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Atualidades
Do preço à conexão humana: o que está impulsionando o novo modelo de varejo
O conceito de “valor” no varejo supermercadista passa por uma transformação profunda. Antes associado quase exclusivamente ao preço, ele agora engloba conveniência, bem-estar, qualidade, experiência, nutrição, propósito e vínculo social. Essa mudança tem levado redes e fornecedores a reposicionarem suas estratégias para atender um consumidor mais exigente e consciente. A geração Z, em especial, demonstra maior vulnerabilidade emocional, com índices crescentes de solidão e depressão — muitas vezes agravados por relações superficiais e excesso de interações digitais. Nesse cenário, o varejo ganha um novo papel social. “Afinal, por que não usar o espaço da sua marca para gerar conexões reais?”, questiona Juliana Neves, CEO da Kube Arquitetura. Para ela, criar ambientes que estimulem pertencimento e experiências humanas pode ser um importante diferencial competitivo. Esse movimento é reforçado pela análise de Leslie G. Sarasin, presidente e CEO da FMI — The Food Industry Association, destaca que a comida continua sendo o mais antigo e poderoso agente de conexão social. “Seja uma celebração, um churrasco no quintal ou um simples jantar após um longo dia, a comida aproxima famílias, amigos e vizinhos de um jeito que constrói comunidade e fortalece relações”, afirma. A executiva lembra ainda que iniciativas como o Family Meals Movement têm incentivado mais famílias, ao longo de todo o ano, a desfrutarem dos benefícios de compartilhar refeições — hábito associado a dietas mais saudáveis, maior consumo de frutas e vegetais, além de melhorias na comunicação, na expressão emocional e na capacidade de resolver problemas em conjunto. “Acreditamos que refeições em família são a base de famílias, comunidades e, em última instância, de uma nação mais saudável”, diz Sarasin. O varejo supermercadista tem respondido a esse novo mindset ampliando sortimento fresco, fortalecendo áreas de pronto consumo, diversificando marcas próprias e oferecendo soluções completas para o dia a dia. Lojas se transformam em destinos que combinam alimentação, saúde, bem-estar, serviços e experiências — e não apenas pontos de abastecimento. O movimento se reflete também na Indústria. Segundo o relatório internacional The Food Retailing Industry Speaks 2025, fornecedores estão priorizando inovação em produtos com atributos nutricionais e voltados ao bem-estar, além de ampliar assortments orgânicos, multiculturais e de marca própria. Quase 80% dos varejistas já atuam com departamentos dedicados à saúde e bem-estar, incluindo nutricionistas in loco, serviços de farmácia e programas educativos. A conexão com a comunidade também ganhou protagonismo. Dados da FMI apontam que 95% dos fornecedores e 81% dos varejistas participam de iniciativas sociais que vão de campanhas contra a insegurança alimentar a voluntariado, educação nutricional e apoio a programas de saúde pública. O setor responde por quase metade das doações aos bancos de alimentos dos Estados Unidos — reflexo de um compromisso que vai além da lógica comercial. Como resume Sarasin, “não existe substituto para reunir uma família em torno da receita da avó ou dividir um prato com um vizinho”. No Brasil, esse cenário dialoga diretamente com a busca por mais propósito, praticidade e qualidade. O consumidor reconhece a loja como um espaço de convivência e, cada vez mais, como elemento central na rotina da comunidade onde vive. Paralelamente, o avanço do omnichannel, o fortalecimento do retail media e o uso de dados para personalização vêm ampliando o alcance e a eficiência das estratégias de engajamento. Para 2026 e os próximos anos, especialistas apontam que a competitividade no varejo supermercadista dependerá da combinação entre eficiência operacional, curadoria de sortimento, integração de canais, responsabilidade social e capacidade de gerar boas experiências. Valor, hoje, é resultado de múltiplos fatores — e não de um único indicador. E o varejo que melhor compreender essa nova lógica tende a liderar um mercado cada vez mais complexo, dinâmico e orientado pelo comportamento humano.
05/12/2025
Comportamento & tendência
Como descongelar o potencial dos congelados
Por anos, a categoria de alimentos congelados disputou espaço nas gôndolas com uma reputação persistente: a de ser uma alternativa inferior aos produtos frescos. No entanto, essa percepção — construída culturalmente — tem se mostrado cada vez mais distante da realidade nutricional, operacional e ambiental. Estudos internacionais apontam que os congelados são aliados importantes na redução do desperdício de alimentos, na economia doméstica e na sustentabilidade. Ainda assim, consumidores seguem resistentes. Para a cientista comportamental Dr. Sophie Attwood, Senior Behavioral Scientist no Better Buying Lab e diretora da Behavior Global, o desafio passa menos pelo produto e mais pela forma como o varejo o apresenta. “A percepção de qualidade dos congelados é, em grande parte, um problema de imagem. O setor precisa reposicionar o freezer como ferramenta de saúde, economia e sustentabilidade”, explica. Congelados reduzem desperdício e emissões — e o shopper ainda subestima isso Cerca de 60% do desperdício global de alimentos vem das residências, segundo dados da ONU. Cada pessoa joga fora, em média, 174 libras de comida por ano — muito disso poderia ser evitado com o uso do freezer. “Quando o consumidor substitui parte do consumo de frescos por congelados, o desperdício doméstico pode cair quase pela metade”, afirma Attwood. Pesquisas citadas pela especialista indicam que famílias que utilizam mais congelados produzem 47% menos resíduos alimentares. Além da dimensão econômica, a cientista lembra que o congelamento também tem impacto direto na sustentabilidade. “Salvar comida representa um impacto ambiental centenas de vezes maior do que o gasto energético de manter um freezer ligado”, diz. O que trava o crescimento da categoria? Falta de conhecimento — e marketing A maior barreira ainda é comportamental. Boa parte dos consumidores acredita que frutas e vegetais congelados têm textura inferior, sabor reduzido e menos nutrientes. “Essa visão não condiz com a realidade. Em muitos casos, vegetais congelados mantêm mais nutrientes que os frescos, que passam por longas cadeias logísticas”, explica Attwood. Outro impeditivo é a falta de informação prática. Muitos shoppers não sabem que alimentos como ovos, ervas frescas, bananas maduras, abacate e até leite podem ser congelados com segurança. Também há insegurança sobre preparo direto do congelador para a panela. Como o varejo supermercadista pode reverter o jogo Para Attwood, o varejo tem papel central na mudança cultural e pode — com estratégias simples — ampliar vendas, reduzir desperdícios e fortalecer a reputação da categoria. Entre as ações recomendadas pela especialista: 1. Educação clara e prática no ponto de venda “O consumidor precisa visualizar, na loja, que congelar é seguro, simples e inteligente”, diz Attwood. Sinalizações com “pode congelar”, QR codes com receitas e dicas de preparo ajudam a reduzir inseguranças. 2. Merchandising aspiracional O congelado não precisa parecer “alternativo”. Exposição com kits de refeições, receitas prontas e combinações de ingredientes melhora percepção de qualidade. “É preciso tornar o congelado desejável — não apenas funcional”, afirma. 3. Parcerias com a indústria para inovação e upcycling Produtos feitos com vegetais imperfeitos, excedentes de safra ou proteínas porcionadas reforçam a sustentabilidade. “A categoria precisa contar histórias — de origem, de impacto, de praticidade. Isso cria conexão”, explica. 4. Reposicionar o freezer como solução de saúde e economia Reforçar que congelados preservam nutrientes e evitam perda financeira é fundamental. “O shopper precisa enxergar o freezer como ferramenta de gestão da despensa”, diz. O congelado como oportunidade — e não como alternativa Com consumidores mais atentos ao equilíbrio entre economia, bem-estar e sustentabilidade, o varejo supermercadista tem a chance de transformar o congelado em protagonista. Na visão de Attwood, o movimento passa por comunicação ativa, inovação e merchandising inteligente. “Se o setor conseguir mostrar que o congelado entrega qualidade, praticidade e impacto ambiental positivo, a categoria deixa de ser substituta do fresco e passa a ser escolha estratégica”, conclui.
05/12/2025
Associados em foco
Inovação além do óbvio! Como Supermarket Alvorada avança além do tradicional?
Inovar é uma arte. No varejo supermercadista, mais ainda. Sair do comum, é essencial para criar o tão sonhado diferencial competitivo. E o Grupo Alvorada, associado Supermarket, faz uma aposta alta nesse quesito. Recentemente, o Grupo criou o Departamento de Inovação, um setor a parte, focado exclusivamente em apresentar novidades "fora da caixa", assim digamos. E quando falamos que a aposta é alta não é uma mera força de expressão. De viagens à China para identificar tendências, encontrar novos produtos e estudar tecnologias, o Grupo Alvorada mira a diversificação. No momento, o melhor exemplo é o fortalecimento da marca própria, a JVG, que nasceu da atenção que todo supermercadista deve ter, o consumidor, como revela Rodrigo Fonseca, diretor de Inovação. "A ideia nasceu da percepção de que o consumidor busca cada vez mais experiências e diferenciação, não apenas preço. Observamos que havia um espaço pouco explorado no mercado, marcas próprias que fossem além do básico, capazes de expressar personalidade, inovação e qualidade superior. Fortalecer a marca própria passou a ser uma estratégia natural para gerar valor agregado, aumentar margem e criar uma conexão mais profunda com o cliente, oferecendo produtos exclusivos que ele não encontra em nenhum outro lugar. Hoje a JVG conta com mais de 10 sub categorias". Como destacado pelo diretor de Inovação, o Alvorada aborda seu planejamento para a marca própria diferente da forma tradicional de encarar as gôndolas e os produtos do varejo supermercadista, buscando produtos que gerem diferenciação. "A inspiração veio da análise de mercados internacionais e do comportamento de redes varejistas que já compreenderam que a marca própria pode e deve ir muito além do produto comum. Percebemos que existe um público disposto a pagar por design, qualidade e inovação, mesmo dentro do varejo alimentar. Assim, ao invés de competir apenas pelo preço dos itens cotidianos, decidimos construir uma linha que reforça o posicionamento da rede e eleva a percepção de valor da marca, trazendo produtos que surpreendem, encantam e geram desejo", pontua Rodrigo Fonseca. A execução é calculada. Muitas análises e estudos de mercados diversificados, pesquisas sobre ideias criativas e atenção especial não apenas ao contexto brasileiro, mas a movimentos globais de consumo que, por ventura, acabarão desembarcando em território nacional. "Nosso processo começa com pesquisa de mercado internacional, especialmente na China, que é hoje um dos maiores polos criativos e industriais do mundo. Analisamos tendências globais, visitamos feiras, estudamos tecnologias, materiais e comportamentos de consumo. Depois, cruzamos essas referências com dados de importação e viabilidade logística, entendendo o que já chega ao Brasil, o que ainda não chega, custos, volumes e oportunidades. A partir daí, selecionamos os produtos com melhor potencial de diferenciação e realizamos testes de qualidade, prototipagem e alinhamento estético com o posicionamento da marca. O planejamento se encerra com a definição de categorias, margens, estratégias de lançamento e comunicação", frisa o diretor de Inovação do Alvorada. A aplicação é multifacetada, porém, o palco especial são as lojas físicas. Uma recriação da relevância do PDV tradicional para o varejo supermercadista, explica Rodrigo Fonseca. "A loja é o palco onde a marca própria ganha vida. Aplicamos nossas estratégias através de: exposição privilegiada, criando pontos extras e ilhas temáticas quando necessário; planograma estratégico, posicionando os produtos em áreas de maior fluxo e visibilidade; comunicação visual dedicada, destacando diferenciais, design e atributos; experiências de encantamento, com ativações, degustações ou demonstrações quando aplicável; treinamento da equipe, garantindo que vendedores e atendentes entendam profundamente o produto e consigam transmitir seus diferenciais. O objetivo é fazer com que o cliente perceba imediatamente que não está diante de 'mais um produto', mas sim de algo especial". Atualmente com mais de 200 SKU's, distribuídos em categorias que vão desde decoração e utilidades até itens sazonais de alto impacto visual, o portfólio da JVG segue um norte de estruturação, refletir a proposta do Alvorada, com produtos criteriosamente escolhidos, com forte apelo estético e excelente relação custo–benefício. Para os próximos passos, o diretor de Inovações do grupo enfatiza. "Expansão do portfólio, com novas categorias e produtos mais sofisticados. Aumento da presença em loja, com espaços dedicados e comunicação ainda mais forte. Desenvolvimento de linhas exclusivas, criadas em parceria com fornecedores internacionais e nossos designers. Fortalecimento da identidade visual da marca própria, tornando-a cada vez mais reconhecida pelo cliente. Busca constante por inovação, acompanhando tendências globais e trazendo novidadeASSERJ registra 13 toneladas de embalagens recolhidas nas Retorna Machines e impulsiona práticas sustentáveis no varejo supermercadista.r não apenas no produto, mas em toda a experiência de compra". Ações como as adotadas pelo Supermarket Alvorada reforçam o que sempre pontuamos na ASSERJ, além da função primordial do nosso setor em abastecer a população, é preciso mais. É necessário buscar formas de se diferenciar e encantar o consumidor, criando não apenas uma relação de confiança, mas uma experiência de bem-estar.
05/12/2025
Por dentro da asserj
ASSERJ registra 13 toneladas de embalagens recolhidas nas Retorna Machines
COP30, meio ambiente, sustentabilidade. Os termos foram manchetes quase diárias nos últimos dias no noticiário brasileiro. E a ASSERJ, como uma Associação ativa em suas bandeiras, também se destaca nesse quesito. E com cases de sucesso. Primeiro, as Retorna Machines. As 17 máquinas da ASSERJ, presentes em diversas lojas de nossos associados, registraram números expressivos no último um ano e meio. A ação foi iniciada em abril de 2024, como parte integrada do programa "Recolhe Mais", uma iniciativa da Fecomercio, que faz parte do Convênio Inea, criado para apoiar nossos associados no cumprimento da legislação estadual referente a logística reversa e correta destinação de resíduos. As máquinas recebem seis tipos de embalagens: latas de aço e alumínio, longa vida, pet, vidro e plástico. E até outubro já foram: quase 13 toneladas recolhidas; mais de 123 mil acessos; mais de 29 mil kwH e mais de 565 mil litros de água economizado; compensação de quase 8 mil kg de pegada de carbono. “Os resultados das Retorna Machines mostram que, quando oferecemos caminhos claros e acessíveis para o consumidor descartar corretamente, todos ganham — o meio ambiente, as empresas e a sociedade. Na ASSERJ, seguimos comprometidos em apoiar nossos associados com iniciativas reais, mensuráveis e transformadoras”, ressalta Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. Outra iniciativa de destaque no quesito sustentabilidade é o "Desplastifique Já". Um movimento iniciado pela ASSERJ em 2019, que extrapolou as fronteiras do Rio de Janeiro e tomou o Brasil. Uma iniciativa de educação de consumo, incentivando a troca da sacola plástica pelas ecobags. Somente no nosso estado, já reduzimos em bilhões o número de sacolas em circulação. CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE O DESPLASTIFIQUE JÁ. A vontade de agir em nossa Associação é o que nos move. Porque aqui na ASSERJ, ação é oxigênio.
05/12/2025
Comportamento & tendência
Você sabe o que é "Shoppertainment"? ASSERJ te explica o conceito que pode mudar o seu jogo
Um termo difícil de falar. E de ler. Mas fundamental para o varejo supermercadista: o "shoppertainment". Apesar de parecer uma novidade, o conceito é atual. E acontece em ritmo acelerado. A jornada de compra do consumidor não é mais uma transação, é uma experiência completa. Cada visita a uma loja é uma interação participativa de conteúdo, diversão, emoção e conexão com aquilo que o cliente deseja comprar. Esse é o coração do "shoppertainment", convergir entretenimento e consumo, vinculando histórias, interatividade e autenticidade, influenciando diretamente as decisões e engajando enquanto se concretiza uma venda. Apenas para mensurar a força desse conceito, nascido na Ásia e impulsionado pelo boom do live commerce, segundo dados da McKinsey, relativos a 2024, esse cenário já movimentou mais de US$ 1 trilhão globalmente. E o crescimento seguirá exponencial, podendo chegar a US$ 2 trilhões até 2027. No Brasil, a realidade não é diferente. Por exemplo, mais de 70% dos usuários do TikTok e do Kwai, declaram terem comprado um produto depois de assistir um conteúdo divertido ou educativo. A base do conceito O "shoppertainment" se apoia em quatro pilares, que atendem diretamente ao consumidor moderno, como explica Fátima Merlin, CEO da Connect Shopper e mentora de Gestão de Categoria: 1. Conteúdo inspirador e divertido: o consumidor quer ser envolvido, não interrompido. "Histórias, tutoriais, bastidores, desafios, experiências reais — não anúncios". 2. Interatividade e participação: o cliente como protagonista "Lives, enquetes, chat em tempo real, 'duetos' e reações do público". 3. Influência e autenticidade: confiança em foco "O conteúdo é entregue por pessoas em quem o consumidor confia — criadores, vendedores e especialistas". 4. Conversão fluida e contextual: compra integrada de forma natural à experiência "O 'comprar' é natural — o link, QR code ou botão de compra aparece no momento da emoção, sem quebrar a experiência". Fátima Merlin resume os pilares: "O movimento do 'shoppertainment' já deixou de ser tendência — tornou-se uma nova linguagem do consumo. Uma linguagem feita de emoção, interação, autenticidade e fluidez". Como não perder a onda da transformação? A grande questão para os supermercadistas, portanto, não é mais se devem seguir ou não o movimento, mas como segui-lo. Como migrar da comunicação tradicional para criar experiências de fato inspiradoras e que convertam. Por mais complexo que possa parecer, a lógica do "shoppertainment" é simples: a marca deve virar experiência. "O momento de agir é agora. Comece pequeno, teste rápido, aprenda sempre — mas comece. Transforme conteúdo em conexão. Transforme conexão em conversão. Transforme sua marca em experiência", conclui Fátima Merlin.
04/12/2025
Associados em foco
Cuidar de gente é cuidar da operação! Rede Market promove ação exclusiva para colaboradores
Gente. Esse é o grande pilar da operação do varejo supermercadista. Cuidar das pessoas é fundamental para que o dia a dia funcione e, claro, para que o consumidor tenha a melhor experiência possível em loja. Porém, é preciso muita ação além do discurso de cuidado. E reforçando esse compromisso com a atenção aos colaboradores, com a escuta ativa e com o desenvolvimento profissional, a Rede Market promoveu um dia especial: o RH Day. Um momento dedicado exclusivamente aos trabalhadores. A iniciativa, organizada pelo time de Recursos Humanos em parceria com as lideranças das lojas, teve como objetivo aproximar ainda mais o RH da operação, promovendo diálogo transparente, fortalecimento de vínculos e um ambiente de trabalho cada vez mais positivo. Ao longo do dia, os colaboradores participaram de uma programação especialmente preparada para promover integração, aprendizado e engajamento. "Pela manhã, conduzimos um DDS Temático, seguido do Fale com o RH, momento dedicado para ouvir demandas, sugestões e percepções diretamente das equipes. O evento também contou com o tradicional Café com o RH, criando um espaço acolhedor para conversas espontâneas, além de uma animada Batalha de Perguntas e Respostas, que aproximou ainda mais os times", explica Bridiga Oliveira, gestora de RH. "No período da tarde, realizamos um Treinamento Motivacional, reforçando o desenvolvimento contínuo e o protagonismo de cada colaborador na construção de sua trajetória profissional. Também fizemos o lançamento da Pesquisa de Clima, estimulando a participação ativa de todos na evolução do ambiente organizacional. Para encerrar o dia, celebramos os aniversariantes do mês, reforçando o nosso reconhecimento às pessoas que fazem parte da nossa história", complementa Bridiga Oliveira. A ação, estruturada para fortalecer o senso de pertencimento, o engajamento das equipes e a melhoria do clima organizacional, foi um sucesso. Primeiro, pela consolidação de maior proximidade entre RH e operação, com a identificação de oportunidades de melhoria por meio do "Fale com o RH". Segundo, pelo aumento do engajamento e da participação nas iniciativas internas, edificando um ambiente de confiança e colaboração, reforçando o compromisso com a escuta contínua. "A efetividade da iniciativa será acompanhada por indicadores como número de participantes, feedbacks coletados, avaliação de satisfação e adesão à Pesquisa de Clima. Esses dados ajudarão a direcionar ações futuras e aprimorar continuamente a experiência dos nossos colaboradores", finaliza a gestora de RH. A ASSERJ parabeniza a Rede Market pela iniciativa, frisando que pessoas estão no centro da operação do nosso setor. Construir um ambiente de valorização é essencial para que o varejo supermercadista cresça de forma saudável e siga como um dos principais motores do nosso estado na geração de empregos. Inclusive, para quem quiser saber mais sobre a Gestão de RH, destacamos a matéria sobre a área na editoria "Gestão Eficiente, Lucro Certo", publicada na última edição da Revista Super Negócios. CLIQUE AQUI E CONFIRA.
04/12/2025
Associados em foco
Conceito premium em São João de Meriti: inauguração Redeconomia
A Redeconomia Alfa e Ômega inaugurou, nesta quinta-feira (4), a sua sexta unidade, reforçando a estratégia de expansão na Baixada Fluminense. Localizada na Avenida Automóvel Clube, nº 1.745, no bairro Vilar dos Teles, em São João de Meriti, ao lado do Hospital da Mulher, a nova loja é resultado de um investimento aproximado de R$ 6 milhões. Instalada em um galpão que anteriormente abrigava uma fábrica de caixas de papelão, a unidade passou por uma transformação completa e agora conta com 1.400 m² de área de vendas, apresentando um conceito moderno, com foco em experiência de compra, ambientação premium e maior conforto para o consumidor e moradores da região. Entre os diferenciais estão a lanchonete interna, iluminação 100% em LED — incluindo pontas de gôndola — e um layout planejado para valorizar áreas estratégicas da loja e tornar a jornada de compra mais fluida. O mix de 4.600 SKUs foi definido a partir do perfil da região, que concentra empresários, lojistas e profissionais da área da saúde. Por isso, a unidade aposta em um sortimento mais robusto nas curvas A e B, com maior presença de itens premium, conveniência e marcas de valor agregado. A operação conta com 12 pontos de venda, sendo oito caixas tradicionais, quatro self-checkouts e um PDV exclusivo na lanchonete, além de 30 vagas de estacionamento. Para o presidente da rede, Ailton Coquito, a loja simboliza a consolidação do trabalho da família na região. “Eu já estou na Baixada há mais de 50 anos e essa é a sexta loja que estamos entregando para São João de Meriti. Sabemos do potencial que a cidade tem e, por isso, fizemos questão de trazer uma loja moderna, ampla e confortável. Investimos em iluminação em LED, em açougue de alto padrão e em parcerias fortes com a indústria, como a Marfrig. É uma loja que entrega o que a população merece.” Segundo ele, a proposta vai além da estrutura física e passa pelo respeito ao consumidor da região. “O pessoal da Baixada tem que ser respeitado. A gente entrega uma loja bonita, com padrão elevado e operação forte porque é isso que o consumidor merece.” Sua filha, a diretora Suelen Coquito, destaca que a unidade foi pensada para unir estética, operação e estratégia. “Cada detalhe dessa loja foi planejado para entregar experiência. A proposta não é só vender, mas criar um ambiente em que o cliente se sinta valorizado. Queríamos uma loja funcional, bonita e preparada para crescer junto com o bairro.” Já Giullia Coquito, também filha e diretora, ressalta a importância do olhar para o futuro e da profissionalização da rede. “Estamos construindo um modelo de varejo que olha para frente, que valoriza a equipe, a indústria e o consumidor. Essa loja representa a nova fase da rede: mais estruturada, mais tecnológica e mais próxima das reais necessidades do cliente.” Expansão com planejamento - Além da nova unidade, a rede já adquiriu terreno para a futura construção de um Centro de Distribuição (CD), movimento que deve fortalecer a logística, reduzir custos operacionais e sustentar o plano de crescimento nos próximos anos. "Com o novo investimento, a Redeconomia Alfa e Ômega se consolida como um dos operadores regionais em ascensão no varejo supermercadista da Baixada Fluminense, apostando em modernização, eficiência e experiência de compra como pilares para crescimento sustentável", ressalta Ailton Coquito. Açougue exclusivo em parceria com a Marfrig eleva padrão da operação Um dos grandes diferenciais da nova unidade é o açougue exclusivo operado em parceria com a Marfrig, além das marcas Sadia, Perdigão e Seara, com estrutura abastecida por confinamentos próprios e alto controle de qualidade. Para Evandro Gabriel, supervisor nacional do Açougue Mais Marfrig, o projeto traz um novo conceito para a categoria. “Estamos aqui na inauguração da loja Alfa e Ômega com um modelo de açougue totalmente diferente, com novo conceito de rendimento, aproveitamento, apresentação e foco em aumento de faturamento e redução de perdas. Não adianta só ser bonito para foto: tem que ser uma operação saudável. Essa é mais uma entrega importante para o Rio de Janeiro.” Indústria prestigia e reforça parceria com a rede A inauguração contou com a presença de representantes da indústria, evidenciando o posicionamento da rede como operador relevante para grandes marcas. Para Lucas Maia, supervisor de vendas da Soares, distribuidora oficial da Panasonic, o momento simboliza fortalecimento de parceria. “É uma grande satisfação estar aqui na inauguração de mais uma loja. Trazer nossa marca para esse segmento e fazer parte desse crescimento nos deixa muito felizes. Desejamos muito sucesso ao Grupo Alfa e Ômega.” Alexandre Nunes, vendedor da M. Dias Branco, também reforçou a relação de longo prazo com a rede. “Estou muito feliz por participar dessa inauguração. A Redeconomia é uma grande parceira de longa data e a M. Dias Branco é um fornecedor importante dentro da operação. Essa relação é construída com confiança e resultados.” A ASSERJ deseja pleno sucesso nesta nova etapa e muitos resultados positivos em vendas, consolidando ainda mais a trajetória de crescimento da rede.
04/12/2025
Indústria em cena
Froneri Brasil expande portfólio com a nova linha Moça Caldas
A Froneri amplia seu portfólio no Brasil com o lançamento da linha Moça Caldas, inspirada no sabor característico do tradicional leite condensado Moça. A novidade reforça a estratégia da companhia de investir em inovação para fortalecer sua presença no mercado de sorvetes. A nova linha estreia em todo o país com três variações: Moça Brigadeiro, com calda de chocolate; Moça Merengue de Morango, com calda sabor morango; e Moça Trufadinho, com calda sabor chocolate trufado. Segundo Diana Sá, diretora de Marketing da Froneri Brasil, a chegada da linha representa um avanço importante para a categoria. “Moça é uma das marcas mais conhecidas e queridas do Brasil, e trazer esse conceito com calda é um marco para a categoria. Estamos entregando ao consumidor não apenas sabor, mas também inovação. Essa combinação entre tradição e novidade é o que diferencia a Froneri no mercado.”
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Guanabara amplia equipe e fortalece sua operação no varejo supermercadista
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