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Armadilha luminosa para insetos: como usar adequadamente
Consultor da ASSERJ dá dicas para o uso correto das armadilhas luminosas As armadilhas luminosas fazem parte do manejo integrado de pragas urbanas e servem para mapear os pontos de ocorrência de insetos voadores como moscas, mosquitos, mariposas, besouros, dentre outros. O uso adequado é fundamental para garantir a eficácia no monitoramento e controle desses insetos, especialmente em indústrias de alimentos, bebidas, insumos e embalagens, que necessitam cumprir as normas de qualidade. O consultor técnico de Segurança Sanitária da ASSERJ, Flávio Graça, explica que “é comum identificar erros no uso desta armadilha, como a instalação do aparelho em alturas ou locais inadequados e a utilização de modelos incompatíveis com o problema a ser solucionado. O uso errado atrai insetos para o local que deveria ser protegido; provoca falhas no monitoramento; tem baixa atratividade de moscas e outros insetos voadores; e demora para capturá-los”. É importante lembrar que as moscas podem colocar em risco a saúde dos consumidores e comprometer seriamente a reputação da marca, trazendo grandes prejuízos para a empresa. Flávio Graça apresenta dicas preciosas para utilização das armadilhas luminosas como nunca instalar as armadilhas: Em frente a porta ou janelas porque a luz UV emitida pela armadilha pode atrair os insetos voadores de fora para dentro. Isso aumentaria a quantidade de insetos na área interna que deveria ser protegida, gerando riscos maiores de contaminação de alimentos, embalagens, equipamentos e outros produtos. Na passagem de pessoas ou empilhadeiras, pois em locais estreitos, corredores de acesso de funcionários, antessalas e áreas de passagem de empilhadeiras, o equipamento pode atrapalhar a circulação de pessoas ou máquinas. Isso pode ocasionar acidentes, quedas da armadilha e ainda dificultar a substituição das peças de reposição como as lâmpadas UV. Próximas a alimentos porque quando a armadilha está muito próxima ou em cima dos alimentos, ela também irá atrair os insetos voadores, aumentando muito o risco de contaminação. O ideal é manter uma distância segura entre a armadilha e o alimento de no mínimo três metros. Na direção de correntes de ar, pois é contraindicado o uso de ventiladores em ambientes de fabricação e manipulação de alimentos, mas alguns comércios, como açougue e supermercados, ainda fazem este uso. Se a armadilha estiver instalada na direção de correntes de ar ou dutos de ventilação, os insetos podem ser jogados pelo vento contra os alimentos, máquinas ou superfícies. O fluxo de ar ainda pode atrapalhar a trajetória dos insetos voadores e impedir sua captura na placa adesiva. Próxima de outras fontes de luz, pois as lâmpadas UV-A são consideradas ideais para atração de insetos fotossensíveis. Porém, instalá-las muito próximas a outras fontes de luz pode gerar uma concorrência entre as fontes e dividir a atração dos insetos. Isso ocorre porque as lâmpadas convencionais também exercem uma pequena atração sobre os insetos. Não instale armadilha luminosa fora do alcance de voo da praga-alvo, pois isso faz com que ela fique voando por mais tempo dentro do ambiente e demore mais para ser capturada na placa adesiva. A maioria dos insetos, a altura recomendada é entre 1,50 e 1,80 metros. Importante lembrar de fazer a limpeza periódica das armadilhas luminosas e usar sempre da maneira mais eficaz.
21/02/2024
Por dentro da asserj
O RH do seu supermercado está preparado para lidar com os desafios de recrutamento e seleção?
A questão foi tema da primeira Reunião do Conselho de RH da ASSERJ, que contou com a palestra da consultora Marilene Fernandes Dando o pontapé inicial das trocas e aprendizados em 2024, a primeira Reunião do Conselho de RH da ASSERJ, realizada nesta terça (20), pelo Zoom, explorou o desafio de recrutar e selecionar profissionais para o setor. Com alta rotatividade, principalmente em funções que lidam diretamente com o público, o setor supermercadista vive o dilema de selecionar colaboradores que se comprometam com os valores organizacionais e que permaneçam no emprego. Para abordar o tema e apresentar estratégias de seleção, a ASSERJ convidou a palestrante e consultora de RH, Marilene Fernandes, que ressaltou a técnica da entrevista por competência baseada em valores. A especialista citou quatro grandes pensadores, filósofos e administradores: Mario Sergio Cortella, Peter Drucker, Vicente Falconi e Sam Walton (fundador da Walmart) para exemplificar a importância dos valores na cultura organizacional. Fernandes lembrou que “é preciso ter cuidado ao recrutar operadoras de caixa, por exemplo, que precisam de competências de gestão de crise, empatia e relacionamento pessoal. A dica é selecionar por competências baseada em valores. A melhor forma de prever o comportamento de uma pessoa é olhar para o seu passado”. Ao responder à coordenadora de RH dos Supermercados Guanabara, Suelen Maia, sobre os casos específicos de primeiro emprego e jovem aprendiz, a consultora sugeriu “perguntar sobre vida pessoal, constituição familiar e interações na vida estudantil porque o candidato está em formação. Uma vez contratado, o RH deve apoiar a construção da base de valores para jovens no início de carreira”. Na abertura da reunião, a gerente de Gente e Gestão da ASSERJ, Adriana Lima, lembrou que o calendário da Escola ASSERJ está disponível no site com a programação anual. Ela contou que o curso de açougue, realizado neste mês, registrou recorde de inscrições e avisou que estão abertas as inscrições para o curso inédito “Sommelier de Adega”. Na sequência, Aline Freire, da equipe Comercial da ASSERJ, fez uma breve apresentação da SRE Trade Show e reforçou as inscrições gratuitas para os associados. A reunião contou com a presença das 30 pessoas inscritas - sucesso total!
20/02/2024
A ASSERJ repudia qualquer forma de racismo
A notícia de uma briga na fila de um supermercado em Nova Iguaçu, que terminou em crime de racismo e viralizou na internet, levanta a importância da capacitação de funcionários para atuar em situações deste tipo É extremamente importante que treinamentos e programas de sensibilização, com análise de casos reais, auxiliem na tomada de decisão e influenciem na atitude dos colaboradores diante dessas ocorrências até a chegada da força policial. Após o emblemático caso da morte de João Alberto Silveira na loja do Carrefour, em Porto Alegre, em 2021, entidades antirracistas exigiram a implementação de medidas educativas na empresa, como a inclusão de afrodescendentes no Conselho de Administração e a criação de comitês integrados por pessoas negras para tratar de temas relacionados à diversidade. Nos últimos dois anos o Carrefour assumiu a responsabilidade de fazer uma transformação de dentro para fora no combate ao racismo estrutural no país, com investimento de mais de R$ 115 milhões na área de educação. Todos os colaboradores são constantemente capacitados para uma postura antirracista e foi firmada uma parceria com a Faculdade Zumbi dos Palmares para criação do primeiro curso de nível superior para formação de profissionais na área de segurança visando combater o racismo. Com o objetivo de conscientizar colaboradores, clientes e a sociedade com campanhas pontuais que abordam pautas como inclusão, homofobia e racismo, entre outras, a ASSERJ criou o SENSIBILIZA ASSERJ. Racismo é crime É dever de todos impedir e denunciar casos de racismo. Apelidos, ofensas, desprezo a costumes e hábitos, cânticos seja no supermercado, na loja ou no trabalho, evidente ou não, racismo é crime e não deve ser normalizado. A vítima tem o direito de denunciar qualquer forma de ultraje, constrangimento e humilhação. Caso seja vítima de racismo, injúria racial ou qualquer outra forma de discriminação, o Núcleo de Combate ao Racismo e à Discriminação Étnico-racial (Nucora) da Defensoria Pública do ERJ presta assistência jurídica integral, por meio de ações e atividades relativas à proteção dos direitos humanos. O Nucora está localizado na Avenida Rio Branco, 147 - 12° Andar, sala 1501, Centro.
20/02/2024
Geração de luz cresce e influencia custo no mercado livre de energia
Apesar do aumento na produção de energia, o custo da conta de luz seguirá escalada de preços e decisão impacta setores do mercado livre brasileiro Cerca de um mês após o anúncio das mudanças no mercado livre de energia, um estudo do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), mostrou que embora a oferta de energia aumente nos próximos anos, o custo impedirá a queda dos preços. Desde janeiro de 2024, o mercado livre de energia, onde se é permitido a contratação de fornecimento de energia e de distribuidoras com outros serviços sem as tradicionais concessionárias, tem sido cada vez mais procurado por redes de supermercados. Segundo dados da Aneel, um comércio de médio porte consegue economizar até 40% do seu custo de energia com a troca das distribuidoras convencionais pelas cadastradas no mercado livre. Redes de supermercados como o Princesa, já apontam uma redução de 15% de seu custo médio desde a adesão a essa modalidade. A Aneel apontou que mais de 3 mil empresas procuraram a agência para realizarem essa troca, e são esperadas cerca de 10 mil solicitações até o final do verão, estação do ano onde, tradicionalmente, o custo de energia aumenta. Na prática, empresas com custo médio de luz acima de R$ 10 mil podem fazer o pedido de troca. Antes, apenas industriais e comércios com mais de R$ 50 mil em custo de luz podiam solicitar a alteração da sua modalidade. “Caso os consumidores optem por escolher de quem comprar sua energia, têm a oportunidade de negociar valores, prazos, o tipo da fonte (como renovável) etc. A boa notícia é que é possível obter reduções de 10 a 20% dos gastos com energia elétrica“, afirmou o professor Carlos Aparecido, do Departamento de Engenharia Elétrica da UERJ. Você pode conferir uma matéria da Asserj sobre essa nova modalidade para os supermercadistas clicando nesse link.
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