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Sobe preço da cesta básica no Rio em janeiro
A capital fluminense inicia 2024 com a terceira cesta básica mais cara do Brasil O ano começou mais caro para as famílias brasileiras colocarem comida em casa. Em janeiro, o preço da cesta básica no Rio aumentou (+7,2%), frente a dezembro. Foi o quarto mês consecutivo de inflação e o crescimento mais intenso desde março de 2022. Na média brasileira, os preços também cresceram (+4,5%), em janeiro, influenciados pelo aumento no valor da cesta básica em 16 das 17 capitais pesquisadas – a única redução foi observada em Fortaleza (-1,9%). Assim, o Rio de Janeiro inicia 2024 com a terceira cesta básica mais cara do Brasil (R$ 791,77), superado apenas por Florianópolis (R$ 800,31) e São Paulo (R$ 793,39). Abaixo, conjunto de produtos que provocaram o aumento no preço da cesta básica na capital fluminense em janeiro: Batata: excesso de chuvas diminuiu a oferta; Feijão: a menor oferta provocou a alta dos preços no varejo; Óleo de soja: a maior demanda aumentou os preços no varejo; Arroz agulhinha: menor oferta devido aos baixos estoques provocados pelo volume exportado; Tomate: menor oferta elevou os preços no varejo. Por outro lado, o leite integral apresentou queda nos preços, em função de uma oferta maior, devido à importação e à retração da demanda, em razão dos altos patamares de preços dos derivados.
06/02/2024
Alimentação vegetariana e vegana: seu supermercado está preparado para esse público?
Segundo dados do Vegan Business, 30 milhões de brasileiros são vegetarianos e cerca de 7 milhões, veganos Goste ou não do programa, o Big Brother Brasil lança tendências e traz à tona temas relevantes. Um dos assuntos do momento é a alimentação das confinadas Yasmin Brunet (vegetariana) e Wanessa Camargo (vegana), ambas enfrentam o desafio da alimentação tanto na Xepa quanto no VIP. Dessa forma, a cozinha do BBB24 se transformou em um laboratório culinário cheio de aprendizados. E o que isso impacta no varejo supermercadista? Segundo o Vegan Business, se adotarmos a porcentagem mais conservadora (33%), temos que dos 30 milhões de brasileiros vegetarianos, cerca de 7 milhões seriam veganos. Dados suficientes para ter o seu estabelecimento preparado para atender e fidelizar esse público. Esses conceitos, ainda hoje, despertam dúvidas em muitas pessoas. inclusive, diversos telespectadores se perguntam de onde vem a fonte de proteína dessas participantes. A nutricionista do Supermercados Mundial ressalta a importância dos legumes, seus benefícios e a resposta para a pergunta dos telespectadores: "As leguminosas são uma excelente fonte de proteína. Além disso, são ricas em fibras, vitaminas e minerais, como o ferro, essenciais para uma alimentação nutricionalmente adequada", explica Luana Godinho. Versatilidade no prato “As leguminosas não são apenas alimentos nutritivos, mas também opções multifuncionais na culinária, e dessa forma são capazes de se adaptar a uma infinidade de preparações”, afirma Luana que reforça a versatilidade desses itens: “Do grão-de-bico às lentilhas, esses ingredientes auxiliam em uma alimentação saudável e cheia de sabor”. Desde hambúrgueres de feijão-preto até ensopados de lentilhas, as leguminosas oferecem um leque de possibilidades na cozinha. “Já pensou em fazer um chili vegano, onde o feijão se destaca como o ingrediente estrela? Ou quem sabe uma salada de grão-de-bico com um toque da culinária portuguesa ou até grega? A criatividade é o único limite quando se trata de incorporar esse grupo de alimentos em nosso cardápio diário”, fala a especialista. Esses alimentos são ricos em proteína de origem vegetal. “Quando possível, sempre combine com arroz, tornando esse prato uma fonte completa de proteínas. Por serem ricos em fibras, aumentam a saciedade e diminuem a absorção da glicose, sendo assim também recomendados para o tratamento de pessoas com diabetes. Quando consumidas junto com uma fonte de vitamina C, como um suco de laranja ou um tempero com limão, as leguminosas fornecem alto teor de ferro para o organismo, auxiliando também na prevenção e tratamento de anemias”, explica. Grão-de-Bico: rico em proteínas, fibras, ferro e cálcio. Contribui para a saúde digestiva, cardiovascular e dos ossos. Lentilhas: excelente fonte de proteínas, ferro e ácido fólico. Ajudam na prevenção da anemia, no sistema nervoso e sistema imunológico. Feijão: uma das principais fontes de proteína vegetal. Auxilia na manutenção do peso e na saúde do coração. Ervilhas: boa fonte de proteína, fibras e antioxidantes. Contribui para a saúde ocular e da pele. Soja: completa fonte de proteína vegetal, contendo todos os aminoácidos essenciais. Reduz o colesterol e melhora a saúde óssea. E aí, o seu supermercado oferece esses ingredientes para os vegetarianos e veganos? Que tal pensar num espaço especial para eles, reunindo os principais produtos? Aproveitamos a pauta para sugerir… Que tal experimentar a salada proteica nesse calorão? Siga a receita da Luana Godinho e bom apetite! Salada proteica: Ingredientes: 1 xícara de grão-de-bico cozido / 1 xícara de lentilhas cozidas / 1 xícara de feijão cozido (pode ser o tipo de sua preferência) / 1/2 xícara de ervilhas cozidas / 1 xícara de edamame (soja verde) cozido / vegetais frescos a gosto (tomate, pepino, cenoura, etc.) Temperar com azeite, limão, sal e pimenta. Modo de Preparo: em uma tigela grande, misture todos os ingredientes das leguminosas. Adicione os vegetais frescos cortados em cubos. Prepare o molho com azeite, suco de limão, sal e pimenta. Despeje o molho sobre a salada e misture bem. Sirva imediatamente ou leve à geladeira por um tempo para potencializar os sabores.
06/02/2024
Heineken investe em retail media, aumenta conversão e reconquista base de clientes
Conheça a estratégia da cervejaria para refidelizar clientes do Grupo Pão de Açúcar Na tentativa de refidelizar um público que era fã do seu produto, mas parou de consumi-lo, o Grupo Heineken contratou a relevanC, uma adtech francesa especializada em estratégias de retail media. Foi desenvolvida, então, uma campanha no Dia Mundial do Hambúrguer, em 28 de maio, em parceria com o Grupo Pão de Açúcar (GPA) com a venda do combo cerveja e hambúrguer. Com o cruzamento da base de fãs engajados da Heineken com a base de clientes fidelidade do Grupo Pão de Açúcar (GPA), a cervejaria aumentou a taxa de conversão, reconectou-se com clientes “perdidos” e obteve aumento no valor gasto em compras no supermercado. De acordo com o detalhamento da ação, publicado na revista Consumidor Moderno, a campanha aproveitou a colaboração entre as duas empresas para direcionar estratégias a dois grupos distintos: os chamados Buyers, composto por indivíduos que adquiriram a cerveja Eisenbahn pelo menos uma vez nos últimos seis meses; e a segmentação Shoppers, que engloba os demais clientes, inclusive com a base fiel do Grupo Pão de Açúcar e a base engajada da Heineken. Conversão A análise dos resultados revelou que aproximadamente 20% das conversões do grupo Shoppers foram provenientes de clientes que não haviam comprado cerveja no Grupo Pão de Açúcar por pelo menos um ano, indicando um retorno desse público ao varejista em busca do produto em destaque. Na comparação entre as segmentações Buyers (pessoas que adquiriram a cerveja nos últimos seis meses) e Shoppers (demais clientes da base fiel do GPA e base Heineken), observou-se: • Um aumento de +17% na taxa de abertura de e-mails do público Buyers; • Crescimento de +13% na taxa de cliques dos Buyers; • Aumento de +57% no valor médio das compras para o público que comprou no período anterior; • Uma taxa de conversão quase 7,7 vezes maior em comparação com o público que não consumiu os produtos nos últimos meses. Na prática, a integração dessas bases de dados impulsionou as conversões. O cruzamento de dados foi crucial para o Grupo Pão de Açúcar e a Heineken não perderem uma oportunidade significativa de venda. Num mercado altamente competitivo, firmar parcerias pode ser a chave para novas conquistas e novos resultados!
06/02/2024
Aparas de cortes de carne podem virar um grande atrativo para o cliente do seu supermercado
Evite o desperdício, facilite a vida dos consumidores e transforme prejuízo em rentabilidade Uma dúvida constante na seção de açougue dos supermercados é o que fazer com sobras boas de carne, que muitas vezes não têm tamanho para bifes, mas estão frescas, perfeitas para consumo. Uma dica que vale a pena seguir é aproveitar esses pedaços em receitas de hambúrguer. Usando o começo do coxão mole e sobras de granito (corte do peito bovino), por exemplo, podemos fazer rodelas de hambúrguer prontas para fritar e comercializá-las, oferecendo mais uma opção aos consumidores. Vale destacar que a qualidade da carne é um fator essencial de decisão de compra do consumidor. Daí a importância de se implantar medidas de manejo durante toda a produção animal, visando alcançar um resultado cada vez melhor em termos de qualidade do produto final. Além disso, o açougue é um dos setores com maior visibilidade no varejo de alimentos. Atributos que agradam aos olhos e ao paladar Cuidadosamente embalados ou expostos na vitrine do açougue, os cortes de carne chamam atenção dos consumidores pela coloração, maciez, sabor, suculência e perfil de gordura. A coloração da carne está diretamente relacionada à tomada de decisão do consumidor no momento da compra. A maciez influencia a precificação do corte e o consumidor paga mais caro devido à expectativa de maciez. Por isso, uma picanha custa mais caro do que acém, por exemplo. O sistema de produção (pasto ou confinamento), entre outros fatores, impacta no sabor. Já a suculência está ligada a gordura intramuscular (marmoreio), porém nem toda raça tem a tendência de acumular essa gordura intramuscular. Outra característica importante é o perfil de gordura da carne, pois pode afetar a vida de prateleira. Carnes com maior teor de ácidos graxos insaturados (gordura) podem apresentar validade menor. A higiene dos equipamentos, instalações e manipuladores é fator primordial para evitar a contaminação e deterioração do produto. O consultor da ASSERJ, Flávio Graça, explica que “os cuidados com a higiene influenciam diretamente na qualidade do produto e devem receber muita atenção. Além disso, as temperaturas de conservação precisam ser monitoradas periodicamente. O descongelamento técnico, realizado em temperaturas entre 0 e 5º em locais higienizados e protegidos é um dos pontos mais importantes”.
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