Skip to Main Content
Join in
PT
EN
ES
A+
A-
Sobre Nós
Institucional
Our History
Board of Directors
ASSERJ Social
Keeping an eye on the garbage
Super Pet
News
Super Business Magazine
ASSERJ School
Serviços
Benefits
Orientation Visit
Soluções
Super Business Seminar
ASSERJ Experience
SRE Super Rio Expofood
Conecta Varejo
Join us
Contato
Contact us
SAA - Member Service
Work with us
Assessoria de Imprensa
ASSERJ
News
News
Keep up to date with the latest news from the supermarket sector
Search Bar
Date
All
Associados em foco
Atualidades
Comportamento & tendência
Conecta
Economia
Indústria em cena
Por dentro da asserj
Economia
Inflação sob controle? Vem conferir!
A desaceleração da inflação nos últimos meses trouxe alívio às redes do varejo supermercadista, que vinham enfrentando forte pressão de custos desde a pandemia. Indicadores ao consumidor, ao produtor e da construção civil passaram a mostrar sinais mais consistentes de arrefecimento. Mas a pergunta que permanece no radar dos empresários é direta: esse movimento é estrutural ou apenas circunstancial? Para o economista André Braz, pesquisador do FGV IBRE, a leitura de melhora precisa ser feita com cautela, sobretudo por quem opera diretamente com margens estreitas e grande exposição a itens voláteis, como alimentos e combustíveis. “A taxa básica de juros elevada não imuniza a economia aos choques de oferta. Quando a inflação é pressionada por fatores como clima, câmbio ou eventos internacionais, o impacto é direto no custo de produtos essenciais, e o varejo sente isso imediatamente nas gôndolas”, avalia Braz. Inflação desacelera… mas não pelo motivo que o mercado gostaria Apesar da desaceleração recente, os dados mostram que o movimento tem relação mais direta com fatores externos à atividade econômica do que com arrefecimento da demanda interna. A safra agrícola mais robusta e a valorização do real frente ao dólar tiveram papel decisivo na redução de preços de alimentos e produtos importados. “A atual moderação inflacionária tem vindo muito mais pelo lado da oferta do que pela desaceleração da economia. O mercado de trabalho segue aquecido, a renda continua crescendo e isso mantém pressão sobre serviços e itens que têm forte componente inercial”, pontua Braz. Na prática, isso significa que os custos mais sensíveis para o varejo supermercadista — energia, aluguel, folha de pagamento e contratos de serviços — continuam pressionados, mesmo com o IPCA mostrando números mais comportados. O dilema da política monetária e o efeito direto no varejo Quando a inflação vem de choques externos ou fatores climáticos, o Banco Central enfrenta um dilema: subir juros para combater uma inflação que não nasce do excesso de consumo. E essa decisão tem efeito colateral direto sobre o setor. “Juros elevados reduzem o fôlego da economia e encarecem o crédito. Para o varejo, isso significa menos consumo financiado, mais cautela do consumidor e maior dificuldade de investimento em expansão, tecnologia e modernização das lojas”, explica Braz. Ou seja, embora a política monetária ajude a evitar desancoragem inflacionária, ela também impõe custos ao crescimento do setor, especialmente para pequenas e médias redes. O indicador que você deveria acompanhar (e talvez não esteja) Segundo o economista, o maior erro do mercado é observar apenas o índice cheio de inflação e ignorar o que realmente importa: a inflação subjacente. “Quando o IPCA cai por conta de alimentos ou combustíveis, mas os núcleos seguem pressionados, o alerta está ligado. Isso indica que a inflação estrutural, aquela que vem de serviços, salários e contratos, ainda resiste”, afirma. Os núcleos de inflação excluem itens altamente voláteis e permitem enxergar a tendência real dos preços. Para o varejo, esse olhar é fundamental para decisões estratégicas, como: renegociação de contratos; política de preços; estruturação de estoques e planejamento financeiro de médio prazo. “Núcleo não é detalhe técnico. É termômetro de tendência. É ele que mostra se a inflação está realmente cedendo ou apenas sendo maquiada por fatores temporários”, resume Braz. Comunicação falha, decisões erradas Para o especialista, a dificuldade está menos nos cálculos e mais na comunicação. O público — e muitas vezes o próprio empresariado — ainda está condicionado a olhar apenas o IPCA cheio, sem compreender suas distorções em momentos de choque. “Se usamos um indicador que não separa ruído de tendência, a política monetária reage demais, por mais tempo do que o necessário. Isso custa emprego, crédito e crescimento”, alerta. Para o varejo supermercadista, isso se traduz em um ambiente de incerteza mais prolongado, com dificuldade de planejar preços e investimentos com segurança. O que isso muda para o supemercadista? Em um cenário no qual o IPCA parece mais comportado, mas os custos estruturais seguem pressionados, a recomendação é clara: cautela estratégica. Portanto, segundo Braz, não se pode confiar apenas na inflação-cheia, deve-se observar núcleos e indicadores de serviços, além de planejar margens com base em custos persistentes. “A inflação até parece mais controlável hoje, mas o trabalho ainda não terminou. Clima, geopolítica e câmbio continuam sendo fontes de risco”, conclui Braz.
03/12/2025
Atualidades
Como os anúncios de Natal fortalecem marcas no varejo supermercadista
Campanhas de Natal continuam sendo mais do que simples peças promocionais no varejo supermercadista. Uma pesquisa da The Harris Poll com 973 consumidores revela que 71% dos entrevistados consideram importante que os supermercados produzam anúncios natalinos que gerem identificação emocional com a marca. O impacto é ainda mais expressivo entre consumidores mais jovens: 90% das pessoas entre 25 e 34 anos dizem valorizar esse tipo de comunicação, enquanto o índice cai para 52% acima dos 65 anos. A diferença etária evidencia um dado estratégico para as redes: o retorno sobre investimento em campanhas institucionais cresce conforme o público se aproxima das gerações mais digitais. “A publicidade de Natal continua sendo poderosa porque gera conexão emocional e fortalece a lealdade à marca. Os consumidores mais jovens cresceram vendo esse tipo de campanha como parte da experiência natalina, o que aumenta sua receptividade”, afirma Sarah Beams, diretora-geral da The Harris Poll. Marca muda, percepção também A pesquisa mostra também que o impacto não é apenas simbólico. Quase metade dos entrevistados (46%) afirma já ter mudado sua percepção sobre uma rede após assistir a uma campanha de Natal. Entre jovens adultos (25 a 34 anos), o índice sobe para 71%, enquanto entre o público acima dos 65 anos apenas 25% relatam ter mudado sua visão sobre uma marca por causa da publicidade. "Na prática, isso confirma que uma única campanha pode influenciar comportamento de compra por meses, indo além do calendário promocional de fim de ano", explica Sarah Beams. Não é só propaganda, é posicionamento Ainda segundo Sarah Beams, campanhas natalinas deixaram de ser apenas publicidade e passaram a ser instrumento de sentido de marca. “Em um ano em que os consumidores observam com atenção se as empresas realmente vivem seus valores, as campanhas de Natal passaram a funcionar como um termômetro de propósito. Elas comunicam se a marca está ao lado do cliente e se oferece mais do que preço”, afirma. "Para o varejo supermercadista, isso reforça uma mudança estrutural: marca virou ativo estratégico, não apenas elemento de comunicação", completa a executiva. O que o varejo deve aprender Para o varejo supermercadista, os aprendizados são diretos e estratégicos. A pesquisa mostra que campanha institucional deixou de ser despesa e passou a ser investimento em valor de marca. A comunicação emocional tem maior impacto do que políticas agressivas de desconto, sobretudo entre públicos mais jovens. A percepção construída durante o Natal influencia o comportamento de compra ao longo de todo o ano seguinte. E, mais do que nunca, marca deixou de ser acessório para se consolidar como fator competitivo direto. "No atual ambiente de concorrência intensa e consumidores mais exigentes, as redes não disputam apenas preço ou sortimento. Disputam memória, afeto e identidade. E essa batalha, ao que tudo indica, começa no Natal — mas continua todos os dias no ponto de venda", ressalta Sarah Beams.
03/12/2025
Economia
Preço da carne em 2026: qual o desafio para a operação do varejo supermercadista
O varejo supermercadista deve enfrentar um novo desafio em 2026: a expectativa de alta de cerca de 10% nos preços da carne bovina. O movimento é consequência direta do ciclo pecuário, que entra em fase de restrição de oferta após anos de abate elevado, especialmente de fêmeas. De acordo com análises de mercado, haverá menor disponibilidade de animais para abate no próximo ano, o que tende a pressionar os custos ao longo de toda a cadeia — dos frigoríficos até o ponto de venda. Para o varejo supermercadista, o cenário acende o alerta para impactos diretos na margem, na precificação e na estratégia de abastecimento. A inflação das carnes já mostra sinais de aceleração. No acumulado de 12 meses, o avanço ultrapassa os dois dígitos, impulsionado principalmente por cortes populares como peito e capa de filé. A picanha, termômetro de consumo, também registra aumento. Para o pesquisador da FGV-IBRE, Francisco Pessoa Faria, o movimento tende a atingir até mesmo os produtores rurais: "A inflação na carne bovina deve impactar até mesmo as margens dos produtores rurais". Menos oferta, maior custo O ciclo pecuário entra em sua fase de inversão após um período de forte descarte de matrizes. Segundo Fernando Iglesias, analista da consultoria Safras & Mercado, o efeito da restrição de oferta ficará mais claro no próximo ano: "Em 2026, o processo de inversão do ciclo pecuário estará consolidado. Em 2024, houve um grande descarte de fêmeas, e esse movimento continua em 2025. Com isso, estimamos que haverá menor disponibilidade de categorias mais jovens para o mercado, o que deve fazer com que seus preços subam." O analista explica que o fenômeno afeta diretamente o custo operacional da cadeia da carne. Com menos bezerros disponíveis, os preços sobem e chegam, em alguns casos, a ultrapassar o valor do boi gordo, elevando o chamado ágio da reposição — fator que impacta desde a originação até o abastecimento no varejo. Exportação aquecida agrava cenário interno A pressão é intensificada pelo ritmo forte das exportações. O Brasil deve fechar 2025 com recorde de embarques, superando 4 milhões de toneladas em equivalente carcaça, movimento que reduz a oferta disponível ao mercado interno. Segundo levantamento da Datagro, a projeção é de queda de 7,5% no número de abates em 2026, totalizando 38 milhões de cabeças. A consultoria explica: "Como o Brasil vem de quatro a cinco anos consecutivos de abate elevado de fêmeas, a tendência é que, em 2026, haja uma menor oferta de animais para frigoríficos. Com mais fêmeas retidas, o número de abates deve cair." Neste ano, o Brasil deve atingir cerca de 41 milhões de cabeças abatidas, o maior volume da história. O ritmo elevado se sustenta tanto pela exportação quanto pela força do mercado interno. A Datagro resume o momento: "Estamos com uma exportação muito aquecida e também o mercado interno é muito aquecido, então isso deixou que o Brasil abatesse perto desses quase 41 milhões de cabeças nesse ano." Impacto direto no varejo supermercadista Com cenário de oferta limitada e demanda elevada, o varejo supermercadista precisará adotar estratégias claras: Revisão de contratos e negociações de fornecimento; Ajuste do mix de cortes e estímulo a alternativas; Comunicação estratégica para justificar reajustes; Integração com indústria e distribuidores para reduzir rupturas; Gestão de margem por categoria e não apenas por produto. Mais do que repassar preços, será necessário gerenciar percepção de valor e fortalecer relacionamento com o consumidor. Gestão, não apenas reajuste Em 2026, carne deixará de ser apenas uma categoria de tráfego e passará a exigir gestão estratégica apurada dentro do varejo supermercadista. “Com produto mais caro, ganha quem tiver inteligência comercial, negociação sólida e operação eficiente”, ressalta Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ.
02/12/2025
Atualidades
Retirada imediata! Operação "Café Real" aponta marcas irregulares
A Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (SEDCON-RJ) comunicou à ASSERJ, por meio de ofício, o resultado das apurações realizadas durante a "Operação Café Real", deflagrada em ação conjunta com o PROCON-RJ, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). A investigação teve início após denúncia da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), que apontava possíveis irregularidades na comercialização de café torrado e moído em território fluminense. Segundo a Secretaria, após a apreensão de diversos lotes, amostras de múltiplas marcas foram enviadas para análise laboratorial, com foco na conformidade com a legislação agropecuária. Os testes identificaram índices alarmantes de impurezas acima do limite permitido, incluindo cascas, paus e outros elementos estranhos ao produto. Os resultados revelam que um número significativo de amostras está inadequado para consumo, configurando risco à saúde e à segurança do consumidor. A prática viola diretamente dispositivos do Código de Defesa do Consumidor, especialmente o art. 6º, inciso I, e o art. 18, §6º. Diante desse cenário, a SEDCON-RJ solicitou que a ASSERJ comunique imediatamente seus associados sobre as não conformidades encontradas e proceda à retirada de todos os lotes das marcas reprovadas. CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A LISTA COMPLETA. A Secretaria destacou ainda que esta orientação integra o procedimento de primeira visita orientadora, conforme previsto no art. 38-A do Decreto Federal nº 2.181/1997. Contudo, reforça que a permanência desses produtos em exposição ou armazenados nas redes associadas poderá resultar em sanções administrativas, conforme estabelece o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990). A ASSERJ manterá seus associados informados e reforça seu compromisso com a segurança alimentar, o cumprimento da legislação e a proteção integral do varejo supermercadista e do consumidor fluminense.
02/12/2025
Associados em foco
Serra Azul transforma experiência de compra em sonho com campanha de Natal
O fim de ano é um dos períodos mais aguardados do calendário do varejo supermercadista. Projeções de crescimento em vendas, campanhas mais intensas e ações promocionais, tudo isso permeado por estratégias para fortalecer o vínculo com os consumidores. Baseado nessa ideia, o Serra Azul apostou alto na busca por oferecer ao cliente a possibilidade de uma experiência única na reta final de 2025. Para isso, a rede desenhou uma campanha que combina emoção, experiência e fidelização: o "Natal dos Sonhos". A ação foca em um comportamento típico dos desejos de final de ano dos fluminenses: viajar. Pelos mais variados motivos, é uma certeza de que essa intenção reside nos anseios da grande maioria dos consumidores. Então, porque não unir isso à experiência de compra? Foi essa a ideia inicial do Serra Azul, planejando uma campanha de expectativa, encantamento e valor real. Até 24 de dezembro, a cada R$ 200 em compras, o cliente recebe um número da sorte, disponibilizado diretamente no aplicativo do Clube Azul, o programa de relacionamento do grupo. Para participar, basta que o consumidor esteja cadastrado no Clube e informe o CPF no caixa. O processo para concorrer é totalmente automatizado: em até 72 horas após a compra, o número da sorte aparece no app, garantindo transparência e facilidade na conferência dos dados. E o prêmio prometido pelo Serra Azul? Uma viagem para um resort all inclusive, com tudo pago pela rede, incluindo hospedagem, alimentação, lazer e passagens, com direito a acompanhante. O sorteio será realizado no dia 27 de dezembro. Mais do que uma campanha promocional, o Serra Azul investe em proporcionar momentos de alegria, conexão e memória afetiva. Além de promover encantamento, o "Natal dos Sonhos" segue as estratégias recentes adotas pela rede na tentativa de estreitar laços com os consumidores. Ao integrar a promoção ao Clube Azul, a rede também reforça que a ação busca um efeito contínuo, baseado em dados, personalização e benefícios reais. A mecânica da campanha ainda incentiva o aumento do ticket-médio e fortalece práticas de fidelização e recorrência, tendências cada vez mais presentes no varejo moderno. O consumidor atual busca vivências que gerem emoção, e não apenas produtos, um pilar incorporado com autenticidade pelo "Natal dos Sonhos" do Serra Azul. Com isso, a rede segue construindo histórias conjuntas, criando memórias afetivas e buscando converter cada compra em uma oportunidade.
02/12/2025
Atualidades
“Mais valerá” beneficia expansão do varejo supermercadista no Rio de Janeiro!
O prefeito Eduardo Paes sancionou a nova versão do programa “mais valerá”, que flexibiliza regras urbanísticas e autoriza ampliações e novas construções em terrenos do varejo supermercadista na cidade do Rio de Janeiro, mediante contrapartida financeira ao município. A nova legislação foi aprovada recentemente pela Câmara Municipal e entra em vigor sem vetos. O texto original recebeu dezenas de emendas, mas pouco mais da metade foi incorporada à versão final. Para o varejo supermercadista, a medida representa uma oportunidade concreta de expansão física, requalificação de unidades e melhor aproveitamento de áreas ociosas, especialmente em regiões onde as limitações urbanísticas vinham travando novos investimentos. “As constantes mudanças de hábitos do ser humano, nas relações sociais e na implantação de novas tecnologias, trazem desafios para a vida urbana. Cabe aos agentes do urbanismo estudá-las e trabalhar para as adequações estruturais, utilizando instrumentos que viabilizem os ajustes necessários. O Plano Diretor de uma cidade deve permitir que tais ajustes sejam feitos com discernimento e competência, buscando, fundamentalmente, o bem comum. Vemos essa ação atual como uma forma de valorizar os espaços da cidade, viabilizando melhorias e dando respostas às novas tendências do cotidiano. Planejar a cidade é tentar antecipar o futuro, mas também estar constantemente atento ao mercado e à vida em sociedade”, ressalta Anibal Sabrosa Gomes da Costa, arquiteto e urbanista, sócio fundador da Raf Arquitetura e vice-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo. Expansão, retrofit e novos formatos Na prática, a nova regra abre espaço para: Ampliação de lojas existentes; Construção de novas unidades; Modernização estrutural de ativos imobiliários; Implementação de formatos híbridos (loja, serviços e conveniência); Melhor aproveitamento de terrenos subutilizados. Redes que vinham adiando projetos de expansão por entraves legais passam agora a contar com um novo instrumento para retomar investimentos — com potencial impacto positivo sobre geração de empregos, arrecadação e competitividade do setor. Sem falar nas melhorias de segurança, economia e afins que um supermercado promove à região na qual se estabiliza. “Esse novo marco urbanístico é extremamente positivo para o varejo supermercadista. Ele permite que projetos antes inviáveis ganhem viabilidade técnica e econômica. Estamos falando de lojas mais funcionais, com melhor aproveitamento de área, integração de serviços e soluções mais alinhadas ao comportamento atual do consumidor”, explica Daniela Grave, arquiteta especialista em legalização da Raf Arquitetura. Cidade mais mista, varejo mais próximo Segundo a prefeitura, a proposta busca corrigir distorções do modelo urbano tradicional do Rio, baseado na separação rígida de zonas residenciais e comerciais. A ideia é estimular cidades mais compactas, integradas e funcionais — onde moradia, consumo e serviços estejam mais próximos. Para o supermercadista, isso significa maior proximidade com o consumidor, mais conveniência e maior potencial de visitação. "Para o desenvolvimento de um supermercado, até então, era necessário disputar terrenos de forma desvantajosa com o segmento da incorporação imobiliária para adquirir áreas viáveis. Com a nova Lei, passa a ser possível somar forças e desenvolver, em conjunto, empreendimentos mistos, que contemplem a loja de supermercado e a exploração do espaço aéreo, por parte das incorporadoras, em endereços antes inviáveis para esse tipo de projeto. A medida permite melhor aproveitamento dos terrenos, amplia as possibilidades de uso e contribui para empreendimentos mais integrados, alinhados a um estilo de vida mais funcional e urbano", analisa Rufino Pizarro, diretor imobiliário da Sendas Invest. Impacto direto na estratégia do setor Para executivos e investidores do varejo supermercadista, a nova legislação impõe reflexão imediata sobre: Planos de expansão e escolha de novos pontos; Aquisição e uso de terrenos estratégicos; Valorização de ativos imobiliários existentes; Oportunidades de retrofit e multiformato; Estudos de viabilidade diante da nova legislação. “Mais do que uma atualização legal, o novo ‘mais valerá’ reposiciona o mapa de oportunidades do varejo supermercadista carioca”, analisa Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ.
02/12/2025
Indústria em cena
Heineken Brasil anuncia nova gerente sênior de marketing
Após uma temporada de um ano na Heineken Jamaica, Giovanna Abreu chega ao grupo Heineken Brasil para assumir o cargo de gerente sênior de marketing das marcas Sol e Eisenbahn. A executiva tem como missão acelerar a presença das marcas em um mercado cada vez mais competitivo e em constante transformação. O cenário é desafiador. No terceiro trimestre, as principais cervejarias globais registraram retração no consumo, com queda de 5,9% na Ambev e 4,3% na Heineken, reforçando o grau de complexidade do momento. Com sólida experiência no setor de bens de consumo, Giovanna construiu sua trajetória em empresas como BRF, Danone e PepsiCo. Agora, retorna ao Brasil após liderar por um ano o marketing da Red Stripe Corporate, operação da Heineken na Jamaica. Dentro do próprio grupo, também acumula passagens pelas áreas de marketing das marcas Devassa e Tiger, além da frente de bebidas não alcoólicas. Formada em Administração e Gestão de Negócios pela FIA e em Relações Internacionais pela ESPM, a executiva soma mais de uma década de atuação em marketing de consumo, com forte vivência internacional, especialmente no Brasil e no Caribe. Essa trajetória ampliou sua leitura sobre comportamento do consumidor, tendências de mercado e construção de marcas. Ao comentar o novo desafio, Giovanna Abreu afirmou: "Muito feliz em voltar e poder contribuir na construção da nossa presença no segmento premium". Em sua nova função, ela terá o desafio de impulsionar a presença das marcas premium em um ambiente competitivo e em constante evolução, ampliando relevância cultural, valor de marca e conexão com o público. Sua chegada reforça o compromisso do grupo Heineken Brasil em consolidar sua liderança nas categorias mais estratégicas do mercado brasileiro.
02/12/2025
Comportamento & tendência
Como converter o "pico" de vendas da Black Friday em relacionamento com o cliente?
Cada ano mais, a Black Friday se consolida como um dos maiores impulsionadores de vendas, principalmente, no e-commerce. Mas, passada a euforia das compras, surge um novo teste para o varejo supermercadista no mundo digital: como converter os clientes da promoção em fidelizados? O desafio do "pós-pico" Depois da Black Friday e do Natal, muitos varejistas se deparam com um cenário específico de desaceleração do fluxo, queda no engajamento e estoques ajustados. O momento, frequentemente tratado como "entressafra", é uma das fases mais estratégicas para fidelização. Com o avanço do e-commerce, esse fenômeno se tornou ainda mais intenso, atrelado também a um comportamento cada vez mais volátil no mundo digital. O esforço de atrair o cliente não é mais o foco da concentração, o ponto central como diferencial competitivo está em conseguir mantê-lo como consumidor costumaz e fiel. O "pós-venda": o trunfo do supermercadista Para Rodrigo Garcia, diretor executivo da Petina Soluções Digitais, o segredo para converter o "pico" de vendas de períodos como a Black Friday em números constantes está, justamente, no pós-compra. Vender bem é importante, mas o verdadeiro diferencial está no pós-venda. É nesse momento que a marca deve usar os dados de compra para oferecer comunicações personalizadas, ofertas relevantes e experiências consistentes. Ignorar esse passo é perder a chance de construir vínculo com quem já demonstrou interesse", destaca Rodrigo Garcia. Em um setor onde a concorrência é crescente e voraz, como o varejo supermercadista, o consumidor busca conveniência e identificação, a hiperpersonalização passa a ser requisito pétreo. E é a experiência pós-venda, que inclui desde um atendimento eficiente até recomendações alinhadas ao perfil de compra, é o que transforma um comprador pontual em um cliente recorrente. Oportunidades para o varejo supermercadista Para o setor, o período pós-Black Friday e pós-Natal deve ser encarado como o início de um novo ciclo, não como o fim de um movimento sazonal. Estratégias bem planejadas podem garantir que o impulso das grandes datas se converta em relacionamento, recorrência e aumento do ticket-médio ao longo do ano. Mais do que vender, o varejo supermercadista precisa aprender a continuar conversando com o cliente no mundo digital e, principalmente, a entregar valor mesmo depois que o entusiasmo das promoções passa. É nessa construção de longo prazo que se encontra o verdadeiro diferencial do e-commerce moderno. Aposte em promoções e comunicações "As promoções constantes e a facilidade de comparação entre lojas fazem com que o cliente se mova de acordo com o preço, e não pela lealdade. Por isso, o pós-venda se tornou um dos pontos mais estratégicos para quem busca sustentabilidade nos resultados. É nesse momento que a marca precisa mostrar relevância e construir confiança. Enviar ofertas personalizadas, oferecer benefícios de recompra e manter o diálogo ativo são medidas que fazem toda a diferença", explica Rodrigo Garcia. Use a inteligência de dados O diretor executivo da Petina Soluções Digitais analisa: "Além de manter o contato, é preciso entender o comportamento do consumidor a partir dos dados coletados durante o pico de vendas. Informações sobre perfil de compra, frequência e ticket-médio permitem identificar oportunidades de recompra e personalizar comunicações. Marcas que utilizam essa inteligência conseguem reduzir a evasão de clientes e ampliar o faturamento de maneira contínua". Aproveite outras datas sazonais "No varejo digital, as datas sazonais seguem sendo fundamentais, seja pelas oportunidades de venda ou pela capacidade de manter o consumidor ativo ao longo do ano. O período que sucede a Black Friday e se aproxima do Natal costuma concentrar campanhas mais intensas, assim como a própria Cyber Monday. Mas o calendário não se limita a essas grandes âncoras: ocasiões como Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, volta às aulas, eventos regionais e as datas 'iguais', como 10.10, 11.11 e 12.12, também têm ganhado força por estimularem compras planejadas e ações promocionais específicas. As marcas que estruturam o calendário com antecedência conseguem manter um fluxo contínuo de comunicação e ofertas que dialogam diretamente com o comportamento do consumidor, reduzindo a dependência de grandes promoções e fortalecendo a recorrência", frisa Rodrigo Garcia. Invista em Retail Media O diretor executivo da Petina Soluções Digitais pontua: "Outro ponto essencial, é o uso do Retail Media, que ajuda a manter a marca em evidência mesmo após o período de promoções. Ao segmentar campanhas com base no histórico de navegação e nas preferências do público, o lojista continua visível para quem já demonstrou interesse, reforçando o vínculo construído nas grandes datas". Experiência: mais decisiva que preço "Com consumidores mais informados e seletivos, a tendência é que a competição pela atenção se intensifique no próximo ano, com a expectativa de que o e-commerce brasileiro siga em expansão. O preço ainda é um atrativo, mas o que fideliza é a experiência. As marcas que compreenderem isso vão construir relações mais duradouras e saudáveis com seus públicos", conclui Rodrigo Garcia.
02/12/2025
1
...
25
26
27
...
400
8 Entries
4
Entries per Page
8
Entries per Page
20
Entries per Page
40
Entries per Page
60
Entries per Page
Showing 201 to 208 of 3,196 entries.
Page
1
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
2
Page
3
Page
4
Page
5
Page
6
Page
7
Page
8
Page
9
Page
10
Page
11
Page
12
Page
13
Page
14
Page
15
Page
16
Page
17
Page
18
Page
19
Page
25
Page
26
Page
27
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
28
Page
29
Page
30
Page
31
Page
32
Page
33
Page
34
Page
35
Page
36
Page
37
Page
38
Page
39
Page
40
Page
41
Page
42
Page
43
Page
44
Page
45
Page
46
Page
47
Page
400
Minuto ASSERJ
Guanabara amplia equipe e fortalece sua operação no varejo supermercadista
2/11/26, 4:00 PM
Está sabendo? GPA anuncia novo CFO
2/5/26, 4:00 PM
Showing 1 to 2 of 2
1
Newsletter ASSERJ
Receba as principais notícias do setor supermercadista e informações exclusivas para associados.
Warning:
You do not have the permission to access the upload fields on this form. Contact the form owner or portal administrator to request the access.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Hidden