Skip to Main Content
Join in
PT
EN
ES
A+
A-
Sobre Nós
Institucional
Our History
Board of Directors
ASSERJ Social
Keeping an eye on the garbage
Super Pet
News
Super Business Magazine
ASSERJ School
Serviços
Benefits
Orientation Visit
Soluções
Super Business Seminar
ASSERJ Experience
SRE Super Rio Expofood
Conecta Varejo
Join us
Contato
Contact us
SAA - Member Service
Work with us
Assessoria de Imprensa
ASSERJ
News
News
Keep up to date with the latest news from the supermarket sector
Search Bar
Date
All
Associados em foco
Atualidades
Comportamento & tendência
Conecta
Economia
Indústria em cena
Por dentro da asserj
Comportamento & tendência
Como a Black Friday pode indicar estratégias para o Natal?
Em 2025, o varejo entra no período mais aguardado do ano com o gás de um desempenho histórico. Segundo projeções da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Natal deve movimentar mais de R$ 72 bilhões. Esse seria o maior volume registrado para o período em uma década e quase cinco vezes superior ao faturamento da Black Friday deste ano, que chegou a R$ 4,76 bilhões, uma alta de 11,2% em relação a 2024, de acordo com dados da Confi Neotrust. Mas o que os grandes números da Black Friday e o comportamento do consumidor no mês de novembro indicam para o Natal? Para além dos dados, o resultado confirma uma tendência que já vem se consolidando no mercado brasileiro: a "Black" não é mais apenas um evento isolado do calendário, mas sim um termômetro estratégico para as festas de fim de ano, proporcionando aos varejistas, e, claro, aos supermercadistas, um mapa de informações valiosas para tomadas de decisão, que vão do mix ao estoque, passando por campanhas promocionais e ações de relacionamento. O radar da demanda: avaliação de desempenho e relacionamento com o cliente A Black Friday precisa ser encarada como um "laboratório de alto valor" para o nosso setor, não apenas um período de pico de vendas, explica Rodrigo Murta, CEO e criador do Looqbox: "Usar a Black Friday como radar de demanda para o Natal significa transformar aquilo que apresenta melhor desempenho em insumo imediato para ajustes de mix, estoque e campanhas de dezembro. Além disso, acelerar o retorno do cliente por meio de um pós-venda ágil e de ofertas alinhadas ao seu comportamento de compra aumenta significativamente a probabilidade de recompra nas semanas seguintes". Se a Black Friday então se torna um descortinador das intenções de compra, cabe ao varejista manter esse vínculo com o consumidor, e seus desejos, vivo até o Natal. Para isso, é preciso atenção e estratégia com os dados adquiridos sobre os clientes para traçar planos que incentivem as compras. "É fundamental construir continuidade no relacionamento com o cliente. A maioria dos varejistas encerra a Black Friday e deixa de nutrir essa base, limitando-se, quando muito, ao envio de e-mails. Buscar formas criativas de ativar novamente esse público — pedindo feedback, estimulando interação e iniciando uma narrativa de antecipação do Natal, é essencial. Estratégias como lembretes de presentes com base no ticket da BF, condições exclusivas para compradores recorrentes e listas curadas que simplifiquem a jornada do cliente ajudam a manter o engajamento", analisa Mário Marcoccia, CEO da Compra Rápida. Para o melhor resultado possível, Marcoccia, destaca algumas táticas que podem ser utilizadas por supermercadistas para ampliar engajamento e conversão, como lembretes de presentes baseados no ticket observado em novembro, condições especiais para clientes recorrentes e listas hiperpersonalizadas que simplifiquem a jornada de compra. Novembro: um teste operacional Além de insights de comportamento, o volume intenso da Black Friday também deve ser analisado sob a ótica da logística. Por ser um período de alta pressão às vésperas das grandes festas de fim de ano, ele pode servir para expor eventuais gargalos da cadeia, demonstrando pontos de melhoria, o que pode ser uma vantagem competitiva para os mais atentos e ágeis na aplicação de soluções. "Corrigir rapidamente os gargalos revelados pelo volume de novembro é determinante. A Black Friday costuma expor fragilidades operacionais, como prazos, processos de separação, filas de picking e desafios na última milha. Ajustar esses pontos antes do Natal evita que os problemas se repitam em um novo pico sazonal, período em que muitas empresas conseguem concentrar, em uma ou duas semanas, o equivalente a um mês inteiro de vendas em épocas de baixa demanda", alerta Mário Marcoccia. Oportunidade aberta: dezembro é a "grande colheita" Com consumidores já engajados pelo clima de fim de ano, o varejo supermercadista tem uma janela aberta de oportunidade para crescer, fidelizar e ampliar faturamento. Aqueles que souberem analisar o mês de novembro com uma visão estratégica, saírão na frente da concorrência, com melhores processos e relacionamento mais ativo com os consumidores, com mais dados, mais previsibilidade e maior capacidade de conversão. A Black Friday, portanto, deve ser encarada como o prólogo de um capítulo maior, que culminará no Natal, data mais importante para o nosso setor. A conclusão é clara: quem estuda novembro, colhe dezembro.
09/12/2025
Economia
Cesta básica no Rio: após leve alta, nova queda é registrada. ASSERJ analisa
Novembro voltou a registrar queda no valor da cesta básica no Rio de Janeiro, retomando a curva descendente apontada durante boa parte do segundo semestre de 2025, mas levemente interrompida em outubro. De acordo com levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta terça-feira, 9 de dezembro, no 11º mês do ano, a deflação nos preços foi de 2,17% na cidade, na comparação com outubro. No acumulado de 2025, a cesta básica no Rio tem uma subida de 0,53%. A baixa de novembro representa uma retomada da sequência da onda de alívio para o orçamento das famílias cariocas. No 11º mês do ano, oito dos 13 produtos que compõem a cesta tiveram redução nos preços médios. Registraram queda: tomate (-22,72%); batata (-8,59%); arroz agulhinha (-3,98%); leite integral (-3,29%); farinha de trigo (-2,18%); café em pó (-1,71%); manteiga (-1,07%); e açúcar refinado (-0,89%). Por outro lado subiram: óleo de soja (3,11%); carne bovina de primeira (1,07%); pão francês (0,71%); e banana (0,33%). O feijão preto manteve-se estável. O presidente da ASSERJ e da Associação das Américas de Supermercados (ALAS), Fábio Queiróz, destaca: "Os números reforçam uma tendência importante para o setor supermercadista, que é a recuperação do poder de compra das famílias e a estabilidade gradual do abastecimento. Essa redução, registrada em oito dos treze itens essenciais, confirma que os supermercados têm trabalhado com eficiência na gestão de estoques, na negociação com fornecedores e na busca constante por competitividade nas gôndolas". "Esse movimento é muito positivo. Ele indica que, mesmo diante de um ano desafiador, conseguimos manter regularidade na oferta, evitar rupturas e colaborar para que produtos fundamentais cheguem ao consumidor com preços mais acessíveis. É um sinal claro de que o setor supermercadista fluminense está cumprindo seu papel social e econômico", ressalta Fábio Queiróz. Retomada da quedas: oportunidade para supermercadistas, mas atenção ao cenário Em nível nacional, 24 das 27 capitais brasileiras registraram queda na cesta básica em novembro. Como a ASSERJ já havia antecipado, o resultado de alta geral em outubro foi muito impacto pela curva deflacionária freada, o que não significava um movimento obrigatoriamente sequencial. A volta das baixas, porém, também não quer dizer que a atenção do varejo supermercadista não precise estar direcionada para os diversos fatores que podem influenciar os preços em dezembro e na virada para 2026. "Esse equilíbrio é resultado de um trabalho conjunto entre indústria, varejo e toda a cadeia de abastecimento, que tem buscado eficiência, previsibilidade e melhores condições de compra e logística. Seguiremos acompanhando de perto as variações e trabalhando para ampliar esse ambiente de confiança, buscando sempre eficiência, transparência e responsabilidade com o consumidor. O compromisso do setor é continuar contribuindo para que a alimentação das famílias seja garantida com qualidade, variedade e preços justos", enfatiza o presidente da ASSERJ.
09/12/2025
Atualidades
Padaria como ativo estratégico: o que sua rede pode fazer para ganhar competitividade
O setor de padarias de loja ganha ainda mais destaque dentro do varejo supermercadista brasileiro, consolidando-se como uma das categorias de maior margem, maior capacidade de fidelização e maior potencial de diferenciação entre redes. Impulsionados pela busca dos shoppers por indulgência, conveniência e experiências gastronômicas, os supermercados passam a encarar a padaria não mais como serviço complementar, mas como eixo estratégico de crescimento, inovação e geração de valor. Sarah Hickey, diretora sênior de insights e pesquisa de mercado da Dawn Foods, ressalta que as mudanças de comportamento do consumidor seguem influenciando diretamente as decisões do setor. “Durante o primeiro surto de COVID-19, quando mais pessoas dependiam dos supermercados, descobrimos que os consumidores começaram a se presentear com produtos de panificação com mais frequência para aliviar o estresse. E essa tendência se manteve”, afirma. Segundo ela, 77% dos consumidores continuam comprando doces com regularidade — um movimento que sustenta o desempenho robusto das padarias dentro das lojas. No cenário atual, em que a inflação ainda preocupa o consumidor brasileiro, o IDDBA (International Dairy Deli Bakery Association) aponta que o shopper aceita pagar mais por sobremesas premium quando percebe valor agregado, sabor superior e sensação de experiência gastronômica. Para o varejo supermercadista, esse comportamento abre espaço para margens maiores, categorias diferenciadas e estratégias mais sofisticadas de exposição e comunicação. Gestão orientada ao território como pilar de eficiência Para maximizar resultados, especialistas destacam que a personalização regional segue sendo decisiva. Whitney Atkins, VP de marketing do IDDBA, reforça que o sucesso da categoria depende de entender profundamente o perfil do shopper local. “O essencial é saber quais produtos refletem o perfil dos shoppers da vizinhança”, afirma. Ela recomenda que supermercados utilizem dados, calendário cultural e análises de comportamento para orientar sortimento, produção e ações promocionais. Atkins lembra que produtos étnicos também geram venda incremental entre consumidores curiosos por novas experiências, mesmo fora de comunidades específicas — reforçando a padaria como espaço de descoberta e engajamento. Digitalização acelera performance e expande influência da categoria A gestão da padaria no omnichannel tornou-se um fator central para o desempenho no varejo supermercadista brasileiro. Para Hickey, a digitalização exige atenção constante: “Como pedidos online e delivery vieram para ficar, os supermercados precisam garantir que o sortimento de padaria esteja bem fotografado, atualizado e comunicado nas plataformas digitais.” A integração entre padaria e ambiente digital cria efeitos imediatos em conversão, vendas por impulso no e-commerce, aumento do mix por pedido e descoberta de produtos via redes sociais. "Degustações, porções menores, ações temáticas, ofertas sazonais e narrativas sobre origem e tradição dos itens seguem como ferramentas altamente eficazes para acelerar giro e fortalecer a presença estratégica da categoria dentro e fora da loja", ressalta Atkins.
09/12/2025
Associados em foco
Coral, circo e cartinhas: Prezunic transforma dezembro em mês de experiências nas lojas
A rede Prezunic preparou uma agenda especial de ações natalinas que reforçam a proximidade com clientes, famílias e colaboradores. Ao longo de dezembro, música, solidariedade e entretenimento se unem para criar experiências diferenciadas nos pontos de venda. “Guiado pelo propósito de “Servir de forma extraordinária em cada momento”, o Prezunic promove uma série de ativações que incluem apresentações de coral, atrações circenses e a tradicional campanha de cartinhas para o Papai Noel”, diz a rede. Pelo 11º ano consecutivo, o EntreAtto Coral e Orquestra percorre as 39 lojas da rede com clássicos natalinos em arranjos exclusivos. A temporada teve início em 1º de dezembro, no Prezunic Barra Marapendi, e segue ao longo do mês com apresentações em todas as unidades. Mantendo outra tradição, o Prezunic instalou caixas de correio especiais em todas as lojas para que as crianças possam escrever suas cartinhas ao Papai Noel. Ao final da campanha, colaboradores de cada unidade selecionarão uma carta, e o autor receberá o presente pedido, com limite de até R$ 100 por criança. A programação também inclui um circo itinerante, que levará espetáculos gratuitos às lojas até 23 de dezembro. As apresentações acontecem nas unidades Ilha do Governador (04/12, às 18h), Santa Cruz (06/12, às 11h), Caxias Centenário (10/12, às 18h), Botafogo (11/12, às 18h), Senador Camará (13/12, às 11h), Tingui (17/12), Vila Isabel (18/12, às 18h), Marapendi (20/12, às 10h), Recreio (22/12, às 17h) e Pechincha (23/12, às 10h).
09/12/2025
Associados em foco
Atualidades
Como um "rabiscado" virou um case de sucesso do varejo supermercadista fluminense?
Ideias podem surgir de conversas despretensiosas. Um bate-papo do dia a dia, um rascunho no papel... ou um rabiscado no tablet. Foi assim que surgiu a ideia da árvore de Natal do Supermarket Alvorada, inaugurada na última sexta-feira, 5 de dezembro, na loja de Unamar. Em uma reunião, sem ligação com a data, nasceu o esboço. E dele, o plano de negociar parcerias para viabilizar uma ação que criasse uma experiência para o consumidor, além de estreitar laços com as indústrias. O que emergiu do impulso, se transformou em um projeto grandioso (de 15 metros para ser mais preciso), capaz de mobilizar equipes, fornecedores e encantar milhares de clientes. "No meio do ano, em plena reunião com o departamento comercial, comecei a rabiscar uma árvore de Natal. O tema da reunião não tinha nada a ver com Natal, mas, quando olhei para o desenho, pensei: 'Dá para construir isso com 15 metros de altura!'. A proposta era simples e ousada: cada bola da árvore exibiria o logo de um fornecedor que ajudaria a viabilizar o projeto", revela Rodrigo Fonseca, diretor de Inovações do Alvorada. O primeiro passo desse grande movimento colaborativo entre varejo supermercadista e indústria ganhou forma primeiro nos bastidores do grupo. O rascunho virou um esboço 3D. A diretoria não apenas aprovou o projeto, como quis ir além, explica Rodrigo Fonseca: "Eles não só aprovaram como decidiram ir além: fariam duas árvores (Unamar e Iguaba), trariam o Papai Noel de helicóptero e ainda promoveriam a distribuição de uma grande quantidade de brinquedos para as crianças". A ideia não contou com apenas com o pronto engajamento de todo o Grupo Alvorada, como também dos fornecedores (mais de uma dezena deles, no total). Afinal, na era da experiência, ações como esta reforçam algo que poucas coisas conseguem gerar para o consumidor: conexão emocional. Dessa união varejo-indústria, nasceu então não somente a árvore de Natal do Alvorada, mas um evento repleto de memórias afetivas para os clientes. "Dentro da estrutura, criamos a Casa do Papai Noel, e todo cliente que realizasse uma compra acima de um valor determinado ganhava uma foto impressa na hora com o bom velhinho. Uma lembrança especial de um Natal inesquecível no Supermarket. E eu sei bem: projetos assim brilham de verdade à noite. Só quem já esteve perto de uma árvore gigante, como a da Lagoa ou a do Barra Shopping, sabe do que estou falando", complementa Rodrigo Fonseca. O resultado? Filas enormes, muitas crianças sorrindo e a certeza de que o Natal no Supermarket Alvorada foi, e será, um sucesso. É bom reforçar: a ação só ganhou vida graças ao trabalho conjunto de muitas mãos, não apenas do time do Grupo Alvorada, como também da indústria. O varejo supermercadista, como dizemos na ASSERJ, não se constrói sozinho. Parabenizamos nosso associado por essa grande experiência proporcionada e desejamos boas vendas ao Supermarket Alvorada neste Natal. Que 2026 traga ainda mais inovação, criatividade e projetos que fortaleçam nosso setor e encantem os consumidores fluminenses.
08/12/2025
Associados em foco
Conecta
A magia do Natal 360°! Como HNT usou a data para apostar em retail?
O Natal é a data mais aguardada pelo varejo supermercadista. Isso todos já sabem. E, aqui na ASSERJ, todos também leram (e ouviram) durante todo o ano de 2025 sobre a importância de apostar no retail media. Não apenas como uma estratégia de modernização, mas, principalmente, como um plano integrado de mídia junto aos parceiros da indústria, marcando presença em toda a jornada do consumidor, não importa o canal em que esteja. Portanto, unir ambos os temas é mais do que fundamental. E, justamente nessa interseção entre retail media e Natal é que entra a ação da Hortifruti Natural da Terra (HNT) e da Coca-Cola, uma ativação 360°, focada na experiência do cliente em todos os seus pontos de contato, aproveitando o período da festa para se conectar ainda mais com o consumidor, oferecendo experiências além das compras. A ação integra toda a jornada do cliente. Da fachada especialmente preparada em loja, às ativações presenciais no PDV e exposição no e-commerce e redes sociais. Uma colaboração para reforçar o espírito natalino de forma natural e harmônica, ressaltando a presença das duas marcas no imaginário do consumidor. Esse tipo de parceria evidencia a importância de marcar, em cada ponto de contato, a magia do Natal, em uma experiência fluída e encantadora do início ao fim. "Seja com nossas opções para a ceia de Natal, que estão fantásticas este ano, ou até mesmo com a alta variedade de produtos que irão compor a mesa de nossos clientes, a nossa missão nesta data tão especial é elevar a experiência de nosso público. Parceiros como a Coca-Cola, demonstram o quão importante é celebrarmos o desfecho de cada ano, unindo a harmonia do Natal em uma jornada que impacta nossa audiência e público em cada canal que o Hortifruti possui", destaca Bruno Ferreira, coordenador de Retail Media da HNT. A ASSERJ parabeniza a HNT pela ação bem executada e enfatiza: encantar o cliente é fundamental e usar o retail media para esse objetivo não é apenas uma estratégia, é o presente do nosso setor.
08/12/2025
Conecta
As perguntas que definem se a tecnologia vai vingar na sua loja
No varejo supermercadista, a transformação digital deixou de ser tendência para se tornar condição de sobrevivência. Pressionadas por margens apertadas, alta competitividade e escassez de mão de obra, as redes investem cada vez mais em soluções que prometem automatizar processos, reduzir perdas, melhorar a gestão de loja e liberar tempo para que colaboradores atuem em atividades de maior valor. Mas, segundo especialistas, a adoção tecnológica não depende apenas da compra de sistemas modernos — depende, sobretudo, das pessoas que irão utilizá-los. Embora 40% dos executivos afirmem que “pessoas são prioridade”, muitas redes ainda sofrem com um problema estrutural: ferramentas que não conseguem ser incorporadas à rotina de loja. A consequência é direta: baixo engajamento, desperdício de investimento e operações que continuam dependentes de processos manuais, mesmo com tecnologia disponível. Shamus Hines, CEO da Applied Data Corporation — ou, como apresentado em relatórios internacionais, “Shamus Hines is CEO of technology company Applied Data Corporation” — reforça que o verdadeiro retorno sobre investimento em tecnologia está na adoção por parte da equipe. Segundo ele, “mesmo o sistema mais robusto não gera resultados se operadores, repositores e gerentes não conseguem utilizá-lo com fluidez”. Para Hines, “tecnologia só funciona quando é capaz de ampliar a produtividade humana”. No Brasil, esse alerta é particularmente relevante. Com turnover elevado, dificuldade de contratação de mão de obra qualificada e necessidade crescente de operar com times reduzidos, o varejo supermercadista precisa de ferramentas simples, intuitivas e rápidas de incorporar ao dia a dia da loja. O primeiro ponto crítico é avaliar se os colaboradores conseguirão adotar a solução rapidamente — e, principalmente, manter o uso no longo prazo. Interfaces simples, fluxos intuitivos e pouca necessidade de treinamento são indispensáveis para operações que contam com perfis variados: desde trabalhadores temporários até terceirizados que visitam a loja apenas alguns dias por semana. ”Em um setor marcado pela presença crescente de funcionários da geração Z, altamente familiarizados com tecnologias interativas, sistemas lentos e pouco amigáveis se tornam, rapidamente, motivo para desistência. Do outro lado, trabalhadores mais maduros, como aposentados que retornam ao mercado em períodos de alta demanda, precisam de plataformas que permitam adaptação imediata, sem complexidade”, ressalta Shamus Hines. O segundo ponto para o especialsita envolve motivação. A pressão diária por produtividade, somada à rotina intensa de reposição, preparo de alimentos, checagem de validade e atendimento ao cliente, tem deixado o colaborador do varejo exausto. Sistemas que simplificam processos, automatizam tarefas repetitivas e tornam o trabalho mais fluido reduzem esse desgaste. Mas a tecnologia também pode cumprir um papel adicional: servir como estímulo ao desempenho. “Tendências como a gamificação começam a ganhar força no setor. Elas oferecem ao funcionário indicadores claros de progresso, desafios, metas e recompensas instantâneas — um formato que conversa especialmente com a geração Z, que, segundo estudo da Carson College of Business, espera reconhecimento em tempo real por tarefas bem executadas. Ao transformar processos operacionais em etapas visualmente acompanháveis, as redes conseguem criar um ambiente no qual o colaborador percebe evolução constante, amplia sua sensação de pertencimento e fortalece a permanência na empresa”, explica Hines. Por fim, a tecnologia precisa apoiar o desenvolvimento da equipe, oferecendo caminhos para expansão de habilidades e domínio de diferentes funções dentro da loja, diz Hines. “Em mercados onde a multifuncionalidade se tornou a base da produtividade, softwares que auxiliam no cross-training e facilitam a transição dos colaboradores entre setores como padaria, FLV, perecíveis e frente de caixa tornam-se essenciais para formar times mais qualificados e resilientes.” Para o varejo supermercadista, portanto, a decisão de investir em tecnologia não pode se limitar à comparação de funcionalidades ou preços. O principal critério deve ser a capacidade da solução de ser incorporada às operações de loja de forma rápida, motivadora e sustentável. Ferramentas intuitivas, que simplifiquem tarefas e deem autonomia ao colaborador, não apenas aceleram rotinas: elas constroem a base para um varejo mais eficiente, mais humano e mais competitivo.
08/12/2025
Atualidades
Trânsito pesado, demanda crescente: como o varejo supermercadista mantém as entregas no ritmo do Natal
O aumento expressivo do fluxo de veículos nas festas de final de ano desafia diretamente as operações logísticas do varejo supermercadista, que concentram seu maior volume de entregas justamente nesse período. O pico de movimentação nas ruas — impulsionado tanto pelo comércio quanto pelo deslocamento urbano — reduz a previsibilidade dos trajetos e exige planejamento rigoroso para garantir que as lojas sejam abastecidas com regularidade. Nas capitais brasileiras, o trânsito chega a ficar até 20% mais lento em dezembro, segundo dados de órgãos de mobilidade. Para as redes supermercadistas, esse cenário significa caminhões e utilitários circulando por mais tempo em baixa velocidade, enfrentando paradas constantes, trechos instáveis e longos períodos de marcha lenta. O impacto é direto: aumento do consumo de combustível, maior desgaste da frota e elevação dos custos operacionais — justamente no mês em que as lojas precisam manter estoques reforçados para atender à demanda das ceias de Natal e Réveillon. Testes do Instituto Mauá de Tecnologia mostram que o consumo de combustível pode subir até 40% em congestionamentos. Para o varejo supermercadista, que opera com janelas rígidas de entrega, abastecimento contínuo e alta dependência da última milha, esses custos adicionais tornam a gestão da frota ainda mais estratégica. Nesse contexto, tecnologias de monitoramento e análise de dados ganham protagonismo nas centrais de distribuição. Soluções que permitem às redes supermercadistas acompanhar o comportamento dos veículos e motoristas, avaliar o tempo ocioso, identificar desperdícios e ajustar a estratégia logística conforme as condições reais das vias tornam-se essenciais. A inteligência de dados possibilita antecipar gargalos, ajustar rotas, reduzir atrasos e manter a regularidade no abastecimento das lojas mesmo em períodos críticos. “Nos períodos em que o volume de entregas cresce de forma acelerada, como no final do ano, o desafio vai além de lidar com a variação constante das condições nas ruas: é preciso integrar uma gestão de frotas preventiva e preditiva. A análise contínua dos dados, aliada ao uso de IA, permite identificar os fatores que impactam a operação e implementar ajustes com maior precisão, otimizando a frota e garantindo mais rentabilidade e eficiência durante toda a temporada”, afirma Eduardo Canicoba, vice-presidente da Geotab Brasil. Plataformas que fornecem indicadores essenciais — acelerações bruscas, tempo de motor ligado sem deslocamento, padrões de desaceleração, consumo por rota e eficiência energética de cada veículo — devem ser padrão nas redes. Essa visibilidade permite ajustar janelas de entrega, reorganizar cargas, orientar motoristas e otimizar o uso dos ativos para garantir abastecimento contínuo, especialmente em lojas de grande fluxo. A análise integrada desses dados ajuda a diferenciar o tempo ocioso operacional do não operacional, compreender desperdícios e aplicar medidas de redução de custos. A melhoria da eficiência energética também reforça o compromisso do setor com práticas sustentáveis — um ponto cada vez mais relevante para empresas que movimentam grandes frotas diariamente. No varejo supermercadista, onde abastecimento constante é sinônimo de vendas, a eficiência em tempo real se torna decisiva. A integração de dados de trajeto, condução, abastecimento e manutenção em uma única plataforma permite reagir rapidamente a imprevistos no trânsito, redistribuir frotas, otimizar rotas e manter a regularidade das entregas — mesmo com o tráfego instável que antecede o Natal. "Ao consolidar informações e automatizar análises, as redes planejam melhor suas rotas, reduzem custos de deslocamento e mitigam emissões, fortalecendo uma gestão logística em que eficiência, sustentabilidade e continuidade do abastecimento caminham juntas. No varejo supermercadista, essa integração é hoje um diferencial competitivo — e, no fim do ano, torna-se indispensável", ressalta Eduardo Canicoba.
08/12/2025
1
...
23
24
25
...
400
8 Entries
4
Entries per Page
8
Entries per Page
20
Entries per Page
40
Entries per Page
60
Entries per Page
Showing 185 to 192 of 3,196 entries.
Page
1
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
2
Page
3
Page
4
Page
5
Page
6
Page
7
Page
8
Page
9
Page
10
Page
11
Page
12
Page
13
Page
14
Page
15
Page
16
Page
17
Page
18
Page
19
Page
23
Page
24
Page
25
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
26
Page
27
Page
28
Page
29
Page
30
Page
31
Page
32
Page
33
Page
34
Page
35
Page
36
Page
37
Page
38
Page
39
Page
40
Page
41
Page
42
Page
43
Page
44
Page
45
Page
400
Minuto ASSERJ
Guanabara amplia equipe e fortalece sua operação no varejo supermercadista
2/11/26, 4:00 PM
Está sabendo? GPA anuncia novo CFO
2/5/26, 4:00 PM
Showing 1 to 2 of 2
1
Newsletter ASSERJ
Receba as principais notícias do setor supermercadista e informações exclusivas para associados.
Warning:
You do not have the permission to access the upload fields on this form. Contact the form owner or portal administrator to request the access.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Hidden