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Varejo: Pix deve ultrapassar cartões de crédito no comércio online e chama atenção do setor
Pagamento instantâneo criado há 2 anos pelo Banco Central vem apresentando um crescimento exponencial entre os consumidores brasileiros Os supermercados que disponibilizam compras online via site ou aplicativo precisarão ficar atentos para os novos dados lançados pela Ebanx, divulgados na última segunda-feira (9), em que revela que o PIX assumirá a liderança na modalidade de pagamento preferida dos consumidores pela internet. Atualmente, os cartões de crédito são os "donos da ponta", mas esse cenário deve mudar já em 2025. Até o final do próximo ano, o PIX responderá por 44% do mercado de pagamentos online no Brasil, enquanto os tradicionais cartões ficarão com 41%. O estudo compilou dados de um outro levantamento feito pela empresa de pesquisa e inteligência PCMI. O varejo é um dos setores que observa essa mudança. Nos últimos anos, os supermercados acabaram migrando para o digital e criando plataformas que permitem a realização de compras por meio do site, de aplicativos próprios e terceiros como o Ifood e o Uber mercado. Neles, as compras são realizadas em plataformas financeiras que apresentam a modalidade PIX. William Figueiredo, consultor econômico da ASSERJ, pontua que essa transformação representa menor custo para a operação dos supermercados, "maior volume de vendas via PIX significa menor custo financeiro para o varejista, uma vez que as taxas por transação são menores que as dos Cartões de débito ou crédito, e não precisam incorrer em gastos com antecipação de recebíveis", afirmou. Segundo o Banco Central do Brasil, até o final de 2022, cerca de 71,5 milhões de brasileiros estavam incluídos no sistema financeiro por meio do PIX. O BC anunciou, em 2024, que deverá estender novos recursos da modalidade de pagamento nos próximos anos, incluindo a opção de pagar em parcelas, algo que representará uma ameaça aos tradicionais cartões de crédito e financeiras. Nathan Marion, gerente-geral da Yuno, empresa especializada em gestão financeira, afirma que apesar do crescimento do PIX, a presença do cartão de crédito permanecerá forte por uma questão cultural, "o cartão de crédito continua bastante forte por uma questão cultural. O brasileiro gosta muito de parcelar suas compras, segundo um estudo da Opinion Box, em que 46% dos consumidores compram em diversas vezes sempre que têm oportunidade". Em sua análise, o cartão de crédito apresenta funcionalidades que não são exploradas pelo PIX, como a entrada de pagamentos recorrentes, mensalidades, e a relação direta com a segurança, possibilitando o estorno após uma situação de fraude ou erro de compra. A mudança na preferência da forma de pagamento pelos consumidores pode ser explorada pelos supermercadistas. Ações como promoções exclusivas no campo digital são um ótimo estímulo para as vendas, principalmente, se houver a diferenciação do preço nas formas de pagamento de cartão de crédito e PIX. Um ponto levantado pela pesquisa é a percepção da segurança desses dados. A gestão eficiente dos dados de consumo pode garantir a integridade dos números e permitir a exploração do CRM para a criação de preço e promoções, "consumidores buscam cada vez mais empresas que compartilham de suas crenças e apoiam o que é relevante para ele, assim se posicionar de acordo com a necessidade por comodidade do cliente, alinha a expectativa de venda com a experiência de compra", explicou Erlon Labatut, especialista em varejo. E aí, associado, que tal garantir ações especiais com pagamento em PIX.
10/09/2024
Conselho Federal de Medicina modifica regra para emissão de atestados médicos; veja como impacta no varejo
Nova regra terá 60 dias para adaptação e provocará mudanças consideráveis na emissão de atestados médicos digitais O Conselho Federal de Medicina lançou na última semana o Atesta CFM, uma plataforma online que oferecerá serviços gratuitos de validação e chancela de atestados médicos emitidos no Brasil. A autarquia responsável pelo exercício da profissão no país desenvolveu o mecanismo para combater a fraude na emissão desses documentos. A decisão beneficia médicos, que contarão com a proteção do seu ato profissional. Ela também abrange os trabalhadores, que passarão a ter certeza da validade dos seus atestados e também as empresas, que receberão um documento checado e dificilmente adulterado ou fraudado por terceiros. “Essa situação de fraudes gera consideráveis prejuízos tanto para as empresas quanto para a previdência social e, em última análise, para toda a população. Com a implantação do Atesta CFM, buscamos enfrentar esse problema na raiz, uma vez que apenas os atestados chancelados pelo Atesta CFM serão considerados válidos” explica o conselheiro Hideraldo Cabeça, relator da Resolução CFM nº 2.382/24 e responsável pelo projeto. Como impacta o Varejo Segundo a resolução, que entrará em vigor dentro de 60 dias, através da regulamentação do sistema de cadastro e acesso dos atestados médicos emitidos em território nacional, serão considerados válidos somente atestados emitidos eletronicamente pelo ecossistema Atesta CFM ou escritos à mão nos blocos de atestados impressos por esse sistema. "Ela (resolução) se enquadra para todo o qualquer tipo de atestado emitido. Deve haver uma regulamentação sobre a forma de lançamento das informações no sistema e a maneira de consulta das empresas", afirmou Ana Paula Rosa, advogada da ASSERJ, ao comentar a nova resolução do CFM. Confira nesse link, a resolução completa divulgada pelo Conselho Federal de Medicina do Brasil.
09/09/2024
Mundial Abelardo Bueno aposta em espaço instagramável KitKat e outras novidades de trade. Vem saber!
Na agitada rotina da filial Abelardo Bueno da rede de Supermercados Mundial, o gerente Sérgio Rodopiano recebeu a ASSERJ com exclusividade e mostrou as ações que estão rolando na unidade. A frente da loja já está no ritmo do Rock in Rio 24, que começa na próxima sexta-feira, na Cidade do Rock, a alguns metros da filial. Em bem-sucedidas ações de trade com a indústria, foram instalados food trucks da Heineken, Bem Brasil e um espaço instagramável da Nestlé com os chocolates KitKat, que também estão expostos em grandes estruturas de papelão na área de vendas. O gerente Sergio Rodopiano, há 23 anos na rede de Supermercados Mundial e seis na filial Abelardo Bueno, explica a rotina do estabelecimento. “Os horários de maior movimento são das 10h às 13h e das 16h30 às 19h30. Recebemos muitos clientes dos condomínios vizinhos, que fazem grandes compras, aqui é carrinho cheio”, ressalta. São 3.800 m² de área de vendas, 40 checkouts com operadoras e empacotadoras, sacolas plásticas grátis, 680 funcionários e 35 mil SKUs. Os clientes contam com dois andares de estacionamento coberto, banheiros feminino e masculino, caixas de Banco 24 Horas e loja do Rei do Mate. As categorias de maior giro, informa o gerente, são higiene pessoal e limpeza doméstica, e o maior objetivo da filial é aumentar o número de clientes atendidos. Perguntado sobre o perfil do público, Rodopiano avisa que o tícket médio da filial é o mais alto da empresa, o que demonstra a capacidade de compra do cliente da unidade Abelardo Bueno. Para quem reclama de só aceitar pagamentos à vista, ele afirma que “a chance de aceitarmos cartão de crédito é zero. Temos orgulho disso porque dizem que estamos na contramão do mercado, mas não perdemos a clientela. E não ficamos sujeitos às altas taxas cobradas pelas administradoras”. As estratégias são definidas em reuniões entre os próprios sócios, sem interferência de investidores. O formato de gestão do Mundial, focado no desenvolvimento dos seus colaboradores, permite economizar nas despesas fixas. Sem muitos profissionais do mercado, que cobram mais caro, o custo operacional se mantém baixo. Promover, qualificar e destacar os profissionais fazem parte da filosofia da rede. No ano passado, foram realizadas 499 promoções, 1595 novas contratações, 405 contratações de Jovens Aprendizes e 285 jovens que são menores de idade. De todas as promoções, 9% foram para cargo de liderança e 19% dos temporários contratados para apoio nas filiais e na central foram efetivados para compor novas posições. Sr. Antônio de Assunção Leite, um dos donos da rede que visita as filiais três vezes por semana, aos 91 anos, falou com exclusividade para a ASSERJ: “Não queremos ser os maiores, mas queremos ser os melhores. Nosso grande diferencial é a preocupação com pessoas, sejam clientes ou funcionários. Nós cuidamos dos clientes por meio do atendimento atencioso, lojas limpas, bem iluminadas, organizadas e abastecidas. Para os funcionários, temos programas de formação continuada e incorporamos uma série de benefícios”, salienta. Do tradicional ao moderno Com 20 lojas no Estado do Rio de Janeiro, quase 80 anos de atuação e mais de 9.000 colaboradores diretos, o Mundial está entre os 15 maiores varejistas do Brasil, e é fiel à filosofia de obter a melhor condição na compra de produtos para garantir ao consumidor o menor preço total. O Mundial é uma das poucas redes de supermercados do país a trabalhar somente com venda à vista (dinheiro, cartão de débito ou cartão alimentação). Há ainda a estrutura da Central de Distribuição, localizada em Inhaúma, com tamanho de 45 mil m². Nela o novo frigorífico tem capacidade para estocar 7 mil toneladas de alimentos, e o depósito de 30 mil palets. Hoje 75% do volume vendido nas lojas é abastecido pela Central de Distribuição, que conta com uma frota de 50 caminhões.
09/09/2024
Saudabilidade: supermercados querem atender, cada vez mais, consumidores com restrições alimentares
Mix de produtos e exposição nas gôndolas são fundamentais para atrair e fidelizar esse público Em uma ida ao supermercado é possível perceber a transformação que as gôndolas estão passando. Cada vez mais, produtos saudáveis vêm conquistando espaços e abrindo caminho para um nicho de consumidores que podem impulsionar as vendas da loja. A saudabilidade é um tema importante para o varejo supermercadista. O levantamento da NielsenIQ aponta que 83% dos consumidores procuram adotar pelo menos um método saudável em sua rotina de compra, e aceitam até 20% de aumento de custo para cumprir esse desejo. “Algumas pessoas precisam desses produtos por conta da restrição alimentar, e outras por questão de saúde mesmo. Aqui nós estamos prontos para atender a todos", afirma Carlos Roberto, gerente do Supermarket Mandala. A loja é um dos modelos da rede que aposta em um público saudável. Desde o inicio da expansão do grupo associado, Barra Oeste, os produtos saudáveis integram um elemento fundamental do mix das lojas. Desde a loja na Barra da Tijuca até a recém-inaugurada no Gardênia, geladeiras de produtos especiais para consumidores com limitações alimentares podem ser encontradas. "Oferecemos um mix diferenciado, pensando em todos os clientes e encontrando soluções positivas para o consumidor, para que ele sempre saia feliz e satisfeito com suas compras em nossas lojas", afirmou Roberto "Beto" Gonçalves, sócio-diretor do Barra Oeste Supermarket. O mix desses produtos contempla desde queijos e manteigas sem lactose, com produtos de origem vegetal, até a catalogação diferenciada de iogurtes sem origem animal. Existe também uma forte estratégia em incentivar o consumo de grãos in natura com a chegada da categoria de empório às lojas do grupo. Como os supermercados podem agir Segundo dados da Fenacelbra (Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil), cerca de 1% da população nacional é portadora da doença celíaca, a que restringe o consumo de glúten em sua dieta. E de acordo com um levantamento realizado pela Genera, cerca de 51% da população brasileira tem pré-disposição a ser intolerante à lactose. Os números representam um dado muito importante para a composição do mix de supermercados. Principalmente, para que as redes consigam oferecer o melhor produto para todos os consumidores. "Embora no Rio de Janeiro e no Brasil ainda não exista uma certificação oficial específica para alimentos sem glúten, é fundamental que os produtos destinados ao público celíaco e com restrições alimentares tenham uma rotulagem precisa e de fácil identificação", afirmou Noadia Lobão, nutricionista e consultora técnica da Acelbra RJ (Associação de Celícos do Brasil) com indicações da Fenacelbra Ela pontua que a criação de áreas dedicadas a produtos sem glúten pode maximizar o contato desses consumidores com uma dieta mais saudável, além de facilitar a busca por esses itens. Os supermercados também podem negociar com fornecedores especializados nesses alimentos, uma oferta maior no mix de produtos. A ASSERJ destaca algumas dicas práticas para explorar a categoria de saudabilidade Faça a análise do que a concorrência está fazendo e veja como o seu negócio pode apresentar um diferencial competitivo e nítido aos olhos do consumidor. Analise seu público-alvo e trace o seu perfil. Isso ajudará nas estratégias para uma comunicação mais adequada e direcionada. Faça a segmentação dos alimentos e bebidas saudáveis de forma clara e atrativa, ajudando os shoppers a encontrarem com facilidade outros produtos da mesma categoria. Defina um mix de produtos que atenda aos consumidores em mais de uma categoria. Lembrando que muitos deles compram produtos saudáveis por questão de restrições alimentares, não somente por opção. Mesmo que os consumidores tenham a saudabilidade como um ponto comum, os atributos que buscam nos produtos podem variar bastante. Promova a degustação dos produtos e disponibilize uma equipe especializada e treinada para passar informações aos clientes. Consumidores mais tradicionais tendem a associar a alimentação saudável com sabor ruim, por isso, promover experimentação ajuda a quebrar algumas objeções.
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