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ASSERJ alerta! Supermercadistas: seus colaboradores estão preparados para lidar com episódios sensíveis?
O supermercado é a extensão das despensas dos brasileiros e, portanto, um estabelecimento que recebe milhares de pessoas diariamente. É natural que, num mundo adoecido no qual vivemos, em alguns momentos, as lojas tenham que lidar com acontecimentos sensíveis envolvendo clientes. Nesses dias, um caso viralizou nas redes sociais e está fazendo o varejo supermercadista refletir: estamos prontos para agir com equilíbrio, acolhimento e responsabilidade nos momentos sensíveis que ocorrerem dentro das nossas lojas? Inclusive, é muito oportuno esse tema seja pauta para toda a sociedade quando, no mundo corporativo, estamos trabalhando a implementação da NR1 - gerenciamento de riscos ocupacionais para a segurança e saúde no trabalho. A ASSERJ promoveu, no Conselho de RH, um encontro com especialistas de RH e Direito do Trabalho para debater NR1 e, claro, aproveitamos para conversar com eles sobre o recente episódio que chamou a atenção da sociedade e do varejo. Vem conferir. Saúde mental é mais que estratégia: treinamento é sempre a resposta Fred Figner, psicólogo empresarial e consultor de RH, explica: “Promover, dentro dos espaços, das trilhas de liderança ou dos treinamentos de atendimento, conteúdos sobre saúde mental é fundamental. Porque quando estamos atendendo, quem entra no seu espaço, no seu ponto de varejo, pode vir qualquer tipo de personalidade ou pessoa com qualquer tipo de transtorno. E, nos últimos anos, tem-se aumentado muito esses tipos de transtornos, especialmente em crianças. Os dados de saúde mental no Brasil são alarmantes. Tratar da saúde mental, hoje em dia, deve estar dentro da estratégia do negócio". "Agora, dentro do treinamento, e isso é muito importante, se vamos trabalhar com saúde mental e temas associados, é importante que tenha profissionais especializados para trabalhar isso. Hoje em dia, muita gente fala de saúde mental, de inteligência emocional, dos transtornos, sem a devida formação técnica para falar. Fazer o diagnóstico, o tratamento, falar sobre os conteúdos, requer conhecimento técnico e um olhar muito profissional e muito sério para lidar com isso", prossegue o psicólogo. Bárbara Ferrari, advogada e consultora empresarial trabalhista, alerta para a necessidade de um treinamento contínuo para lidar com casos sensíveis: "É preciso um treinamento contínuo das pessoas que estão ali na ponta para atender. Não só para a equipe de segurança ou de controle de patrimônio propriamente dito, mas como para operadores de caixa, as pessoas que estão ali no cuidado com o público". O cliente entrou em surto. E agora? Bárbara pontua os limites que colaboradores precisam ter nas abordagens de episódios de crise de algum indivíduo neuro-divergente: "Legalmente falando, a empresa não pode utilizar de força desproporcional, não utilizar técnicas como mata-leão, por exemplo. A intenção da empresa é que ela mantenha, naquele momento, uma legítima defesa proporcional, assim como qualquer ato que vá acontecer. Indicado é que a aproximação seja sempre uma forma de orientação e contenção não física. Uma contenção muito mais no sentido de apoiar aquela pessoa que em um momento de surto, tentando fazer com que ela volte a um estado de pré-consciência, se assim for possível, limitando os danos à própria vida dessa pessoa. A atuação não deve ser só em relação ao patrimônio especificamente do mercado ou de outros clientes, mas a própria vida daquela pessoa que está ali naquele momento em surto. A intenção é que isso seja muito mais uma forma de orientação do que efetivamente de emprego de força". Fred Figner também alerta: "Uma pessoa em surto não está com a cognição estabilizada. Ela perdeu o nível de percepção de realidade e as emoções tomaram conta. Ela não está processando. Em alguns casos, o mais interessante é se afastar e esperar a pessoa baixar um pouco o nível. Se afastar, mas, claro, protegendo o indivíduo e, ao mesmo tempo, os demais clientes. Claro, se pessoa começa a quebrar tudo, começa a se agredir, então, aí, é preciso uma contenção. Mas é uma linha muito tênue entre a hora que se deve fazer uma intervenção ou não". "Cada postura tem uma forma de abordagem, mas é possível criar um protocolo geral, dentro dos contextos. Hoje em dia, lidamos com tudo de um tudo. Deveria haver, dentro dos treinamentos de atendimento, um módulo para falar de transtornos mentais. Isso também vale para os treinamentos de liderança, porque o líder tem que se autogerir, mas também gerir a equipe, e tem que estar mais antenado com esses conteúdos. E como fazemos isso? Com educação. Educação emocional, educação corporativa. Essa área de desenvolvimento nunca foi tão requisitada, por dois aspectos. Primeiro, porque é muito difícil recrutar e selecionar hoje, ainda mais para o mercado. E segundo porque quem é recrutado precisa se desenvolver, emitir um novo comportamento ou aprender uma nova tarefa, como em uma situação como essa", afirma o psicólogo. A questão não acaba após o surto: atenção aos efeitos em suas equipes O consultor de RH também apresenta outro ponto de atenção: "Acho que o importante a falar é que depois que acontecer uma situação dessas, a área de Recursos Humanos tem que ter alguém capacitado, ou chamar alguém capacitado, para reunir aqueles colaboradores e dar um suporte psicológico a eles também. O pós-evento também precisa ser elaborado pela equipe e dar o suporte. Uma outra estratégia, e agora estou falando de ação mesmo, é fazer um plantão psicológico dentro das empresas que se interessam. O que é o plantão psicológico? Um psicólogo, em uma carga horária disponível, que não vai fazer psicoterapia, mas sim o acolhimento. Pode ser online ou pode ser presencial, mas, o principal, é resgatar essa equipe após um evento. Precisamos pegar os times, o líder, explicar o que aconteceu, acolher o sentimento que as pessoas falarem, dar o suporte psicológico, até porque, para essas pessoas também é traumático, você está trabalhando no seu caixa e ter uma pessoa quebrando tudo ali, é um potencial risco para todos. Assim, as pessoas também vão entender que aquilo aconteceu porque se trata de um transtorno, que ocorre de tal forma. Hoje em dia trabalhar com atendimento ao público já é um risco psicossocial. Você não sabe quem vai atender, porque ao abrir a porta do supermercado, qualquer tipo de pessoa pode entrar". Questões jurídicas: cuidado com os limites! Outro ponto de grande preocupação são as questões jurídicas decorrentes desses episódios e suas possíveis consequências. Bárbara Ferrari enfatiza: "O limite do supermercado é a proteção do cliente. A primeira coisa que a equipe precisa estar preparada no atendimento é observar danos graves, quando há quebra de produtos, vidros... a ideia é não ter danos maiores do que o que já está acontecendo dentro da circunstância do evento danoso. Então, o supermercado pode, sim, vir a ser responsabilizado caso os agentes do próprio supermercado utilizem força desproporcional, maior do que o próprio evento, por exemplo. O conselho jurídico é sempre afastar os clientes daquela circunstância, tomar o cuidado de ter uma manutenção daquele espaço controlado, não utilizar em forma nenhuma força maior do que a força que está sendo empregada naquele momento. Sempre chamar os órgãos competentes, SAMU, em alguns casos até propriamente a Polícia Militar, que tem a expertise para intervir". "O treinamento do colaborador, na verdade, desde a admissão do colaborador, precisa ter nos contratos de trabalho as normas claras sobre o uso de imagem. Hoje em dia, num mundo globalizado, num mundo tecnológico, as filmagens são comuns. O que orientamos as empresas é que desde o primeiro momento, a hora da contratação de trabalho, já estejam no contrato as cláusulas claras sobre o uso de direitos de imagem, de vídeo, de fala. O ideal é que todos estejam orientados a não falar nada sobre a instituição, sobre o fato ocorrido, e que os treinamentos sempre reforcem essa política e que nada seja declarado sem uma orientação do setor jurídico, do órgão ou do setor competente. Esse treinamento precisa ser contínuo, documentado, inclusive. Deve ser investido também em segurança do trabalho, nos DDS, reforçando esse entendimento sempre", também analisa advogada. Bárbara completa: "No aspecto jurídico também é importante que se abra um procedimento interno para a apuração de todo o evento e guardar as imagens, evidências, para que possam ser utilizadas também de forma jurídica ou com todo o grau de sigilo que é necessário. Empresas que têm compliance devem observar, já dentro das políticas que foram estabelecidas, procedimentos e normas. Quanto mais evidências, nominando as pessoas que estavam dentro daquele local, melhor, para que haja, inclusive, um treinamento posterior, uma adequação do procedimento, caso exista alguma divergência. O material também servirá para alguma demanda judicial que venha o supermercado a sofrer naquele momento". Dica da ASSERJ: mapeie riscos, evite crises A gerente de Gestão de Pessoas da ASSERJ, Michelle Rodrigues, dá a dica a todos os associados: "Enquanto liderança, temos que mapear os gerenciamentos de riscos que possam haver. Gerente de loja, gestor de setor, gerente de pessoas, todos são responsáveis. Quais são os gerenciamentos de risco, crises de um modo geral, que possam vir a ter dentro da sua equipe, dentro do seu segmento, dentro do seu supermercado? Quais são as crises que podem acontecer, seja diretamente com clientes, seja com a sua equipe? É fundamental mapear isso tudo e o quanto é possível mitigar a crise e o que fazer diante dela. É preciso que tudo isso seja mapeado, porque assim, já se pensa o que se pode prever e treinar para quando isso acontecer. É importante termos esse preparo".
18/07/2025
Associados em foco
Encontro de Parceiros da Rede Market Box Atacadista: união e fortalecimento das parcerias
Reunião ficou marcada pela presença de incontáveis parceiros da rede e projeções otimistas para o futuro. Mais do que um evento, o Encontro de Parceiros da Rede Market Box Atacadista, realizado nesta quinta-feira, 17 de julho, foi uma verdadeira celebração da potência que é possível construir quando há sintonia entre o varejo supermercadista e o atacarejo, a indústria e parceiros comerciais, imbuídos de uma visão comum: o sucesso com foco em oferecer o melhor aos consumidores. O evento, sediado no espaço Além do Sonho, em Guaratiba, Rio de Janeiro, reuniu integrantes da rede, fornecedores e parceiros estratégicos para um momento de troca, alinhamento e celebração de resultados alcançados com relacionamentos sólidos construídos ao longo de anos, pautados pelo compromisso com a qualidade e a inovação. Inclusive, inovadora é uma palavra muito bem utilizada para adjetivar a Rede Market e suas ações. Durante o encontro, foram apresentadas estratégias, balanços e novidades para os próximos passos da rede, além do compartilhamento de experiências e a busca conjunta para um caminho de soluções que ampliem a competitividade e o desenvolvimento de todos os envolvidos. Durante o encontro, a sócia fundadora da Rede Market, Ana Lucia Venâncio, se emocionou com a comemoração de 39 anos da empresa e o caminho trilhado nesses quase quatro décadas de atuação: "Há quase 40 anos iniciávamos nossa trajetória. Não tínhamos certeza de onde chegaríamos, nossa única certeza era de que fazíamos um trabalho digno. Sempre pautamos nossa vida na humildade, postura e caráter. Com isso, construímos parcerias sólidas, que nos deram condições de melhorar nossos processos e sistemas. Cada um de vocês, parceiros e colaboradores, fizeram parte da nossa historia e das nossas conquistas. Temos muita gratidão. Nosso sucesso é o sucesso de todos". Júnior Pereira, diretor de operações da Rede Market, destacou o avanço da rede: "Hoje somos a maior rede supermercadista do Sul Fluminense. Completamos 14 lojas, sendo 11 lojas físicas com a bandeira Rede Market, 02 lojas com a bandeira Box Atacadista e nosso e-commerce, nossa loja virtual. Totalizando 180 PDV's, um centro de distribuição e mais de 1.500 colaboradores". "O encontro Rede Market nasceu para nos conectarmos, fomentar negócios, trazer para perto as indústrias. Também é oportunidade de celebrarmos as parcerias feitas, trazer novos fornecedores e parceiros. Apresentar nossas campanhas como o aniversário Rede Market. Então é um encontro de conexões, mas também de celebração do varejo e de nossas marcas Rede Market e Box Atacadista", classifica Ana Alice Venâncio, diretora de Marketing do grupo. Késio Venâncio, sócio e fundador da Rede Market, finalizou: "Eu considero o dia de hoje um Réveillon, já que dificilmente encontramos todos assim. Eu agradeço a cada um que nos prestigiou hoje. Meu recado para todos é que pensem em vender. Uma casa mal feita gasta o mesmo valor que uma casa bem construída. Então, vamos trabalhar juntos e fazer um trabalho de investimento. Isso sim é projeto. E em projeto todos querem organização, mas não adianta se acabar de trabalhar em um projeto sem prospecção. Peço também a todos da indústria que entrem nas lojas e vejam como seus produtos estão, se estão bem expostos, bem trabalhados. Eu gosto de vender, e quero que todos vendam. Juntos vamos continuar essa história" Avanço em todas as áreas: nova loja, crescimento digital e fidelidade de clientes O excelente resultado da Rede Market se traduz em expansão. O grupo já dá andamento à construção de sua 14ª loja, a maior da rede, no Bairro do Frade, em Angra dos Reis. Serão 7 mil m² de área construída, com 1.2 mil m² de área de vendas e 90 vagas de estacionamento. 24 checkouts, sendo 12 self-checkouts, e mais de 180 empregos diretos gerados. A inauguração é prevista para novembro. Além disso, a rede aposta em uma ampliação da mídia no ponto venda, com destaque para a mídia digital. Outro grande ponto forte da rede fica por conta do CRM construído, com mais de 100 mil clientes cadastrados que possuem uma frequência de compra de quatro vezes ao mês. Com uma base de dados sólida, a Rede Market também reestruturou seu aplicativo, dando ao cliente uma nova experiência. Repensado para emular uma experiência de rede social, o "feed" apresenta notícias da rede e de temas relacionados ao dia a dia do consumidor, receitas, além, claro, do carrinho de compras e facilidades para encontrar o produto buscado e resolver toda a demanda pelo próprio app. A busca pela gamificação também é uma tendência buscada pela rede. "Com o nosso e-commerce, nossa loja online, que nasceu na hora certa e estamos aperfeiçoando desde então, temos uma base de 15.700 clientes, um tráfego orgânico de 9 mil visitas ao mês e estamos vendo esse crescimento, a aderência do publico ao mercado online", afirma Ana Alice. O aplicativo ainda permite ao cliente outras possibilidades, como os quase um milhão de cashbacks gerados, totalmente integrados ao CRM e canais digitais, ativo em todas as lojas físicas e no e-commerce, com resultados monitorados e alinhados com a experiência de consumo, na busca de ser sempre 360º. Inovação em vendas, ações, promoções e engajamento de equipes: os resultados por trás da cultura Rede Market Um grande trunfo da Rede Market são as ações inovadoras em vendas e valorização de colaboradores. Pode-se destacar o Programa de Incentivo a Venda (PIV), como explica Júnior Pereira: "O PIV nada mais é que transformar nossos 180 PDV's em vendedores, quase 360 pessoas oferecendo o produto direto no caixa. Um case de sucesso é o bombom Trento, mais de 86,3% em volume vendido e 99% de valor faturado - tudo engajando equipe de vendas". "Essa é uma grande possibilidade de alavancar parcerias com outras marcas, uma evolução da experimentação do cliente em ponto de venda, além da degustação", ressalta Ana Alice. O Cupom Verde também é outra iniciativa de destaque, uma opção ao consumidor, que pode escolher não ter o cupom fiscal impresso, mas enviado direto ao aplicativo ou telefone. Ao todo, a Rede Market já gerou 526.743 cupons e 672.740 litros de água economizados com a ação, que ainda gera facilidade para o consumidor, que não passa pelo risco de perder seu cupom, facilitando, por exemplo, processos de troca de produtos. Além disso, fornece interatividade, informando ao cliente quantas árvores ele já salvou ou quando litros de água economizou por aderir à iniciativa. Entre as campanhas de venda, estão o foco na promoção "Dia do Cliente", em que clientes selecionados ganham em valor de produtos de uma marca parceira a porcentagem de bateria do celular no momento da abordagem, e nas ações para a comemoração dos 39 anos da Rede Market, como na campanha "Minuto de Compra", em que clientes, sorteados após participarem pelo aplicativo com compras de produtos específicos, ganham um minuto para encherem o carrinho e ganharem os produtos - outra aposta do grupo na gamificação e atração da geração Z. Indústria comparece em peso e exalta força da parceria com a Rede Importantes parceiros da indústria marcaram presença e fizeram questão de prestigiar o evento. Todos salientaram a relevância da rede para um desenvolvimento conjunto, tal como Sherman Portugal, gerente regional sênior da JBS: "A Rede Market é muito tradicional, atinge uma parte muito grande do interior do estado do Rio e tem uma relevância gigante em todo esse território. Para nós, é fundamental estar junto com eles, em uma parceria que vem de muitos anos e que re-intensificamos hoje. Então esse momento é muito importante". Sherman também destacou as movimentações para dias especiais do calendário, como o Dia dos Pais que se aproxima: "Tentamos sempre estar colocando nossos principais produtos que trazem o momento festivo. A linha Maturata, hamburguer, linguiça, toda ocasião de festa tentamos negociar com a Rede, como é esse momento forte de Dia dos Pais, que é muito importante para a venda de proteína bovina". O Grupo EBD, representado pelo diretor regional José Carlos Santana, também se fez presente no encontro, reforçando que a parceria com a rede é sólida e frutífera para todos: "É um prazer enorme estar aqui. A Rede Market é uma família linda. São um grande parceiro nosso e temos um prazer enorme de atendê-los. Queremos estar sempre juntos. É muito boa a iniciativa deles anual de reunir parceiros e fornecedores. Nossa parceria com a Rede Market é extremamente importante dentro da nossa estrutura. São grandes clientes dentro do nosso ranking de negócios. Temos um portfólio bastante rico e uma relação fantástica". Outro grande parceiro da Rede Market, a Baly Energy Drink, foi mais uma presença ativa no evento, enaltecendo a rede e seu papel junto aos consumidores: "A Rede Market é um cliente formador de opinião. Temos um trabalho muito consistente juntos e é isso que a Baly deseja", pontuou Claudia Portilho, supervisora de vendas da Baly. Carlos Eduardo, gerente regional de vendas Baly, prosseguiu: "Para nós é um grande prazer estarmos aqui e chegarmos à nossa terceira edição nesse evento. A Rede Market é um grande parceiro, está no nosso Top-5 do estado do Rio. Ficamos honrados em participarmos". O gerente ainda reforçou que a parceria junto à Rede Market faz com que clientes tenham acesso facilitado às novidades da empresa: "A Baly é uma das empresas mais inovadoras do país e 40% do nosso crescimento é por conta das nossas inovações. Lançamos agora a linha Baly Celeb e a Rede Market já conta com essa edição". A ASSERJ parabeniza a Rede Market pelo sucesso ao longo desses 39 anos de história e deseja ainda mais sucesso à rede e todos os seus colaboradores e parceiros.
17/07/2025
NR1: o que o seu supermercado precisa saber?
Nesta quinta-feira, 17 de julho, a ASSERJ realizou mais uma edição do seu Conselho de RH, reunindo profissionais da área, associados da ASSERJ, no auditório do Lead Américas, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Promovido pela Gerência de Gestão de Pessoas da associação, o encontro teve como foco principal destacar os impactos das alterações da Norma Regulamentadora 1 (NR1), que entra em vigor com eficácia plena em maio de 2026, mas já exige atenção e preparo das empresas desde agora. A gerente de gente e gestão da ASSERJ, Michelle Rodrigues, destacou a importância do evento ao reunir dois especialistas com abordagens complementares sobre o tema. “Trouxemos duas visões que se completam sobre a NR1: a jurídica e a psicossocial. Muitos acham que a norma parou, mas não parou. Ela continua avançando, e os supermercados precisam acompanhar essas mudanças desde já”, afirmou. NR1 e riscos psicossociais O psicólogo clínico e organizacional Fredy Figner abriu os debates com uma abordagem prática sobre como implementar avaliações psicossociais eficazes nas empresas. Segundo ele, as novas exigências da NR1 ampliam o conceito de segurança no ambiente corporativo, incluindo fatores que afetam diretamente a saúde mental dos trabalhadores. “Nosso papel é prevenir o adoecimento e promover um ambiente saudável”, explicou. Fredy alertou para o cenário preocupante do país, que ocupa o segundo lugar no mundo em afastamentos por burnout e permanece entre os líderes em índices de ansiedade e depressão. “Uma população adoecida gera empresas adoecidas – e é essencial que os supermercados saibam lidar com isso.” Entre os principais pontos que merecem atenção, o especialista destacou a consideração dos riscos psicossociais como obrigatórios, a revisão das condições de trabalho de acordo com a NR17 (Ergonomia) e a necessidade de avaliações contínuas com monitoramento constante das atividades laborais. Fredy apontou ainda que muitos líderes vêm do ‘chão de fábrica’ e nem sempre estão preparados para liderar suas equipes emocionalmente. “Não basta aplicar questionários. É preciso escutar os colaboradores, entender o clima organizacional, levantar informações por cargo e setor sem expor individualmente ninguém. A comunicação precisa ser assertiva para que o plano funcione e evite qualquer tipo de retaliação”, explicou. O psicólogo também apresentou um retrato comum do ambiente supermercadista: altos níveis de ansiedade, o que pode impactar negativamente o desempenho, a tomada de decisões e as relações interpessoais. Ele ponderou, no entanto, que fatores pessoais também podem influenciar os resultados. “O modelo de negócio exige que os profissionais atuem em cenários diversos, lidando com diferentes perfis e dinâmicas de mercado. Por isso, é fundamental equilibrar desafio com suporte psicológico.” Como recomendações para o desenvolvimento das equipes, Fredy sugeriu uma série de ações: treinamentos voltados ao controle da ansiedade e estresse, oficinas de inteligência emocional, práticas de respiração, plantão psicológico, rodas de conversa temáticas, encontros de descompressão, indicação de aplicativos de meditação, eBooks sobre higiene do sono e atividade física, implantação de reuniões one-on-one, cultura do feedback, além do monitoramento e melhoria contínua nos indicadores de riscos psicossociais. O psicólogo destacou ainda que o clima organizacional demonstra sentimento de acolhimento e cuidado, “gerando um fio de esperança”. “Essas iniciativas refletem um movimento consistente de transformação cultural, voltado à humanização das relações, valorização das pessoas e evolução contínua dos processos organizacionais”, concluiu. Aspectos jurídicos e práticos Em seguida, a advogada Bárbara Ferrari, sócia do escritório Ferrari & Rodrigues Advogados, trouxe a análise jurídica da nova NR1. Ela reforçou que a norma deixa de ser um documento restrito à segurança do trabalho e passa a envolver todos os setores da empresa, como Recursos Humanos, jurídico, alta gestão, gestores e lideranças. “Os supermercados devem documentar, monitorar e saber quais são os riscos que enfrentamos hoje – especialmente os relacionados às doenças ocupacionais de natureza psicossocial.” Bárbara apresentou os principais marcos das mudanças previstas nas Portarias MTE nº 1.419/2024 e nº 765/2025, que prorrogam a entrada em vigor de diversos pontos da NR1 para 2025 e 2026. “Entre as mudanças, estão a ampliação do conceito de risco com a obrigatoriedade de inclusão dos riscos psicossociais no PGR, a exigência de um Programa de Gerenciamento de Riscos atualizado e integrado entre os setores da empresa, a necessidade de registros documentais com treinamentos periódicos, participação ativa dos colaboradores, clareza nos contratos de trabalho e elaboração de documentos que comprovem para fins de fiscalização”, explica. A advogada também alertou para as consequências do descumprimento da norma, que podem ir além de multas — que ultrapassam R$ 20 mil em casos graves —, incluindo condenações por danos morais, materiais e estéticos, pensão mensal em caso de incapacidade, ações civis públicas, interdição de setores com riscos graves e reconhecimento de doenças psicológicas como ocupacionais, o que impacta diretamente o Fator Acidentário de Prevenção (FAP). “Entre as consequências indiretas, estão a perda de tempo até que a performance esperada seja atingida, aumento da rotatividade, elevação de custos e redução da eficiência do negócio”, revela a advogada. Para evitar esses riscos, Bárbara orientou que as empresas informem e treinem seus colaboradores com comunicação clara e contínua sobre os riscos ocupacionais e medidas de prevenção; implementem canais de denúncia confidenciais e ofereçam suporte emocional; envolvam os trabalhadores na identificação e avaliação dos riscos; mantenham documentação completa de todas as ações; e realizem revisões periódicas do PGR e do Inventário de Riscos. ASSERJ fortalece o papel do RH no varejo supermercadista A gerente executiva da ASSERJ, Manuela Sales, encerrou o encontro reforçando o compromisso da associação em apoiar seus associados com conhecimento e orientação estratégica. “Um dos nossos propósitos é proporcionar conhecimento. Com encontros como esse, queremos fortalecer ainda mais os RHs dos nossos associados, que são setores essenciais e estratégicos dentro das redes, porque cuidam do colaborador – e esse cuidado se reflete em um trabalho melhor, com mais engajamento e, por consequência, mais verdade nas relações.” O Conselho de RH da ASSERJ reforça a necessidade de uma atuação estratégica da área de Recursos Humanos diante das novas exigências legais e dos crescentes desafios relacionados à saúde mental no ambiente corporativo. A nova NR1 não é apenas uma obrigação legal, mas um convite à transformação cultural, à valorização das pessoas e à construção de ambientes de trabalho mais humanos, saudáveis e produtivos. IMPORTANTE! Se você participou da reunião do Conselho de RH, queremos ouvir a sua opinião! A sua participação é essencial para que possamos continuar promovendo encontros cada vez mais relevantes e alinhados às necessidades dos profissionais do setor. Responda AQUI à nossa pesquisa de satisfação e nos ajude a aprimorar os próximos encontros. Contamos com você!
17/07/2025
Atualidades
Não espere a virada: transforme o segundo semestre do seu supermercado com estratégia e agilidade
O segundo semestre começou e, com ele, o momento mais decisivo do ano para o varejo supermercadista. De agosto a dezembro, datas como Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal movimentam o setor e podem representar a diferença entre fechar o ano no azul ou no vermelho. Mas o sucesso nas vendas sazonais não acontece por acaso. Para alcançar bons resultados, é preciso planejamento, gestão de estoque eficiente e antecipação ao comportamento do consumidor. Segundo Anderson Ozawa, CEO da AOzawa Consultoria, especialista em Prevenção de Perdas e Governança, esse é o momento ideal para preparar a operação e garantir uma performance de excelência nas próximas campanhas. “O segundo semestre deste ano apresenta uma janela de oportunidades para o varejo se destacar e crescer. Com um cenário econômico mais favorável e consumidores mais confiantes, a hora é de se preparar para atender essa demanda com criatividade e eficiência”, afirma o consultor, que já implantou com sucesso mais de 40 programas de prevenção de perdas no Brasil. Para Ozawa, esperar o mês anterior às grandes datas para correr atrás de abastecimento é um erro estratégico. “O consumidor está mais exigente, mais digital e menos paciente. Se ele não encontrar o que procura na sua loja, vai para o concorrente — e com um clique”, alerta. Com cadeias de suprimentos cada vez mais pressionadas, quem planeja antes compra melhor, negocia melhor e lucra mais. Entre as recomendações práticas para o varejo, Ozawa destaca a importância de revisar o histórico de vendas, planejar o abastecimento com inteligência, negociar com fornecedores com previsibilidade e ajustar o sortimento com base na demanda real. “Não adianta apostar em excesso de novidades ou produtos de baixa saída. O foco deve ser no mix ideal, que una margem, giro e desejo do consumidor. E isso exige olhos bem atentos aos dados e também à concorrência”, pontua. Outro ponto crítico citado pelo especialista é o controle da ruptura e do excesso de estoque. Segundo ele, ferramentas tecnológicas simples podem apoiar na reposição em tempo real e evitar perdas silenciosas. “Estoque parado também é prejuízo. A tecnologia precisa estar a serviço da operação, indicando o momento certo de agir”, diz. Por fim, o consultor reforça a importância do treinamento da equipe para garantir uma execução eficiente nas lojas. “Planejamento sem execução não vale nada. Reposição rápida, exposição correta, atendimento ágil e leitura de loja fazem toda a diferença. O tripé gestão, processos e tecnologia é essencial para o sucesso”, conclui Ozawa, que também é professor da FIA Business School e autor do livro “Pentágono de Perdas: Transformando Perdas em Lucros”. Para o varejista moderno, unir inteligência comercial, controle operacional e atenção à experiência do cliente é o caminho para transformar datas sazonais em grandes oportunidades de crescimento.
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