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Indústria em cena
M. Dias Branco anuncia nova gerente executiva de Mídias e Digital
A M. Dias Branco acaba de anunciar Bianca Kesselring como nova Gerente Executiva de Mídias e Digital da Companhia. A executiva chega para fortalecer a atuação estratégica de mídia com ênfase em canais digitais, ampliando a eficiência de meios para todo seu portfólio. Bianca é formada em Publicidade e Propaganda e possui mais de vinte anos de experiência em mídia, construída em renomadas agências de publicidade. Ao longo de sua trajetória, liderou projetos de alto impacto com foco no resultado de negócios para empresas globais como McDonald’s, Unilever, Itaú, Vivo e BMW. Nos últimos seis anos, esteve à frente da área de Comunicação e Mídia da Ypê, conduzindo iniciativas estratégicas que abrangeram 100% do portfólio da marca. "A profissional também acumula reconhecimentos relevantes do setor, como os prêmios Globo – Profissionais do Ano, Clio Awards e Effie Awards Brasil, que reforçam sua contribuição para a excelência estratégica de mídia e comunicação. A contratação de Bianca está alinhada ao compromisso da M. Dias Branco com a inovação e a transformação digital, além de evidenciar a valorização de talentos que fortalecem a relação com os consumidores e a competitividade das marcas no mercado", diz a M. Dias Branco em comunicado.
21/01/2026
Associados em foco
Rede de Supermercados Guanabara lança Guanababy com mais de 400 ofertas
A rede de Supermercados Guanabara inicia, nesta quinta-feira (22/01), a primeira edição de 2026 da Semana Guanababy, uma das principais ações comerciais do calendário da companhia voltada à categoria infantil. Tradicional no varejo supermercadista, a campanha envolve mais de 150 fornecedores e cerca de 60 marcas, consolidando-se como uma operação de grande escala entre indústria, compras, logística e lojas. Ao todo, são mais de 400 itens com ofertas rotativas ao longo do período. Para sustentar a demanda, o Guanabara estruturou um plano robusto de abastecimento, com reforço expressivo de estoque. Entre os volumes movimentados estão 15 milhões de pacotes de fraldas descartáveis, 13 milhões de lenços umedecidos, 500 mil cremes para assadura, 20 mil colônias, além de 1,3 milhão de sabonetes líquidos e 1,7 milhão de frascos de xampu. A campanha será executada simultaneamente nas 28 lojas da rede, com um modelo operacional que prevê reposição diária, distribuição estratégica dos produtos pelo ponto de venda e sinalização temática. As ofertas rotativas permitem maior giro de sortimento, ampliam a exposição das marcas participantes e contribuem para o equilíbrio de estoque ao longo da ação. Segundo Marcelo Ramos, comprador da rede, a Semana Guanababy é resultado de um planejamento antecipado e de uma construção conjunta com a indústria. “Trata-se de uma campanha que exige alinhamento entre fornecedores, compras e operação. É uma das ações mais demandadas pelos clientes e, ao mesmo tempo, uma oportunidade para as marcas ampliarem visibilidade, volume e participação na categoria, sempre com foco em qualidade e competitividade”, afirma. A estratégia de comunicação integra encartes digitais, redes sociais, mídia televisiva e ativação no ponto de venda, reforçando o alcance da campanha e potencializando o fluxo nas lojas. Todas as unidades operam com um modelo especial de reposição, garantindo nível de serviço e disponibilidade dos produtos ao longo de todo o período promocional.
21/01/2026
Comportamento & tendência
Como os supermercados podem atrair consumidores que utilizam medicamentos GLP-1
O avanço do uso de medicamentos da classe GLP-1, especialmente associados à perda de peso, deve provocar mudanças relevantes nos hábitos de compra e consumo e já começa a redesenhar oportunidades para o varejo supermercadista. É o que revela uma nova pesquisa da Circana, apresentada recentemente em webinar pela empresa. De acordo com o estudo, os consumidores que utilizam GLP-1 alteram significativamente seus hábitos alimentares e de compra nos primeiros três meses de uso do medicamento. Esse comportamento inicial difere de forma expressiva do padrão observado nos meses seguintes. Pessoas que utilizam GLP-1 especificamente para emagrecimento gastam menos com alimentos e bebidas do que aquelas que fazem uso da medicação por outros motivos, como o tratamento do diabetes, explica o consultor da Circana, DJ Joyner. Apesar da redução geral nos gastos com alimentos, o cenário traz sinais positivos para os supermercados. Segundo a pesquisa, durante o primeiro ano de uso do medicamento, os consumidores de GLP-1 aumentaram os gastos com alimentação comprada em supermercados e reduziram o consumo em redes de fast-food e lojas de conveniência. O crescimento do uso desses medicamentos é expressivo. Uma pesquisa realizada na primavera passada pela KFF — citada pela Circana — mostrou que 12% dos adultos afirmaram já ter utilizado um medicamento GLP-1. Atualmente, esse grupo representa quase 8% das unidades de alimentos e bebidas vendidas, percentual que pode chegar a cerca de 13% até 2034, caso as tendências se mantenham. “A disponibilidade, a acessibilidade e o preço acessível dos GLP-1 estão aumentando”, afirma Sally Lyons Wyatt, vice-presidente executiva global e principal consultora da Circana. GLP-1 e a relação entre alimentação e saúde Segundo a Circana, o crescimento do uso de GLP-1 também reflete um movimento mais amplo dos consumidores em conectar suas escolhas alimentares aos objetivos de saúde. “Os varejistas e as marcas realmente precisam considerar o GLP-1 como um indicador importante desse fenômeno cultural mais amplo e buscar maneiras de inovar e alcançar essa crescente população de consumidores que buscam benefícios para a saúde nos produtos que compram”, diz Joyner. Perda de peso é fator decisivo Uma pesquisa da Circana realizada em setembro mostrou que 56% dos usuários de GLP-1 não eram diabéticos, indicando que a perda de peso é um dos principais motivadores do uso desses medicamentos. Embora os GLP-1 possam ser utilizados para diferentes finalidades — como controle da glicemia, tratamento de doenças cardíacas ou emagrecimento —, os consumidores que fazem uso com foco na perda de peso apresentam comportamento distinto. Segundo a Circana, esse grupo gasta menos em lojas de produtos de consumo do que outros consumidores em dieta. “Os medicamentos para perda de peso serão um dos principais temas de interesse do consumidor que acompanharemos em 2025”, afirma Joyner. Além disso, usuários de GLP-1 voltados ao emagrecimento tendem a ser millennials, vivem com mais frequência em famílias maiores com filhos, residem em áreas urbanas e se concentram tanto nas faixas de renda mais altas quanto nas mais baixas. Eles também esperam utilizar o medicamento por um período mais curto. “Qualquer empresa voltada para o consumidor que esteja ajustando suas estratégias de produto e marketing em resposta ao aumento nas taxas de uso que estamos observando para esses medicamentos também deve levar em consideração que uma base de usuários maior significa que veremos um número crescente de consumidores que também estão interrompendo o uso desses medicamentos ao longo do tempo”, diz Joyner. Impactos diretos nas compras de supermercado A pesquisa aponta que os consumidores de GLP-1 aumentam os gastos com alimentos recomendados por profissionais de saúde e com produtos que ajudam a aliviar os efeitos colaterais da medicação. Em contrapartida, reduzem o consumo de itens que costumam ser desaconselhados durante o uso do GLP-1, como alimentos muito picantes, proteínas gordurosas, bebidas açucaradas, snacks de carne seca e álcool. Nos primeiros três meses de uso, os gastos com alimentação — tanto dentro quanto fora de casa — diminuem, mas tendem a retornar aos níveis anteriores após esse período, podendo inclusive crescer nos meses seguintes. Nesse estágio inicial, categorias como congelados e bebidas registram retração, enquanto frios e produtos frescos apresentam aumento nas compras. “Os benefícios do GLP-1 para frutas, verduras e frios no varejo são significativos”, afirma Lyons Wyatt. “Portanto, esses departamentos apresentam um aumento nas compras — não apenas nos primeiros meses, mas durante todo o primeiro ano.” Refeições prontas com alto teor de proteína e lanches com porções controladas também aparecem como categorias bem posicionadas para atender às necessidades desse público. Efeitos colaterais criam novas oportunidades A maioria dos usuários de GLP-1 relata efeitos colaterais, que podem incluir dores abdominais, constipação, diarreia, náuseas ou pancreatite, dependendo do medicamento. “Além de pensar em como os medicamentos GLP-1 podem impactar diretamente a demanda a longo prazo por certas categorias de alimentos e bebidas, também existe uma grande oportunidade para os profissionais de marketing inovarem nas mensagens e ofertas de produtos para atingir os consumidores que podem estar sofrendo com alguns desses efeitos colaterais negativos”, ressalta Joyner. Segundo a Circana, produtos como gomas de mascar para mau hálito e chás voltados ao conforto digestivo já apresentam aumento nos gastos desse público. Mudança nos canais de compra O uso de GLP-1 também influencia onde os consumidores fazem suas compras. Um ano após o início do tratamento, há aumento de gastos em atacarejos, supermercados de baixo custo, farmácias e canais exclusivos de e-commerce, enquanto supermercados tradicionais, grandes varejistas generalistas e lojas de conveniência registram retração. “As famílias que utilizavam GLP-1 tendiam a gastar mais do que a média na maioria dos canais de venda antes de começarem a usar esses medicamentos, e continuam a ter um índice de gastos superior ao dos não usuários nesses canais, considerando cada família individualmente”, destaca Joyner. Estratégias para atrair esse público Para a Circana, varejistas e empresas de bens de consumo precisam desenvolver estratégias específicas para atender aos usuários de GLP-1, considerando tanto o tipo de medicamento quanto o motivo do uso. A empresa recomenda que marcas e supermercados ofereçam produtos alinhados ao controle de peso, com foco em nutrição, porções menores e alívio de efeitos colaterais, criando novas oportunidades de merchandising e receitas publicitárias. Também sugere maior integração entre os setores de alimentos, bebidas, beleza, bem-estar e farmacêutico. “Mensagens e segmentação personalizadas são cruciais porque cada pessoa é diferente, considerando estilo de vida, trajetória de vida, fase da vida, doença, estado de saúde e objetivos gerais”, frisa Lyons Wyatt.
19/01/2026
Atualidades
Mais de 90% dos consumidores do varejo supermercadista já compram de forma omnichannel
Mais de 90% dos consumidores compram produtos do varejo supermercadista tanto em lojas físicas quanto em canais digitais — como aplicativos e sites dos varejistas, redes sociais ou marketplaces de terceiros. O dado faz parte de um novo relatório divulgado pela (The Food Industry Association) FMI em parceria com a NielsenIQ. De acordo com o estudo, a maior parte dos lares dos Estados Unidos já adota algum tipo de jornada de compra omnichannel, o que posiciona o varejo supermercadista como a maior oportunidade de crescimento dentro do e-commerce. A projeção é que as vendas online do setor alcancem US$ 388 bilhões até 2027, ante os US$ 276 bilhões registrados em 2024. Para capturar esse potencial, o relatório aponta que os varejistas precisam avançar principalmente na qualidade de seus aplicativos, na fluidez entre canais e em estratégias digitais mais integradas. Segundo a análise, a maioria dos consumidores norte-americanos já pode ser considerada “digitalmente engajada”, ou seja, interage com as marcas do varejo supermercadista por meio de múltiplos pontos de contato, tanto físicos quanto digitais. Esse cenário aumenta a urgência por estratégias capazes de atender consumidores cada vez mais conectados e exigentes. “O engajamento digital deixou de ser uma estratégia complementar e passou a ser essencial para o crescimento”, afirmou Kim Cox, managing director de Omnicommerce da NielsenIQ, em comunicado. Embora os produtos do varejo supermercadista representem atualmente apenas 10% das vendas online — percentual inferior ao de categorias como cuidados infantis (47%) e saúde e beleza (45%) —, o crescimento é acelerado. O canal avançou 18% em um período de 52 semanas encerrado no fim de setembro, indicando uma aceitação cada vez maior das compras online, especialmente de itens de conveniência. Ainda assim, o relatório alerta para uma desaceleração do ritmo de crescimento nos próximos anos. Após registrar alta de 14,2% no último ano, a expectativa é que o crescimento das vendas online diminua gradualmente, chegando a 11,2% em 2027, o que pode tornar investimentos digitais mais robustos um desafio para os varejistas. Com as capacidades digitais influenciando tanto as vendas online quanto as realizadas em loja física, manter aplicativos eficientes e relevantes tornou-se fundamental. O estudo aponta que 41% dos consumidores consideram a qualidade do aplicativo um fator decisivo na escolha de sua loja principal. Entre os recursos considerados essenciais estão acesso fácil a cupons digitais e listas de compras, ofertas personalizadas, atualizações em tempo real de preços e promoções, programas de fidelidade e histórico de compras. Aplicativos de alta qualidade também se mostram especialmente relevantes para conquistar a lealdade de consumidores mais jovens, como a Geração Z. Além dos canais próprios, o relatório destaca a importância da chamada fluidez entre canais — a capacidade de o consumidor transitar entre diferentes plataformas de compra sem fricção. Segundo dados do NIQ Outlook 2024 citados no estudo, 55% dos entrevistados afirmaram realizar compras diretas de itens do varejo supermercadista e produtos para o lar por meio de redes sociais e plataformas de live streaming.
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