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Economia
Expectativa para a economia brasileira nos próximos três meses é de desaceleração; saiba como os supermercadistas podem otimizar suas operações
A expectativa para a economia brasileira nos próximos três meses é de desaceleração. Economistas apontam para juros mais altos, condições financeiras desfavoráveis e menores estímulos fiscais como fatores que podem impactar negativamente o crescimento econômico. A previsão é de que o PIB cresça em torno de 2% em 2025, após uma alta estimada de 3,5% em 2024. Considerando esse cenário, e com intuito de apoiar os supermercadistas, o consultor econômico da ASSERJ, William Figueiredo, faz algumas recomendações: Estabelecer um controle rigoroso de despesas: é prudente adotar uma postura cautelosa em relação a grandes investimentos. Concentrar-se em otimizar a eficiência operacional e minimizar desperdícios pode ajudar a garantir a rentabilidade. Expandir de maneira estratégica: avaliar oportunidades de expansão que estejam em sintonia com as tendências de mercado, como o crescimento do e-commerce e práticas sustentáveis. Considerar a abertura de novas lojas ou o aumento da presença online em áreas com demanda elevada pode ser uma estratégia vantajosa. Acompanhar o mercado e revisar estratégias: manter-se informado sobre a economia e ajustar as estratégias de negócios conforme necessário. A capacidade de adaptação e flexibilidade é essencial em períodos de incerteza. O presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, ressalta a importância de observar as especificidades: “Cada modelo de negócio tem suas próprias características e necessidades, então essas estratégias devem ser adaptadas à realidade de cada empresa”. Não deixe de acompanhar as notícias aqui no nosso site e seguir os perfis do Instagram ASSERJ, Fábio Queiróz e LinkedIn ASSERJ e Fábio Queiróz para ficar sempre atualizado.
07/01/2025
Economia
A classe média brasileira está crescendo: qual o impacto no varejo supermercadista
O Brasil voltou a ser um país de classe média, segundo levantamento da Tendências Consultoria obtido pelo O GLOBO. O estudo constatou que 50,1% dos domicílios estão nas classes C para cima, o que significa renda mensal domiciliar acima de R$ 3,4 mil. A melhora no emprego é o principal fator responsável pela ascensão social dos brasileiros, segundo a consultoria. No Rio de Janeiro, os supermercados, por exemplo, bateram recorde de geração de cargos em 2024. O setor criou mais de 46 mil vagas formais e impulsionou a economia fluminense. Com isso, o poder de compra aumenta, e as famílias ficam dispostas a consumir mais e melhor. A previsão é a de crescimento da demanda por qualidade e preço acessível – mas para se destacar, é preciso inovar e oferecer uma experiência de compra única. O momento é de diversificar o portfólio, investir em estratégias digitais e fortalecer a relação com o consumidor, atenta o presidente da ASSERJ Fábio Queiróz. Ele diz enxergar essas mudanças no perfil de consumo da classe média como um marco transformador para o nosso setor. “Esse é o momento de chamada à ação para o setor supermercadista. A integração com o universo digital, estratégias personalizadas e um foco maior na fidelização do cliente são passos indispensáveis. Estamos diante de uma oportunidade única de atuarmos muito além do abastecimento e sermos verdadeiros parceiros no dia a dia dessas famílias, promovendo experiências diferenciadas.”
06/01/2025
Economia
Brasil reduz importações de laticínios: oportunidade ou desafio para a indústria?
Preços para o consumidor final continuarão alinhados aos padrões internacionais A indústria de leite anda animada com as perspectivas de clima favorável e queda das importações. O cenário é mais positivo do que nos anos anteriores. Nesse período, cresceram as compras de matéria-prima do exterior, especialmente de Argentina e Uruguai. Além disso, sucessivas estiagens em estados produtores importantes reduziram a oferta e afetaram a produtividade no campo. O aumento dos preços dos lácteos no mercado internacional e a desvalorização do real devem enxugar as importações brasileiras de lácteos, que bateram recorde no país em 2024. Para Darlan Palharini, secretário executivo do Sindilat (Sindicato das indústrias de laticínios do Rio Grande do Sul, a diminuição das importações beneficia a cadeia produtiva local, mas os preços para o consumidor final continuarão alinhados aos padrões internacionais, sem uma garantia de serem mais acessíveis. O impacto principal será um fortalecimento da produção nacional: “Com a diminuição das importações, o produtor fica mais motivado para aumentar a produção. A tendência é termos uma oferta boa de produtos a preços de mercado internacional. Não dá para dizer que os preços serão mais acessíveis, porque todos os preços estão nivelados a preços mundiais. Mas o que importa é que a produção nacional deve crescer.” Ele segue explicando que a desvalorização do dólar pesa muito mais como custo do que benefício, já que grande parte dos insumos, embalagens e ingredientes para alguns derivados é dolarizada. “Espera-se que a questão cambial estabilize e que efetivamente a gente não precise repassar algum custo devido a essa transição cambial. A gente observa com bastante cautela essa desvalorização cambial porque impacta diretamente nos custos da indústria.” Preços para o consumidor final continuarão alinhados aos padrões internacionais A indústria de leite anda animada com as perspectivas de clima favorável e queda das importações. O cenário é mais positivo do que nos anos anteriores. Nesse período, cresceram as compras de matéria-prima do exterior, especialmente de Argentina e Uruguai. Além disso, sucessivas estiagens em estados produtores importantes reduziram a oferta e afetaram a produtividade no campo. O aumento dos preços dos lácteos no mercado internacional e a desvalorização do real devem enxugar as importações brasileiras de lácteos, que bateram recorde no país em 2024. Para Darlan Palharini, secretário executivo do Sindilat (Sindicato das indústrias de laticínios do Rio Grande do Sul, a diminuição das importações beneficia a cadeia produtiva local, mas os preços para o consumidor final continuarão alinhados aos padrões internacionais, sem uma garantia de serem mais acessíveis. O impacto principal será um fortalecimento da produção nacional: “Com a diminuição das importações, o produtor fica mais motivado para aumentar a produção. A tendência é termos uma oferta boa de produtos a preços de mercado internacional. Não dá para dizer que os preços serão mais acessíveis, porque todos os preços estão nivelados a preços mundiais. Mas o que importa é que a produção nacional deve crescer.” [caption id="attachment_38317" align="alignnone" width="200"] Darlan Palharini é secretário executivo do Sindilat (Sindicato das indústrias de laticínios do Rio Grande do Sul) / Crédito: Dudu Leal[/caption] Ele segue explicando que a desvalorização do dólar pesa muito mais como custo do que benefício, já que grande parte dos insumos, embalagens e ingredientes para alguns derivados é dolarizada. “Espera-se que a questão cambial estabilize e que efetivamente a gente não precise repassar algum custo devido a essa transição cambial. A gente observa com bastante cautela essa desvalorização cambial porque impacta diretamente nos custos da indústria.” E finaliza dizendo que a possibilidade de mudança drástica nas ofertas nos supermercados é quase impossível, mesmo numa situação de calamidade como ocorreu no Rio Grande do Sul, no ano passado. "Naquela época, a oferta de leite foi afetada muito pouco. Diria que hoje está muito bem organizado o sistema de produção e não vejo possibilidade de crise de abastecimento."
06/01/2025
Conecta
Omnichannel no varejo supermercadista: estratégias e impactos
Para você que ainda não está familiarizado com o conceito, omnichannel se refere a uma estratégia que integra todos os canais de venda e comunicação de um supermercado, proporcionando uma experiência coesa, seja no ambiente físico ou digital. Esta integração permite que os clientes alternem os canais (como loja física, aplicativo, site e redes sociais) de forma transparente. Por exemplo, um cliente pode fazer um pedido online e optar por retirar na loja, ou vice-versa. Dessa forma, a integração omnichannel no varejo supermercadista permite uma experiência de compra unificada e fluida para os consumidores. A consultora de Varejo da ASSERJ, Walquyria Majeveski, afirma que o uso de ferramentas tecnológicas, como CRM e inteligência artificial, é fundamental porque auxilia na análise do comportamento do consumidor, otimizando as ofertas. “O CRM permite centralizar informações sobre os clientes, consolidando dados de diferentes canais (loja física, online, atendimento ao cliente). Com dados coletados e analisados, as empresas podem personalizar a experiência do cliente. A IA pode ajudar a segmentar a audiência e oferecer recomendações de produtos baseadas em compras anteriores, preferências e comportamento”, afirma. Entretanto, a consultora alerta para alguns desafios na implementação dessas ferramentas como a necessidade de integrar os sistemas, treinar a equipe e adequar processos internos para que a estratégia tenha eficácia. Associados investem no omnichannel Grandes redes de supermercados já utilizam a estratégia omnichannel com sucesso. O Zona Sul, por exemplo, oferece itens com descontos de livre escolha dos clientes cadastrados no aplicativo. Os usuários selecionam os produtos que desejam comprar com 15% de desconto, válidos por uma semana. Além disso, pelo app os clientes podem solicitar a entrega dos produtos em casa. Programas de fidelidade são a aposta do GPA Os clientes da rede Pão de Açúcar podem aproveitar os benefícios do programa de fidelidade Pão de Açúcar Mais, pioneiro no varejo alimentar que completa 25 anos neste ano. Para participar, basta baixar o App Pão de Açúcar Mais ou se cadastrar no site. O programa oferece benefícios de acordo com o perfil de compra de cada cliente, elaborados a partir de pesquisas quantitativas e de usabilidade feitas com consumidores. E além de se tornar Cliente Mais apenas ao se cadastrar gratuitamente, o consumidor poderá evoluir de nível ao cumprir duas missões em 12 semanas: uma de recorrência de compras e outra de ticket gasto nas lojas e no e-commerce. Ao cumprir as duas missões no período estipulado, o cliente pode se tornar um Cliente Mais Gold ou Cliente Mais Black, que têm ainda mais benefícios exclusivos. Caso não atinja os objetivos, permanece com os benefícios do Cliente Mais, que inclui descontos exclusivos e personalizados, além do acúmulo de 5 pontos stix a cada R$20,00 na mesma compra, para trocar por produtos ou cashback. Para ativar os benefícios, é necessário informar sempre o CPF antes de passar as compras nas lojas. Adicionalmente, o cliente ainda pode potencializar seus descontos pedindo o cartão Pão de Açúcar (+20% off em vinhos, espumantes e produtos Qualitá). Já o Extra Mercado conta com o Clube Extra, programa de fidelidade que oferece benefícios especiais e exclusivos. O aplicativo disponibiliza a aba Meu Desconto que reúne ofertas personalizadas. Para utilizar a oferta é necessário ativá-la antes de passar no caixa. O Clube Extra também conta com a dinâmica de acúmulo de stix: pode juntar pontos conversíveis em cashback e vale-compras ao cumprir a Missão de compras do mês, além de participar de ações especiais e acumular mais pontos comprando os "produtos aceleradores" de cada período. Para auxiliar, você, supermercadista, seguem alguns pontos-chave da integração omnichannel: Experiência integrada: permitir que o cliente comece uma compra online e a finalize na loja física, ou vice-versa, sem perder informações ou promoções. Disponibilidade de produtos: mostrar a disponibilidade de produtos em tempo real, tanto no site quanto nas lojas físicas. Retirada e devolução facilitadas: oferecer a opção de comprar online e retirar na loja (click and collect) ou devolver um produto comprado online diretamente em uma loja física. Informações consistentes: garantir que as informações de produtos, preços e promoções sejam consistentes em todos os canais. Atendimento ao cliente: proporcionar suporte ao cliente por múltiplos canais (telefone, chat, e-mail, redes sociais) de forma integrada e eficiente. A ideia é oferecer ao cliente uma experiência de compra sem barreiras e coerente, aumentando a satisfação, fidelização e recorrência. Se o seu supermercado ainda não explora esse conceito, avalie a possibilidade de implementá-lo. Vai valer a pena!
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