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Bebidas alcoólicas em 2026: como as novas tendências impactam o varejo supermercadista
O mercado de bebidas alcoólicas caminha para 2026 sustentado por quatro grandes pilares: saúde, inovação, nostalgia e funcionalidade. Para o varejo supermercadista, esse movimento representa uma mudança clara no perfil de consumo e, principalmente, na forma de estruturar sortimento, comunicação e estratégias de exposição no ponto de venda. O consumidor está mais informado, atento à composição dos produtos e disposto a consumir com mais consciência, mas sem abrir mão da experiência, da conveniência e do valor percebido. Além disso, o calendário de 2026, impulsionado pela Copa do Mundo e por uma sequência de feriados prolongados, tende a aumentar o consumo em ocasiões sociais, reforçando a relevância das bebidas alcoólicas como categorias-chave para geração de fluxo, incremento de ticket médio e ações sazonais no varejo supermercadista. É nesse cenário que a Missiato Indústria e Comércio Ltda., com mais de 60 anos de atuação, mapeia tendências e caminhos estratégicos para o canal. Consumo consciente redefine sortimento e exposição Entre as principais tendências está o chamado “Zebra Striping”, conceito identificado pela Euromonitor International, que descreve o hábito de intercalar bebidas alcoólicas e não alcoólicas em uma mesma ocasião. Para o varejo supermercadista, esse comportamento amplia a necessidade de um sortimento equilibrado, com opções mais leves, funcionais e de menor teor alcoólico, posicionadas de forma estratégica nas gôndolas e ilhas promocionais. Esse movimento dialoga diretamente com dados da Mordor Intelligence, que apontam que o mercado global de bebidas saudáveis deve crescer, em média, 3,49% ao ano entre 2025 e 2030. Para os supermercadistas, trata-se de uma oportunidade clara de ampliar a participação de produtos com apelo de saúde, baixo teor calórico e diferenciais funcionais, capturando novos perfis de consumidores e aumentando a recorrência de compra. Quando a compra vira experiência no ponto de venda No varejo supermercadista, a decisão de compra deixou de ser apenas racional e passou a ser altamente influenciada pela experiência. O consumidor pesquisa, compara, avalia embalagem, preço e proposta de valor antes de colocar o produto no carrinho. Segundo estudo da Two Sides Brasil, as embalagens influenciam a decisão de compra em 99% dos casos, sendo um fator frequente ou constante para mais de 70% dos consumidores. Para João Paulo Modulo, Head de Marketing da Missiato, o design das embalagens deixou de ser apenas funcional e passou a ser um ativo estratégico para a indústria e para o varejo. “No ponto de venda, a embalagem é o primeiro contato com o consumidor. Quando o visual comunica identidade, propósito e pertencimento, ele gera conversão. É o que acontece com Corote, uma marca que se tornou sinônimo de categoria, facilitando a decisão de compra e fortalecendo a performance no varejo”, destaca. RTDs ganham espaço e fortalecem a conveniência Os drinks RTDs (Ready To Drink) seguem como uma das categorias de maior potencial para o varejo supermercadista em 2026. A combinação de praticidade, sabor e padronização de qualidade atende tanto ao consumidor que busca conveniência quanto à operação do varejo, que se beneficia de produtos com alta rotatividade, fácil exposição e apelo imediato. De acordo com a Fortune Business Insights, o mercado global de RTDs movimentou US$ 732,49 bilhões em 2023 e deve alcançar US$ 1.227,81 bilhões até 2032, com CAGR de 6,06%. Esse crescimento reforça o papel da categoria como estratégica para ações promocionais, ativações sazonais e ganho de espaço nas gôndolas. Portfólio alinhado às demandas do varejo supermercadista Atenta a esse cenário, a Missiato apresenta um portfólio alinhado às tendências de 2026 e às necessidades do varejo supermercadista. A linha Corote Drinks ICE Ultra, pioneira no Brasil, atende à demanda por bebidas mais leves, com 3% de teor alcoólico, 40% menos calorias e açúcar e zero glúten, nos sabores Limão e Lichia Dream. A proposta facilita a entrada da categoria em novos momentos de consumo e amplia o público-alvo no ponto de venda. A marca também aposta no Corote Combo, coquetel alcoólico gaseificado de 1 litro e 8% de teor alcoólico, desenvolvido para atender o público dos tradicionais “copões”, com sabores como Gin Melancia, Combo Vodka, Combo Whisky e Gin Tropical. Já a linha Corote Sabores amplia o sortimento com opções elaboradas com vodka tridestilada e aromas naturais, oferecendo variedade e fortalecendo a gestão de categoria no varejo. Inovação orientada por dados e performance A inovação no mercado de bebidas alcoólicas vai além do lançamento de novos produtos. Ela envolve tecnologia, eficiência logística, personalização do portfólio e estratégias integradas entre indústria e varejo. Para 2026, a tendência é oferecer soluções que combinem giro, margem e experiência de compra. “O varejo supermercadista terá um papel ainda mais estratégico na construção dessas tendências. Produtos com apelo funcional, estética atrativa e fácil compreensão no ponto de venda serão decisivos para capturar o consumidor. O próximo ano será marcado por drinks criativos, refrescantes e com forte apelo visual, que unem nostalgia, inovação e conveniência”, conclui João. Na revista Super Negócios de janeiro você vai conferir uma matéria completa sobre esse nova tendência de consumo! Fique atento!
29/12/2025
Indústria em cena
Santa Helena Alimentos nomeia Sérgio Mobaier como novo CEO
A Santa Helena Alimentos, com sede em Ribeirão Preto, anunciou Sérgio Mobaier como seu novo CEO. O executivo assume a liderança com a missão de dar continuidade à estratégia de crescimento sustentável da companhia, acelerar iniciativas de inovação e fortalecer o portfólio de marcas. Com mais de três décadas de experiência nos setores de alimentos e bens de consumo, Mobaier construiu uma carreira sólida em empresas nacionais e multinacionais como Sadia, Marfrig, JBS/Seara, BRF, Catupiry e Queijos Regina, onde atuou em diferentes posições executivas, incluindo a de CEO. Engenheiro de Alimentos formado pela Unicamp, o novo CEO possui MBAs pela USP, Fundação Dom Cabral e Kellogg School of Management (EUA). É reconhecido por sua atuação em inovação, transformação cultural, governança orientada a resultados e desenvolvimento de equipes de alta performance. Segundo Renato Fechino, presidente do Conselho de Administração da Santa Helena, a chegada de Mobaier inaugura uma nova fase para a empresa. “A chegada de Mobaier marca um novo capítulo da Santa Helena. Ele reúne visão estratégica consistente e um olhar voltado à inovação, alinhado ao nosso momento atual e fundamental para impulsionar o crescimento da companhia. Tenho plena confiança de que ele dará continuidade ao legado construído nos últimos anos, fortalecendo ainda mais nossas marcas e nossa cultura”, afirma.
29/12/2025
Comportamento & tendência
Quando a farmácia muda o supermercado! Achou estranho? ASSERJ te explica
O crescimento acelerado do uso de medicamentos GLP-1 para perda de peso, como Ozempic e Mounjaro, tende a provocar uma mudança estrutural no mix, na estratégia comercial e no comportamento de compra no varejo supermercadista nos próximos anos. Segundo novo relatório da Circana, os lares com usuários desses medicamentos devem responder por 35% de todas as unidades de alimentos e bebidas vendidas até 2030, ante 23% atualmente. Embora esses consumidores adquiram menor volume de produtos, o estudo aponta que eles gastam mais por item, priorizando alimentos e bebidas com atributos funcionais e benefícios à saúde. Para o varejo supermercadista, o dado reforça a necessidade de reavaliar sortimento, precificação, comunicação e gestão de categorias. De acordo com a Circana, medicamentos GLP-1 reduzem o apetite e influenciam escolhas mais intencionais, com foco em proteína, fibras, conveniência, energia e hidratação. Como consequência, produtos ricos em carboidratos e açúcares tendem a perder relevância, reduzindo a atratividade de categorias como refrigerantes tradicionais e snacks ultraprocessados. Consumidor disposto a pagar mais por saúde Um levantamento da ADM citado no relatório mostra que 80% dos consumidores que utilizam GLP-1 estão dispostos a pagar mais por alimentos e bebidas com benefícios adicionais à saúde, enquanto 67% consideram atributos alinhados ao uso desses medicamentos decisivos na escolha de compra. Para o varejo supermercadista, esse comportamento indica oportunidade de ganho de valor, mesmo diante da possível redução de volume. O desafio passa a ser capturar margem por meio de um sortimento mais qualificado, comunicação clara de benefícios e experiência de compra orientada à saúde e à praticidade. “O aumento da popularidade dos medicamentos GLP-1 representa um ponto de inflexão para a indústria de bens de consumo e para o varejo”, afirma Sally Lyons Wyatt, vice-presidente executiva global e principal consultora da Circana. “As prioridades dos consumidores estão evoluindo de forma rápida e profunda.” Indústria já se reposiciona e varejo precisa acompanhar A mudança no perfil de consumo já começa a influenciar a estratégia da indústria. Empresas como Danone e a Nissin vêm reformulando produtos e posicionando marcas para atender consumidores focados em controle de peso e saúde metabólica. Para o varejo supermercadista, esse movimento exige curadoria ativa de portfólio, negociação mais estratégica com fornecedores e atenção às novas narrativas de consumo no ponto de venda e nos canais digitais. Ciclo de uso e abandono amplia complexidade do comportamento Outro ponto relevante para o planejamento do varejo é o caráter cíclico do uso de GLP-1. Segundo a ADM, embora parte dos consumidores mantenha hábitos mais saudáveis após interromper a medicação, 76% recuperam ao menos parte do peso perdido, o que pode levá-los a retomar o uso. Cerca de 65% afirmam que considerariam voltar ao GLP-1 para controlar apetite e saciedade. A Circana estima que metade dos usuários anteriores deve retornar ao medicamento no futuro, criando um consumidor que alterna padrões de compra ao longo do tempo. Diante desse cenário, a recomendação é que o varejo supermercadista aposte em categorias e produtos que aumentem a sensação de saciedade, mantenham apelo saudável e ofereçam valor percebido contínuo, independentemente do estágio de uso da medicação. “A chave para o sucesso será adaptar sortimento, comunicação e marketing à nova mentalidade de saúde desse grupo crescente de consumidores”, conclui Lyons Wyatt.
26/12/2025
Comportamento & tendência
Por que os programas de recompensas viraram peça-chave no varejo supermercadista?
Em um ambiente cada vez mais competitivo, marcado pela pressão sobre margens e pelo aumento dos custos de mídia, o varejo supermercadista busca modelos mais eficientes para impulsionar vendas, fortalecer a fidelização e ampliar o valor do relacionamento com o consumidor final. Eficiência no direcionamento, mensuração clara de resultados e retorno sobre o investimento tornaram-se pilares centrais das decisões estratégicas no B2B supermercadista. Nesse contexto, os programas de recompensas e fidelidade deixam de ser apenas ferramentas promocionais e passam a ocupar um papel estratégico dentro do ecossistema supermercadista. Um levantamento recente da Fetch em parceria com o studioID, do Marketing Dive, mostra que 97% das empresas de varejo já adotam algum tipo de programa de recompensas. Ainda assim, a pesquisa indica que grande parte dessas iniciativas não explora plenamente seu potencial de geração de valor. A maioria dos programas ainda opera com mecânicas tradicionais, como pontos convertidos em dinheiro (66%) e descontos pontuais ou incentivos únicos (58%). Para o varejo supermercadista, esse modelo limita a capacidade de transformar dados de compra em inteligência comercial, relacionamento de longo prazo e diferenciação competitiva no ponto de venda. A evolução desse cenário passa por tratar as recompensas como uma estratégia de funil completo, capaz de atuar desde a atração até a retenção do consumidor, beneficiando tanto o varejo quanto a indústria fornecedora. Redes e marcas que utilizam dados reais de compra para estruturar campanhas personalizadas já observam ganhos mais consistentes em engajamento, recorrência e eficiência promocional. “Quando as recompensas são bem feitas, elas são muito mais do que um incentivo — são uma forma mensurável e escalável de adquirir, reter e criar consumidores para a vida toda de maneira mais eficaz do que os anúncios digitais tradicionais”, afirma Robin Wheeler, chief revenue officer da Fetch. “Programas movidos apenas por descontos ou cupons podem gerar resultados de curto prazo, mas esforços isolados perdem a grande oportunidade de usar recompensas para criar consumidores fiéis à marca”, completa o executivo. Dados, personalização e eficiência no centro da estratégia Para o varejo supermercadista, as plataformas de recompensas — especialmente os aplicativos dedicados — ganham relevância por oferecerem escala, personalização e métricas mais precisas, além de maior aderência às exigências de privacidade de dados. Esses atributos são cada vez mais valorizados em negociações B2B com a indústria, que busca transparência e previsibilidade nos investimentos promocionais. O estudo aponta que, apesar da ampla utilização de mídia digital, 47% dos executivos entrevistados afirmam apenas concordar parcialmente que suas empresas conseguem medir e compreender de forma eficiente o impacto dos investimentos em publicidade. “Medir e compreender de fato o impacto dos investimentos em mídia sempre foi um desafio para os profissionais de marketing — e, no cenário atual, com maior pressão macroeconômica, esse escrutínio sobre os gastos e seus retornos é ainda maior. Nunca foi tão alto o risco de usar mal os recursos destinados à publicidade”, destaca Wheeler. Nesse cenário, o uso de dados de compra para direcionamento preciso de recompensas se consolida como uma vantagem competitiva para o varejo supermercadista, ao permitir ações mais assertivas, redução de desperdícios promocionais e maior alinhamento com a indústria. Do dado à decisão no ponto de venda A migração do uso exclusivo de dados de terceiros para estratégias baseadas em dados próprios (first-party) e dados fornecidos voluntariamente pelos consumidores (zero-party) também impacta diretamente o varejo supermercadista. Programas de recompensas criam um ambiente de troca de valor, no qual o consumidor compartilha informações em troca de benefícios relevantes. “Personalização é crítica para engajamento e retenção. E, para personalizar corretamente, é preciso ter bons dados. A beleza de um programa de recompensas bem estruturado está na troca contínua de valor: o consumidor recebe algo relevante em troca do que compra, com base nas informações que ele mesmo compartilha”, reforça Wheeler. Apesar disso, apenas 45% das empresas afirmam que seus programas de recompensas oferecem recomendações de produtos aos consumidores, o que representa uma oportunidade direta para o varejo supermercadista ampliar vendas cruzadas, aumentar o ticket médio e apoiar estratégias de trade marketing com a indústria. Pressão sobre a mídia tradicional acelera mudanças O estudo também evidencia o desgaste do modelo fortemente dependente de mídia paga em redes sociais e buscadores. Entre os principais desafios citados pelas empresas para 2025 estão o aumento dos custos de publicidade (38%), a instabilidade das plataformas sociais (36%), a dificuldade de atender às expectativas de personalização (35%) e a desvalorização dos cookies (29%). Segundo Wheeler, a perda de sinais de dados está no centro dessas dificuldades. “Você precisa de sinais para gerar recomendações personalizadas, e a desvalorização dos cookies afeta diretamente essa capacidade. Isso torna ainda mais importante a aquisição, gestão e uso transparente dos dados do consumidor”, afirma. Recompensas como alavanca de crescimento sustentável Para o varejo supermercadista, a adoção de uma nova geração de programas de recompensas, baseada em dados de compra em nível de item e campanhas altamente personalizadas, surge como uma resposta direta aos desafios atuais do mercado. Parcerias com plataformas como a Fetch — que capturam mais de 11 milhões de transações por dia — permitem reduzir a dependência de mídia tradicional e aumentar a eficiência das ações promocionais. “Não existe melhor indicador de uma compra futura do que uma compra passada. Temos dados em nível de item, o que nos permite entender não apenas o que foi comprado, mas detalhes como sabor, tamanho da embalagem e outras preferências”, destaca Wheeler. Esse nível de detalhamento fortalece a tomada de decisão no varejo supermercadista, melhora a negociação com a indústria e amplia a capacidade de oferecer experiências mais relevantes ao consumidor. “Quando você torna a experiência simples, transparente e vantajosa, os consumidores continuam voltando. Isso ajuda as marcas a entender exatamente o retorno de cada dólar investido e a construir relações duradouras”, conclui Wheeler. Em um momento de maior racionalização dos investimentos em marketing, os programas de recompensas deixam de ser apenas ações táticas e se consolidam como uma ferramenta estratégica para fidelização, eficiência comercial e crescimento sustentável no varejo supermercadista B2B.
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