Skip to Main Content
Join in
PT
EN
ES
A+
A-
Sobre Nós
Institucional
Our History
Board of Directors
ASSERJ Social
Keeping an eye on the garbage
Super Pet
News
Super Business Magazine
ASSERJ School
Serviços
Benefits
Orientation Visit
Soluções
Super Business Seminar
ASSERJ Experience
SRE Super Rio Expofood
Conecta Varejo
Join us
Contato
Contact us
SAA - Member Service
Work with us
Assessoria de Imprensa
ASSERJ
News
News
Keep up to date with the latest news from the supermarket sector
Search Bar
Date
All
Associados em foco
Atualidades
Comportamento & tendência
Conecta
Economia
Indústria em cena
Por dentro da asserj
Indústria em cena
Verde Campo lança Iogurte Natural Whey com 21g de proteínas e fibras
A Verde Campo acaba de divulgar a chegada uma edição limitada do Iogurte Natural Whey com 21g de proteínas. O lançamento traz ainda 2,5g de fibras, vitaminas A, B3, B12 e D e chega ao mercado nos sabores açaí e maracujá. A escolha dos sabores está diretamente ligada ao período de verão e ao perfil de consumo associado à estação, priorizando frescor, leveza e alta aceitação sensorial. Com a edição limitada, a marca reforça o posicionamento da linha Natural Whey ao incorporar novos atributos funcionais a uma base já reconhecida pelo elevado teor proteico. O movimento acompanha tendências globais de consumo. Estudos recentes indicam que a saúde intestinal vem se consolidando como um dos principais pilares do mercado de alimentos funcionais, influenciando decisões relacionadas ao bem-estar e às prioridades de saúde. De acordo com a Innova Market Insights, 59% dos consumidores globais afirmam que a saúde intestinal é “muito importante para o bom funcionamento de todo o corpo”, enquanto quase 60% relatam estar “ativamente incorporando mais proteína em suas dietas”. “O desenvolvimento dessa edição limitada partiu da observação de um comportamento claro do consumidor brasileiro, que busca alimentos saborosos que tragam saciedade associada ao bem-estar com uma composição nutricionalmente adequada às necessidades do dia a dia”, explica Maria Alice Oliveira, engenheira de alimentos da Verde Campo. “A combinação de proteínas de alto valor biológico com fibras e vitaminas foi desenvolvida pensando em um perfil de produto nutricionalmente mais completo. Além disso, por ser zero lactose, o iogurte também pode ser consumido por pessoas com intolerância à lactose”, completa. Esses dados reforçam a relevância de ingredientes como fibras, probióticos, prebióticos e proteínas, apontados como alguns dos principais fatores de influência nas decisões de compra no mercado global de alimentos e bebidas em 2026. A preferência crescente é por produtos que aliem digestão, saciedade e bem-estar de forma integrada. Para Lorena Andrade, gerente de marketing da Verde Campo, o lançamento está alinhado a um movimento global de valorização do wellness, que vai além da nutrição básica. “O consumidor busca alimentos que entreguem benefícios reais, sem abrir mão do sabor e da praticidade, e é nesse equilíbrio que a marca vem concentrando seus esforços de inovação.” A edição limitada do Iogurte Natural Whey é zero lactose, zero adição de açúcares, adoçada com stévia e elaborada com polpa de frutas. O produto já está disponível no mercado e deve ter sua distribuição ampliada para pontos de venda em todo o país nos próximos meses.
19/01/2026
Associados em foco
Supermercados Mundial entrega loja mais espaçosa e com mix ampliado na Rua Santo Afonso
A rede de Supermercados Mundial reinaugurou, nesta sexta-feira, 16 de janeiro, a loja localizada na Rua Santo Afonso, na Tijuca, após a conclusão de uma ampla modernização realizada ao longo de 2025. As intervenções foram feitas sem interrupção do atendimento ao público e marcam uma nova fase da unidade, agora mais espaçosa, moderna e funcional, alinhada ao perfil dos moradores da região. A reforma contemplou uma reestruturação completa do setor de perecíveis, com a instalação de novos equipamentos, reorganização do layout e ampliação significativa do mix de produtos. Houve crescimento expressivo nas categorias de laticínios, frios, queijos, margarinas e congelados, além de melhorias no fluxo de circulação, tornando a experiência de compra mais confortável e intuitiva. Logo na abertura, os clientes foram recebidos com café da manhã, além de ativações, degustações e ofertas especiais distribuídas por diversos setores da loja. “Essa reinauguração representa um novo momento para a loja da Rua Santo Afonso. Continuamos fazendo parte da rotina da Tijuca, agora com uma estrutura mais moderna, organizada e preparada para atender melhor nossos clientes”, destaca Almir Souza, gerente geral do Mundial Santo Afonso. Segundo ele, a modernização permitiu uma expansão relevante do sortimento. “Antes da reforma, trabalhávamos com um mix em torno de 10 mil produtos entre perecíveis e mercearia. Com a ampliação da área de perecíveis, conseguimos acrescentar cerca de 1.500 novos SKUs, principalmente em função de novos sabores e variedades”, afirma. A padaria também passou por ampliação e melhorias estruturais, o que possibilitou ganhos em qualidade, agilidade e diversidade da produção própria. “Houve uma modificação importante no setor de salgados e uma ampliação da padaria, que nos permitiu oferecer um mix mais completo, mais variedade na produção e até mesmo ampliar o número de fornecedores”, destaca Souza. Com as mudanças, a expectativa da operação é de crescimento nas vendas. “Esperamos um aumento entre 10% e 15% no volume de vendas com essa reforma, justamente por conta da ampliação do mix e da melhoria na experiência do cliente”, explica o gerente geral. A loja conta com 2.532 metros quadrados de área de venda, 30 check-outs — que foram mantidos, mas agora com maior espaçamento entre eles — e uma equipe de 492 colaboradores, incluindo funcionários próprios, jovens aprendizes e equipes terceirizadas. “O número de check-outs permaneceu o mesmo, mas conseguimos ampliar o espaço entre eles, o que gera mais conforto para o cliente”, ressalta Souza. Outro diferencial da unidade é a estrutura de estacionamento, com 182 vagas distribuídas em dois andares, oferecendo mais comodidade aos clientes da região. A ASSERJ deseja sucesso e ótimas vendas à "nova" loja do Mundial na Santo Afonso, Tijuca!
16/01/2026
Comportamento & tendência
Consumo mais cauteloso redefine estratégias do varejo supermercadista para 2026, aponta NIQ
A volatilidade econômica deixou de ser conjuntural e passou a influenciar estruturalmente as decisões de compra dos consumidores — com impactos diretos sobre as estratégias do varejo supermercadista e de seus fornecedores. Essa é a principal leitura do Consumer Outlook: Guide to 2026, relatório global da NIQ que combina dados de comportamento e de compra para apoiar decisões estratégicas no ambiente B2B. De acordo com o estudo, o consumo evoluiu de um padrão cauteloso para um modelo intencional, no qual cada item precisa justificar seu espaço na cesta. Para o varejo supermercadista, esse movimento exige maior precisão em sortimento, preço, comunicação e uso de dados ao longo de toda a cadeia. “A cautela pode ser o novo normal, mas ela não significa retração automática. Para o varejo supermercadista, trata-se de entender como transformar esse comportamento em decisões mais inteligentes de portfólio, experiência e execução”, afirma Marta Cyhan-Bowles, diretora de Comunicações e chefe do COE de Marketing Global da NIQ. Confiança do consumidor exige leitura estratégica dos dados Um dos principais alertas do relatório é o descompasso entre percepção e realidade financeira. Os consumidores se sentem mais preparados para lidar com a volatilidade, mas continuam pressionados por inflação, custos de crédito e despesas essenciais. Para supermercadistas e indústrias, isso reforça a importância de planejamento orientado por dados, com decisões que considerem elasticidade de preço, comportamento por missão de compra e regionalização do consumo. “Os compradores se adaptaram à instabilidade, mas isso não reduziu a pressão sobre o orçamento. A volatilidade se tornou uma condição permanente, e os líderes do varejo precisam planejar seus negócios a partir dessa premissa”, destaca Marta. Cada item precisa provar seu valor na gôndola O relatório aponta que os gastos passaram a ser altamente seletivos. No ambiente do varejo supermercadista, isso se traduz em maior disputa por espaço na gôndola e na cesta do consumidor. Marcas e varejistas que oferecem conveniência, personalização e confiança tendem a capturar maior share. Nesse cenário, o estudo indica que estratégias baseadas exclusivamente em reajustes de preço perderam eficácia. “O consumidor está esgotado de aumentos. O crescimento passa por sortimentos mais assertivos, inovação relevante e marcas próprias bem posicionadas, capazes de ampliar o valor percebido sem pressionar o orçamento”, explica a executiva da NIQ. Marcas próprias ganham protagonismo estratégico O avanço das marcas próprias é outro ponto central do Consumer Outlook. Longe de serem apenas uma alternativa econômica, elas se consolidam como ferramenta de fidelização, margem e diferenciação competitiva no varejo supermercadista. Esse movimento também pressiona marcas nacionais a revisarem suas propostas de valor, inovação e comunicação para permanecerem relevantes na cesta do shopper. Varejistas como plataformas de mídia e dados O relatório destaca ainda a ascensão das redes de mídia de varejo (RMNs) como um novo pilar estratégico B2B. Ao integrar dados de compra, publicidade e jornada omnichannel, o varejo supermercadista assume um papel central na conexão entre marcas e consumidores. “As RMNs estão remodelando a forma como fabricantes e varejistas colaboram. Para o consumidor, os benefícios são claros; para o ecossistema B2B, trata-se de repensar escala, monetização e parceria baseada em dados”, afirma Marta Cyhan-Bowles. Inovação orientada por custo e eficiência A volatilidade das commodities vem impulsionando a inovação focada em eficiência e acessibilidade. Reformulações, alternativas de ingredientes e ajustes de portfólio surgem como respostas estratégicas para preservar margem, competitividade e confiança do consumidor. Para o varejo supermercadista, o desafio é equilibrar custo, disponibilidade e valor percebido — mantendo a operação resiliente em um ambiente de pressão constante. Comércio ininterrupto eleva o padrão operacional Por fim, o Consumer Outlook: Guide to 2026 aponta a convergência entre comércio social, quick commerce e RMNs, criando um ecossistema de comércio ininterrupto, que exige execução integrada entre indústria, varejo e tecnologia. “Os consumidores esperam experiências de compra contínuas, personalizadas e sem fricção. Para o varejo supermercadista e seus parceiros, isso eleva o nível de exigência operacional e estratégica”, conclui Marta. O relatório reforça que, em um cenário de cautela estrutural, o crescimento no varejo supermercadista será resultado direto de decisões mais precisas, colaboração B2B e uso inteligente de dados — fatores que definirão os vencedores de 2026 e além.
16/01/2026
Conecta
Como os supermercados podem se manter competitivos junto aos consumidores nas compras online?
As compras online de supermercados deixaram de ser uma alternativa pontual e se consolidaram como um canal definitivo na jornada de consumo. De acordo com um relatório divulgado pelo The Feedback Group, 79% dos consumidores que compram alimentos pela internet pretendem manter ou ampliar o uso desse canal ao longo do próximo ano. O estudo revela que os supermercados tradicionais lideram os índices de satisfação do consumidor, superando canais como Amazon, grandes varejistas de massa e lojas de desconto. Ainda assim, o levantamento aponta que há oportunidades claras de evolução, especialmente no que diz respeito à transparência e à conexão com públicos mais jovens. “Como canal, os investimentos dos supermercados em capacidades de e-commerce claramente trouxeram resultados, mas ainda há espaço para melhorias”, afirmou Brian Numainville, principal do The Feedback Group. Segundo a pesquisa, 48% dos consumidores entrevistados afirmaram estar destinando uma parcela maior do orçamento de compras para o ambiente online em 2025, em comparação com o ano anterior. Há também uma leve preferência pelo modelo de entrega em relação à retirada na loja. Outro dado relevante indica que 90% dos consumidores que compram online também realizam compras nas lojas físicas, percentual idêntico ao identificado em estudo recente da FMI em parceria com a NielsenIQ. Apesar do desempenho positivo dos supermercados no ambiente digital, o relatório destaca diferenças significativas de satisfação entre gerações. Os baby boomers atribuíram as notas mais altas para a experiência de compra online, enquanto consumidores da Geração X, millennials e da Geração Z demonstraram níveis mais baixos de satisfação. Para o The Feedback Group, essa diferença indica que os consumidores mais jovens possuem expectativas mais elevadas em relação aos serviços digitais oferecidos pelos supermercados. Para reduzir essa lacuna geracional e atender melhor millennials e a Geração Z, o relatório recomenda que os varejistas invistam em maior personalização e melhor usabilidade das plataformas online. “Os supermercados continuam liderando a satisfação nas compras online, demonstrando forte execução em conveniência, cumprimento de pedidos e qualidade de serviço”, destacou Numainville. Por outro lado, o estudo aponta desafios relevantes que impactam diretamente a confiança do consumidor. Aspectos como transparência na disponibilidade de produtos, clareza nas substituições e avaliação da qualidade dos produtos frescos receberam notas mais baixas. “Quando itens essenciais estão em falta ou a qualidade dos produtos frescos não atende às expectativas do consumidor, a confiança é abalada”, afirmou Doug Madenberg, chief listening officer do The Feedback Group. “Os varejistas precisam aprimorar a precisão do estoque e o controle de qualidade, especialmente nas categorias de produtos frescos, para oferecer uma experiência mais confiável e satisfatória.” O desafio se torna ainda mais crítico quando se considera que os produtos hortifrúti lideram entre as categorias de alimentos frescos mais compradas online, mas também apresentam o menor nível de confiança dos consumidores em relação à qualidade. Em contrapartida, a transparência de preços não surge como um ponto de atrito relevante. Cerca de 70% dos consumidores que compram no mesmo varejista tanto na loja física quanto no ambiente online afirmaram que os preços praticados são equivalentes nos dois canais. O relatório do The Feedback Group ouviu 1.230 consumidores norte-americanos que realizam compras online de supermercados, reforçando que, embora o canal digital esteja consolidado, a experiência precisa evoluir continuamente para acompanhar as expectativas de um consumidor cada vez mais exigente e conectado.
15/01/2026
1
...
3
4
5
...
782
4 Entries
4
Entries per Page
8
Entries per Page
20
Entries per Page
40
Entries per Page
60
Entries per Page
Showing 13 to 16 of 3,125 entries.
Page
1
Page
2
Page
3
Page
4
Page
5
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
6
Page
7
Page
8
Page
9
Page
10
Page
11
Page
12
Page
13
Page
14
Page
15
Page
16
Page
17
Page
18
Page
19
Page
20
Page
21
Page
22
Page
23
Page
24
Page
25
Page
782
Newsletter ASSERJ
Receba as principais notícias do setor supermercadista e informações exclusivas para associados.
Warning:
You do not have the permission to access the upload fields on this form. Contact the form owner or portal administrator to request the access.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Hidden