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Estratégias de pós-vendas para aumentar a retenção de clientes
O que acontece depois da venda pode ser ainda mais importante do que o momento da compra. Um pós-venda bem estruturado não é apenas um detalhe no atendimento ao cliente, mas a chave para fidelização, crescimento e diferenciação no supermercado. Atualmente, em um cenário onde os consumidores esperam respostas quase instantâneas, aqueles que investem em um relacionamento sólido pós-compra saem na frente. De acordo com um estudo da DT Network, 64% dos consumidores esperam uma resposta em tempo real ao entrarem em contato com uma empresa por mensagem. E a recompensa para quem atende a essa expectativa é alta: um atendimento rápido pode aumentar a taxa de retenção de clientes em até 42%. Outro levantamento da consultoria Bain & Company reforça a importância de investir na retenção: aumentar a taxa de fidelização de clientes em apenas 5% pode elevar os lucros da empresa entre 25% e 95%, dependendo do setor. Ou seja, um pós-venda bem feito não é só uma questão de atendimento — é um investimento estratégico que impacta diretamente os resultados do negócio. Mas como criar um pós-venda eficiente, independente do tamanho do negócio? Para Alberto Filho, CEO da Poli Digital, empresa especializada na automação de canais de atendimento, a resposta está na personalização e na tecnologia. Alberto cita quatro passos que ajudam a transformar o pós-venda em um diferencial competitivo nos supermercados: proximidade, automação, fidelização e suporte proativo. Pequenas empresas: proximidade e segmentação Se o volume de vendas não é tão grande, a dica é apostar em um contato mais direto. Listas de transmissão, por exemplo, são uma ferramenta poderosa para manter a conexão com os clientes. “Através dessa estratégia, é possível enviar mensagens personalizadas e relevantes, oferecendo suporte, dicas de uso, promoções exclusivas e novidades. O segredo está na segmentação, garantindo que cada mensagem faça sentido para o cliente e não seja apenas mais um disparo genérico”, explica Filho. Grandes negócios: automação para escalar o atendimento Já para empresas que lidam com um grande volume de vendas, a tecnologia se torna essencial para manter um pós-venda eficiente sem sobrecarregar a equipe. A integração com as APIs (Application Programming Interface) oficiais dos principais aplicativos de mensagens permite automatizar processos, como envio de mensagens de boas-vindas, confirmações de compra, lembretes de pagamento e pesquisas de satisfação. “Essa automação melhora a experiência do cliente, mantém o contato próximo, mesmo em grande escala, e libera a equipe para focar em tarefas mais estratégicas”, destaca o CEO da Poli Digital. Além do atendimento: recompensas e fidelização Manter-se próximo do cliente é essencial, mas criar incentivos para que ele volte pode ser ainda mais poderoso. Programas de fidelidade com descontos exclusivos, brindes especiais e acesso antecipado a lançamentos são formas de fortalecer o relacionamento e transformar clientes em verdadeiros promotores da marca. “Um programa de recompensas bem estruturado não só incentiva novas compras, mas também gera defensores da marca. O cliente satisfeito não apenas volta, mas recomenda sua empresa para outras pessoas”, reforça Filho. Além disso, coletar feedbacks constantes, oferecer múltiplos canais de contato e antecipar necessidades com dicas e suporte proativo são ações que fazem toda a diferença no pós-venda. Pós-venda: de custo a diferencial competitivo O erro de muitas empresas é enxergar o pós-venda como um custo, quando, na verdade, ele é um dos maiores diferenciais competitivos de um negócio. Implementar estratégias eficazes pode ser o passo decisivo para transformar clientes ocasionais em compradores frequentes – e, mais do que isso, em verdadeiros fãs da marca. “Quando bem estruturado e adaptado às necessidades do seu público, o pós-venda não só fideliza clientes, mas impulsiona o crescimento e diferencia sua empresa da concorrência”, finaliza Filho.
17/04/2025
Atualidades
Reunião do Conselho Jurídico da ASSERJ discute normas que impactam o varejo supermercadista; vem saber como foi
Na quinta-feira (17), a ASSERJ promoveu reunião virtual do Conselho Jurídico, conduzida pela advogada Ana Paula Rosa, com foco na análise de normas e atualizações legislativas que impactam o setor supermercadista. O encontro, realizado via Zoom, contou com a participação de representantes de grandes redes como Supermarket (Torre e Real do Éden), Real Supermercados, Mundial, Pão de Açúcar, Dom Atacadista, entre outras associadas. A pauta contemplou temas de relevância nas áreas cível, regulatória, trabalhista, previdenciária e tributária. Entre os destaques, estiveram a regulamentação sobre o uso de sacolas plásticas e a cobrança pelo fatiamento de cárneos, o recolhimento de resíduos de óleo culinário, a implementação dos Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s), além da discussão sobre rotulagem nutricional, publicidade de alimentos e exposição de produtos análogos com embalagens semelhantes aos tradicionais. No campo trabalhista, foram debatidas adaptações exigidas pelo MTE para o atendimento de pessoas com deficiência e as diretrizes do relatório de transparência salarial. Já na área tributária, a reunião abordou a regulamentação da Lei nº 10.687/2025 e questão da Substituição Tributária (ST). Durante o encontro do Conselho Jurídico, Ana Paula Rosa também esclareceu dúvidas dos conselheiros sobre a aplicação prática das normas e seus desdobramentos para as operações dos supermercados, reforçando o caráter técnico e orientativo da reunião. Foi ainda anunciada a realização de uma reunião presencial, prevista para maio, com conselheiros, gerentes, compradores e responsáveis técnicos ambientais das redes supermercadistas. O objetivo será apresentar um panorama técnico das principais normas de proteção ambiental que afetam diretamente o setor, além de detalhar o convênio firmado entre a ASSERJ, a Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS) e o Instituto Estadual do Ambiente (INEA). “A interlocução técnica entre o setor varejista e os órgãos reguladores é essencial para garantir conformidade normativa e segurança jurídica nas operações. O próximo encontro buscará alinhar entendimentos e reforçar o papel estratégico da sustentabilidade no ambiente regulatório”, afirmou Ana Paula Rosa.
17/04/2025
Economia
Varejo supermercadista deve se manter atento à tensão comercial entre China e EUA. Vem entender!
O prolongamento das tensões comerciais entre China e Estados Unidos tem movimentado o comércio global e pode trazer reflexos indiretos para o setor supermercadista brasileiro. A avaliação é do consultor econômico da ASSERJ, Willian Figueiredo, diante das recentes movimentações entre as duas maiores economias do mundo. Em março, a China registrou um superávit comercial próximo de US$ 103 bilhões, impulsionado por um salto nas exportações, especialmente para países do Sudeste Asiático. O movimento acontece em meio à continuidade da guerra tarifária com os Estados Unidos, que inclui medidas de retaliação e ajustes na política de importação e exportação de ambos os lados. Para Figueiredo, o cenário pede atenção, mas não é motivo de preocupação imediata para os supermercados brasileiros. “Estamos acompanhando com cautela o desenrolar dessa disputa comercial. Ainda que o impacto direto no varejo seja limitado no curto prazo, mudanças no comércio internacional sempre exigem um olhar atento por parte do setor”, afirma. O consultor destaca que o principal ponto de atenção está na cadeia de suprimentos de produtos com componentes importados, além de possíveis variações cambiais. “Produtos industrializados, embalagens e itens com insumos importados podem sentir oscilações de preços. Nosso papel é manter os supermercadistas informados para que possam se planejar com mais eficiência e estratégia”, explica. Ele ressalta, ainda, que o Brasil pode se beneficiar com a maior demanda por alimentos em mercados externos, o que reforça a competitividade do agronegócio nacional. A ASSERJ segue acompanhando os desdobramentos internacionais e seus efeitos no setor. “Nosso compromisso é garantir que os supermercados do estado do Rio estejam preparados para lidar com os desafios e também aproveitar as oportunidades que surgem em um cenário econômico em constante transformação”, conclui.
17/04/2025
ASSERJ debate roubo de cargas e desafios econômicos em reunião do Conselho Diretor
Com presença expressiva dos conselheiros, a reunião do Conselho Diretor da ASSERJ foi realizada nesta quarta-feira (16), no Hotel Windsor Marapendi, na Barra da Tijuca. Durante o encontro, o presidente da entidade, Fábio Queiróz, conduziu um debate sobre a ADPF das Favelas, destacando seus impactos no setor supermercadista. Na ocasião, comentou os desdobramentos recentes da ADPF das Favelas, destacando a atuação da entidade na audiência pública realizada antes do julgamento. “Participei expondo a visão dos empreendedores e empresários, cujos negócios sofrem impactos da violência praticada no estado”, afirmou. Queiróz relatou também que todo o conteúdo apresentado na audiência foi enviado ao STF, que posteriormente adiou o julgamento — o que foi visto com alívio pela associação. “Não foi o cenário ideal, mas houve avanço. As operações policiais nas comunidades estão mais organizadas, com restrições que hoje podem ser superadas conforme a situação”, explicou. Ele ainda reforçou a relação entre segurança pública e o setor supermercadista: “Afinal, quem sofre com roubo de cargas são vocês também, os supermercados”. O encontro iniciou com a participação do secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Gutemberg de Paula Fonseca, que anunciou um programa que promete acabar com o roubo de cargas. Segundo ele, uma nova plataforma está sendo implantada para combater o comércio de produtos oriundos desse tipo de crime no estado do Rio de Janeiro. Nela, as empresas poderão cadastrar os dados detalhados de mercadorias roubadas, como lote, quantidade e nota fiscal. "Com isso, agentes terão acesso em tempo real a um sistema que os alerta sobre produtos com registro de roubo, permitindo consultas rápidas por meio do código de barras. O mesmo recurso será disponibilizado gratuitamente aos supermercados, facilitando a checagem pelos conferentes no momento do recebimento. A iniciativa visa tornar inviável economicamente a comercialização de cargas roubadas no estado", explica Gutemberg de Paula Fonseca. Na ocasião, o secretário reforçou ainda a importância da adoção de boas práticas nas lojas e orientou os associados quanto ao fortalecimento das relações de consumo no ambiente supermercadista, colocando os cursos gratuitos da entidade à disposição. Yango Tech apresenta soluções digitais que miram eficiência supermercadista Com foco em otimizar a operação dos supermercados tanto no ambiente físico quanto digital, a Yango Tech apresentou soluções tecnológicas durante a reunião do Conselho Diretor. Guilherme Alvim, head de Novos Negócios da empresa, destacou que as ferramentas foram desenvolvidas com base nas necessidades reais do segmento. “Cuidamos desde a separação dos itens até a logística, com eficiência que garante maior frequência e retenção do cliente”. Além do ambiente digital, a empresa também aposta em inteligência artificial para revolucionar a operação em loja física. “Com câmeras conectadas à IA, conseguimos reduzir drasticamente problemas como ruptura, etiquetas com preços incorretos e falhas no planograma. Tudo isso de forma automatizada e em tempo real”, explicou. Para o executivo, a tecnologia permite uma gestão mais precisa: “Cada colaborador recebe suas tarefas direto no celular, e o gerente pode acompanhar tudo em tempo real, com foco em reduzir perdas e aumentar o faturamento”. Despedida Um comunicado emocionou a todos presentes. Após anos de atuação à frente da Rede Princesa, o executivo Ronaldo Teixeira disse que se despede oficialmente da empresa. A decisão marca o encerramento de um ciclo importante no setor supermercadista fluminense. “Encerro esta etapa com o coração cheio de gratidão. A Rede Princesa foi uma escola e uma grande família para mim”, afirmou Ronaldo ao anunciar sua saída. O executivo comunicou que irá se mudar para a Região Serrana do Rio de Janeiro. Contudo, apesar da mudança, garantiu que o setor supermercadista continuará fazendo parte de sua vida. “O varejo está no meu coração. Continuarei acompanhando o setor e participando das reuniões da ASSERJ sempre que possível”, completou. Ronaldo Teixeira também é vice-presidente do Conselho Diretor da ASSERJ, entidade da qual continuará próximo mesmo com a nova rotina fora da capital.
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