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"Conceitual"; Clientes do Supermarket comentam sobre filial na Barra da Tijuca
Loja recém-inaugurada aposta em conceito moderno para atrair atenção de novos clientes da região. A filial do Supermarket Blue, inaugurada há pouco mais de um mês na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, ainda movimenta o imaginário da população local. Criada em uma avenida que conta com outras redes de mercado, a aposta dessa unidade está no conforto, na modernidade e no conceito contemporâneo de sua estética interna e externa. "Esse mercado aqui está conceitual", afirma Laís Abreu, aposentada e que, acompanhada do marido, estudava os preços na seção de bebidas quentes. "O visual é maravilhoso, o ar condicionado é muito bom. A parte de cafés é maravilhosa. Mas cada corredor que a gente vai, nos encantamos mais", completa. [caption id="attachment_29095" align="alignleft" width="300"] Perfumaria[/caption] O espaço do café, que se tornou um dos favoritos para Laís, tem o destaque de ter sido erguido em 15 dias, juntamente com a sessão de perfumaria, outra 'joia da coroa' do Supermarket Blue. “Recebemos esse desafio, sabendo do objetivo de lidar com o público A, de fazer uma linha premium. Então foi um trabalho em tempo recorde, a obra ficou pronta muito rápido. Nós trouxemos para cada setor um detalhe que agregasse valor ao produto“, destaca Amanda Coimbra, designer responsável pela obra. Andando pelos corredores é possível ver que o espaço entre as gôndolas, organizadas em uma espécie de "espinha de peixe", aumentou o tráfego de carrinhos e diminuiu o risco de "engarrafamento" e acidentes nos setores. "Ele é bem espaçoso, a variedade dos caixas é excelente", afirma Jessica Freitas, babá e que realiza compras com certa regularidade na unidade do Supermarket Blue. Para ela, o espaço entre as gôndolas aumentou o conforto das compras, "Não preciso ficar enfrentando tantas filas, isso é importante", completa. Hortifruti é destaque Atrás dos caixas está localizada a sessão de hortifruti, marcada por uma variedade colorida de opções de frutas, legumes e hortaliças, que são abastecidas a todo momento e contam com sistemas de irrigamento, importante para manter as folhas frescas. [caption id="attachment_29091" align="alignleft" width="300"] Frutas do Hortifruti[/caption] O cuidado com a horta é estratégico, aponta Marcos André Costa, gerente da unidade do Supermarket Blue, "Nossa organização do hortifruti é determinada pelo público que nós temos aqui. O público daqui busca mais produtos saudáveis, é muito ligado a academias e procura consumir frutas e legumes. Estão sempre buscando produtos frescos, e por isso a exposição é essencial", pontua. Para Marcos, o atrativo do setor são as mesas maiores que o tamanho tradicional e a variedade de opções. Um dos destaques é a banana ser exposta em posição de 'cachos', suspensas, como se ainda estivessem nas bananeiras, aumentando o seu tempo de durabilidade, "Isso faz parte da nossa estratégia de oferecer algo além da compra, isso é uma demanda do novo cliente e algo que pensamos em fazer, e que teve uma boa aceitação", completa. Variedades alimentam o público Dois setores se destacam em meio as grandes novidades do Supermarket Blue: a adega de vinhos, com garrafas selecionadas e expostas para os clientes juntamente com uma variedade enorme de queijos. E não muito longe dali, uma seção de padaria permite que o cliente viaje em receitas italianas e francesas, entre outras. [caption id="attachment_29094" align="alignright" width="300"] Adega de vinhos[/caption] O espaço apresenta diversas opções entre salgados e doces e parte de seus produtos expostos são importados, além daqueles de produção própria. "A disposição fácil dos produtos é um fato interessante, outro é o cuidado que eles têm com o pão, eles pesam o pão sem a sacola plástica", afirma Maicon Lira, representante econômico e fiel consumidor da rede Supermarket. "É um mercado que tem várias opções, itens. Os preços estão razoáveis. Mas, o ambiente é muito confortável", ressalta o cliente que frequenta a filial desde sua inauguração, mesmo não sendo um morador da região.
29/01/2024
Economia
Ações sustentáveis fidelizam clientes nos supermercados
As redes Vianense, Supermarket e Zona Sul são algumas das que promovem coleta de óleo de cozinha e tampinhas plásticas para reciclagem, entre outras iniciativas O tema da sustentabilidade em supermercados não é um assunto novo, mas o interesse do consumidor por produtos e empresas que colocam esse tema em prática vem se intensificando a ponto de influenciar sua decisão de compra. Segundo pesquisa da consultoria Bain & Company, divulgada no Infor Channel com 23 mil consumidores, 64% dos entrevistados demonstraram altos níveis de apoio às ações sustentáveis no varejo. Além disso, 50% apontaram que esse aspecto é um dos principais critérios de compra. Outro dado interessante dessa pesquisa é que, em alguns países como Índia, Indonésia, Brasil e China, as pessoas estão dispostas a pagar entre 15% e 20% a mais pelos produtos chamados verdes. Uma das inciativas com maior adesão dos consumidores e supermercadistas é a coleta de óleo de cozinha e de tampinhas plásticas. Para a reciclagem do óleo, as redes Vianense, Supermarket e Zona Sul instalaram displays coletores localizados na entrada das filiais. Assim, aumentam as chances de descarte ambientalmente correto do óleo de cozinha usado. Todo o volume arrecadado é recolhido por empresas especializadas e transformado em artigos mais sustentáveis. Podem ser produzidos sabão, biodiesel, tintas, resinas, adesivos e até massa para vidraceiro. O descarte do óleo de cozinha usado não deve ser feito no ralo da pia, no vaso sanitário e nem com o lixo orgânico, pois esses destinos incorretos levam à contaminação dos mananciais aquáticos, do solo e da atmosfera. Já as tampinhas coletadas são encaminhadas para entidades assistenciais que separam por cor, armazenam os pacotes e vendem o material. O valor arrecadado é repassado a instituições para a aquisição de mantimentos, ração animal, castração animal, alimentos para pessoas em situação de rua, e cadeiras de rodas. No que diz respeito à redução do desperdício de alimentos, as redes com restaurantes aproveitam os produtos maduros de hortifruti em deliciosas receitas. A solução perfeita: boa para o cliente e rentável para o supermercadista.
26/01/2024
Economia
Dólar pesa e itens da cesta básica deverão subir em 2024
Supermercados precisarão pensar em novas estratégias para não aumentarem os preços dos produtos da cesta básica. Segundo o Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br), os preços das matérias-primas (agrícolas, energia e mineirais) caíram para o menor patamar nos últimos dois anos, devido a retração das commodities no setor do agro. Isso representa um crescente perigo para alguns itens básicos que completam a cesta básica de alimentos dos brasileiros, que já possui expectativa de encarecimento em 2024. Em dezembro de 2023, os últimos números apresentados do índice registravam 342,77 pontos pouco acima dos 340,69 de 2021. O assessor especial do Ministério da Agricultura, Ernesto Augustin, para o jornal 'O Globo' afirmou que "a rentabilidade está muito baixa, porque os preços dos insumos permanecem elevados", e apontou que a expectativa é de queda nesses valores para os próximos meses. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), da Universidade de São Paulo (USP), o preço da soja, principal commoditie agrícola da exportação brasileira recuou em 23,6% em janeiro, comparado ao mesmo valor de janeiro de 2023. O milho e o café também apresentaram quedas acentuadas, em 20,4% e 13,3 %, respectivamente. "O índice de inflação geral em 2023 foi limitado pela queda nos preços dos alimentos e bebidas vendidos nos supermercados do Rio e do Brasil. Esse fenômeno acompanhou a safra recorde colhida pelo agronegócio brasileiro, que derrubou os preços dos produtos in natura e dos industrializados", afirmou William Figueiredo, consultor da Asserj. Para a confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), cadeias de produtos como café, carne bovina, milho, soja, algodão, tiveram uma redução de 30% nos preços reais em 2023. Os números de queda entram em contraste com o crescimento de 15% do PIB agropecuário do país em 2023. "Deve ter uma queda de 0,8% no volume de produção este ano, em função de fatores climáticos, com quebras de safras em várias cadeias de produtos. No agronegócio, que é mais amplo que a agropecuária, podemos cair 2% ou ficar estagnados, no melhor cenário", analisou Bruno Lucchi, diretor técnico da CNA. Cesta básica Em um levantamento da empresa de inteligência de mercado Horus com a Fundação Getúlio Vargas, o Rio de Janeiro teve, em dezembro de 2023, a cesta básica mais cara do Brasil. Avaliada em R$ 946,00, são cerca de 8% de aumento em comparação com janeiro de 2023, quando fechou em R$ 874,00. Segundo a análise da FGV, dos 18 produtos da cesta básica, o arroz foi um dos mais impactados, com uma alta de 2,9% pelo quarto mês consecutivo. Ainda assim, a população sentiu mais o preço nos legumes com aumento de 10,2%, e nas frutas, com de 7,2%. Itens como banana, vendida em média a R$ 12 reais o quilo, e a batata inglesa, que praticamente dobrou de preço, chegando a R$ 10,98 o quilo, pioram a complexidade do cenário. O aumento do valor final da cesta básica é um reflexo direto da inflação, o índice do mês de dezembro, medido pelo IBGE, divulgado em janeiro, apontou que o IPCA, ficou em 0,65% no Rio, acima dos 0,56% da média nacional. Para o presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, Fábio Queiroz, o cenário da cesta básica no estado requer uma cautela com o bolso do consumidor, "A posição dos supermercadistas é de tentar encontrar o melhor preço nas prateleiras, e por isso, nenhum preço será decidido sem antes estudarmos os fatores externos. Por hora, manteremos as expectativas, e vamos esperando por algumas melhoras no cenário". Soja deve disparar O baixo crescimento econômico da China e a crise sem fim na Argentina atingirão em cheio produtos importantes da cesta básica brasileira. Em uma avaliação da Empiricus Research, o Federal Reserve, considerado o Banco Central dos Estados Unidos, enxerga uma expectativa dos números de consumo nos Estados Unidos de janeiro e fevereiro de 2024 com um corte nos juros em março. A expectativa da queda dos juros entre março e maio de 2024, reflete na projeção do dólar abaixo dos R$ 5,00, o que significaria uma estabilidade na inflação brasileira e o indicativo de mais um corte de juros do Banco Central do Brasil, o terceiro desde setembro de 2023. "No último trimestre de 2023, a inflação voltou com força no varejo de supermercado, puxando os índices de inflação", afirma William Ferreira. Juntamente com o arroz e o feijão, a soja deverá ser novamente influenciada pelo dólar, além de outros fatores como a baixa procura do mercado chinês, principal consumidor da commoditie brasileira e a crise na Argentina, que também diminuiu a procura do item no mercado nacional. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o Mato-Grosso, um dos principais produtores de soja no Brasil, estima a pior safra nos últimos 15 anos, com uma queda de 13,9% na safra inicial de 2024. A expectativa é de alta no preço do óleo de soja e seus derivados. "2024 não deverá repetir o resultado de queda nos preços dos alimentos, tendo em vista a menor safra esperada e aumentos acima da inflação já enunciados em insumos bases, como mão de obra e energia elétrica. O carrinho de compras deve ficar mais caro esse ano. Mais do que nunca, importante o consumidor pesquisar preços e estar atento às ofertas anunciadas", completou William Ferreira.
26/01/2024
Prezunic inaugura loja na Barra da Tijuca
Nova unidade é a 37ª da rede de supermercados carioca Dando sequência à série de aberturas de novas lojas ocorrida em 2023, a rede de supermercados carioca Prezunic inaugura mais uma unidade, desta vez, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Assim, o Prezunic passa a contar com 37 lojas no RJ, nas zonas Sul e Oeste da capital e também em municípios da Região Metropolitana e Baixada Fluminense. A inauguração está marcada para as 10h da próxima terça-feira (30). A nova unidade fica na Avenida das Américas, 4.245, na Barra da Tijuca, a 500 metros da Estação Parque das Rosas do BRT.
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