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Por dentro da asserj
Supermercados registram crescimento no 3T24. Veja o resultado apurado pela TOTVS
Monitor do Varejo Alimentar da TOTVS traz um mapeamento do crescimento das vendas físicas do varejo alimentar no Brasil no 3º trimestre de 2024 As vendas físicas do varejo alimentar registraram um crescimento de 8% no terceiro semestre de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados são do levantamento trimestral do Monitor do Varejo Alimentar da TOTVS. Foram analisadas mais de 209,3 milhões de cestas de compras realizadas em lojas físicas em 1.581 estabelecimentos supermercadistas da base de clientes da TOTVS espalhados pelo Brasil, que totalizaram um faturamento de R$23,5 bilhões. Os dados são referentes ao terceiro trimestre de 2024 e foram comparados com o mesmo período de 2023. Apesar do aumento das vendas no trimestre, a pesquisa mostrou que o mês de setembro foi responsável por uma desaceleração nos resultados do período. O mês isolado obteve um crescimento de apenas 2% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto os meses de julho e agosto registraram, respectivamente, um aumento de 9% e 11% nas vendas. Outros destaques do período foram o aumento de 3% no volume total de compras (209,3 milhões de NFs), e o crescimento de 5% no gasto médio por compra (R$112,42). O consultor econômico da ASSERJ, William Figueiredo, não esconde a preocupação com os números e faz o alerta: “Os dados de setembro, com menor crescimento em comparação aos meses anteriores, ligam o alerta para a desaceleração do consumo, em momento de alta da taxa de juros, repique da inflação e desvio de recursos das famílias para apostas online”, Composição da cesta As cinco categorias de itens mais comprados pelos brasileiros no trimestre foram: frutas frescas (28,9%), padaria (26,9%), guloseimas (23,2%), bebidas gaseificadas (22,2%) e legumes e vegetais (21,5%). Na comparação com o terceiro trimestre de 2023, a categoria de "doces e confeitaria" sofreu a maior redução de participação na cesta dos compradores, com uma queda 25,1%. Já o maior crescimento foi registrado pela categoria "padaria", que obteve um aumento de 8,1%. Perfil do comprador De acordo com o Monitor de Varejo Alimentar da TOTVS, as mulheres continuam sendo as principais decisoras de compra. No trimestre, elas representaram 54,35% dos compradores dos supermercados de todas as regiões do Brasil. No comparativo por gerações*, a Geração X continua sendo a categoria que mais vai às compras (34%). Na sequência estão a Geração Y (32,2%), os Baby Boomers (20,3%), a Geração Z (8,3%) e a Geração Silenciosa (5,1%). O destaque fica para o aumento da quantidade de compras realizadas pelas gerações mais jovens: a Geração Z aumentou em 15,28% sua participação, enquanto a Geração Y aumentou em 3,19% sua participação. Na distribuição por classe social, a classe C segue liderando as compras (50,78%). Em segundo lugar, estão a classe D (24,46%), a classe B (24,27%) e a classe A (0,48%). No comparativo com o ano passado, destaque para a queda da participação das classes A, B e C, e para o aumento de 6,28% na participação das compras da classe D. *Geração Z: de 18 a 25 anos; Geração Y: de 26 a 40 anos; Geração X: de 41 a 55 anos; Baby Boomers: de 56 a 70 anos; Geração Silenciosa: maiores de 71 anos
28/10/2024
Bimbo põe selo em embalagens, após polêmica em pães de forma
Objetivo é deixar claro que suas marcas não utilizam álcool como conservante A presença de álcool em pães de forma gerou polêmica após uma pesquisa da Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), realizada em julho, revelar que algumas marcas populares continham níveis de álcool acima do permitido. Para afastar qualquer dúvida neste sentido, a Bimbo, maior fabricante de pães de forma em atuação no país começou a colocar no mercado, agora em outubro, embalagens com uma nova mensagem para os consumidores. A medida procura deixar claro que os pães da companhia não utilizam álcool como conservante – a empresa é dona de marcas como Pullman e Nutrella, e, assim que a aquisição estiver aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), também da Wickbold. André Ramello, vice-presidente de marketing, inovação, pesquisa e desenvolvimento da Bimbo Brasil, explica que era normal que em algum grau um produto fermentado, como os pães, tivesse algum teor alcoólico. Mas não nos níveis apresentados pelo estudo da Proteste, no caso de algumas marcas. Sem citar números específicos, ele revela que a divulgação da pesquisa da Proteste fez as vendas do mercado inteiro caírem naquele momento. O estudo apontou que de dez marcas de pão de forma analisadas apenas quatro tinham teores de etanol abaixo de 0,5% (limite para não serem classificadas como produto alcoólico) e algumas tinham até mais de 3% – “Isso é uma cerveja! É preocupante, de fato!”, pontua o executivo. Selo na embalagem “Não foi uma grande questão para a gente, porque já havíamos deixado de usar álcool havia quatro ou cinco anos. A Bimbo, inclusive, tem uma tecnologia proprietária desenvolvida na Espanha há anos. Nossa surpresa foi que outros ainda estivessem usando, porque isso já era meio passado na indústria”, diz Ramello. Na avaliação dele, marcas usarem álcool como conservante para ganhar alguma vantagem competitiva – sem que os consumidores soubessem – é algo que acaba respingando até em players que não o utilizam. “O consumidor ficou apreensivo, fomos direto para a rua, para ouvi-lo no ponto de venda”, conta o executivo. A partir daí a empresa entendeu a necessidade de algum tipo de comunicação voltada ao consumidor para que suas marcas não fossem penalizadas por algo que não faz. A Bimbo começou a colocar nos PDVs as primeiras embalagens com aviso de que a empresa não utiliza álcool para conservar produtos. “O que precisarmos fazer para o consumidor entender que não são todos os pães e, principalmente, que a gente não tem, vamos utilizar, para não sermos penalizados por algo que não fazemos”, enfatiza o vice-presidente. Segundo Ramello, o setor já tem se recuperado. Mas a empresa continuará medindo de perto os impactos. No portfólio da Bimbo, diz o executivo, marcas como Nutrella são mais associadas pelo consumidor a uma maior saudabilidade (a marca, diz ele, é a primeira clean label/rótulo limpo em pães de forma no País), assim como Wickbold.
28/10/2024
Por dentro da asserj
ASSERJ realiza palestra sobre prevenção ao câncer de mama
Atividade foi desenvolvida para gerar conscientização sobre a necessidade do autoexame e da prevenção à doença O câncer de mama acontece quando há um crescimento descontrolado das células da região. Esse caso de saúde pode ser oriundo de diversos fatores, desde ambientais até a origem genética. Algumas mudanças na rotina da vida ajudam a reduzir consideravelmente as chances de desenvolvimento da doença. Quem afirma isso é a nutricionista, Monique Annes, que conversou com a equipe da ASSERJ sobre a prevenção ao câncer de mama e o acolhimento às pessoas que sofrem com a doença, "é importante que possamos conversar abertamente sobre o assunto, a prevenção ainda é o melhor caminho para garantir que as mulheres tenham tempo e forças para enfrentar a doença", disse. Em sua palestra, Monique afirmou que a mudança de hábitos alimentares e a prática de exercício físico reduzem em até 66% as chances de uma mulher desenvolver câncer de mama. Segundo os dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 73.610 novos casos de câncer de mama até 2025, enquanto a taxa de incidência é de 66,54 por 100 mil mulheres. A estimativa é que a doença cause 18 mil mortes. "O intuito dessa ação é impactar e emocionar o time ASSERJ, para mostrar o quanto é importante falarmos sobre esse assunto. E, principalmente, em uma empresa cuja a maioria dos funcionários é composta pelas mulheres, é muito importante se conscientizar sobre o exame de mama e o autocuidado", comentou Michelle Rodrigues, gerente de RH da ASSERJ, durante a atividade. O mês de outubro é celebrado como o de conscientização sobre o câncer de mama, o segundo tipo da doença que mais faz vítimas fatais no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, ações simples no dia a dia podem ajudar as mulheres no combate ao câncer e na prevenção. Conheça algumas: Manter um peso saudável Praticar atividade física regularmente Evitar o consumo excessivo de álcool Amamentar por pelo menos dois anos Evitar a exposição à radiação ionizante Realizar o autoexame das mamas todos os meses Realizar a mamografia a cada dois anos, a partir dos 40 anos de idade A ASSERJ se une à causa da conscientização sobre o Câncer de Mama e incentiva as mulheres a procurarem especialistas para a realização de exames específicos e periódicos de prevenção.
25/10/2024
Atualidades
Conheça o novo convênio ICMS e o impacto no varejo supermercadista
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou, agora em outubro, o Convênio ICMS nº 109/2024, que regula a transferência de mercadorias entre estabelecimentos que pertencem ao mesmo proprietário. Com essa nova regra, não haverá mais cobrança de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nas transferências interestaduais de mercadorias entre esses estabelecimentos. Além disso, os donos agora têm a opção de transferir os créditos do imposto de forma facultativa, em vez de ser uma obrigação. A advogada da ASSERJ, Ana Paula Rosa, explica: “Se o contribuinte optar por transferir mercadorias como uma operação sujeita ao ICMS, essa decisão valerá para todos os seus estabelecimentos no Brasil e deverá ser registrada em documentos fiscais”. Ela lembra que a escolha será anual e não poderá ser desfeita durante o ano. Outros pontos importantes do Convênio ICMS nº 109/2024 incluem: O crédito que pode ser transferido é o valor do imposto que já foi apropriado nas operações anteriores e estará limitado às alíquotas interestaduais. O crédito será registrado como débito na empresa que envia as mercadorias e como crédito na que recebe. Os contribuintes poderão escolher até o final de dezembro se vão tratar a operação como sujeita ao ICMS, e essa decisão valerá a partir de janeiro do ano seguinte. Para 2024, essa opção de transferência poderá ser feita até o final do mês seguinte à publicação do convênio. Agora, cabe aos estados aprovar o convênio e adaptar suas normas locais.
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