aposta de sucesso da empresa. Lançado em 2023, o sabor Galinha Caipira Picante já está entre os mais vendidos do portfólio da Nissin, mostrando que estar atento às demandas dos consumidores e diversificar seu mix traz resultados práticos. "O consumidor brasileiro tem buscado experiências mais marcantes no paladar e os produtos apimentados têm ganhado cada vez mais espaço. Sabemos dessa demanda e ampliamos nosso portfólio com sabores que atendem diferentes perfis, sem abrir mão da conveniência e do preço acessível", afirma Danielle Ximenes, gerente de Marca da Nissin Foods Brasil. Essa pode ser uma boa oportunidade para ampliar o mix de apimentados da sua loja, despertar o interesse do perfil de consumidor atraído pelo segmento e aproveitar o bom momento da categoria para também fazer crescer o seu faturamento. Aliar os novos produtos com outros itens ligados a refeições instantâneas ou com itens do setor de apimentados é outra boa estratégia, incentivando as compras por impulso. Fique atento e não perca a oportunidade. Sua gôndola está pronta para receber essas novidades?
05/08/2025
Meu supermercado foi furtado. E agora?
Nos últimos meses, tem se tornado cada vez mais comum ver redes do varejo, como um todo, utilizando as redes sociais para divulgar vídeos de furtos registrados por câmeras de segurança. As imagens, muitas vezes acompanhadas de frases como “flagrante de furto” ou “veja o que este cliente fez”, viralizam rapidamente, com milhares de curtidas, comentários e compartilhamentos. Mas até que ponto essa exposição pública é legítima — e segura? Com a sensação crescente de impunidade e a dificuldade de resposta rápida das autoridades, muitos estabelecimentos passaram a enxergar nas redes sociais uma ferramenta de alerta à comunidade local. No entanto, a prática levanta sérias preocupações jurídicas, éticas e reputacionais. Segundo Carlos Eduardo dos Santos, presidente da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), é fundamental que o setor supermercadista atue com cautela. “Entendemos a frustração do supermercadista diante dos prejuízos recorrentes. Mas expor suspeitos nas redes sociais não é a solução mais segura — pode, inclusive, gerar consequências legais e manchar a reputação da empresa”, alerta. Supermercado não é tribunal Muitos varejistas apostam na ideia de que a exposição pública pode coibir furtos, funcionando como um fator dissuasivo. No entanto, essa estratégia, conhecida como justiça reputacional, pode se transformar em um grande problema para o negócio. “Há um limite claro entre prevenir perdas e fazer justiça com as próprias mãos. E quem deve julgar ou punir é o Poder Judiciário, não o supermercado”, afirma Carlos Eduardo. A Abrappe acompanha o tema com atenção e já debateu o assunto em eventos recentes. Durante o Supermeeting da entidade, realizado em março deste ano, um painel exclusivo tratou dos riscos e impactos da exposição pública de suspeitos. “O que ouvimos de supermercadistas e especialistas foi unânime: é preciso agir com inteligência e dentro da legalidade”, reforça o presidente da associação. Consequências legais e danos à marca A Constituição Federal assegura o direito à imagem, honra e presunção de inocência. O Código Civil e o Código Penal também oferecem base legal para que qualquer cidadão questione, judicialmente, a divulgação de imagens que lhe causem dano. Além disso, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) considera a imagem um dado pessoal — o que exige base legal para sua divulgação. “Mesmo quando o furto é evidente, a divulgação indevida pode gerar ações judiciais e obrigações de indenização. Temos casos de supermercados condenados a apagar vídeos e pagar por danos morais”, ressalta Carlos Eduardo. Ele alerta ainda para o risco à reputação: “Basta um erro de identificação, uma abordagem desproporcional ou um comentário ofensivo para que o supermercado seja exposto negativamente — não só na Justiça, mas também na opinião pública”. Prevenir perdas com estratégia e legalidade A Abrappe reforça que o combate às perdas precisa ser feito com estrutura, planejamento e responsabilidade. No caso do varejo supermercadista, isso inclui treinamento de equipes, tecnologias de monitoramento inteligente, protocolos de abordagem segura e, principalmente, o envolvimento das autoridades competentes. “Supermercado não é local de julgamento público. O setor pode — e deve — se proteger, mas sempre com base na lei e com consciência dos riscos envolvidos”, orienta o presidente da entidade. Por fim, ele recomenda que os supermercadistas estabeleçam protocolos claros antes de qualquer ação de comunicação em casos de furto: “É importante envolver o setor jurídico e a área de comunicação antes de divulgar qualquer conteúdo. Uma atitude impensada pode gerar consequências duradouras para o negócio”, conclui Carlos Eduardo. O que diz a advogada da ASSERJ? Para a advogada da ASSERJ, Ana Paula Rosa, é possível publicar fotos e vídeos de ambientes internos, desde que sejam respeitados os direitos fundamentais das pessoas retratadas. “A Constituição Federal assegura a inviolabilidade da imagem, da honra, da vida privada e da intimidade. A divulgação de uma imagem sem consentimento pode gerar o dever de indenizar, conforme os incisos V e X do artigo 5º”, explica a especialista. Ela também destaca a importância da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que exige consentimento explícito para o tratamento de dados pessoais — o que inclui fotos e vídeos de pessoas identificáveis. Para evitar problemas legais, a advogada da ASSERJ orienta que as imagens só sejam divulgadas se as pessoas não puderem ser reconhecidas, como em casos em que aparecem de costas, com o rosto desfocado ou em planos abertos. "Caso contrário, é necessário obter autorização expressa, preferencialmente por escrito, seja em formato físico ou digital", explica. Outro cuidado importante é a sinalização adequada. “É essencial afixar avisos visíveis sobre a captação de imagens no local, principalmente em áreas como espaços instagramáveis ou ambientes monitorados por câmeras de segurança”, ressalta Ana Paula. O aviso deve informar que as imagens podem ser utilizadas com fins institucionais, promocionais ou de segurança. "A atenção se estende também aos colaboradores e fornecedores. O uso da imagem dessas pessoas, tanto em campanhas internas quanto externas, também requer consentimento prévio e documentado", completa Ana Paula Rosa. A recomendação da ASSERJ é que os supermercados adotem políticas claras sobre uso de imagem, garantindo segurança jurídica para suas ações de comunicação e marketing, sem abrir mão do respeito aos direitos fundamentais de todos os envolvidos. Controle é lucro! Como eliminar perdas nos supermercados? Quer saber essa resposta? Leia a editoria Gestão Eficiente, Lucro Certo na revista Super Negócios de agosto. Clique AQUI e boa leitura!
05/08/2025
Economia
Supermercados do RJ fazem história! Contratações disparam e aquecem mercado de trabalho
Os supermercados fluminenses continuam aquecendo o mercado de trabalho em 2025. Segundo dados do Novo Caged, o setor apresentou saldo positivo de 754 vagas formais no estado do Rio de Janeiro em junho, no balanço entre contratações e demissões. Este foi o quinto mês consecutivo de resultados positivos, além de representar o melhor desempenho para o mês de junho desde 2010, que contou com saldo de 814 vagas. O resultado também superou o observado em junho do ano passado, quando o saldo foi de 683 vagas. Com esse resultado, o Rio de Janeiro teve o segundo melhor desempenho do país no mês, atrás apenas de São Paulo, que registrou saldo de 1.301 vagas. No cenário nacional, o setor supermercadista abriu 4.647 vagas formais no mês. Foi o quinto mês seguido de crescimento, mas, ao contrário do Rio, abaixo do registrado em junho de 2024, quando haviam sido criados 6.806 postos de trabalho. Todas as regiões brasileiras tiveram desempenho positivo, com 22 das 27 unidades da federação apresentaram saldo de contratações em junho. No acumulado do primeiro semestre, os supermercados do Rio de Janeiro contabilizam um saldo de 2.450 vagas abertas — melhor resultado para o período desde o início da série histórica, em 2007, e mais que o dobro do registrado no mesmo período de 2024 (989 vagas). Na comparação com os demais estados, o Rio novamente ficou em segundo lugar, atrás de São Paulo, que abriu 5.636 vagas no semestre. No total do país, o setor supermercadista gerou 15.695 postos de trabalho formais no primeiro semestre. Todas as regiões tiveram saldo positivo, com destaque para Sudeste, Sul e Centro-Oeste, onde todos os estados criaram vagas, com exceção do Espírito Santo (-615). O desempenho foi mais que o dobro do acumulado no primeiro semestre de 2024 (6.540 vagas abertas). Para o consultor econômico da ASSERJ, William Figueiredo, os números confirmam a relevância do setor para a economia do estado. “Os supermercados seguem sendo um importante motor de geração de empregos, não apenas pela sua capilaridade, mas também pelo dinamismo e pela capacidade de adaptação às demandas da população”, avaliou. O presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, destacou o desempenho histórico do semestre. “Mais que dobrar o saldo de vagas em relação ao ano passado mostra a força do nosso setor, que investe continuamente na qualificação das equipes e na ampliação dos serviços para atender cada vez melhor o consumidor fluminense”, afirmou. A ASSERJ parabeniza o trabalho e esforço de seus associados, que contribuem diariamente com o crescimento do setor e oferecem constantemente empregos formais para a população fluminense.
05/08/2025
No ar: edição de agosto da revista Super Negócios destaca o Conecta Varejo, aplicativos de entrega, prevenção de perdas, mercado pet e muito mais!
A nova edição da revista Super Negócios já está no ar e traz uma imersão em temas atuais e primordiais para quem busca crescer no varejo supermercadista. Os destaques do mês de agosto são leituras essenciais para quem quer se desenvolver com inteligência e estratégia. Na matéria de capa, “Conectando o varejo com quem faz acontecer”, supermercadistas, palestrantes e expositores compartilham experiências e revelam expectativas para a próxima edição do Conecta Varejo, o maior palco do Rio Innovation Week, que acontece entre os dias 12 e 15 de agosto. Sob o tema "O mundo que transforma o varejo, o varejo que transforma o mundo", o evento é uma grande catapulta de transformações, com trilhas de conteúdo que abrangem IA, retail media, liderança, jornada do consumidor e muito mais. Outro grande tema deste mês é a análise: "Vale a pena investir em entrega própria, terceirizada ou híbrida?". O conteúdo aprofunda os prós e contras de cada modelo logístico, ajudando o varejista a tomar decisões mais assertivas e adaptadas ao seu modelo de negócio, diante das novas demandas dos consumidores digitais. E trazemos depoimentos de associados e os modelos adotados! A seção "Indústria em Cena" abre as portas da tradicional fábrica da Granfino e revela como a combinação entre logística própria, controle de qualidade rigoroso e estratégias de PDV fazem da marca uma referência nas gôndolas do estado do Rio de Janeiro. Já no Super Papo, Ricardo Zuccollo, vice-presidente de vendas da Unilever, fala sobre o papel da liderança na era da inteligência artificial e como a tecnologia tem sido usada para potencializar resultados com foco em pessoas. Aliás, ele é keynote do palco Conecta, no papo da revista damos um spoiler do que vai rolar na sua participação no evento. Na editoria "Gestão Eficiente, Lucro Certo", o leitor encontra um guia prático e direto sobre prevenção de perdas, com dados atualizados da Abrappe, estratégias e dicas de controle, como a indústria pode ser uma parceira eficaz na busca de soluções e um case de sucesso da Rede Market, que mostra como o uso da tecnologia pode transformar resultados e melhorar a experiência do cliente. No "Caderno Especial", a pergunta é direta: "Pet é coisa de supermercado?" A matéria destaca a entrada crescente do setor pet, um dos segmentos que mais cresce no Brasil, e o potencial que esse mercado representa para o varejo supermercadista, trazendo dados sobre a categoria e dicas para impulsionar suas gôndolas, com exemplos de redes que investiram nessa área, inclusive, com abertura de lojas próprias. A editoria "Conecta Varejo" apresenta o tema "Personalização: o caminho para impulsionar vendas e fidelizar clientes", com insights valiosos sobre estratégias de fidelização, criação de laços com o consumidor, o uso de tecnologias para superar os desafios e exemplos de estratégias bem executadas por nossos associados. Em "Economia em Pauta", uma análise aprofundada do cenário econômico global e nacional e de resultados do setor supermercadista no primeiro semestre, ajudando o varejista a ajustar estratégias com base em indicadores atualizados. E no Espaço Trade, a aposta é na transformação do ponto de venda em um palco de experiência para o consumidor, trazendo ativações de marcas como a Sadia, nos supermercados. A publicação ainda traz as novidades institucionais da Associação no "Por Dentro da ASSERJ", histórias inspiradoras de quem vive o varejo na pele — como Ronildo Novato, do Floresta Supermarket - na seção "Eu no Varejo", lançamentos de produtos que prometem agitar as vendas no "Cheguei na Gôndola", estratégias e tendências de consumo para o Dia do Cliente e Black Friday na editoria "Boas Vendas" e, no Papo de Adega, uma reflexão sobre o novo comportamento dos Millennials no consumo de vinhos. A edição de agosto da revista Super Negócios está imperdível. CLIQUE AQUI e tenha uma leitura estratégica para quem quer estar à frente no varejo!
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