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Indústria em cena
Vendas no varejo alcançam 2º mês de estabilidade
Setor de varejo brasileiro comemora momento de estabilidade nas vendas e projeta crescimento para 2024 A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor varejista brasileiro comemorou nesta semana a divulgação de números estáveis nas vendas dos últimos meses de 2023. Pelo segundo mês consecutivo, o indicador seguiu em equilíbrio comparado ao mês anterior, outubro, onde houve queda de -0,3%. Segundo o IBGE, o acumulando do ano chegou em 1,7% sobre 1,5% no mesmo período do ano anterior. “O comércio tem trajetória de crescimento em 2023, mas sem avanços significativos mês a mês. O setor apresentou volatilidade muito baixa, com resultados muito próximos de zero", afirmou o gerente da pesquisa do IBGE, Cristiano Santos, durante a divulgação do relatório. O relatório apresentou que das oito atividades pesquisadas, seis tiveram resultados positivos em novembro. Em geral, os principais impactos viera da venda de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (18,6%), móveis e eletrodomésticos (4,5%) e tecidos, vestuário e calçados (3%). O IBGE aponta que um dos grandes fatores desse resultado foi o sucesso da Black Friday, uma movimentação típica da última sexta-feira de novembro, conhecida por vender produtos abaixo do preço médio. Hipermercados tiveram influência Segundo o relatório do IBGE, metade do volume encontrado no indicado foi ocasionado pelas vendas em super e hipermercados, com um resultado positivo de 3,5% e um fluxo interessante para essa resolução. "Com o aumento no rendimento real e na ocupação, algumas pessoas podem estar direcionando seu dinheiro para o pagamento de dívidas e evitando o consumo”, completou Cristiano.
22/01/2024
Projeto de lei obriga embalagem informar sobre mudança na quantidade de produto
Mudança na regra prevê atender o direito da informação adequada presente no Código de Defesa do Consumidor O novo projeto de lei que corre no Senado Federal pretende punir as empresas que mudam a quantidade de produto em embalagens no mercado e escolhem não comunicar os consumidores. Segundo a PL 6.122/2023, os dados do produtor precisarão constar nas embalagens por um prazo mínimo de 2 anos após as alterações. O projeto precisar ganhar a sanção presidencial, e se entrar em vigor vai contemplar todos os produtos que apresentem redução do quantitativo ou peso superior a 10%. Atualmente, o Procon utiliza a portaria 392/2021, que estabelece a obrigatoriedade da informação sobre a mudança do produto de no mínimo 6 meses. De acordo com a autora do projeto, Senadora Dorinha (União-TO), a mudança nessa nova regra pretende “buscar oferecer maior transparência e equilíbrio na relação entre fornecedor e consumidor, prevendo que a comunicação sobre eventuais alterações seja feita de forma clara”, afirmou. A senadora reconhece o direito comercial dos fornecedores, mas entende que a legislação atual não respeita o direito básico do consumidor de ter acesso à informação adequada. A intenção do projeto é diminuir qualquer chance de a embalagem passar uma 'informação enganosa' sobre o produto dentro da conformidade da lei. “O consumidor acostumado a adquirir determinado produto ao longo do tempo pode deixar de observar as alterações na quantidade ou peso, caso a mudança não seja sinalizada. Assim, a fim de manter o preço nominal do produto por embalagem, o fornecedor recorre ao artifício de diminuir o peso ou a quantidade líquida, muitas vezes mantendo inalterada a embalagem, justamente para que a mudança passe despercebida”, defendeu a senadora Dorinha.
22/01/2024
‘Praia’ dentro da loja faz sucesso na Casa do Arroz
Em parceria com a Kibon, a ação de trade marketing engaja clientes nas redes sociais A campanha de verão da Casa do Arroz Supermercados está fazendo o maior sucesso! Um cenário instagramável de uma praia paradisíaca com o icônico carrinho de sorvetes da Kibon é a atração nas lojas de Valença e Barra do Piraí. O grande painel atrai muitos clientes, que tiram fotos e publicam nas redes sociais espontaneamente. A solução criativa está trazendo muita visibilidade para a rede e já contabiliza centenas de fotos postadas, tanto por crianças quanto por adultos. A ideia foi trazer algo bem atual e que se conectasse com todos os públicos. A cada 15 dias, o painel fica instalado na filial de Barra do Piraí, onde circulam três mil pessoas, em média, e depois, em Valença, que registra a passagem de cerca de cinco mil pessoas.
22/01/2024
Nota 10; Cerveja deve ser a bebida mais consumida do carnaval carioca
Apesar de investimentos maciços em drinks, cerveja deve puxar vendas no carnaval carioca O resultado animador da AMBEV no final de 2023 colocou uma alta expectativa na venda de cervejas para 2024. Embora o crescimento da companhia em 4% ter sido bem acima dos 2,5% projetados anteriormente, a marca ainda precisa corresponder muitos questionamentos levantados pelos investidores nos últimos meses do ano. Segundo o 'InfoMoney', o carnaval carioca será o primeiro teste de fogo para a venda de cerveja. “Apesar de reportar números principais fortes, acreditamos que o terceiro trimestre de 2023 da Ambev pode desencadear apenas revisões leves nas expectativas para 2024-2025”, diz o time do banco Goldman Sachs, liderado por Thiago Bortoluci, em entrevista ao 'InfoMoney'. As previsões para a Ambev em 2024 passa muito pelo resultado nas tradicionais festas cariocas do inicio do ano. Segundo a avaliação da InfoMoney, as vendas no Brasil ficaram estáveis com uma leve queda de 0,1% no resultado anual. Isso foi uma reflexão direta da queda nas vendas de bebidas alcóolicas 1,1%, em especial nas vendas de cerveja e aumento disparado de 2,8% nas vendas de bebidas não alcóolicas. A queda nas cervejas era prevista para 2%, mas analistas foram surpreendidos com resultados mais 'brandos'. "Segundo a Nielsen, a estabilidade da produção apesar dos impactos no agro, podemos ter uma expectativa de melhora acentuada nas vendas de cerveja no primeiro trimestre de 2024. Muito impulsionado pelo carnaval nas principais regiões do Brasil, e em especial no Rio de Janeiro, onde teremos recorde de mega-blocos e blocos de rua e mais de 15 mil ambulantes registrados", afirma William Figueiredo, economista da Future Tank e consultor da Asserj. Heineken aumenta investimento [caption id="attachment_28788" align="alignleft" width="225"] Cerveja Heineken em prateleira de mercado[/caption] Segundo a 'Bloomberg', o Grupo Heineken apostará alto na venda de cervejas em 2024. Cerca de R$ 1,6 bilhão estão sendo investidos em expansão no Brasil, em especial das marcas Heineken e Amstel. A atitude vai de encontro com o crescimento tímido da Ambev em 2023, que deve encontrar pela frente uma concorrência muito mais forte do que em 2023. A empresa holandesa de bebidas investiu R$ 1,5 bilhão no Nordeste para aumentar a produção das cervejas Amstel, Devassa e Heineken, e cerca de R$ 80 milhões em São Paulo, para duplicar a capacidade de Heineken 0.0, linha sem sem álcool da companhia lançada em 2020. “Não posso dizer em quanto conseguimos aumentar o volume de produção, mas o que posso dizer é que agora estamos com capacidade", disse Maurício Giamellaro, CEO do Grupo Heineken Brasil, em resposta a 'Bloomberg'. Em 2023, entretanto, a marca 'verde' de cervejas teve uma queda no volume de vendas de 4,8% a nível mundial no terceiro trimestre, enquanto cresceu no Brasil. 63 milhões de hectolitros de cervejas vendidos no mundo, 22 milhões vieram das Américas. Segundo a 'Bloomberg', o Grupo Heineken teve uma queda no volume global, mas registrou alta de 2% da receita, que atingiu 9,6 bilhões de euros no trimestre. “O cenário da categoria de cerveja para o Brasil é positivo. O cenário macroeconômico tem melhorado, menos desemprego, mais crédito, menos taxa de juros. Então a categoria não cai. Ela é flat com um pouco de crescimento, puxado por algumas marcas, principalmente Heineken e Amstel, mas também algumas cervejas do nosso concorrente, com quem trocamos em volume”, completa Giamellaro.
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