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Comportamento & tendência
Saiba qual é geração que mais enche os carrinhos!
Um dos temas mais debatidos de 2025 é a mistura geracional que vivemos atualmente. Com 6 gerações diferentes convivendo simultaneamente, tudo é impactado pela forma específica como cada uma se comporta. Saber equilibrar as estratégias para abraçar a todos é fundamental. Porém, também é preciso saber os comportamentos de cada uma delas. E você sabe qual geração mais consome no varejo supermercadista? Nascida entre 1965 e 1980, a Geração X é a protagonista desse tema. Assídua consumidora, é responsável pelos maiores volumes de compra, tanto em quantidade de itens quanto em valor gasto. Com idades entre 40 e 59 anos, esse grupo reúne adultos economicamente ativos, muitos deles chefes de família, um perfil que ajuda a explicar seu peso nas vendas. Segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os integrantes da geração "X" representam cerca de 20% da população nacional, o que reforça seu peso estratégico. De acordo com dados da Rock Encantech, no primeiro semestre deste ano, a geração "X" foi a maior clientela de todos os tamanhos de negócios do varejo supermercadista. - 1 a 4 checkouts: 44,8%; - 5 a 9 checkouts: 45%; - Acima de 10 checkouts: 43,9%. Na média entre todos os formatos, eles representam 44,7% dos consumidores, referendando sua força de presença (sendo 56,2% desse público composto por mulheres e 43,8% por homens). Ticket-médio e volume: liderança disparada na corrida dos carrinhos Se a maior presença não é suficiente, a geração "X" também registra os maiores níveis de gasto entre todas as faixas geracionais. O consumo mensal varia de R$ 1.237,25 a R$ 1.439,02, superando outras gerações com distância. Já no ticket-médio, a liderança desse público também é consolidada, com gasto de R$ 191,26, enquanto a segunda colocada, a geração Y (ou Millennials) soma R$ 182,42. Até no número de itens por carrinho os "X" lideram, com uma média entre 20 e 25 produtos por compra. Os Millennials vêm logo atrás, com 18 a 24 itens. Perfil de consumo Embora compartilhem o mesmo recorte geracional dentro do "X", adultos entre 40 e 49 anos e entre 50 e 59 anos apresentam preferências distintas. Entre os consumidores de 40 a 49 anos se destacam biscoitos, cervejas, refrigerantes, sucos/água de coco e doces/ingredientes culinários. Já entre os de 50 a 59 anos, aparecem cervejas, refrigerantes, biscoitos, doces/ingredientes culinários e leite. As diferenças reforçam que, por trás de uma mesma geração, existem nuances relevantes de comportamento e entendê-las permite decisões mais precisas em sortimento, comunicação e posicionamento de marca. Protagonistas, mas não em um monólogo Para o varejo supermercadista, tratar a Geração X como protagonista é um comportamento estratégico. Porém é preciso muita atenção na forma de desenhar o planejamento para não criar ações que excluam outros grupos geracionais que compõe a base de clientes e que também possuem relevância em faturamento. Relembramos: o segredo está em equilibrar todos em um mesmo universo.
25/11/2025
Comportamento & tendência
5 tendências de compra que todo gerente de categoria deve acompanhar
O consumidor mudou seus hábitos profundamente nos últimos anos e os gerentes de categoria do varejo supermercadista enfrentam o desafio de acompanhar uma jornada de compra cada vez mais fragmentada, dinâmica e influenciada por fatores externos como economia, tecnologia e comportamento social. Estudos recentes, como o relatório McKinsey 2025, mostram que tendências consolidadas durante o período pós-pandemia — entre elas compras digitais, rotinas centradas no lar e maior flexibilidade entre marcas e categorias — transformaram-se em comportamentos permanentes. "A isso se somam pressões econômicas persistentes, avanços de inteligência artificial generativa e o impacto direto das redes sociais na descoberta e no desejo por novos produtos. Nesse contexto, compreender as principais missões de compra torna-se essencial para que o varejo supermercadista alinhe sortimento, precificação, experiência e comunicação às novas expectativas do shopper", ressalta o especialista referência em transformação digital, Arthur Igreja. 1 - Responder ao valor A primeira missão é a busca por valor. A incerteza econômica continua guiando o consumidor, mesmo os de maior renda, que têm reavaliado lealdades e migrado para marcas mais competitivas. O relatório PwC Holiday Outlook indica que os consumidores devem gastar menos em volume, mas mais em escolhas inteligentes e significativas. "Esse comportamento exige sortimentos flexíveis, promoções mais dirigidas, embalagens econômicas e comunicação clara sobre o valor real de cada produto", destaca Arthur Mascarenhas, especialista em comportamento do consumidor e professor da ESPM. 2 - Ideias para o “jantar de hoje à noite”, impulsionadas por IA A segunda missão é a busca por praticidade no preparo do “jantar de hoje à noite”, agora impulsionada por ferramentas de inteligência artificial. De acordo com a Vitamin Shoppe, um quarto dos consumidores que utilizam IA já recorre a ela para planejar refeições. A IA generativa tornou-se um novo assistente de cozinha, influenciando recomendações, listas de compras, substituições e até comparações instantâneas entre produtos. A Adobe aponta que o tráfego gerado por IA apresenta maior engajamento e menor taxa de rejeição. "Isso abre espaço para que varejistas ofereçam soluções completas, como kits de refeição, sugestões de complementos e conteúdos integrados às buscas mais populares das ferramentas, como “jantares rápidos” ou “refeições da semana”", frisa Arthur Mascarenhas. 3 - Ocasiões impulsionadas pelas Redes Sociais A terceira missão está ligada às ocasiões impulsionadas pelas redes sociais. Tendências virais no Instagram e TikTok vêm moldando diretamente o comportamento de compra. Segundo a McKinsey, quase 30% dos consumidores compraram produtos descobertos nessas plataformas. "Campanhas digitais que estimulam compartilhamento, mostram como o engajamento online pode se converter rapidamente em vendas no PDV. Para o varejo, acompanhar essas tendências significa priorizar agilidade na reposição, visibilidade em gôndola, integração omnichannel e o uso de insights de social listening para planejar categorias de forma mais responsiva", afirma Arthur Mascarenhas. 4 - Mime-se A quarta missão é o “mimo pessoal”. Mesmo com maior cautela financeira, consumidores continuam buscando pequenas indulgências que ofereçam conforto emocional. Relatórios da McKinsey e da Circana confirmam que a Geração Z, em especial, está gastando mais em produtos que proporcionam prazer imediato e acessível — de snacks premium a itens de beleza. "Isso exige dos gerentes de categoria uma curadoria estratégica que privilegie versões premium, embalagens menores, ações sazonais e expositores temáticos", explica Arthur Mascarenhas. 5 - Teste, Descoberta e Duplicatas (“Dupes”) Por fim, a quinta missão envolve a experimentação — com destaque para a busca por “dupes”, ou alternativas mais acessíveis a produtos premium. A Morning Consult revela que 27% dos consumidores compram dupes de forma intencional, especialmente jovens e shoppers sensíveis a preço. Essa tendência é amplificada pelas redes sociais, que apresentam versões equivalentes ou similares como descobertas inteligentes. "Para o varejo supermercadista, isso abre oportunidade para trabalhar versões de entrada lado a lado de opções premium, criar comparativos visuais, montar kits de experimentação e posicionar novidades próximas de produtos já consolidados, ampliando o ticket médio e estimulando a descoberta", revela Arthur Mascarenhas. Em um ambiente de mudanças rápidas, as missões de compra deixam de ser categorias isoladas e passam a atuar de forma integrada, impactando diretamente a experiência no ponto de venda, a fidelização e a performance das categorias. "Para o varejo supermercadista, compreender essas cinco dinâmicas significa transformar tendências em estratégia e consolidar o papel do gerente de categoria como um curador essencial da jornada de consumo atual", afirma Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ.
25/11/2025
Por dentro da asserj
Escola ASSERJ reforça boas práticas e biossegurança em curso para manipuladores de alimentos
A Escola ASSERJ promoveu, nesta terça-feira (25), o curso “Noções Básicas de Higiene e Boas Práticas de Manipulação de Alimentos em Serviços de Alimentação”, ministrado pelo consultor técnico de Alimento Seguro da ASSERJ, Flávio Graça. O encontro reuniu colaboradores de diferentes áreas do varejo supermercadista com o objetivo de aprimorar os padrões de segurança, qualidade e responsabilidade na manipulação de alimentos. Ao longo do treinamento, os participantes revisaram os principais riscos à biossegurança em serviços de alimentação, etapas corretas de manipulação, boas práticas, controle de contaminação e cuidados essenciais para garantir um produto seguro ao consumidor. Segundo Flávio Graça, a adoção de boas práticas é a base do trabalho em qualquer área que envolva alimentos. “Boas práticas são as medidas que adotamos para garantir a qualidade do alimento. O cliente espera que você entregue segurança, e isso coloca uma grande responsabilidade nas nossas mãos”, destacou. Graça reforçou que a segurança alimentar é um compromisso coletivo, que depende tanto da higiene pessoal quanto da rotina operacional. “Todos nós somos fiscais do nosso trabalho. Não podemos depender apenas da fiscalização externa. Se o colega saiu, voltou para o setor, mexeu no celular ou foi ao banheiro, a orientação é uma só: lavar as mãos. E lavar na frente de todos, porque o cliente também observa”, afirmou. Manter o ambiente limpo e organizado foi outro ponto enfatizado durante o curso. “Setor bagunçado é setor sujo. Não existe justificativa — nem dia de grande movimento. Sujou, limpou. O consumidor confia no profissional que manipula sua comida, e essa confiança precisa ser honrada diariamente”, ressaltou. O consultor também alertou sobre riscos físicos, químicos e biológicos que podem comprometer a qualidade dos alimentos, além da importância do controle de temperatura para evitar proliferação de bactérias. “Prevenir é muito mais barato e seguro do que tratar. A temperatura entre 5ºC e 60ºC é a que as bactérias mais gostam, e deixar alimentos expostos nessa faixa pode causar doenças graves. Nosso dever é impedir isso”, explicou. Casos de surtos alimentares registrados no país e no mundo também foram abordados, reforçando a relevância do tema para a saúde pública. “Basta um erro para gerar intoxicação. Idosos, crianças e gestantes são os primeiros a sofrer. Por isso, o cuidado precisa ser constante”, completou Graça. Ao final do encontro, os participantes puderam esclarecer dúvidas e compartilhar situações reais do varejo supermercadista, tornando o aprendizado ainda mais aplicado ao dia a dia das lojas. A ASSERJ reforça que iniciativas como esta são fundamentais para elevar o padrão operacional do setor, promover a segurança dos alimentos e fortalecer a confiança entre varejistas e consumidores. "Cursos e treinamentos contínuos fazem parte da missão da associação em apoiar seus associados com qualificação e atualização profissional", ressalta a gerente de Gente e Gestão da ASSERJ, Michelle Rodrigues.
25/11/2025
Economia
Sinal verde para o varejo supermercadista! Confiança do consumidor sobe, vem saber!
A confiança do consumidor brasileiro avançou pelo terceiro mês consecutivo em novembro e atingiu o maior nível desde o fim de 2024, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 1,3 ponto no mês e alcançou 89,8 pontos, o patamar mais alto desde dezembro do ano passado, quando registrou 91,3 pontos. A melhora acontece em um cenário de inflação mais controlada e mercado de trabalho resiliente, fatores que têm contribuído para recuperar gradualmente o otimismo das famílias. De acordo com Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE, o movimento de alta reflete uma retomada consistente. Ela explica que o avanço foi disseminado entre as diferentes faixas de renda e ocorreu tanto na percepção sobre o momento presente quanto nas expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 1,8 ponto e atingiu 84,8 pontos, maior nível desde dezembro de 2014. Já o Índice de Expectativas (IE) avançou 1 ponto, chegando a 93,8. Apesar do cenário mais favorável, Gouveia pondera que a taxa básica de juros, ainda elevada — atualmente em 15% —, segue como fator de risco para a continuidade dessa melhora. Segundo ela, o juro alto pode frear o ritmo da economia e pressionar famílias já afetadas por níveis elevados de endividamento e inadimplência. Mesmo assim, a economista reforça que o alívio recente da inflação e a resiliência do emprego sustentam a onda positiva que tem influenciado o humor das famílias brasileiras. Para o varejo supermercadista, esse avanço da confiança representa um indicador importante de que o consumidor começa a retomar sua disposição para comprar com mais tranquilidade. O movimento tende a se refletir no aumento do fluxo nas lojas, na retomada de categorias antes pressionadas pela inflação e em um ambiente mais favorável para estratégias de inovação comercial e de relacionamento. Ao analisar os dados, o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, destaca que o setor deve aproveitar o momento para fortalecer vínculos e ampliar iniciativas voltadas à experiência do cliente. “A melhora da confiança abre uma janela importante para o varejo supermercadista. Quando o consumidor volta a acreditar no futuro, ele volta a planejar. É uma oportunidade para reforçar serviços, aprimorar sortimento e acelerar projetos que aproximam o varejo das famílias brasileiras. Nosso setor tem papel essencial nesse movimento e está pronto para responder a esse novo ciclo com responsabilidade, inovação e experiência.”
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