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Associados em foco
Supermercado Princesa inaugura nova unidade no centro de Niterói
O Supermercado Princesa, integrante do Redeconomia, inaugurou na última quarta-feira, dia 5 de novembro, sua mais nova e moderna unidade no coração de Niterói. Localizada na Avenida Visconde do Rio Branco, 171/183, no Centro, a loja reforça o compromisso da rede com a expansão, a qualidade de atendimento e o desenvolvimento socioeconômico da região. Com a abertura, o grupo celebra também um importante impacto social: a criação de 100 novas vagas de emprego diretas, priorizando a contratação de moradores da cidade. As oportunidades contemplaram diversas áreas, como operadores de caixa, repositores, açougueiros, padeiros e cargos de liderança. “Temos um compromisso muito forte com o desenvolvimento local. Cada nova loja é também uma oportunidade de gerar emprego, capacitar pessoas e fortalecer a economia da cidade”, destaca Laerte Sampaio, presidente do Supermercado Princesa. A nova unidade ocupa um ponto comercial estratégico e traz um conceito de supermercado que combina conforto, variedade e preços competitivos. O espaço conta com seções completas de hortifrúti, padaria, açougue e uma ampla linha de produtos nacionais e importados, pensados para oferecer uma experiência de compra prática e agradável. “Queremos que o cliente encontre tudo o que precisa em um ambiente moderno e acolhedor, com o mesmo padrão de qualidade que é marca registrada do Princesa”, afirma Sampaio. Com essa inauguração, o Supermercado Princesa consolida ainda mais sua presença em Niterói e reafirma o propósito de continuar crescendo com foco em proximidade, conveniência e atendimento de excelência. “Niterói é uma cidade estratégica para a nossa operação. Estamos muito felizes em abrir as portas de mais uma unidade e seguir contribuindo para o desenvolvimento da região”, conclui o presidente. A ASSERJ parabeniza o Princesa Supermercados por mais uma inauguração e deseja boas vendas!
06/11/2025
Economia
Como a nova faixa de isenção do IRPF pode impactar o varejo supermercadista? ASSERJ explica
O Congresso Nacional avança na tramitação de projetos que prometem reaquecer o consumo ao elevar significativamente a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A principal proposta, o PL 1.087/2025, que concede isenção para quem ganha até R$ 5 mil mensais, teve a urgência aprovada pela Câmara dos Deputados e pode ser votada e sancionada ainda este ano, com vigência prevista para 2026. Em paralelo, o PL 2.692/2025, aprovado pelo Senado e em fase de sanção presidencial, isenta quem recebe até dois salários-mínimos, com validade a partir de maio de 2025. O movimento cria um cenário otimista para o varejo, com um aumento direto na renda líquida de milhões de brasileiros. Para Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ, o impacto social e econômico da medida é profundo: "Isso vai muito além de uma simples mudança de alíquota. É um reforço direto no orçamento das famílias. Estamos falando de um aumento concreto do poder de compra, que chega sem intermediários e de forma permanente. Para milhões de brasileiros, esse valor representa a diferença no final do mês para colocar um item de melhor qualidade no carrinho ou quitar uma dívida. É um alívio imediato e um poderoso estímulo para a economia como um todo, com o varejo supermercadista sendo um dos primeiros a sentir os efeitos positivos". O presidente da ASSERJ ainda ressalta que o efeito vai além do consumo imediato: "O ganho real de renda proporciona uma rara previsibilidade para o planejamento familiar. Isso não significa apenas comprar mais, mas comprar melhor. Espera-se um movimento de migração para produtos de maior valor agregado e uma redução natural da inadimplência, já que as famílias terão mais folga para honrar seus compromissos. É uma mudança estrutural no perfil de demanda". O impacto no bolso do consumidor A aprovação do projeto que eleva o limite de isenção do IRPF deve injetar bilhões na economia e aumentar o poder de compra do consumidor. A mudança mais expressiva está no PL 1.087/2025. Um trabalhador com salário bruto de R$ 5.000, por exemplo, deixará de pagar R$ 312,89 por mês, totalizando uma economia anual de R$ 3.754,68 – equivalente a um décimo quarto salário. Veja abaixo a tabela com o novo IRPF: Salário Bruto Mensal - R$ 3.500 | Economia Mensal - R$ 39,76 | Economia Anual -R$ 530,02; Salário Bruto Mensal - R$ 4.000 | Economia Mensal - R$ 114,76 | Economia Anual - R$ 1.529,77; Salário Bruto Mensal - R$ 4.500 | Economia Mensal - R$ 200,39 | Economia Anual - R$ 2.671,23; Salário Bruto Mensal - R$ 5.000 | Economia Mensal - R$ 312,89 | Economia Anual - R$ 4.170,82; Salário Bruto Mensal - R$ 5.500 | Economia Mensal - R$ 246,32 | Economia Anual - R$ 3.283,48; Salário Bruto Mensal - R$ 6.000 | Economia Mensal - R$ 179,75 | Economia Anual - R$ 2.396,07; Salário Bruto Mensal - R$ 7.000 | Economia Mensal - R$ 46,40 | Economia Anual - R$ 612,24. Oportunidades para o varejo supermercadista Essa "renda extra" previsível deve ser majoritariamente convertida em consumo, com benefícios diretos para setores essenciais. O varejo supermercadista, por ser o canal mais frequente e acessível, está na primeiríssima linha para capturar esse novo fluxo. A Dra. Ana Paula Rosa, advogada da ASSERJ e especialista no segmento, corrobora e detalha a análise: "Estamos diante de um dos mais significativos impulsos fiscais para a base de consumo da última década. Ao elevar o patamar de isenção, o governo devolve renda diretamente para as mãos do consumidor final, que é o principal motor do varejo de alimentos. Esse movimento deve acelerar a roda da economia, com efeitos diretos e positivos para os supermercados". Os efeitos devem se manifestar em três frentes principais: I) Aumento da Frequência: maior renda disponível pode elevar o número de visitas às lojas para compras de reposição e itens de conveniência; II) Elevação do Ticket Médio: maior poder de compra, o consumidor pode migrar para marcas premium, optar por cortes de carne nobres ou comprar em volumes maiores; III) Redução da Inadimplência: maior capacidade de pagamento deve ajudar na saúde financeira do cliente, facilitando a manutenção de programas de fidelidade. Oportunidade, porém, só se converte em resultado quando há preparo. Para transformar potencial em crescimento real, o varejo supermercadista precisa adotar inteligência comercial e estratégias direcionadas. Mais do que executar operações, este é um momento de atuação estratégica. Rever o mix de produtos, capacitar equipes para vender valor, e não apenas preço, e personalizar a comunicação para um consumidor mais confiante serão diferenciais cruciais para conquistar esse novo fluxo de renda de forma sustentável e eficiente. Comunicação Alinhada: desenvolver campanhas que associem o "dinheiro extra" no bolso do cliente a ofertas vantajosas no ponto de venda; Mix de Valor Agregado: priorizar a exposição de categorias com maior margem, como carnes especiais, vinhos, importados e congelados premium; Experiência e Descoberta: promover degustações para incentivar a experimentação de produtos de alto valor percebido; Fidelização Inteligente: aperfeiçoar programas de fidelidade e CRM com cashback (previsão contida na Reforma Tributária) e descontos progressivos; Monitoramento em Tempo Real: ajustar o mix e as promoções com base na análise contínua do comportamento de compra. Uma grande janela de oportunidade Mais do que uma simples alteração tributária, a reformulação do IRPF representa uma injeção de capital na base do consumo. Para o setor supermercadista, é uma janela clara de oportunidade para ampliar vendas, melhorar margens e fortalecer o relacionamento com o cliente. O sucesso, no entanto, dependerá da capacidade do nosso seguimento entender o novo cenário e da agilidade em se adaptar a um consumidor com mais poder de escolha.
06/11/2025
Atualidades
Câmara aprova ampliação gradual da licença-paternidade. ASSERJ explica
A Câmara dos Deputados aprovou, na última terça-feira, 4 de novembro, o Projeto de Lei (PL) 3935/2008, que regulamenta a licença-paternidade no Brasil e amplia gradualmente, a partir de 2027, o período de afastamento remunerado para trabalhadores com carteira assinada. A proposta foi votada de forma simbólica, já que o texto final foi classificado como "suprapartidário", contando com concordância da base e da oposição. De acordo com o PL, que ainda será analisado pelo Senado Federal antes de ser encaminhado para sanção presidencial, a licença-paternidade passará do formato atual de cinco dias para até 20 dias, conforme escalonamento: 2027: 10 dias; 2028: 15 dias; 2029: 20 dias. A medida valerá para pais biológicos e adotivos. Segundo o projeto, o objetivo é promover maior equilíbrio entre as responsabilidades parentais e profissionais e fortalecer o vínculo familiar. O texto também prevê a criação salário-paternidade, benefício que será custeado pelo INSS, no mesmo modelo do salário-maternidade, com compensação às empresas dos valores pagos. Além disso, o trabalhador terá estabilidade no emprego por 30 dias após o retorno ao trabalho. Atualmente, a licença-paternidade é garantida por um dispositivo transitório da Constituição Federal de 1988, que determina o período de cinco dias de afastamento e estabelece a necessidade de legislação específica sobre o tema. "Para o varejo supermercadista, a ampliação da licença-paternidade exige planejamento de escala e orçamento, mas também representa um diferencial competitivo enquanto empregador. Antecipar-se à lei é uma estratégia de gestão de pessoas que fortalece a marca empregadora e reduz turnover", destaca a Dra. Ana Paula Rosa, advogada da ASSERJ e especialista em varejo supermercadista. Cumprindo sua missão de representar e informar o setor supermercadista, a ASSERJ acompanha de perto as discussões e a tramitação da proposta, atenta aos possíveis impactos e repercussões nas relações de trabalho e na gestão de pessoal do nosso segmento.
05/11/2025
Comportamento & tendência
Como otimizar o abastecimento de supermercados durante os eventos sazonais de pico
Com as festas de fim de ano se aproximando, o desafio de garantir gôndolas sempre cheias e operações sem gargalos volta a ocupar o centro das atenções no varejo supermercadista. Nessa época, o aumento repentino da demanda coloca à prova toda a cadeia de suprimentos — da indústria à gôndola. Eventos sazonais, como Black Friday, Natal ou Ano Novo representam mais do que simples oportunidades comerciais: são testes de resiliência operacional. Promoções, lançamentos e mudanças no comportamento do consumidor pressionam a produção, o transporte e o armazenamento. Por isso, o planejamento antecipado e a comunicação transparente entre indústria, operadores logísticos e varejistas são as principais armas para evitar rupturas e desperdícios. “Durante os picos sazonais, o segredo é alinhar previsões e capacidade operacional com o máximo de antecedência. A cada semana que se ganha no planejamento, o risco de ruptura cai drasticamente”, explica Marcelo Ferraz, especialista em supply chain e diretor de operações da consultoria LogPartners. Planejamento preditivo: o poder da informação compartilhada Em períodos de alta, até pequenas falhas na previsão de demanda podem provocar grandes prejuízos. Superestimar volumes gera estoques ociosos e custos extras de armazenagem. Subestimar, por outro lado, obriga a correr atrás de transporte, espaço e mão de obra de última hora — o que costuma sair caro. A solução está no compartilhamento antecipado de previsões precisas. Quando fabricantes, operadores logísticos e varejistas trocam informações em tempo real, conseguem ajustar os recursos com antecedência e transformar dados de previsão em planos operacionais executáveis. “Planejar bem o pico não é só prever vendas, é criar visibilidade para todos os elos da cadeia. Quanto mais integradas estiverem as informações, menor será o impacto de imprevistos e mais ágil será a reação”, reforça Ferraz. Armazéns preparados para o pico: flexibilidade e tecnologia Durante a alta temporada, armazéns otimizados para o volume médio frequentemente ficam 15% a 20% abaixo da capacidade necessária. O segredo é construir flexibilidade — tanto física quanto operacional — com áreas de contingência e fluxos de entrada e saída adaptáveis. Soluções de Business Intelligence e gestão de armazéns (WMS) permitem converter previsões em planos de alocação de estoque, mão de obra e transporte. Já revisões semanais (e, na reta final, diárias) ajudam a ajustar rapidamente o ritmo das operações conforme a demanda real. Ferraz exemplifica: “Vimos recentemente um fabricante que dobrou seus custos logísticos por não comunicar um aumento repentino de estoque. Em contrapartida, outra marca que compartilhou previsões detalhadas com antecedência manteve custos sob controle e entregas pontuais. É a diferença entre reagir e antecipar.” Transporte inteligente: previsões, rotas e flexibilidade No transporte, previsões precisas são igualmente vitais. Entender volumes diários e semanais, calendário de promoções e prazos de build-up de estoque permite alocar motoristas e veículos com eficiência. A flexibilidade é o ponto-chave. Recursos de contingência ajudam a absorver picos inesperados sem onerar o orçamento. Além disso, comunicação constante entre indústria e transportadores garante que ajustes de última hora não comprometam as entregas. Análises de períodos anteriores também ajudam a identificar gargalos recorrentes e otimizar rotas — um passo essencial para reduzir atrasos e fortalecer a confiança entre fornecedores e varejistas. 5 práticas essenciais para um pico sem rupturas Planeje cedo: comece o planejamento de pico meses antes, com previsões que evoluam de nível macro para semanal e diário. Compartilhe informações: mantenha parceiros logísticos, fornecedores e varejistas atualizados sobre volumes e cronogramas. Construa flexibilidade: crie planos de contingência para estoque, transporte e pessoal. Use tecnologia: transforme dados históricos e previsões em planos operacionais com BI e sistemas integrados. Revise e aprenda: após o pico, analise desempenho versus previsão e ajuste processos futuros. Mais do que eficiência: proteger a experiência do cliente A performance logística nas altas temporadas impacta diretamente a imagem da marca e a fidelização do consumidor. A ruptura de produtos estratégicos pode significar perda de vendas e de confiança, enquanto uma operação bem sincronizada aumenta o valor percebido pelo shopper. “No fim do dia, o consumidor não quer saber se o problema foi na indústria, no transporte ou na loja. Ele quer o produto disponível. E é justamente isso que o planejamento integrado garante: uma experiência fluida, mesmo em momentos de grande pressão”, conclui Ferraz.
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