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Fim do prazo de fruição do benefício de isenção da alíquota a 7% sobre os produtos componentes da Cesta Básica
A Asserj, no intuito de manter seus associados bem informados sobre os últimos acontecimentos do setor, comunica que no último dia 12/12/2018 foi publicado o Decreto Estadual n°. 46.523/18, que estabeleceu, nos termos acordados na cláusula décima do Convênio ICMS 190/17, os prazos para o fim de todos os benefícios fiscais em vigor, os quais não se encontram alinhados os convênios assinados entre os demais Estados da federação. O prazo de fruição do benefício de isenção da alíquota a 7% sobre os produtos componentes da Cesta Básica vai até o próximo dia 31/12/2018, com efeitos aplicáveis a partir do dia 1º/01/2019. Contudo, a ASSERJ está atuando de forma ostensiva junto aos poderes Legislativo e Executivo fluminense, objetando a modificação do cenário atual. O diretor de relações institucionais da ASSERJ, Pedro Paulo Pannunzio, e a coordenadora do Conselho Jurídico da ASSERJ, Ana Paula Rosa, estiveram ontem (27/12), juntamente com os representantes da Firjan; do SIND-RIO; e da ABIH-RJ, com o presidente da Alerj, deputado André Ceciliano, e o secretário de governo Sérgio Pimentel Borges da Cunha, trabalhando na defesa dos interesses de nossos associados, com vista ao fomento do crescimento e desenvolvimento produtivo e econômico do Estado do Rio de Janeiro. A ASSERJ orienta que, NESTE MOMENTO, os associados adequem os sistemas operacionais e softwares, utilizando a base de cálculo com acréscimo de alíquota efetiva de 7% do ICMS sobre as operações de saída dos produtos que compõe a Cesta Básica, promovidas por estabelecimentos varejistas ao consumidor final. Os produtos em estoque adquiridos na vigência da fruição e vendidos a partir de 1°/01/2019 serão tributados com o acréscimo de 7%.
28/12/2018
Confiança do Comércio aumenta e atinge maior valor desde abril de 2013, segundo FGV
A confiança do comércio no Brasil teve em dezembro uma melhora significativa, tanto na percepção dos empresários em relação à situação atual quanto nas expectativas, terminando o ano de 2018 em seu maior valor em quase seis anos, informou nesta quarta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com alta de 5,7 pontos, o Índice de Confiança do Comércio (Icom) foi em dezembro a 105,1 pontos, atingindo seu maior nível desde abril de 2013. — A confiança do comércio encerra 2018 com alta expressiva no quarto trimestre. É a primeira vez desde março de 2014 que o índice ultrapassa os 100 pontos, limite que identifica a transição para níveis elevados de confiança — destacou o coordenador da FGV/IBRE, Rodolpho Tobler. De acordo com a FGV, 11 dos 13 segmentos pesquisados registraram alta em suas taxas de variação. O Índice da Situação Atual (ISA-COM) registrou sua terceira alta consecutiva, subindo 4,1 pontos, para 97,4 pontos, seu maior valor desde abril de 2014. O Índice de Expectativas (IE-COM) também apresentou sua terceira variação positiva consecutiva, avançando 7,0 pontos, para 112,58 pontos, registrando seu maior nível desde fevereiro de 2011. — Depois de passar por períodos turbulentos ao longo do ano, como a greve dos caminhoneiros e o período eleitoral, os comerciantes esperam aumento de vendas neste final de ano e têm boas expectativas para o começo de 2019 — completou. Confira a pesquisa completa da FGV clicando aqui! Resultado trimestral Com os resultados de dezembro, o Índice de Confiança do Comércio (ICOM) médio do trimestre voltou a fechar em alta em relação ao trimestre anterior depois de dois trimestres de queda. Segundo a FGV, a alta no trimestre decorre da melhora do Índice de Situação Atual e do Índice de Expectativas — algo que não acontece desde o quarto trimestre de 2017. Esse resultado reforça o cenário de recuperação das vendas em 2019. [caption id="attachment_14284" align="aligncenter" width="903"] Sondagem da FGV coletou informações de 1.039 empresas entre os dias 4 e 20 de dezembro/2018[/caption]
26/12/2018
Trabalhabilidade: melhor aprender para empreender melhor
Encerrei o artigo da edição anterior desta SUPER NEGÓCIOS questionando o seguinte: "Como lidar humanamente com tanta inovação? A resposta: sendo mais humano! Se toda a inovação vem da mente humana, então nenhuma inovação será mais poderosa do que a mente humana e a sensibilidade humana". Daí que, nesta presente edição, inspirada no tema das conexões humanas e tecnológicas, cabe estender ou acrescentar algumas novas reflexões. A primeira delas é que, além da empregabilidade, chegou a hora da "trabalhabilidade" - conceito que ouvi pela primeira vez de Jacqueline Resch, da consultoria Resch. "A forma de trabalhar não para de mudar, temos cada vez mais fornecedores autônomos, responsáveis pelo próprio portfólio de serviços, e clientes microempreendedores, com demandas muito específicas. Precisamos sem dúvida capacitar a nossa trabalhabilidade", me alertou Jacqueline. De fato, nos últimos 40 ou 50 anos, as mudanças no mundo corporativo foram imensas. Carreiras de baby boomers, hoje na faixa de 60-70 anos, não existem mais. Para eles havia o emprego vitalício, com planos lineares e promoções periódicas. Antiguidade era posto. Nos anos 90, a reengenharia administrativa impôs mudanças na fórmula do "longo prazo em uma única empresa". Foi quando surgiu o conceito de empregabilidade. A carreira ultrapassou as fronteiras da empresa, de modo que os esforços e os investimentos para manter a empregabilidade em alta (e ser desejado pelo mercado) passaram a ser um compromisso pessoal, e não mais uma obrigação laborativa. O mindset era limitado a "ter um emprego". Hoje, são visíveis os indicadores de que essa era da empregabilidade está ultrapassada. O modelo não dá mais conta dos desafios atuais. As formas de trabalho já são (e cada vez mais serão) diversas. Vemos o avanço do "auto-emprego", dos profissionais de carreira solo que trabalham por projetos, tempos determinados e atividades simultâneas. A ótima notícia é que nossos filhos ou filhas já sabem dessa nova era da "trabalhabilidade" e não vão repetir o erro de apostar o futuro só no Estado. Os jovens fazem parte do que eu chamo de geração baby chip, que já vem com DNA digital e é focada em inovação e transformação, ou seja, conhecimento em movimento. O barato dessa turma é sonhar com a nova Apple, o novo Google, o novo Facebook, o novo Twitter, o novo Whatsapp, o novo Instagram... o novo... A galera quer "acesso" pela tecnologia e "ascensão" pelo empreendedorismo. Ninguém quer saber de INSS, FGTS, PIS, CLT, carteira assinada... direitos adquiridos. A "trabalhabilidade" também não tem expectativa em relação a governos ou partidos. Deles (e de seus modelos arcaicos ou analógicos), os jovens não esperam saídas fáceis para suas vidas high techs e digitais. Só esperam que o anacronismo não dificulte ou não atrapalhe seus smartplans e smartdreams. Enfim, a melhor "trabalhabilidade" e as melhores tecnologias não são aquelas que olham para os concorrentes, mas sim aquelas que olham para os clientes. Entre as que olham para os clientes, as melhores são aquelas que buscam "conhecer" e "entender" os problemas dos clientes a fim de "ajudar" ou "solucionar" os problemas dos clientes. É essencial que o boom de inovação não estimule a escassez de ideias, principalmente de ideias humanas; ideias que valorizem sempre o capital humano; capital humano baseado sempre na generosidade, na gentileza e na gratidão. Não há inovação capaz de tornar obsoletos esses "produtos", "serviços" ou "sentimentos". O barato é o chip, mas o segredo continua na alma. ALEX CAMPOS é palestrante, jornalista, colunista de Economia da rádio JBFM (RJ), sócio-diretor do portal ideiasideais.com e autor do livro "Faça as Pazes com o Dinheiro". *Artigo publicado na revista Super Negócios (7)
26/12/2018
Ocupação de hotéis na cidade do Rio, neste fim de ano, demonstra recuperação da confiança turística
A ocupação dos hotéis para o réveillon na cidade do Rio de Janeiro tem vários hotéis lotados. No ano passado, a crise deixou muito quartos vazios. A diferença em relação ao réveillon de 2018 é considerável: quase 35% a mais de ocupação, segundo a Associação Brasileira de Indústrias de Hotéis (ABIH). Em 2017, a cinco ou seis dias do Ano Novo, a ocupação dos hotéis estava em 50%. Este ano, a taxa de ocupação a cinco ou seis dias da virada para 2019 é de 85% dos quartos ocupados, o que deixa muito otimista os representantes da rede hoteleira da cidade. [caption id="attachment_14280" align="alignleft" width="408"] Com telão gigante, palco começou a ser montado em Copacabana na sexta-feira (21/12) | Foto: Ana Branco/O Globo[/caption] As regiões mais procuradas até agora são Flamengo (91%), que apresenta quartos com preços mais convidativos; Ipanema e Leblon (89%); Barra da Tijuca (87%); e Copacabana (85%). Na areia da Praia de Copacabana já começaram os preparativos para a festa do réveillon de 2019, que deve atrair cerca de dois milhões de pessoas. Serão dez horas de shows, com atrações como Gilberto Gil, Ludmila e a escola de samba Beija-Flor de Nilópolis — a campeã do carnaval de 2018. ASSERJ debate a recuperação da imagem do estado do Rio com empresários Mensalmente, um encontro entre empresários reúne ações para a recuperação da imagem do estado do Rio de Janeiro no Brasil e no exterior. O objetivo é determinar a criação de iniciativas para atrair mais turistas, apresentando as belezas e vantagens do Rio. A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) participa ativamente destes debates. Os índices de ocupação hoteleira no estado seguiram positivos em 2018, segundo a ABIH-RJ, movimentando a economia e aumentando a credibilidade do estado. A expectativa é que o setor continue em crescimento ao longo de 2019. Com informações do G1
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