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Economia
O que o novo Focus indica para o varejo supermercadista?
O varejo supermercadista deve acompanhar de perto os dados mais recentes do Relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira (26) pelo Banco Central, que traz sinais relevantes para planejamento de preços, negociações com fornecedores e estratégias comerciais. A pesquisa, realizada semanalmente com economistas, mostra revisão para baixo na projeção de inflação em 2026 e manutenção das estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A mediana das projeções para o IPCA de 2026 recuou de 4,02% para 4,00%, ficando 0,50 ponto percentual abaixo do teto da meta de inflação, que é de 4,50%. Há um mês, a estimativa era de 4,05%. Considerando apenas as 113 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis — mais sensíveis a mudanças no cenário econômico — o índice passou de 4,02% para 3,99%. Para 2027, a projeção permaneceu estável em 3,80% pela 12ª semana consecutiva. O IPCA encerrou 2025 com alta acumulada de 4,26%, segundo o IBGE. De acordo com a trajetória divulgada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central projeta inflação de 3,5% ao fim de 2026 e de 3,2% em 12 meses no segundo trimestre de 2027, horizonte considerado relevante pela autoridade monetária. Desde 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, com centro de 3% e tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. No que diz respeito à atividade econômica, o Focus manteve a projeção de crescimento do PIB em 1,80% para 2026, pela sétima semana consecutiva. Entre as estimativas atualizadas recentemente, houve leve ajuste para cima, de 1,78% para 1,80%. O Banco Central, por sua vez, elevou sua previsão de crescimento da economia em 2025 de 2,0% para 2,3%, refletindo revisões nas Contas Nacionais e desempenho acima do esperado no terceiro trimestre. Para os anos seguintes, as projeções seguem estáveis: crescimento de 1,80% em 2027 e de 2,00% em 2028 e 2029. Esses números indicam um cenário de expansão moderada, que exige atenção do varejo supermercadista à eficiência operacional e à adaptação do sortimento ao ritmo da demanda. No câmbio, a mediana do Focus para o dólar ao fim de 2026 permaneceu em R$ 5,50 pela 15ª semana consecutiva. Para 2027, houve leve oscilação para R$ 5,51, enquanto as projeções para 2028 e 2029 ficaram em R$ 5,52 e R$ 5,58, respectivamente. Em 2025, a moeda americana encerrou o ano cotada a R$ 5,4840, com queda acumulada de 11,18% frente ao real, influenciada pelo enfraquecimento global do dólar e pelo diferencial de juros no Brasil. Para o varejo supermercadista, o conjunto desses indicadores reforça a importância de acompanhar o cenário macroeconômico, especialmente inflação, crescimento e câmbio, fatores que impactam diretamente custos, preços ao consumidor e comportamento de compra ao longo de 2026.
26/01/2026
Atualidades
Pesquisa revela que consumidores levam serviços financeiros em conta na escolha do supermercado
Uma pesquisa realizada pela Celcoin, empresa especializada em infraestrutura de tecnologia financeira, revela que 70% dos consumidores brasileiros consideram a oferta de serviços financeiros um fator decisivo na escolha de onde fazer compras. O estudo, intitulado “A transformação dos supermercados em plataformas financeiras”, aponta que esses estabelecimentos vêm ampliando seu papel e se aproximando cada vez mais do modelo de plataformas financeiras: 53% dos entrevistados já participam de algum programa financeiro oferecido pelos supermercados que frequentam. Para Adriano Meirinho, CMO da Celcoin, o movimento indica uma mudança estrutural no setor. “Estamos observando uma revolução silenciosa. Os supermercados deixaram de ser apenas locais de compra e estão se tornando hubs financeiros completos”, afirma. Entre os serviços mais utilizados pelos consumidores estão os aplicativos para pagamentos digitais (90%), os cartões de crédito próprios (60%), além de cashback e descontos exclusivos (15% cada). Quando questionados sobre os benefícios mais atrativos, 60% apontaram os descontos e 30% destacaram o limite de crédito. A pesquisa também mostra que a renda influencia diretamente essas preferências: consumidores com renda de até três salários mínimos tendem a valorizar mais o limite de crédito (43%) do que os descontos (33%), enquanto aqueles com rendimentos mais altos priorizam os descontos (58%) em relação ao aumento do crédito disponível. O levantamento destaca ainda os supermercados Guanabara (32%) e Carrefour (16%) como líderes na emissão de cartões de crédito próprios. Do total de entrevistados, 10,5% utilizam cartões de supermercados, e, entre esses, 58,3% afirmam usar o cartão também fora do estabelecimento emissor. Os impactos no comportamento de consumo são relevantes: após aderirem aos serviços financeiros, 44,4% dos consumidores aumentaram seus gastos e o mesmo percentual passou a frequentar o supermercado com maior regularidade, reforçando o papel estratégico dessas soluções na fidelização do cliente.
26/01/2026
Atualidades
Parcerias com influenciadores ganham força como estratégia no varejo supermercadista
À medida que o varejo supermercadista busca novas formas de se conectar com a Geração Z, as parcerias com influenciadores digitais surgem como uma estratégia cada vez mais relevante para conquistar atenção, engajamento e, principalmente, fidelidade. Em um cenário em que as redes sociais deixaram de ser apenas canais de comunicação para se tornarem verdadeiros ambientes de descoberta e compra, especialistas apontam que os criadores de conteúdo podem ser a ponte entre os supermercados e um público jovem que valoriza autenticidade e identificação. A Geração Z já representa uma fatia significativa do consumo e tende a ampliar ainda mais seu impacto nos próximos anos. Em 2024, esse grupo concentrava um poder de compra estimado em US$ 984 bilhões, segundo dados da Kantar Retail IQ. Trata-se de consumidores altamente conectados, que utilizam as redes sociais não apenas para entretenimento, mas também para descobrir marcas, produtos e experiências. Esse comportamento é confirmado por pesquisas de mercado. De acordo com a Inmar Intelligence, quase 60% dos consumidores descobrem novos produtos por meio das redes sociais, tornando esses canais o principal motor do chamado comércio social. Além disso, 78% afirmam que a reputação de uma marca nas redes sociais é um fator muito importante no momento da decisão de compra. Ainda assim, apesar de estarem presentes em plataformas populares como Instagram e TikTok, muitos supermercados enfrentam dificuldades para manter uma presença consistente e realmente engajadora. Uma análise de grandes redes do setor mostra que, embora os perfis publiquem com frequência, o desempenho das postagens é irregular, com variações significativas de curtidas, visualizações e interações. Em geral, o conteúdo se concentra na apresentação de produtos, receitas e dicas culinárias, muitas vezes inspiradas no estilo dos próprios influenciadores. No entanto, quando esse material parte diretamente da marca, tende a ser percebido como publicidade tradicional, o que limita seu alcance e impacto. Para Ranjana Choudhry, vice-presidente sênior de mídia e plataformas de dados da Inmar Intelligence, a solução passa por “deixar que os influenciadores assumam a liderança” no marketing digital do varejo supermercadista. Em vez de tentar se comportar como criadores de conteúdo, os supermercados podem se beneficiar ao colaborar com quem já construiu comunidades engajadas e relações de confiança com seus seguidores. Essa tendência vem ganhando força no marketing como um todo. Dados da Sprout Social indicam que 59% dos profissionais da área planejam ampliar parcerias com influenciadores em relação a anos anteriores, com destaque para marcas B2C, como as do varejo supermercadista, que costumam realizar um volume maior desse tipo de colaboração. Sorteios, patrocínios, avaliações de produtos e criação de conteúdo conjunto estão entre os formatos mais utilizados. O diferencial dos influenciadores está na capacidade de unir entretenimento e jornada de compra em interações mais significativas e orientadas à descoberta. Segundo a Inmar, mais de 80% dos consumidores já compraram produtos com base em recomendações de criadores de conteúdo. O dado chama ainda mais atenção ao revelar que 80% afirmam que comprariam algo indicado por um criador, independentemente do tamanho de sua audiência, reforçando a força dos chamados microinfluenciadores. Além disso, os influenciadores oferecem maior flexibilidade em um ambiente digital em constante mudança. Episódios recentes, como a instabilidade temporária do TikTok, mostraram que o alcance das marcas pode ser rapidamente impactado por fatores externos. Já os criadores tendem a manter sua audiência fiel, que os acompanha em diferentes plataformas, levando consigo a atenção — e o poder de compra para onde forem. Outro ponto central é a autenticidade. De acordo com a Inmar, 73% dos consumidores confiam nos criadores de conteúdo tanto quanto ou até mais do que em anúncios tradicionais. Para potencializar esse fator e medir resultados com mais precisão, os supermercados podem recorrer às redes de mídia de varejo, ampliando o conteúdo dos influenciadores em seus próprios canais digitais e conectando engajamento a desempenho de vendas. Esse modelo permite identificar quais parcerias realmente geram impacto, facilitando a escolha de influenciadores cujas audiências estejam alinhadas ao perfil de clientes da rede. Sem esse tipo de tecnologia, o varejo seria obrigado a trabalhar com suposições, sem clareza sobre o retorno das ações. Ainda de acordo com Choudhry, o comportamento do consumidor jovem é claro: “Eles não seguem a marca do varejista, eles seguem o criador. E, se o criador os direciona para um varejista específico, é para lá que eles irão”. Para o varejo supermercadista, entender essa dinâmica pode ser decisivo para ganhar relevância em um mercado cada vez mais disputado e orientado pela influência digital.
26/01/2026
Indústria em cena
Anvisa determina recolhimento de sal grosso e doce de leite após reprovação em testes laboratoriais
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização de dois produtos alimentícios após reprovação em análises laboratoriais. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira, dia 22 de janeiro. Um dos produtos atingidos é o Sal Marinho Grosso Iodado, da marca Marfim, fabricado pela empresa M Gomes Praxedes Ltda.. A determinação vale exclusivamente para o lote 901124, que teve a comercialização, distribuição e consumo suspensos em todo o território nacional. De acordo com a Anvisa, o lote foi reprovado no teste de teor de iodo, conforme Laudo de Análise Definitivo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (LACEN-DF). O iodo é um mineral essencial à saúde e sua adição ao sal de cozinha tem como objetivo prevenir a deficiência desse nutriente no organismo, condição que pode causar bócio (aumento da tireoide), além de problemas no desenvolvimento do feto durante a gestação, entre outras complicações. No Brasil, a obrigatoriedade da iodação do sal destinado ao consumo humano está prevista na Lei nº 1.944/1953, sancionada em agosto de 1953 pelo então presidente da República, Café Filho. Procurada, a empresa responsável pelo produto não retornou com posicionamento até o fechamento desta matéria. Segundo a M. Gomes Praxedes Ltda, a determinação refere-se exclusivamente ao lote 901124, produzido em 2024, que apresentou resultado insatisfatório na análise do teor de iodo, não configurando suspensão generalizada dos produtos da marca. A empesa diz ainda que o lote está devidamente rastreado e já foram adotadas medidas de segregação e recolhimento, conforme orientação dos órgãos competentes. "A M. Gomes Praxedes Ltda reforça seu compromisso com a qualidade, a segurança do consumidor e o cumprimento das normas sanitárias, informando que acompanha o caso técnica e juridicamente, revisou e reforçou seus procedimentos de iodação e controles de processo, além de realizar auditoria interna para identificar causas e implementar melhorias. Distribuidores, parceiros e consumidores que possuam o lote citado devem entrar em contato pelos canais oficiais para receber as orientações adequadas", diz em nota. Doce de leite também é recolhido Além do sal grosso, a Anvisa também determinou o recolhimento do Doce de Leite em Pedaços, da marca São Benedito, fabricado em 25 de junho de 2025. O produto é de responsabilidade da empresa JF Indústria Comércio de Doces e Laticínios Ltda. e teve igualmente suspensas a comercialização, a distribuição e o consumo. Segundo a Agência, a decisão foi motivada pela ausência de identificação do lote e pela reprovação no teste de determinação de ácido sórbico, também realizado pelo LACEN-DF. O ácido sórbico é um conservante utilizado em alimentos, cujo uso deve respeitar limites estabelecidos pela legislação sanitária. A Anvisa orienta que consumidores que tenham adquirido os produtos listados não os consumam e entrem em contato com os fabricantes para orientações sobre devolução ou substituição. Procurada pela ASSERJ, a Doces São Benedito informou, por meio de nota, que a suspensão determinada pela Anvisa refere-se a um lote específico do Doce de Leite em Pedaços, produzido em 25 de junho de 2025, e ocorreu de forma preventiva, em razão de uma divergência técnica na identificação do lote e nos índices de ácido sórbico. A empresa destacou que o conservante é permitido pela legislação vigente, que colaborou com o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) e que já realizou ajustes em seus processos internos para garantir que todos os produtos comercializados estejam em conformidade com os padrões sanitários. Opinião do especialista De acordo com o consultor técnico de Segurança Sanitária da ASSERJ, Flávio Graça, a reprovação dos dois produtos no Laudo de Análise Definitivo do LACEN-DF indica falhas no atendimento aos padrões legais de iodação e de uso de ácido sórbico, configurando um risco potencial à saúde coletiva. “Nesse contexto, o recolhimento do lote específico é uma ação técnica correta, pois evita a exposição desnecessária da população. A suspensão da comercialização, distribuição e consumo está alinhada aos princípios da precaução e da prevenção e reforça a importância do controle de qualidade na indústria de alimentos, especialmente em produtos sujeitos à fortificação obrigatória”, avalia. “É importante destacar que níveis de iodo abaixo do permitido podem causar bócio endêmico, hipotireoidismo e até distúrbios gestacionais. Já níveis acima do recomendado podem provocar hipertireoidismo, tireoidite, desregulação hormonal e agravamento de doenças autoimunes. No caso do ácido sórbico e de seus sais, que são conservantes amplamente utilizados para inibir fungos e leveduras, concentrações elevadas podem causar irritação gastrointestinal, como náuseas, dor abdominal e diarreia, além de irritação de mucosas e reações de hipersensibilidade, especialmente em pessoas mais sensíveis”, completa.
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