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Mais uma marca de azeite é proibida pela Anvisa! Veja detalhes
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da venda, em todo o território nacional, de mais uma marca de azeite. Em decisão publicada nesta segunda-feira, 20 de outubro, o órgão regulador vedou a negociação do rótulo "Azeite Extra Virgem Ouro Negro". Além de interromper a comercialização, a autarquia federal também embargou a distribuição, fabricação, importação, divulgação e consumo do item e exigiu a apreensão de todos os lotes do produto. A ação da Anvisa acontece após uma denúncia por origem desconhecida e desclassificação do "Ouro Negro" pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Ademais, no rótulo do produto consta que ele é importado pela "Intralogística Distribuidora Concept Ltda.", empresa que tem o CNPJ suspenso na Receita Federal do Brasil. "O fato reforça a necessidade por parte de compradores de supermercados permanecerem atentos às novas marcas e preços muito atraentes. Os estabelecimentos devem recolher imediatamente os produtos com venda proibida e, caso optem pela devolução, armazenar no setor de avarias devidamente identificados", destaca Flávio Graça, consultor de Alimento Seguro da ASSERJ. Sal do Himalaia Kinino também é suspenso No mesmo comunicado, a Agência também informa que 13 lotes do "Sal do Himalaia Moído - 500 g", da marca Kinino, tiveram as mesmas suspensões aplicadas ao azeite. A medida, porém, foi tomada após uma ação da própria fabricante do produto. A empresa "H.L. do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda." comunicou o recolhimento voluntário dos itens, após identificar irregularidades em laudos de análise, que apontaram teor de iodo abaixo do estabelecido na legislação. O iodo é um mineral que deve ser adicionado ao sal de cozinha com o propósito de prevenir a deficiência desse elemento no organismo, e que pode levar ao bócio (aumento da tireoide), além de ocasionar outros problemas, como por exemplo, o desenvolvimento de fetos durante a gestação. Os lotes, com prazo de validade até março de 2027 (MAR 257 do 1 ao 13), devem ser recolhidos, conforme estabelecido pela Agência. Alerta para o azeite! A nova proibição de um rótulo de azeite pela Anvisa enfatiza, como pontuado por Flávio Graça, a atenção máxima com o item. Desde 2024, o órgão federal já vedou lotes e marcas de produtos do segmento mais de 70 vezes. Apenas neste ano foram 22 marcas suspensas. Dentre as principais irregularidades detectadas estão: importação e distribuição por empresas sem CNPJ no Brasil; adulteração ou falsificação; presença de óleos vegetais; incoformidade com exigências sanitárias para instalações; descumprimento de padrões de rotulagem; falta de licenciamento; e incerteza sobre origem ou composição. Além da "Ouro Negro" foram suspensos em 2025: Setembro: Los Nobles; Julho: Vale dos Vinhedos; Junho: Serrano; Málaga; Campo Ourique; Santa Lucía; Villa Glória; Alcobaça; Terra de Olivos; Casa do Azeite; Terrasa; Castelo de Viana; e San Martín; Maio: Grego Santorini; La Ventosa; Escarpas das Oliveiras; Almazara; Quintas D'Oliveira; e Alonso; Fevereiro: Doma; e Azapa. A ASSERJ também relembra a lista de cuidados que compradores devem tomar ao lidar com os produtos: Verificar o rótulo com atenção; Conferir se há o registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); Ver se o CNPJ e o endereço da empresa estão claros; Comprar em locais confiáveis; Pesquisar a marca antes da compra. "Produtos fraudados geralmente têm preço muito inferior aos similares de qualidade. Se o valor está 'bom demais pra ser verdade', provavelmente há algo errado. Fornecedores com boa reputação tendem a ter mais controle sobre a procedência dos produtos. Faça uma busca rápida online para ver se a marca já teve produtos reprovados em testes de qualidade ou foi alvo de fiscalização do MAPA, Procon ou Inmetro", salienta Flávio Graça. A ASSERJ enfatiza a importância de que os supermercadistas associados estejam atentos às determinações dos órgãos fiscalizadores, garantindo a segurança alimentar, a proteção dos clientes e o bom funcionamento de toda a operação. Seguimos firmes no compromisso de oferecer a melhor e mais segura experiência aos nossos clientes.
20/10/2025
O Dia do Comércio e o coração que faz o varejo bater
Há momentos em que o silêncio diz muito. No Dia do Comércio, quando as portas dos supermercados se fecham, é como se as cidades perdessem um pouco do seu ritmo. As calçadas parecem mais calmas, os corredores sem o som dos carrinhos, sem o cumprimento do caixa, sem o cheiro de pão saindo do forno, sem a gôndola chamando a atenção. É nesse instante que se percebe o quanto o varejo supermercadista é essencial, não apenas para o abastecimento, mas para a vida que pulsa nas ruas. O varejo supermercadista é mais do que um setor econômico: é um segmento que faz o Brasil girar todos os dias. É a porta de entrada de milhares de profissionais para o mercado de trabalho, é onde se aprende sobre esforço, dedicação, empatia e compromisso. E, sobretudo, é onde as pessoas fazem a diferença, mesmo em um mundo cada vez mais tecnológico. Por trás de cada gôndola organizada, de cada produto disponível, de cada atendimento atencioso, há pessoas que transformam rotina em serviço essencial. São trabalhadores que encaram jornadas intensas, muitas vezes sem o espaço de descanso que outras profissões permitem ter, mas que entendem o valor do que entregam: alimento, cuidado, conveniência e segurança para milhões de famílias. O Dia do Comércio é uma pausa simbólica. É o momento de reconhecer quem mantém a cidade viva, mesmo nos bastidores. Quando os supermercados fecham, percebemos o quanto eles fazem parte do nosso cotidiano... e o quanto o trabalho desses profissionais é vital. Na linha de frente e na retaguarda, há carreiras que florescem dentro do varejo supermercadista. Histórias de quem começou empacotando e hoje lidera equipes, de quem encontrou no setor uma oportunidade para crescer e transformar sua vida e de sua família. Esse é o poder humano do nosso setor: a capacidade de gerar desenvolvimento, pertencimento e futuro. A ASSERJ se orgulha de representar um setor tão pujante e essencial. Com programas de capacitação, iniciativas de valorização profissional e apoio às empresas, nossa Associação trabalha para que o varejo supermercadista continue sendo motor da economia fluminense, brasileira e das Américas, mas, principalmente, um espaço onde pessoas se encontram, e encontram propósito e crescimento. Neste Dia do Comércio, celebramos quem faz acontecer. Cada repositor, operador de caixa, açougueiro, padeiro, gerente, comprador, entregador, fiscal, segurança, supervisor, todos que, com seu trabalho diário, abastecem lares e mantêm o coração da cidade batendo. Porque o comércio é feito de gente. E é essa gente que mantém o Rio, o Brasil e as Américas de portas abertas. Todos os dias.
20/10/2025
Consumidor quer transparência! Menos de 10% confiam totalmente em informações de rótulos de bebidas
Os recentes casos de contaminação por metanol após o consumo de bebidas destiladas, confirmados em diferentes estados no Brasil, têm tido os mais diversos reflexos. Fiscalizações, operações, novos processos por parte de indústrias e supermercadistas. Porém, os efeitos nos consumidores também são profundamente sentidos. A ASSERJ já realizou uma pesquisa junto aos consumidores do Rio de Janeiro sobre o tema (CONFIRA TODOS OS DETALHES CLICANDO AQUI) e destacou a queda nas campanhas de ofertas de produtos da categoria (CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS). Agora, um levantamento da Sherlock Comms apresenta outro cenário: a confiança nos rótulos. Segundo a pesquisa, apenas 8% dos consumidores brasileiros acreditam totalmente nas informações apresentadas e 27% as consideram suscetíveis à falsificação. O dado evidencia uma mudança importante no comportamento do consumidor, que se mostra cada vez mais atento e cético à origem e à veracidade das informações sobre os produtos que consome, em busca de transparência e autenticidade no universo das bebidas. A validação digital como novo selo de confiança O estudo aponta que o dado se tornou o novo selo de autenticidade. 37% dos entrevistados afirmaram que só confiariam nas informações das garrafas se pudessem comprová-las por meio de um canal oficial, como um site do governo. A tendência aponta para um novo cenário no consumo: a validação eletrônica como sinônimo de confiança. Quase metade dos entrevistados (47%) gostaria de acessar informações sobre ingredientes e origem por meios digitais, como QR Codes ou plataformas online. No recorte etário e por gênero, o interesse é maior entre os Baby Boomers (59%) e entre as mulheres (51%). Além disso, 40% dos consumidores afirmaram desejar receber alertas sobre possíveis contaminações, e 33% valorizam informações sobre a reputação do produtor, dados que antes eram encarador apenas como diferenciais de marca. Campanhas antifraude e rastreabilidade digital Questionados sobre o que aumentaria a confiança nas bebidas destiladas, o selo de fiscalização da fábrica foi apontado por 45% das pessoas como principal fator, seguido de campanhas antifalsificação (42%) e da possibilidade de rastrear a origem via QR Code (38%). 55% dos consumidores também acreditam que o governo deve liderar esse controle, seguido das destilarias (22%) e dos estabelecimentos comerciais (18%). Rafael Mandia, COO da Blockforce, destaca: "A rastreabilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito básico. À medida que o consumidor exige mais transparência, as empresas têm a oportunidade de transformar dados em valor, criando cadeias mais inteligentes, seguras e sustentáveis". O levantamento também mostra que o desejo por transparência vai além do consumo imediato. 92% dos consumidores afirmaram que gostariam de rastrear bebidas, seguidos por alimentos (89%), medicamentos (88%) e cosméticos (65%). A tendência reforça que a confiança é um valor cada vez mais determinante na escolha de marcas e produtos. "Esses dados refletem um movimento semelhante ao que já se observa em outros segmentos que vêm adotando práticas de verificação digital, como o de alimentos, especialmente carnes e insumos agrícolas voltados à exportação, e o de cosméticos. Isso indica uma mudança cultural na relação entre marcas e consumidores", reforça Rafael Mandia. Dado: protagonista da nova era da confiança A digitalização das informações e o uso de tecnologias de rastreamento se consolidam como ferramentas essenciais para fortalecer a relação entre marcas e consumidores. No setor de bebidas, essa transformação representa uma oportunidade estratégica para o varejo supermercadista, que pode se posicionar como um agente de credibilidade e inovação, principalmente em momentos em que a confiança do consumidor se apresenta abalada. Mais do que garantir a segurança do produto, a transparência digital cria valor e fidelidade, conectando o cliente a uma experiência de compra baseada em confiança, origem e verdade, elementos que definem o futuro do consumo consciente. Vale lembrar que a ASSERJ já preparou, assim que os primeiros casos começaram a surgir pelo Brasil, um guia completo de informações e orientações para todos os seus associados. CLIQUE AQUI E LEIA TODOS OS DETALHES.
17/10/2025
A primeira CEO de cervejaria no Brasil! Saiba mais
O Brasil é uma nação essencial para o mercado de cervejas. Presente nos Top-3, tanto de consumo quanto de produção da bebida, o país é sempre foco de atenção e estratégias das diversas marcas que disputam a preferência dos consumidores e tentam alavancar suas vendas. Apenas para este ano, a expectativa do setor é de que mais de oito bilhões de litros sejam consumidos. E em meio a esse cenário, a Estrella Galicia, cervejaria espanhola que atua no segmento de importados, promoveu uma mudança significativa no comando das operações em território nacional: Juliana de Aguiar Oliveira é a nova CEO da Estrella Galicia do Brasil. A executiva ocupava o cargo de Diretora de Mercado desde dezembro do ano passado. Ela assume o posto substituindo Thiago Coelho, que esteve dois anos e nove meses à frente da operação. "Estou honrada de me tornar a primeira mulher a ocupar esse cargo no país e de abraçar o desafio de seguir impulsionando o crescimento da companhia no Brasil, terceiro maior consumidor de cerveja no mundo e segundo mercado global da Estrella Galicia. Seguimos firmes na missão de fortalecer a presença da marca e consolidar a categoria Big Craft, que celebra o melhor do universo cervejeiro independente", destaca a nova CEO. Juliana de Aguiar Oliveira também enfatiza que o Rio de Janeiro é um mercado focal para a Estrella Galicia Brasil: "Nossos dois principais focos estratégicos são os estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Sem dúvidas, levar a Estrela Galicia, cada vez mais, para as gôndolas dos supermercados de forma estratégica faz parte do nosso projeto". A Estrella Galicia foi fundada em 1906, pelo espanhol José Rivera Corral. Em 2011, a marca fundou a Estrella Galicia Brasil, iniciando suas operações no país. Com uma produção de mais de 130 milhões de litros de cerveja ao ano, a Companhia vem se posicionando de maneira sólida no mercado espanhol e avança rapidamente em diversos países, dentre eles o Brasil.
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