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Indústria em cena
Anvisa determina recolhimento de lotes da fórmula infantil Alfamino, da Nestlé
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de dez lotes da fórmula infantil Alfamino 400g, fabricada pela Nestlé Brasil Ltda., após identificar níveis de selênio e iodo acima dos limites previstos na legislação sanitária. A medida inclui a suspensão da venda, distribuição, importação, propaganda e uso dos produtos afetados. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União, por meio da Resolução-RE nº 521, após análises laboratoriais apontarem concentrações de 31,1 microgramas de selênio por 100 kcal e 175,7 microgramas de iodo por 100 kcal. Segundo a Anvisa, os valores ultrapassam os limites permitidos para fórmulas destinadas à lactantes e crianças na primeira infância com necessidades dietoterápicas específicas, especialmente aquelas à base de aminoácidos livres e com restrição de lactose, como é o caso do Alfamino. De acordo com a agência reguladora, a irregularidade configura infração ao Decreto-Lei nº 986/1969 e às Resoluções RDC nº 976/2025 e RDC nº 655/2022, que estabelecem os padrões sanitários para alimentos e fórmulas infantis no país. Lotes afetados pelo recolhimento do produto Alfamino 400g: 50310017Y2 51060017Y1 50720017Y1 50710017Y4 50290017Y1 50280017Y2 43510017Y1 43480017Y2 43110017Y2 41730017Y2 A ASSERJ entrou em contato com a Nestlé para esclarecimentos. Em nota, a empresa informou que "foi surpreendida com a publicação da resolução no Diário Oficial da União e que está em contato com a Anvisa para os devidos esclarecimentos." Segundo a companhia, ao atender solicitações recentes da autoridade sanitária, foram apresentados laudos de avaliação dos produtos. "No entanto, houve um erro de conversão na declaração da unidade de medida (mcg/kg em vez de mcg/100g). Assim, onde constava selênio de 31,1 microgramas por 100 kcal e iodo de 175,7 microgramas por 100 kcal, os valores corretos seriam, respectivamente, 3,11 microgramas de selênio por 100 kcal e 17,57 microgramas de iodo por 100 kcal, parâmetros que estariam em conformidade com a legislação vigente." A Nestlé reiterou ainda que seus produtos atendem rigorosamente a todos os parâmetros normativos estabelecidos e que são seguros para o consumo. Para o consultor técnico de Segurança Alimentar da ASSERJ, Flávio Graça, neste caso o processo de recolhimento é obrigatório. Diante disso, fica o alerta para que todos os estabelecimentos verifiquem imediatamente se possuem algum dos lotes afetados e realizem a retirada do produto da área de venda, bem como o registro formal do processo de recolhimento, para fins de comprovação junto aos órgãos reguladores. “O registro de recolhimentos de produtos apontados por órgãos reguladores, como a Anvisa, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) ou mesmo órgãos de esferas estaduais e municipais, deve ser encarado como rotina nos estabelecimentos comerciais. Para isso, é fundamental a criação e adoção de um Procedimento Operacional Padrão (POP) específico para essa atividade”, explica Flávio Graça. A ASSERJ seguirá acompanhando o caso e manterá os associados informados assim que houver novas atualizações.
12/02/2026
Atualidades
FLV pede nova estratégia de comunicação para destravar vendas
Os supermercados estão deixando de aproveitar oportunidades relevantes de crescimento nas vendas de frutas, legumes e verduras (FLV). É o que revela um relatório da Circana, que indica que o setor perde espaço ao não direcionar estratégias de promoção e comunicação para grupos específicos de consumidores. De acordo com a empresa de pesquisa, as vendas de produtos frescos devem crescer cerca de 2% ao ano até 2026, com destaque para as frutas frescas, que tendem a superar o desempenho médio da categoria. No entanto, esse avanço poderia ser mais expressivo caso o setor reagisse de forma mais eficaz à forte concorrência de mensagens promocionais vindas de categorias como snacks e doces. Segundo Jonna Parker, vice-presidente de alimentos frescos da Circana, a pressão promocional sobre outros alimentos acaba ofuscando o FLV. “O crescimento existe, mas poderia ser maior se o setor conseguisse se comunicar melhor com o consumidor em meio a tantas mensagens concorrentes”, afirma. Preço não é o problema, mas também não é a solução Enquanto os preços médios dos alimentos no varejo aumentaram entre 30% e 40% desde 2019, o valor dos produtos frescos subiu cerca de 18% por quilo no mesmo período. Em alguns casos, os preços atuais são até menores do que os registrados há sete anos. Mesmo com reajustes mais moderados, a demanda por frutas e verduras avança lentamente. Para Parker, esse é um sinal de alerta. “A trajetória de crescimento dos produtos frescos praticamente empata com o total das vendas de alimentos e bebidas no varejo, o que é surpreendente”, avalia. Falta de conexão com a forma como o consumidor compra hoje Na visão da executiva, a principal diferença entre o setor de FLV e outras áreas do supermercado é a dificuldade de acompanhar como o consumidor descobre e escolhe alimentos atualmente. Muitos varejistas ainda apostam apenas em preço baixo e no discurso de “produto mais fresco”, argumentos que já não são suficientes para gerar diferenciação real. “Outras seções do supermercado defendem propostas muito mais claras além de preço e frescor. É aí que o FLV perde espaço”, destaca Parker. Em categorias como vinhos, queijos ou até água engarrafada, varejistas e fornecedores trabalham a diversidade, segmentam marcas e dialogam com perfis específicos de consumidores. No entanto, essa lógica raramente é aplicada às frutas e verduras, mesmo em produtos com ampla variedade, como as maçãs. Oportunidade está na segmentação e na orientação ao consumidor Ainda segundo a Circana, os supermercados ainda falham ao explorar o potencial dos chamados “microsegmentos” no setor de FLV. O foco excessivo em inovação científica, como técnicas de cultivo, colheita e produtividade, acaba deixando de lado a conversa com o consumidor final. “Temos inovações incríveis em sabor e produção, mas essas discussões ficam restritas à cadeia de suprimentos. Não ajudam o consumidor a decidir”, afirma Parker. Para ela, orientar melhor a escolha pode ser decisivo para impulsionar as vendas. “Hoje, classificamos variedades diferentes de maçãs. Como o consumidor pode saber qual é a ideal para ele? Pense no vinho: seria impensável ter apenas três opções na prateleira”, compara. O cenário reforça que o crescimento do FLV passa menos por preço e mais por comunicação, segmentação e experiência, abrindo uma janela estratégica para o varejo supermercadista que souber colocar o consumidor no centro da decisão.
11/02/2026
Economia
Inflação avança 0,33% em janeiro, com menor pressão de alimentos desde 2006
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, registrou alta de 0,33% em janeiro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado repete a variação observada em dezembro de 2025. No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação alcançou 4,44%, acima dos 4,26% registrados no período imediatamente anterior. Em janeiro de 2025, a variação mensal havia sido de 0,16%. O resultado ficou ligeiramente acima das expectativas do mercado, que projetava alta de 0,32% no mês e inflação acumulada de 4,43% em 12 meses. Entre os grupos analisados, Alimentação e bebidas apresentou desaceleração, passando de 0,27% em dezembro para 0,23% em janeiro, a menor variação para o mês desde 2006. A alimentação no domicílio teve alta de 0,10%, abaixo dos 0,14% registrados no mês anterior, refletindo movimentos distintos nos preços. Entre as principais quedas, destacam-se: Leite longa vida: -5,59% Ovo de galinha: -4,48% Já entre as altas, chamam atenção: Tomate: 20,52% Carnes (média): 0,84% Contrafilé: 1,86% Alcatra: 1,61% Inflação no Rio de Janeiro - O IPCA ficou abaixo da média nacional, no Rio de Janeiro, em janeiro de 2026. A região metropolitana fluminense registrou inflação de 0,30% no primeiro mês do ano, uma desaceleração em relação ao 0,52% registrado em dezembro. O acumulado dos últimos 12 meses é 3,69%, dentro do teto da meta. Para André Nunes, economista-chefe do Sicredi, "os alimentos continuam contribuindo para conter a inflação, favorecidos por uma safra positiva, enquanto os preços dos serviços seguem em trajetória compatível com o teto da meta, sem sinais de deterioração do cenário inflacionário."
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