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Atualidades
Páscoa sem perdas? A resposta está aqui
A Páscoa impulsiona as vendas no varejo supermercadista, e ao mesmo tempo, pressiona os preços de produtos com maior valor unitário. Nesse contexto, a prevenção de perdas deixa de ser uma alternativa e passa a ser uma exigência estratégica. No período, as perdas podem crescer até 30%, especialmente em itens como ovos e barras de chocolate. Diante desse cenário, os varejistas precisam se preparar para proteger o estoque e potencializar os resultados durante a sazonalidade. “A organização física da exposição dos produtos é fundamental. Os itens devem estar bem organizados, sem áreas vazias nas gôndolas; é necessário haver controle sobre o número de frentes expostas e reduzir ao máximo o estoque solto na área de vendas. Além disso, a exposição deve ser priorizada estrategicamente em áreas assistidas pela equipe da loja, com foco nos pontos de maior visibilidade”, explica Thiago Artacho, CEO da Green Tech Solutions. Páscoa de 2026: otimismo e alta Em 2026, representantes do varejo supermercadista demonstram maior otimismo após um 2025 marcado por retração. No ano passado, o volume de vendas de chocolates sazonais caiu 12% em relação ao período anterior, segundo dados da Euromonitor. Para este ano, o cenário inclui a redução gradual do preço do cacau, o que refletirá no desempenho da Páscoa, que concentra até 70% das vendas de chocolates sazonais, incluindo ovos, coelhos e produtos com embalagens alusivas à data. A pesquisa também aponta o Brasil como o quinto maior mercado consumidor de chocolates do mundo, atrás de Estados Unidos, Rússia, Alemanha e Reino Unido. No último ano, o consumo total alcançou 385 mil toneladas, alta de 3% em comparação com 2024. Em valor, o crescimento foi ainda mais expressivo: o mercado movimentou R$ 36,7 bilhões, com avanço de 26% na comparação anual, impulsionado principalmente pelos preços mais elevados. Diante de uma data com forte impacto no varejo, adotar estratégias para aumentar a competitividade e reduzir desperdícios torna-se essencial. Fatores críticos: o que impacta o seu negócio A combinação entre produtos de alto valor agregado e maior fluxo de consumidores nas lojas amplia o risco de perdas no ponto de venda. Na avaliação do CEO da Green Tech Solutions, quando o preço sobe e o volume diminui, cada unidade passa a ter um peso maior no resultado do varejo. Segundo Thiago Artacho, perdas causadas por furtos, avarias ou exposição inadequada assumem caráter estratégico. Entre os principais fatores que influenciam o desempenho das vendas de Páscoa estão a forma de exposição dos produtos, a experiência do cliente e os riscos de segurança. “Os fatores críticos são a exposição, já que produto mal exposto gera ruptura aparente, bagunça, manuseio excessivo e facilita o furto, a experiência do cliente, pois prateleiras vazias ou desorganizadas reduzem a compra por impulso, a pressão operacional típica da Páscoa, com aumento de fluxo, equipes sobrecarregadas e reposição mais lenta, e a margem da categoria, que é alta, com grande giro e forte atratividade para furto. Todos esses pontos impactam diretamente margem, giro, percepção de marca e eficiência operacional”, aponta Artacho. Tecnologia, a aliada na prevenção de perdas Posicionar os chocolates de forma correta na gôndola, garantindo 100% de visibilidade do primeiro ao último item, com total segurança é essencial. Desta forma, é possível manter a organização do sortimento, reduzindo o manuseio excessivo e protegendo os produtos contra quebras e amassados, problema comum em embalagens mais frágeis. Thiago Artacho cita como exemplo a 'Choco Pusher', que possibilita a exposição de mais marcas no mesmo espaço, diminui a necessidade de manutenção constante e agiliza o reabastecimento. “A tecnologia pode ser aliada na prevenção de perdas atuando em três níveis complementares: primeiro, na base mecânica inteligente, com soluções como pushers que mantêm o produto alinhado, reduzem o manuseio, dificultam a ocultação e facilitam o inventário visual, funcionando como prevenção passiva e constante; segundo, no monitoramento inteligente, com câmeras e analytics comportamental que geram alertas e apoiam a central de prevenção; e terceiro, na gestão baseada em dados, permitindo mapear lojas com maior índice de perda, ajustar a exposição por perfil de risco e medir o ROI por categoria, porque varejista que mede, protege, e quem protege, vende mais”, afirma Artacho. As projeções de vendas e faturamento indicam que o chocolate segue como um produto altamente desejado pelo consumidor. Ao mesmo tempo, reforçam que o varejo não pode perder nenhuma unidade na gôndola. Nesse contexto, tecnologia, organização e prevenção tornam-se pilares indispensáveis para preservar a margem e garantir melhores resultados para o seu faturamento de Páscoa.
27/02/2026
Atualidades
Como transformar sua loja em um espaço de fidelização
Em um cenário cada vez mais competitivo, proporcionar experiências relevantes dentro da loja tornou-se um dos principais caminhos para fortalecer o relacionamento com o consumidor no varejo supermercadista. Mais do que preço e sortimento, os clientes buscam conveniência, personalização e ambientes que tornem a compra mais agradável e eficiente. Dados recentes mostram que 88% dos consumidores ainda preferem fazer compras presencialmente, o que reforça a importância de transformar a loja física em um espaço atrativo e funcional. Segundo Nicole Hudson, diretora de canais alternativos da KeHE Distributors, os consumidores esperam mais do que uma simples reposição de produtos. “Os consumidores esperam experiências envolventes, convenientes e memoráveis nas lojas e este é o momento para os supermercados repensarem suas estratégias para atrair e fidelizar clientes.” Para a especialista, três pilares são fundamentais para melhorar a experiência de compra: ampliar o sortimento, utilizar a tecnologia de forma estratégica e aprimorar o ambiente da loja. Sortimento como diferencial competitivo Uma das principais estratégias para conquistar e manter clientes é oferecer um mix de produtos alinhado às necessidades e preferências do consumidor. Produtos locais, itens diferenciados e marcas com identidade própria ajudam a criar conexão com o público e reforçam o posicionamento da loja. “Os consumidores buscam produtos únicos, de alta qualidade e cuidadosamente selecionados, especialmente aqueles que têm histórias por trás e conexão com a comunidade local”, afirma Nicole Hudson. Pesquisa da FMI (Food Industry Association) aponta que 83% dos varejistas consideram os produtos locais um diferencial competitivo, sendo que 58% classificam essa estratégia como altamente bem-sucedida.A oferta de produtos sazonais também contribui para aumentar a fidelização, pois acompanha as mudanças de comportamento do consumidor ao longo do ano e cria novas oportunidades de compra. As marcas próprias, por sua vez, ganham cada vez mais espaço. Metade dos consumidores afirma comprar mais produtos de marca própria do que anteriormente, impulsionados principalmente pela busca por economia e qualidade. Tecnologia a serviço da experiência A conveniência tornou-se um dos principais fatores de decisão para o consumidor. Levantamentos do setor indicam que quase metade dos executivos do varejo considera a facilidade de compra essencial para atrair clientes às lojas físicas. “A tecnologia permite criar experiências mais personalizadas e integradas, tornando as compras mais convenientes para os consumidores”, destaca Nicole Hudson. Ferramentas baseadas em dados permitem oferecer promoções direcionadas e recomendações de produtos, enquanto soluções como listas inteligentes e autoatendimento tornam a jornada mais ágil. A tecnologia também contribui para melhorar a gestão de estoque, reduzindo rupturas e garantindo a disponibilidade dos produtos procurados pelos consumidores, fator decisivo para a satisfação e a fidelização. Mesmo com a digitalização, estratégias tradicionais continuam relevantes. O uso de cupons e promoções segue amplamente difundido e pode se tornar ainda mais eficiente quando combinado com ferramentas digitais. Ambiente que influencia a decisão de compra O ambiente da loja exerce influência direta sobre o comportamento do consumidor. Displays interativos, degustações e demonstrações culinárias ajudam a atrair a atenção e tornar a experiência mais envolvente. Nesse contexto, o layout e o merchandising assumem papel estratégico. Planogramas bem estruturados facilitam a circulação, tornam a loja mais intuitiva e ajudam o cliente a encontrar rapidamente o que procura. Pontas de gôndola e áreas promocionais posicionadas estrategicamente aumentam a visibilidade dos produtos e estimulam compras por impulso, contribuindo para elevar o ticket médio. Segundo Juliana Neves, CEO da Kube Arquitetura, o planejamento do espaço pode conduzir a jornada do consumidor dentro da loja. “Desenhar a jornada é criar espaços chamativos com ações de trade usadas como iscas para guiar o cliente até o local onde ele deseja efetuar a compra do produto que foi buscar.” A especialista destaca ainda a importância de trabalhar o ambiente como extensão da marca. “Transformar-se significa tornar o espaço um território de marca com estratégias em prol do afeto, mexendo com emoções.” A loja como estratégia de fidelização A combinação entre sortimento relevante, tecnologia e ambiente bem planejado permite criar uma jornada de compra mais fluida e atrativa. “Com uma variedade de produtos ampliada, uso inteligente da tecnologia e um ambiente de loja aprimorado, é possível criar uma experiência de compra que fideliza os consumidores”, conclui Nicole Hudson. Ao investir nesses pilares, o varejo supermercadista consegue não apenas aumentar as vendas, mas também construir relações mais duradouras com os clientes.
27/02/2026
Associados em foco
Supermarket Barra Blue aposta em ação no setor de beleza para aumentar vendas em 7%
O setor de cosméticos e beleza no Brasil inicia 2026 em ritmo de crescimento e consolida o país como um dos maiores mercados globais do segmento. Como quarto maior consumidor mundial de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, o Brasil movimenta uma parcela significativa da economia, impulsionado por inovações, avanço do e-commerce e pela crescente busca por produtos sustentáveis e personalizados. Com projeções de faturamento acima de R$ 130 bilhões neste ano, o setor se destaca também pelas oportunidades de negócios, especialmente por meio de terceirização e desenvolvimento de marcas próprias. No varejo supermercadista, a categoria tem ganhado relevância por atrair fluxo e aumentar o ticket médio, além de fortalecer o relacionamento com o consumidor. De olho nesse potencial, o Supermarket Barra Blue promove, neste e no próximo fim de semana, uma Experiência de Beleza voltada para os clientes. A iniciativa une cuidado pessoal, bem-estar e ativação no ponto de venda, transformando a compra em uma experiência diferenciada.Segundo a gerente de marketing da rede, Fabiola Palo, a ação tem como objetivo impulsionar o desempenho da categoria. "Nossa ideia é aumentar em 7% as vendas do setor. A ação acontece em parceria com grandes marcas do segmento capilar e oferece aplicação e secagem de cabelo gratuitas, mediante a compra de produtos selecionados, tudo realizado dentro da loja. A proposta é transformar a compra em um momento de autocuidado e conexão com o cliente, fortalecendo o relacionamento e a experiência no ponto de venda." A executiva destaca que, entre os dias 26 e 28 de fevereiro e entre 5 e 7 de março, os clientes que comprarem um shampoo e um condicionador ganham aplicação e secagem do cabelo.A iniciativa segue uma tendência crescente no varejo supermercadista: estimular a compra por meio de experiências e ativações no ambiente de loja. De acordo com Ricardo Zuccollo, vice-presidente de Vendas da Unilever Brasil, o comportamento do consumidor favorece esse tipo de estratégia. "O shopper de supermercado compra beleza de forma planejada ou mais por conveniência? É uma combinação dos dois, mas a conveniência pesa muito. O shopper entra para comprar itens essenciais e, ao encontrar soluções de beleza bem apresentadas, acessíveis e alinhadas às suas necessidades, decide no momento. Por isso, clareza de comunicação, ativações e sortimento bem organizado são fundamentais e colaboram para aumentar o ticket médio do shopper e margem do varejo." A aposta em experiências dentro das lojas reforça o papel do varejo supermercadista como um canal estratégico para a categoria de higiene e beleza, combinando conveniência, proximidade e estímulo à compra por impulso, fatores que tendem a impulsionar ainda mais o crescimento do setor em 2026.
27/02/2026
Atualidades
Saudabilidade já alcança as classes D e E: como ampliar ainda mais as vendas
Durante muito tempo, produtos associados à saudabilidade foram considerados itens de nicho, voltados principalmente para consumidores de maior poder aquisitivo. Hoje, no entanto, esse cenário mudou. A busca por uma alimentação mais equilibrada avança entre consumidores de diferentes perfis e já influencia as estratégias do varejo supermercadista. Segundo pesquisa da Data-Makers, a busca pela saudabilidade também cresce entre os consumidores das classes D e E. Para se ter uma ideia, 73% dos brasileiros de menor renda já apresentam esse comportamento de consumo. De olho nesse movimento, grandes empresas vêm investindo nessa direção. Para João Marcio, diretor comercial do Princesa Supermercados, a saudabilidade está cada vez mais presente na rotina dos consumidores. “Essa tendência começou com mais força nas classes A, B e C, mas hoje está entrando em todas as classes. As pessoas querem preservar mais a saúde, ainda que em proporções diferentes. Em muitos casos, é uma necessidade. O consumidor celíaco ou intolerante à lactose precisa desses produtos independentemente da classe social.” Atentos às demandas dos consumidores, a Seara diz que enxerga isso como oportunidades para atendê-las, inaugurando categorias quando necessário. “Vemos muita oportunidade de atrair novos clientes dentro do hábito crescente de consumo de alimentos preparados, seja para consumo em casa ou para levar a refeição ao trabalho, seja por ser mais saudável ou mais econômico”, afirma Rafael Palmer, diretor de Marketing de Alimentos Preparados da Seara. “Vemos muita oportunidade de atrair novos clientes dentro do hábito crescente de consumo de alimentos preparados, seja para consumo em casa ou para levar a refeição ao trabalho, seja por ser mais saudável ou mais econômico”, completa o executivo. Como vender mais para as classes D e E? Apesar do crescimento, categorias associadas à saudabilidade ainda exigem maior trabalho do varejo supermercadista para ganhar escala. Diferentemente de produtos básicos, esses itens dependem de exposição adequada, comunicação e planejamento de sortimento. De acordo com João Marcio, o crescimento depende de uma estratégia consistente. “É preciso trabalhar o digital, a operação no ponto de venda e a comunicação. Se não houver divulgação, esses produtos passam despercebidos ou ficam restritos ao consumidor que já compra, principalmente online. É necessário criar cultura dentro da empresa e tratar essas categorias como rotina, e não como conveniência.” Entre os principais caminhos para ampliar as vendas estão, João Marcio, cita: ampliar o mix de produtos de forma planejada; criar espaços ou sinalização no ponto de venda; trabalhar a comunicação nas redes sociais; negociar com fornecedores para ampliar a oferta; explorar soluções práticas e convenientes; e tratar a categoria como estratégica no dia a dia. Mudança estrutural de consumo A expansão dos produtos saudáveis mostra uma transformação consistente no comportamento do consumidor brasileiro. O que antes era visto como um mercado de nicho hoje se torna uma categoria cada vez mais relevante para o varejo supermercadista. “Mais do que acompanhar uma tendência, investir em saudabilidade significa atender a uma demanda crescente que atravessa diferentes perfis de consumo e que deve continuar ganhando força nos próximos anos”, explica Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e da ALAS.
26/02/2026
Indústria em cena
Tirolez amplia portfólio com queijos espalháveis ricos em proteína
De olho no crescimento da demanda por alimentos mais nutritivos, a Tirolez lança a linha PRO+, sua nova aposta em queijos espalháveis com proteína adicionada. O primeiro produto da linha é o Requeijão Cremoso PRO+ (180g), que oferece 17g de proteína por 100g, quantidade três vezes superior à do requeijão tradicional. A novidade amplia as opções para o varejo com um produto que combina nutrição, sabor e praticidade, acompanhando a forte tendência de consumo de alimentos ricos em proteína. A expectativa é que esse segmento registre crescimento superior a 50% neste ano no Brasil, reforçando a importância de um mix alinhado às novas demandas dos consumidores. Além disso, pesquisas indicam que 68% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por alimentos com benefícios específicos à saúde, o que fortalece o potencial da nova linha. Segundo Maria Flavia Calió, gerente de categoria da Tirolez, o lançamento responde a uma demanda crescente por produtos que conciliem qualidade nutricional e sabor. “As proteínas são essenciais para a construção e preservação muscular, e os queijos já são naturalmente fontes desse nutriente. A linha PRO+ surge para atender consumidores que buscam escolhas mais equilibradas, sem abrir mão do prazer de consumir queijo”, afirma. De acordo com a executiva, o Requeijão Cremoso foi escolhido para inaugurar a linha por ser um produto tradicionalmente presente na mesa dos brasileiros, em diferentes momentos de consumo, como no café da manhã, nos lanches ou no preparo de receitas. Primeiro integrante de uma linha que deve ganhar novos itens, o Requeijão Cremoso PRO+ chega com a proposta de agregar valor à categoria de espalháveis, trazendo mais relevância às gôndolas e atendendo consumidores com foco em nutrição e bem-estar. O produto estará disponível em breve nas principais redes do país. Vale ressaltar que, na edição de março da revista Super Negócios, na editoria Caderno Especial, você confere uma matéria que mostra como a proteína vem redefinindo os hábitos de consumo no varejo supermercadista. Clique AQUI e leia a partir da página 36.
26/02/2026
Por dentro da asserj
Novidades da 36ª SRE movimentam reunião do Conselho Diretor da ASSERJ
As projeções do varejo supermercadista para o ano de 2026 despertaram um forte otimismo entre os participantes da reunião do Conselho Diretor da ASSERJ, realizada nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, no Hotel Windsor Marapendi, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O encontro mensal foi liderado pelo presidente Fábio Queiróz, com a presença dos associados e de nomes da indústria que participaram do ASSERJ Experience, ação que coloca as marcas de frente para os 30 maiores supermercadistas do estado. No encontro, os gestores anteciparam demandas e debateram modernizações pontuais, além de estudarem pautas econômicas e seus reflexos no segmento. Especialistas também discutiram projetos de lei em tramitação e seus impactos no mercado. Contudo, as expectativas para a 36ª edição da Super Rio Expofood deram um tom mais animado para a reunião. Fazenda Vale Verde participa do ASSERJ Experience Nesta edição, o ASSERJ Experience contou com a presença da Fazenda Vale Verde. Fabricante de frutas, legumes, verduras e cachaça artesanal, extra premium, envelhecida em barris de carvalho europeu, a marca segue um modelo internacional de produção de destilados. Com mais de 40 anos de mercado e diversas premiações, a bebida conta com o selo do Ministério da Agricultura, passando três anos lacrada, com comercialização somente após esse período de maturação. Além da ampla variedade de cachaça, a Vale Verde também conta com licores, incluindo de café, e outros produtos capazes de cativar diferentes públicos, como caldo de cana natural 100% sem conservantes e a Gelatina de Cachaça Vale Verde, produzida a partir de uma receita de família preparada pela avó do fundador do Grupo, em Itabirito, Minas Gerais. A novidade chama a atenção por seu teor alcoólico suave e quase imperceptível, sendo uma boa pedida de sobremesa para os amantes de uma cachaça. "A experiência foi muito nova e dinâmica, uma verdadeira oportunidade de mostrarmos o potencial que a Vale Verde tem atualmente, atingindo grandes mercados, como os representados no conselho. Temos uma grande expectativa pautada em novos negócios, para atendermos ainda mais supermercadistas", disse Pedro Alex Barbosa, fundador da Vale Verde, que esteve ao lado do seu filho Pedro, atual CEO da companhia, que reforçou o objetivo de expandir a marca com o impulsionamento da ASSERJ. 36ª SRE Super Rio Expofood: Além do essencial, o encontro que move as Américas Em 2026, a SRE reafirma sua posição como o melhor evento de B2B das Américas voltado ao varejo supermercadista, ao food service e à indústria dos dias 17 a 19 de março, no Riocentro, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Com expectativa de superar as 78 mil pessoas e US$ 1,8 bilhão em negócios, a conferência acontece em parceria com grandes marcas e instituições que reforçam a relevância do evento no cenário nacional e internacional. Entre os patrocinadores estão empresas que desempenham um papel estratégico no desenvolvimento do segmento, como Seara, Marquespan, Friboi, Coca-Cola, Grupo Petrópolis, Scanntech, Catálise, Ticket Edenred, Café L'OR, Ambev e Minerva Foods. Desta forma, a SRE fortalece ainda mais a integração entre indústria, varejo e supermercadistas, expandindo as oportunidades de negócio, em meio a uma programação qualificada, repleta de insights, novidades e tendências capazes de impulsionar lançamentos de produtos, adaptação ao novo consumidor e crescimento sustentável. Assim, a SRE 2026 será um prato cheio para quem busca o que há de mais novo em Food Service, Nutrição, Supermercados e Varejo, Inovação e Tecnologia, Hotelaria, Turismo, mercado Pet e Veterinário, entre outros. "Mais do que apresentar produtos e serviços, a SRE se consolida como um ambiente de discussão sobre os caminhos do varejo supermercadista e food service, antecipando tendências e trazendo soluções para os desafios atuais e para as transformações no comportamento do consumidor. E, principalmente, se posiciona como o melhor evento para fechar bons negócios", destaca o presidente Fábio Queiróz. Entre as novidades deste ano está a criação de um aplicativo para os participantes acompanharem a programação, a entrada por reconhecimento facial e o ASSERJ Hub, espaço para conexão de startups com grandes marcas e líderes do setor. A edição também será marcada por um grande momento institucional: a posse do líder da ASSERJ, Fábio Queiróz, como presidente da Associação das Américas de Supermercados para o biênio 2026-2027. Para ficar por dentro de todas as novidades e participar da SRE, se inscreva em https://sretradeshow.com.br/inscricoes/.
25/02/2026
Por dentro da asserj
Saúde mental e NR-1: está aberta a agenda do Conselho de RH ASSERJ 2026
O primeiro Conselho de RH de 2026 da ASSERJ aconteceu nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, com o tema “Saúde Mental no Trabalho – responsabilidade, prevenção e segurança jurídica no contexto da NR-1”, reunindo profissionais de Recursos Humanos do varejo supermercadista para discutir as novas exigências legais e os impactos práticos da norma na gestão de pessoas. O encontro abordou as mudanças trazidas pela atualização da NR-1, que passa a exigir a inclusão dos riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), reforçando a necessidade de uma atuação estruturada das empresas na prevenção de problemas relacionados à saúde mental dos colaboradores. A nova regulamentação surge em um cenário de crescimento dos afastamentos por transtornos mentais no país, especialmente ligados à ansiedade, depressão e síndrome de Burnout, realidade que também impacta empresas com grande interação com o público, como o varejo supermercadista. Segundo a advogada Dra. Barbara Ferrari, especialista em Direito do Trabalho e uma das responsáveis pela apresentação do tema, a nova NR-1 amplia a responsabilidade das empresas e exige um olhar mais estruturado sobre o ambiente de trabalho. “A saúde mental deixa de ser apenas uma pauta de bem-estar e passa a ser também uma questão de responsabilidade legal. A NR-1 exige que as empresas identifiquem e gerenciem os riscos psicossociais de forma estruturada e documentada.” De acordo com a especialista, os riscos psicossociais estão diretamente ligados ao ambiente de trabalho e podem levar ao adoecimento dos colaboradores, especialmente quando há falhas na organização das atividades e na comunicação interna. “Um dos fatores importantes é a falta de clareza nas funções e nas informações. Muitos trabalhadores se sentem inseguros em relação ao futuro e à estabilidade no emprego justamente por não terem orientações claras sobre suas atividades e responsabilidades, o que pode gerar adoecimento.” Barbara Ferrari também destacou que ambientes com insatisfação coletiva podem ampliar os riscos psicossociais. “Às vezes, um ou dois trabalhadores insatisfeitos acabam influenciando todo o grupo. Esse movimento pode contaminar o ambiente de trabalho e aumentar o risco de adoecimento, principalmente quando há falhas na comunicação e na definição das atividades.” Durante o encontro, foram apresentados os principais fatores de risco psicossocial presentes no varejo supermercadista, como o desgaste emocional no atendimento ao público, a sobrecarga em períodos de alta demanda, o trabalho em turnos e as atividades repetitivas. Também foram discutidas medidas preventivas, como treinamentos para o contato com o público, organização adequada das escalas e melhoria na comunicação entre lideranças e equipes. A especialista também destacou que as exigências não se limitam à atualização do PGR, mas envolvem a revisão de outros documentos obrigatórios. “A NR-1 não exige apenas a atualização do PGR. Também será necessário revisar documentos ligados à NR-17, como a avaliação ergonômica preliminar e a análise ergonômica do trabalho, que precisam refletir de forma realista as atividades desempenhadas pelos trabalhadores.” Outro ponto abordado foi o impacto jurídico e financeiro do descumprimento da norma. As multas administrativas podem ultrapassar R$ 20 mil, além do risco de ações civis públicas e processos trabalhistas relacionados a doenças ocupacionais e danos morais. Segundo Barbara Ferrari, os tribunais têm registrado aumento significativo nas ações relacionadas à saúde mental. “Nos últimos anos houve crescimento expressivo de processos envolvendo Burnout, assédio moral e ansiedade, muitas vezes relacionados à sobrecarga de trabalho, metas excessivas e falhas na comunicação dentro das empresas.” Além das exigências legais, o encontro destacou a importância da prevenção, com ações como aplicação de questionários de clima organizacional, treinamento de lideranças, canais de escuta e políticas internas claras para o gerenciamento dos riscos psicossociais. O Conselho de RH da ASSERJ abriu o calendário de atividades da entidade em 2026 com um tema considerado estratégico para o setor, diante das novas exigências regulatórias e da crescente preocupação das empresas com a saúde e a segurança dos colaboradores. Os próximos encontros do Conselho de RH estão previstos para os dias 14 de abril, 16 de junho, 18 de agosto, 15 de setembro e 24 de novembro.
25/02/2026
Comportamento & tendência
Higiene vira motor de vendas no varejo supermercadista
Os produtos de higiene básica continuam sendo a base da cesta de compras dos brasileiros quando o assunto é higiene e beleza. Itens de uso cotidiano, como desodorantes, sabonetes e produtos de higiene bucal, aparecem entre os mais consumidos, reforçando o papel essencial dessas categorias no varejo supermercadista. De acordo com o estudo Panorama do Consumo de Higiene e Beleza no Brasil, mais de 80% dos consumidores costumam comprar desodorantes, produtos de higiene bucal e sabonetes regularmente. Em contraste, apenas 41% afirmam ter o hábito de adquirir maquiagem, indicando que os itens básicos ainda predominam nas compras mensais. O tipo de produto é determinante na escolha do canal de compra para 84% dos consumidores. Entre os itens de reposição frequente, a preferência recai majoritariamente sobre as lojas físicas. Na categoria de higiene bucal, por exemplo, 68% dos consumidores compram exclusivamente nesse formato. Os supermercados aparecem como os principais destinos nessas ocasiões. “Os supermercados têm se consolidado cada vez mais como destinos importantes para a compra de produtos de higiene. O consumidor valoriza a praticidade de encontrar tudo em um só lugar, e o varejo supermercadista vem ampliando o sortimento e a visibilidade dessas categorias para atender a essa demanda crescente”, afirma Juliana Terra, do Marketing do Adonai. Dentro do varejo supermercadista, algumas categorias de beleza têm se destacado como importantes motores de crescimento. Segundo Ricardo Zuccollo, vice-presidente de Vendas da Unilever Brasil, os maiores avanços vêm dos segmentos de cuidados com o cabelo e higiene pessoal. “Os maiores motores são cuidados com o cabelo e higiene pessoal, seguidos de cuidados com a pele corporal. Cabelo cresce impulsionado pela ampliação das rotinas — máscaras, tratamentos e leave-ins — e pela personalização por necessidade. Em higiene pessoal, sabonetes líquidos e corporais premium vêm ganhando espaço relevante. Essas categorias ampliam o ticket médio e a frequência de compra”, afirma. Além do sortimento, a forma como os produtos são apresentados também influencia diretamente os resultados. Em uma categoria marcada pelo apelo visual e pela experimentação, a exposição no ponto de venda pode ser decisiva para a conversão. “A exposição no ponto de venda tem um papel central. Beleza é uma categoria altamente visual e aspiracional. Boa exposição, blocagem por marca e por necessidade, materiais de comunicação claros e ilhas temáticas elevam a conversão e estimulam a experimentação. Estudos de shopper mostram que as decisões são tomadas majoritariamente no ponto de venda, especialmente no supermercado”, destaca Zuccollo. Nesse cenário, a combinação entre categorias de alta reposição, como higiene básica, e produtos de maior valor agregado, como tratamentos capilares e sabonetes premium, tem se mostrado estratégica para impulsionar resultados no varejo supermercadista. Ao mesmo tempo, a integração entre pesquisa online e compra presencial reforça a necessidade de o setor investir em informação, exposição eficiente e experiência de compra.
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Minuto ASSERJ
Guanabara amplia equipe e fortalece sua operação no varejo supermercadista
2/11/26, 4:00 PM
Está sabendo? GPA anuncia novo CFO
2/5/26, 4:00 PM
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